misuhotita Thais Grigorio

Arthur Montenegro e Maria Flor Oliveira, duas pessoas completamente diferentes, pertencentes a mundos completamente diferentes. Ele, um empresário carioca, do ramo da hotelaria. Ela, uma simples e humilde jovem, vinda do Nordeste brasileiro, que luta contra as dificuldades da vida. E, quando dois mundos de diferentes colidem, em meio a tantas dificuldades e surpresas do destino, um sentimento novo começa a brotar no coração dos dois.


Romance Erótico Sólo para mayores de 18.

#romance
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Reencontro

Um temporal típico de verão caí sobre as ruas do Rio de Janeiro, e, Arthur Montenegro dirige o seu Porsche Spyder prateado pelas ruas da Capital Carioca, de forma completamente entediante, e, louco para chegar em sua casa. Olha para o relógio do painel de seu carro, e, percebe que já passa das seis da tarde, o que significa que, está perdendo mais tempo no trânsito da Avenida Brasil do que inicialmente havia planejado, aliás, se tivesse olhado a previsão do tempo, teria visto que iria chover, e, teria saído mais cedo do escritório, assim, ele certamente perderia menos tempo naquele trânsito infernal.

Com seus trinta anos de idade, Arthur é um empresário bem sucedido, atualmente encontrando-se na categoria de playboy e, por alguns, pode ser considerado um gênio, já que ele começou a sua empresa do nada, aos vinte anos e, dez anos depois, é o presidente e acionista majoritário de uma das maiores redes de hotéis e resorts do país.

Tudo começou com uma pequena herança que recebera de sua avó, uma pequena pousada, na cidade serrana de Nova Friburgo. Na época, estava terminando a sua graduação em Administração e, fazia estágios para a sua grade curricular. Tão logo terminou a faculdade e, totalmente contra a sua vontade, acabou assumindo a Pousada que herdara.

E, o que Arthur jamais imaginara, é que fosse gostar do negócio. E, tão logo terminara a Graduação em Administração, ele começara a segunda Graduação, em Hotelaria e Turismo. Neste meio tempo, começara a expandir seus negócios, aproveitando-se do fato de Friburgo ser uma cidade turística e, com isso, não foi difícil começar a ganhar um bom dinheiro.

Com o passar do tempo, começou a comprar pousadas nas cidades vizinhas, e, com os anos, comprou grandes hotéis, colocando neles a sua marca e, em dez anos, conseguiu se tornar um milionário, seu nome sendo referência no ramo da hotelaria em todo o país.

É claro que toda a sua fortuna atraí todo o tipo de atenção e, junta-se a sua aparência, ele sempre chama a atenção, onde quer que vá. Com um metro e oitenta centímetros de altura de pura masculinidade, tem um porte físico atlético e sua musculatura muito bem definida, graças as horas de academia que ele se dedica todas as manhãs, antes de ir para o trabalho. Além disso, tem a pele branca, levemente bronzeada por conta do sol carioca, o qual ele não gosta muito de abusar. Olhos profundamente azuis, e cabelos tão negros como o ocre, em um corte moderno.

Irritado por estar preso ao trânsito, começa a desfazer o nó de sua gravata, ao mesmo tempo em que desabotoa os primeiros botões de sua camisa. Graças ao ar condicionado de seu carro, não está sentindo o calor do verão carioca, e, por isso mesmo, ele não tira o seu terno.

A fim de se distrair um pouco, liga o som de seu carro, em uma rádio de MPB, e, toma o cuidado de não deixar o som muito alto, pois, se tem uma coisa que ele simplesmente detesta, é música alta. A voz de Maria Bethânia acaba o distraindo do grande trânsito e, enquanto está parado, começa a bater distraidamente os dedos no volante, seguindo o ritmo suave da música que está escutando.

Tivera um dia particularmente exaustivo, reuniões praticamente intermináveis acerca da compra de um novo Hotel em Porto Seguro, o qual ele pretende unir ao Resort que possui na mesma cidade.

Por horas a fio, tivera que ouvir a opinião de vários de seus acionistas, e, isso, de certa forma o irritou, pois ele já está com sua decisão tomada, e, quando ele toma uma decisão, ninguém o faz mudar de ideia.

