Sem ele, resta a imaginação Seguir historia

atila-titi-senna Atila Senna

Sabe aquele momento em que o clima atiça, vontade aguça? Mas infelizmente ele não está aqui, resta-lhe somente esconder-se no banheiro e usar a imaginação no amado.


Erótico Sólo para mayores de 18.

#toque #desejo #imaginação #mulher #corpo #amor #masturbação #sexo
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A imaginação


Estava acabado todo o serviço e fora se sentar ao fim do corredor frente á vidraça onde costuma passar o tempo sobre sua almofada de chão praticando suas leituras, mas dessa vez, pesquisara sobre frutas afrodisíacas. Depois, bisbilhotava pela janela onde estaria sua mãe, mas não a encontraria observando daquele ângulo e não se atrevera sair nesse frio para procura-la lá fora, vasculhou pela casa sem fazer alardes com seu nome, apenas procurou. Quando decidiu pela ausência já subia a escada para um agradável banho já que não havia grades chances de ser pega nua novamente.


— Onde vais Ully?

— Ah, tomarei meu banho. — disse preocupada.

— Como uma romã?

— Ah, sim... Na verdade nem percebi que a carregava.

Sua mãe pareceu desconfiada. — Como foi ao dia hoje com aquele rapaz?

Nada de mais — salientou a filha com características de nervosismo.

— Está tão limpa ainda. Fizeram algo especial?

— Não, claro que mãe.


Estava paralisada ao pé da escada de olhos fitos em sua mãe, não diziam da além dos olhares suspeito até que perguntou por que ainda continuava ali se tanto queria tomar seu banho. Ully tocou-se de que disfarçava mal e prudentemente desistiu. A regra era que não trancasse nem uma das portas então, encostara a porta de seu quarto esperou excitadamente debaixo da coberta massageando-se até que todos fossem dormir. Quando certo dos olhos fechados rumou à escada e caminhou cautelosamente pelo corredor até o banheiro e sutilmente fechou a porta.


A casa estava silenciosa. Sem ruídos despiu-se de sua peça baixa por de baixo do vestido e passou a acariciar tuas coxas até que despiu-se da peça alta e deixou a vestido escorrer pelos braços e cair ao redor dos pés. Passou a mão leve sobre seus seios já atiçado e acariciou suavemente seu corpo nu sem tocar a genital. Sentiu desejo pela fruta. Olhou de vários modos, colocou entre as pernas frente a genital, chupo com o que melou.


Se meu amor se estivesse aqui em meus seios; entre minhas pernas... Sinto que não há mais tensão em tudo. Nua no banquinho em frente ao espelho como-me com os olhos e o gosto da fruta que esfrego em meu melado, deixo me levar pelo amor que sinto me dando ao prazer de reparar todos os fios de cabelos aguçados que em mim brotaram, finos e claros, me lembro que a pouco era pequena e não tinha. Percorro os dedos de modo suave por trás das coxas sensíveis imaginando quando teremos nossa primeira vez. Passo as pontas dos dedos na carne da bunda apertando tentando arranca-las e chego à barriga por onde subo aos meus seios sensíveis. Elevo ambas as mãos para meu pescoço elevando a cabeça ao mesmo tempo em que empino minha bunda nua na direção da luz do sol que aquecer-me, e sinto pela primeira vez o calor tocas o orifício rosa. Lascivamente passeio um simples dedo até ele e arrepio-me. Passo a comer do fruto calmamente, apreciando-me em todas as curvas e cada pelo que brilha com a luz e meu reflexo no espelho.


Tanto desejava exibir-me em frente ao espelho, admirar-me de quatro o formato do coração com a sensação de estar aberta e nua. De frente sento sobre minhas pernas e observo-me a abertura das coxas e acaricio-me e puxo suavemente um dos seios.


Deitei-me à banheira devagar e admiro a posição do meu próprio corpo. No mármore branco apoio minhas pernas abertas nas bordas arredondadas e abro-me ao mundo, brinco com meu corpo, posso sentir o odor exótico que exala até meu nariz e percorro com meus dedos sobre as coxas passando entre as pernas para sentindo o tesão, as cocegas na barriga que ele faria, e aperto ambos os seios puxando levemente a frente. Introduzo um dedo a boca e desço com a outra mão pelas ondulações da barriga a me excitar. Fico alguns minutos nessa lentidão suave imaginando e reinventando ele e todas suas masculinidade dentro de mim. Abro com um de meus pés a torneira e vejo cair entre minhas pernas sem presa como se chupasse-me, de vagar. A água quase morna encostando em minha pele e arrepiando minha doce bunda arredondada, repleta de poros, adentrando o rego como pequenas ondas do mar tocando minhas terminações que se chão e os pelos miúdos atiçam-se.


Enquanto a subir entre minhas pernas com suaves ondulações na região do períneo, movimento-me levemente até me envolver com meu próprio líquido que brota entre os lábios rosa. Levemente gemi. Quando o volume molha-me ao atingir minha nuca e cobrir meus seios duros apontados para cima sinto um tipo de cócegas. Da boca tirei meu dedo e escorri pelo pescoço depois submergi passando pelos meus seios até a barriga, forçando-a para dentro a cada respirar, sentindo a profundidade do umbigo que seria sua língua. Chego à virilha. Desço a lateral das coxas até onde os dedos podem alcançar para enfim subir, arranhando até chegar a meu íntimo onde movimento no capricho que só eu sei me tocar. Perfeito. Alivio o ar pela boca gemendo de baixo d’água formando bolhas com a boca aberta assim os dois maiores dentes da frente ficam à amostra. Com a outra mão subo devagar e submerjo para um de meus peitos, passeando pelas aureolas, apertando com uma leve pressão formando rastro vermelho como se fosso sua boca máscula a devorar-me. Chego ao pondo de relaxamento extremo onde o calor do corpo masturbado junto da mornidão da água me toca satisfatoriamente enquanto os pensamentos se aprofundam no amor. Enquanto a água se mistura com a lubrificação do prazer descanso com um dedo a boca o outro a genital e fecho os olhos respirando profundamente, gemendo durante as contrações finais.


O tempo á fez dormir.


— Ully, você esta aí? Ully!


Acordou assustada, não sabia a hora, não marcara no tempo e por isso se apavorou ao pensar que a essa altura já sua mãe já acordada a procurava. Levantou-se enrugada como velha e escorregou apoiando-se num dos joelhos que a pancada pode ser escutada no andar de baixo. Ambos os braços estendidos em direção ao chão já disposta a se levantar fez com que não chegasse de rosto ao chão. Havia feito um grande barulho. Secou-se depressa e enrolou a toalha branca em volto do seu corpo e foi às presas abrir a porta quando sua mãe realizou a ação primeiro.


— O que fazia?

— Nada. Apenas tomara meu banho.

20 de Diciembre de 2019 a las 03:45 0 Reporte Insertar 1
Fin

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Atila Senna Imagino cenas, faço delas contos e histórias.

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