atila-titi-senna Atila Senna

Quem era na real se nem ao menos conhecia direito seus pais? Quem verdadeiramente é desde que foi atacado naquele dia?


Horror Literatura de monstruos No para niños menores de 13.

#horror #terror #amor #morte #sangue #violencia #brigas #luta #medo #lua
0
3.7mil VISITAS
En progreso - Nuevo capítulo Cada 10 días
tiempo de lectura
AA Compartir

Outra pressa além do cervo

Prefácio


Diziam sempre os mais antigos caçadores que quando se acostumava com a escuridão noturna tudo reluzia aos olhos dos mais experiente. O som parecia até mesmo silencioso nas horas mais profundas. Alek sempre teve facilidade de se locomover pelo cenário noturno e conseguia observar muito das coisas com bastante clareza. Tinha apreso em caçar a sombra da noite, mais desta vez o mundo não o estava favorecendo, o tempo estava chuvoso e raios clareavam o céu e a floresta e quando a neblina se acumulava aos pouco na base das plantas vivas.

Passo a passo aproximava-se do animal, tão lento que a única coisa que ouvia era o vento passando entre as folhagens das árvores mais altas. Lá estava sua presa, um belo cervo castanho se alimentando de um pequeno vegetal, desacreditado da morte. Alek preferia caçar com arco já que não fazia ruído sonoro algum, assim se errar poderia ter mais uma chance e, numa distância confortável para alvejar sua presa; respeitou suave e profundo, preparado para disparar quando inesperadamente um arbusto começou a se agitar poucos metros de distância do cervo e o mesmo também notou a movimentação erguendo a cabeça direcionando as orelhas em direção ao som e deu alguns passos em direção, desconfiado do que poderia estar por de trás do arbusto. De repente por de trás da moita um cervo claro, oposto ao sexo do primeiro balançou a cabeça e veio inteiriçado aproximar-se do outro. Alek abaixou o arco e pensou com ele mesmo que quando próximos teria uma maior chance se acertar dois alvos de uma vez.

Após uns instantes Alek voltou à mira para a sua presa, era o melhor momento para atacar, pois o vento soprava para a direita. Então calculou a curva de sua flecha e prendeu a respiração para estabilizar quando ambos os animais tocaram seus focinhos úmidos em carícias Alek soltou o cordão locomovendo a flecha pelo ar rapidamente em direção ao crânio dos cervo. Ao mesmo tempo, ambos os animais sentiram um cheiro horrível que impregnou o local fazendo com que se separassem no exato momento em que a flecha passou entre seus olhos e fincou no casco groso do pinheiro descascando-o. Alek movimentou em nuto enjoado desviando o olhar para a esquerda a visualizar o enorme vulto branco indo em direção do cervo, jogando de repente entre as folhagens o animal a se debater.

Seu coração dispara diante tamanho susto e após alguns segundo com seus olhos perdidos correra para trás duma árvore armando outra flecha. Quando tentou dar uma espiada pelo lado foi surpreendido pelo cão enorme que tentou dar uma patada em Alek, mas conseguiu escapar por pouco e disparara no reflexo uma flechada no peito de seu inimigo. O jovem correu alguns passos, mas o lobo pegou-o por sua bolsa e o jogou o impactando contra a árvore da qual se escondia. Alek se levantou e olhou para a bolsa mutilada e viu quebrado ao meio seu arco, às únicas coisas que havia sobrado eram suas facas, tinha cerca de 20 centímetros localizava em sua coxa e a outra em suas costas com uma cruel curvatura acentuada. Na parte interna da curva se localizava quatro fisgas que apontavam para o cabo e a parte externa exibia o corte como navalha.

Alek então puxou a faca da coxa e se preparou para qualquer movimentação do lobo que farejava-o, seus olhos analisavam a criatura e se encontraram com os olhos e, uma cena lenta e horripilante com se flutuasse começara a se levantar até apoiar-se somente com as patas traseiras.


— Quem é sue pai?

Alek respirava em pânico, pois o lobo sabia a linhagem humana.

— E o que isso te importa – retrucou tremendo e pensando: “É um lobisomem”.

— Ah, quem é o vira-lata que fica mandando as suas crias para o meu território? — a voz do lobisomem era grave e rouca.

— Nem sei bem quem era meu pai, mas não era nojento como você! – disse Alek bravo.