E, quando a discussão com os acionistas atingiu um ponto que ele simplesmente não aguentava mais, deu sua palavra final, sinalizando para a compra do hotel e, após isso, a bendita reunião se encerrou rapidamente, para o seu grande alívio.

Após o expediente, quando já estava pronto para voltar para casa, foi que a chuva começou e, tão estressado que estava por conta da reunião, não pensou em mudar o seu percurso, para tentar se livrar do trânsito da Avenida Brasil, que está mais intenso por conta da grande chuva.

Mas agora não tem jeito e, tudo o que pode fazer é ficar parado, no meio da centena de carros, esperando que a chuva passe e o trânsito volte a fluir, para que enfim consiga voltar à sua casa e ter o seu merecido descanso, após um dia exaustivo de trabalho.

Pouco a pouco, a música vai acalmando-o e, mesmo que ainda esteja com pressa e completamente entediado por estar parado ali, pelo menos, as tensões de seu trabalho vão se esvaindo de sua mente, o que é bom, já que ele não gosta de levar os aborrecimentos do escritório para casa.

Para ele, sua casa sempre fora o seu santuário particular, seu local de repouso e, consequentemente, um local em que ele jamais leva os aborrecimentos. E, apesar de amar o que faz, pois foi graças a seu esforço e dedicação que conseguiu crescer na vida. Soube ser um frio negociador quando tivera que ser, soube ser um bom patrão e agradar seus empregados e clientes quando tivera de ser e, tudo isso, porque sempre soube ser um homem equilibrado, sabendo que o trabalho fica no trabalho, e sua casa é seu refúgio, pois, um homem que leva o seu trabalho para casa, vive estressado e, consequentemente, não consegue pensar com clareza quando tem de pensar, e, acaba sendo sufocado por empresários mais espertos, como ele.

Olha para o retrovisor de seu carro, onde, vê uma grande fila de veículos parados no trânsito e, completamente entediado, volta a suspirar, enquanto continua a bater com os dedos no volante, seguindo o ritmo da música que escuta, agora, um clássico de Roberto Carlos.

O farol volta a ficar verde, e, Arthur sente um grande alívio tomar conta de seu ser, pois, mesmo que em câmera lenta, parece que o trânsito finalmente vai voltar a fluir.



*****



Completamente desesperada, Maria Flor Oliveira deixa mais uma UPA sem conseguir o atendimento para o bebê que carregam de forma protetora em seus braços. Seus olhos amendoados e castanhos esverdeados são o reflexo do desespero, enquanto ela sente o bebê queimando de febre em seus braços.

Sem ter o que fazer, ela apenas aperta a criança de oito meses contra o seu peito, e, ainda as portas da UPA, olha para as ruas, sabendo que precisa encarar esta chuva horrível, para buscar atendimento para seu bebê tão precioso.

― Não se preocupe, meu pequenino. – Maria Flor sussurra de forma carinhosa para o bebê febril em seus braços – A mamãe vai dar um jeito de conseguir atendimento médico para você.

Sabendo que não tem mais tempo a perder, Maria Flor, com habilidade, consegue tirar de sua bolsa um guarda-chuva, e, sem perder tempo, ela o abre, sabendo que precisa chegar o quanto antes em um ponto de ônibus, e, quanto menos seu filhinho se molhar, melhor.

Este já é o sexto posto de atendimento que procura, e, até agora, não conseguiu atendimento para seu bebê, e tudo isso, pelo que ela sabe, porque a prefeitura não está pagando os funcionários e por isso as UPA’S estão em greve.

Tentara buscar um hospital público, mas, infelizmente, eles também não atenderam seu filhinho.

Maldita cidade!

Se ela estivesse em sua terra natal, certamente seu precioso bebê já teria recebido atendimento médico e, ela não estaria passando por todo este sufoco. E, mesmo sabendo que na época não tivera escolha, em um momento de desespero como este, sozinha na segunda maior cidade do Brasil, ela não consegue deixar de pensar que se não tivesse vindo para este lugar, seu bebê estaria bem.