— Você pensa que sou idiota projeto de caçador, o seu cheiro é de cão molhado! Seu cachorrinho de merda, vou te despedaçar inteiro depois que lhe mostrar seu coração.

— Você não faz mais do que ficar aí latindo totó!


Alek já tinha traçado seu plano e fez uma movimentação rápida com a faca desafiando o lobo, que aceitando o desafio avançou contra o rapaz. Havia uma árvore caída atrás do lobo que dava a uma pequena trilha que levava a uma clareira próximo ao rio e lá ele tentaria despistar o canzarrão. O lobo avançou em poucos passos já em cima do rapaz e o empurrou contra árvore pela segunda vez. Ao se chocar Alek sentiu a faca que carregava em suas costas o machucar, ao mesmo tempo, em que a pata do ser o sufocava segurando-o pelo pescoço. A faca que se localizava na mão direita foi imobilizada pela outra pata da aberração.


—Você pensa que pôde me vencer?

— Você confiante de mais chihuahua.


O jovem bateu o calcanhar na árvore e uma pequena lâmina saiu da ponta de sua bota, com isso ele utilizou para dar inúmeros chutes no abdômen da fera que aliviou a mão direita para tentar sessar os movimentos do rival. Para Alek isso foi o suficiente para que pudesse jogar a faca para a mão esquerda que estava livre.

Imediatamente então começou a dar punhaladas no braço que o sufocava, seu rosto já se aparentava roxo e levemente inchado ela maldade, enquanto isso as facadas tinham efeito mais que a da ponta de sua bota. Com a desistência de elimina-lo asfixia-lo o lobisomem o arremessou para o lado e começou a estancar o sangramento.


— Prata? Seu verme insolente! – rosnou a fera e começou a correr em direção de Alek, mas desta vez sob suas patas, enquanto Alek recuperava seu ar. – Chega de brincar.


O braço direito de Alek estava dolorido pelo pressão que havia sofrido, era péssimo o seu respirar e pior parecia que realmente faltava ar no ambiente. Dificultando a situação o garoto sabia que era péssimo em realizar manobras com a mão esquerda, mas essa era sua única alternativa. Quando o lobo próximo novamente o jovem esticou o braço esquerdo para frente em direção da besta já, era prata e a fera tão rápido não teve tempo de parar. A faca cravou no ombro esquerdo do animal fazendo-lhe grunhir em dor caindo sob o corpo de Alek. Logo após a besta então virou-se e trouxe com sigo agarrado a navalha o garoto para cima de si e então Alek na tentativa de se afastar foi pego pelo braço esquerdo ainda intacto, mas com tempo a pressão fora aumentando e lobisomem colocara a outa pata sobre a cabeça do garoto, apertando, cravando lentamente suas garras no crânio do jovem não suportou o peso e ajoelhou-se.


— Desgraçado, agora vai me pagar.


Terminando a frase ele atacou Alek que, estava prestes a ficar desacordado, sentiu a fera pregar suas presas no ombro que estava livre. Instantaneamente Alek sentiu sua clavícula quebrando, os dentes dele rasgando sua pele profundamente e uma dor enorme com a queimação. Novamente pode sentir uma grande falta de ar, dessa vez muito mais acentuada e, num ato instintivo pegou que faca que ainda estava cravada no lobo e a torceu. A criatura soltou o jovem e puxou abrindo um buraco no abdômen e jogou para longe o objeto. Liberto Alek percorria sua rota de fuga, e sentia que estava diferente, parecia que além da mordida, ele ganhará também um pouco da fúria do lobisomem.


— Que se foda – Alek saiu correndo em direção do bicho com raiva por desertar a batalha.


De forma ameaçadora a besta corria pela trilha que dava na encosta. Mesmo machucado o lobo pendurou-se nas árvores onde podia ter uma vasta visão do jovem, mas Alek estava com um pique invejável em nem olhava para trás, a besta escutava apenas os inúmeros quebrarem de galhas e grunhidos que lhe demonstrava por onde fugia. Alek sentia sua respiração ofega não apenas pela corrida, mas desde o primeiro instante em que fora atacado e, mesmo assim não parava, mas tinha vontade de desmaiar com se o ar lhe faltasse. Logo ambos chegaram à clareira próxima ao rio.

O local era um penhasco de muitos metros do qual Alek via aproximar e quando a beira barrando com o coração disparado se jogou sem importou se iria conseguir atravessar, de um lado a outro era em torno de dez metros. Ali não tinha mais escapatória, quando aterrissou esperou agachado, sentindo uma forte tontura que fazia seus picares ficar lento a medida em que a adrenalina diminuía.