Com seus vinte anos de idade, Maria Flor é mãe solteira, e luta como pode, para criar o seu bebê, que, desde o momento em que nasceu, acabou se tornando o centro de seu mundo, sua razão de viver.

E agora, no meio de tanta dor, ela tenta segurar as lágrimas, enquanto com o guarda-chuva em uma das mãos e o bebê em outra, caminha pelas ruas da cidade, em busca do próximo ponto de ônibus.

Queria ter dinheiro para um táxi, mas, suas poucas economias de emergência estão chegando ao fim, e, por isso mesmo, é que ela não pode se dar a este luxo. Com pressa e, se molhando para garantir que o bebê não se molhe, ela anda alguns metros, até finalmente chegar a um ponto de ônibus que, muito provavelmente por conta da chuva forte, está bastante vazio.

Sentindo-se completamente cansada, senta-se no banco do ponto, para então fechar o guarda-chuva e, voltar a colocá-lo em sua bolsa.

Seu filhinho começa a chorar e, ela abre o casaco, para então baixar a alça de seu vestido e, dar o peito para ele. Sabe que ele não está com fome e que o choro é devido a febre alta, mas, pelo menos, enquanto ele suga seu seio, ela não tem de escutar seu choro, que, simplesmente lhe parte o coração.

Enquanto espera por um ônibus, começa a acariciar os cabelinhos ruivos e cacheados de seu filho, que, são exatamente iguais aos seus, cacheados e ruivos. Em sua terra natal, suas amigas achavam seus cachos vermelhos lindos, mas, aqui, as poucas colegas que fez, insistem em dizer que ela pinta os cabelos, quando esta não é a verdade.

Maria Flor é dona de uma beleza rara, é um pouco baixa, cerca de um metro de sessenta centímetros de altura e, tem a pele bronzeada, os cabelos longos e vermelhos como o fogo, cacheados, e dão a ela uma beleza rara. Tem o rosto sofrido, apesar da pouca idade, que mostram claramente que ela é uma batalhadora, e que, para ela, a vida nunca fora fácil. Seus lábios são vermelhos e carnudos, e, quando ela sorri, surgem covinhas em seu rosto.

Mas, no momento, seu rosto é a expressão de sofrimento, por não poder fazer nada por eu filhinho. Com cuidado, mais uma vez leva uma de suas mãos a testa dele, e, percebe que a febre não baixa de jeito nenhum. Mas, para seu alívio, percebe que seu bebezinho dormiu e, ante esta constatação, um sorriso triste se forma em seus lábios.

Com todo o cuidado do mundo, a fim de não acordá-lo, Maria Flor tira a criança de seu seio, voltando a aninhá-la com todo o cuidado do mundo contra si, par então voltar a subir a alça de seu vestido e a manga do casaco fino que está vestindo.

Por conta do vento e, para não molhar os cabelos, coloca a touca de sua blusa, para então ajeitar a manta de seu filho sobre ele. Olha para o trânsito da cidade e, ao ver que um ônibus vem se aproximando, não perde tempo para se levantar e, faz sinal para que o mesmo pare.

Assim que o ônibus para e abre a porta de entrada dos passageiros, ela sobe as escadas com pressa e, já dentro do ônibus, se senta em um dos assentos preferenciais e, com cuidado para não acordar o filho, tira o dinheiro da passagem e, a entrega ao cobrador, para que ele gire a catraca para ela, sem que ela precise atravessá-la.

Tenta manter a calma, e, em seu interior, ela torce para que no próximo hospital que for, consiga atendimento para seu filhinho, caso contrário, ela simplesmente não sabe o que irá fazer.

No dia que seu filho nascera, oito meses atrás, prometera a si mesma que sempre iria cuidar dele, dar-lhe o melhor dentro de suas possibilidades e agora, com ele tão doentinho e ela sem atendimento médico para ele, sente que está não apenas falhando em sua promessa, como também está, de alguma forma, decepcionando o seu pequenino, pois tudo o que ele mais precisa no momento, ela simplesmente não é capaz de lhe dar.

Enquanto pensa nisso, esforça-se para não chorar, ao mesmo tempo em que, tenta ser otimista, por mais difícil que seja a situação.



*****



Finalmente o trânsito começa a fluir e, Arthur se sente aliviado, pois finalmente pode voltar a dirigir. A chuva continua mas, no conforto de seu carro, ele nem se importa muito com isso e, desde que o trânsito continue a fluir, para ele está tudo bem.

Dá uma acelerada em seu carro e, ao mesmo tempo em que a música continua a acalmá-lo. Começa a prestar atenção nas ruas que, por conta do temporal, estão bastante vazias, bem diferente do que ele está acostumado a ver.

O farol volta a ficar vermelho e, mais uma vez, Arthur desacelera, tamborilando com os dedos no volante enquanto espera que o farol volte a se abrir.

Escuta o seu IPhone tocar e, ao olhar no identificador de chamadas para ver quem é, decide que não atender, pois não quer se aborrecer com bobagens neste momento, enquanto ele está dirigindo e se esforçando para não se aborrecer e, tem certeza de que se atender a esta ligação, irá se aborrecer demais, e, isto é tudo o que ele não precisa neste momento.

O farol abre e, novamente, acelera o seu carro. Quer conseguir se livrar logo deste trânsito infernal e, sorri ao perceber que finalmente está saindo da agitada Avenida Brasil.

― Ótimo. – Arthur suspira para si mesmo.



*****



― Por favor...! – Maria Flor implora para a recepcionista do hospital, sem mais conseguir conter as lágrimas completamente desesperadas, que caem livremente por seu corpo – O meu filho está muito mal...! A febre dele está muito alta...! Eu já não sei mais o que fazer...! Vocês precisam atende-lo...!

A recepcionista sente pena, ao olhar o desespero daquela jovem, mas, infelizmente, não há nada que ela possa fazer.

― Eu sinto muito. – fala a recepcionista – Mas, não há nada que eu possa fazer. Os médicos não estão atendendo!

― Mas que espécie de médicos são esses que se recusam a atender uma criança inocente...???!!! – a voz de Maria Flor é cada vez mais desesperada, e ela já nem se importa mais com as lágrimas que caem incessantemente, pois nada mais lhe importa, só seu filho – Onde é que fica o juramento que eles fazem de salvar vidas...???!!! Vão mesmo deixar o meu filho morrer por sei lá qual motivo...???!!!

― Senhora. – a recepcionista volta a falar – Entendo o seu desespero, mas, infelizmente, as coisas funcionam conforme a senhora quer. E, acredite, a senhora não é a única que vem aqui em busca de atendimento.

― Não me importo em não ser a única...! Não me importo com nada...! Só com meu filho...! Vocês tem que atende-lo....!

― Senhora, eu já disse, os médicos não estão atendendo e, se está tão desesperada assim, deveria tentar um hospital particular.

― Se eu tivesse dinheiro, não estaria aqui, implorando para que meu filho seja atendido!

― Bom, eu realmente lamento e, não há nada que eu possa fazer. E, como a senhora está fazendo um escândalo desnecessário, vou pedir para que se retire, caso contrário eu terei de chamar os seguranças.

― Não sou bandida para que chame a polícia pra mim...! Sou apenas uma mãe desesperada...!

― A senhora está fazendo um escândalo e, este é um hospital público. Mais uma vez, eu peço que se retire, ou, serei mesmo obrigada a chamar os seguranças.

― Não é preciso, eu já estou indo embora.

Juntando toda a dignidade que ainda possui, Maria Flor seca as lágrimas de seu rosto, para então deixar o hospital, sem saber mais o que fazer, pois, toda a sua busca por atendimento médico está se mostrando mais do que inútil.

Volta a colocar a touca de sua blusa e, tira o guarda-chuva da bolsa, para tornar a abri-lo e, com o seu filho aninhado de forma protetora, volta a caminhar na chuva, sem saber ao certo que direção tomar, nem para onde ir.

Durante toda a tarde, vagara na chuva, com o filho nos braços, em busca de atendimento para seu bebê e não conseguira nada e, por isso mesmo, é que, por mais que tente, não consegue parar de chorar...

Não sabe mais o que fazer... Não sabe mais para onde ir e, simplesmente, não conhece ninguém a quem possa recorrer e pedir ajuda, o que só faz com que o seu desespero aumente ainda mais...