— Pensou que conseguiria...

— Na verdade, não. Só lhe guiei para este lugar para matá-lo.


Alek correu em direção do lobo, desta vez estava preparado e, enquanto observava o garoto se aproximar esperou Alek levantando-se lento até ficar de pé. Mais bruto o animal esperou que chegasse mais perto e assim direcionou sua grande pata a face de Alek o travando de forma superior, fazendo-o dar meia pirueta e cair forte de costa no chão. Mais ágio ainda devido o retorno da adrenalina Alek aproveitara a posição do oponente e a sua deitada ao chão para atravessar a faca branca direto na junta do joelho do animal, que soltou outro longo uivo de dor ao ser desmembrado. Aproveitando que a criatura ira cair desequilibrada sob seu corpo o jovem apontou a faca na direção da fera a descansando de pé sob seu peito. Quando sob o garoto a faca atravesara o pescoço do lobisomem num corte assustador, Alek tinha agora a face vermelha, ainda vivo a fera se debatia sobre ele, ao mesmo tempo, em que rasgara seu peitoral com suas unhas e ao morde-lo jogou-o dum lado para o outro, como quando os cães fazem para estraçalhar a carne da caça e de repente o jogara de lado o tirando levemente do chão, e ante que batesse com batesse o corpo doloridamente ao chão repleto de pedras soltas, Alek jogou numa última tentativa sua faca na direção do mostro que vinha novamente em sua direção. Jogado ao chão Alek sentia-se acabado, já mal tinha reação a não ser forçar a respiração enquanto a costela e a carne lhe doíam horrores, completamente danificado e fodido, alucinado pelos males e arrependido por ter saído de casa.

Logo atrás tentava de modo estranho equilibrar-se sentado olhando o estrago em seu corpo com a faca cravada próxima a estrutura do coração, salivando baba em mistura de sangue prestes a arranca-la de seu corpo enquanto os trovoes soavam ao fim da chuva.


— Esse é seu melhor, esperava mais! — disse a besta.

— Olhe bem, quem está com uma das pernas inapta, em estado de miséria, hein?

— Pelo menos meu rosto está sem nenhum arranhão...

— Se você tem inveja não se preocupe, deixei o suficiente em você!


O corpo de Alek queimava enquanto serrava seus olhos, prestes a desmaiar, procurando uma saída ao redor. Sua única rota de fuga era o rio e o lobisomem ainda estava em transe com sua própria dor. Ambos estavam tentando se recuperar quando por de trás das nuvens revelou-se rápida a lua cheia exibindo-se avermelhada ganhando a completa atenção da besta que agonizava.


— Deveria aparecer apenas amanha... — agonizou o lobisomem.


Mas a lua cheia em tom de sangue também chamava a atenção de Alek. Ambos viam-se inerte ao brilho do astro hipnotizado num vinculo mistério criado com a lua, como se fosse forçados, mas Alek ainda podia se locomover de forma força e então com muito custo começou a se movimentar, lentamente, arrastando-se até a beira do penhasco. Devagar deixava a fera hipnotizada para trás e sem pensar parar e nem mesmo olhar para trás, despencou penhasco abaixo. Quando seu corpo se encontrou com a água gelada e lamacenta seus ferimentos começaram a arder brutalmente e, sem força quase não conseguia nadar e a correnteza era muito forte. No embalo das ondulações por duas vezes conseguiu desviar de grandes rochas que se exaltava a cima das águas turbulentas. Mas a terceira não deu tempo e Alek bateu violentamente a cabeça contra a pedra e tudo ficou escuro.

15 de Diciembre de 2019 a las 17:29 0 Reporte Insertar 0
Leer el siguiente capítulo Dei-me a menina

Comenta algo

Publica!
No hay comentarios aún. ¡Conviértete en el primero en decir algo!
~

¿Estás disfrutando la lectura?

¡Hey! Todavía hay 2 otros capítulos en esta historia.
Para seguir leyendo, por favor regístrate o inicia sesión. ¡Gratis!

Ingresa con Facebook Ingresa con Twitter

o usa la forma tradicional de iniciar sesión

Más historias

Un viejo amigo Un viejo amigo
La Oscuridad en Mi La Oscuridad en Mi
La ciudad perdida de Babilonia La ciudad perdida de...