Continua a andar sem rumo pelas ruas... Sem saber ao certo para onde ir. O pouco dinheiro que tem em sua carteira, só dá para pagar uma passagem de ônibus até sua casa, e, comprar alguns remédios para seu filho. Isso, é claro, se ela conseguisse atendimento, coisa que não conseguiu.

― Filho, perdoe a sua mãe... – Maria Flor sussurra para a criança adormecida e queimando de febre em seus braços – Já não sei mais se irei conseguir atendimento médico para você...

Maria Flor continua a andar pelas ruas e, completamente perdida em seus pensamentos, ela começa a atravessar sem olhar para o farol e, só se dá conta de que um carro vem em uma grande velocidade ao escutar o estridente barulho de uma buzina, além de uma brusca freada.

Completamente assustada, ela grita, ao mesmo tempo em que solta o seu guarda-chuva, fecha os olhos e aperta o bebê em seus braços com todas as suas forças contra si, esperando pelo pior. Mas, o carro para bem a tempo de não atropelá-la e, atordoada, abre os olhos, vendo a porta do carro prateado se abrir e, um homem saindo dele.

Por um instante, ela permanece estática, na chuva e com o filho aninhado contra o seu peito, apenas olhando a figura intimidadora que surge a sua frente e, ao ver o rosto daquele homem, sente o seu rosto simplesmente perder a cor.

Arthur está completamente furioso, e, pronto para gritar com aquela criatura a sua frente, que simplesmente parece não saber olhar por onde anda. Onde já viu, sair atravessando sem olhar para o farol!

― Escuta aqui! – começa Arthur, mas, o vento faz com que a touca da cabeça da mulher acabe caindo, revelando cachos vermelhos como o fogo, o homem então olha para o rosto da mulher à sua frente e, a incredulidade toma conta de si – Maria... Maria Flor...?!

25 de Febrero de 2020 a las 01:48 5 Reporte Insertar 5
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Tatiana Novaes Tatiana Novaes
O capítulo já começa bem interessante por mostrar duas realidades bem diferentes, a do Arthur, que é rico e bem-sucedido, e, como tal, tem tudo aos seus pés, e, em contrapartida, a Maria, moça pobre que está correndo atrás de atendimento médico para o seu filho, algo que, infelizmente, é a realidade de muitas mães brasileiras. E, o reencontro dos dois promete fortes emoções.
Bruna Corrêa Bruna Corrêa
Esta é uma daquelas histórias que já começam com tudo, mostrando a verdade nua e crua do que acontece com quem depende do SUS nesse país. Como mãe, já passei pelo sufoco que a Maria passou, de buscar atendimento para a minha filha e não conseguir e, posso falar, é horrível, a gente se sente impotente, a dor da Maria foi a minha dor! E o final foi ótimo, com ela e o Arthur se reencontrando sabe-se lá de qual passado entre os dois. Beijão! ^.~
April 03, 2020, 15:34
Ana Virgínia Pacheco Ana Virgínia Pacheco
Primeiro capítulo começa tranquilo para o Arthur que está apenas voltando ao trabalho quando quase atropela uma moça que ele já conhece, e que, coitada, está desesperada por conta do filho doente. Imagino como deve ter sido difícil para ela, visto que só uma mãe sabe o que é sofrer por um filho doente. Espero que o Arthur a ajude. Cordialmente, Ana Virgínia.
March 16, 2020, 00:07
Samantha Oliveira Samantha Oliveira
Prólogo muito bom, mostrando duas realidades completamente distintas. De um lado Arthur, rico e bem sucedido e do outro a Maria Flor, uma moça humilde. Dois mundos que acabam de colidir.
March 01, 2020, 22:53
Tommy Batista Tommy Batista
A forma como mostrou a realidade de muitas mães que dependem do SUS Muito bom este capítulo, mostrando, de uma forma nua e crua, como é a realidade de muitas mulheres pobres que precisam de tratamento para seus filhos e encontram dificuldade em nosso sistema de saúde pública. Outra coisa que chamou atenção foi a diferença da realidade da Maria para o Arthur e, o encontro dos dois ao final do capítulo promete fortes emoções.
March 01, 2020, 16:26
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