Um filme clichê Seguir historia

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E se a vida começasse a se moldar de uma forma que você se tornasse a protagonista de uma daquelas histórias que você assiste e lê desde sempre? Você não tem aquelas roupas, você não tem o jeito, você não tem aquela perfeita trilha sonora. Mas você tem a vida e ela é uma roda viva que te espera com surpresas a cada esquina. Um filme clichê, conta a história de Brisa Coutinho dos Reis, uma garota de 22 anos, formada em arquitetura e que ama filmes e livros clichês, porém, por diversos motivos, ela acha que nunca será como as mocinhas daqueles filmes. Mas depois da retirada de algumas pessoas da sua vida e do surgimento de outras, o que para ela era surreal, começou a ser palpável. Esse é um livro para quem gosta do clichê, mas também curte o real. obs: Esse também é um livro para aqueles que curtem o bom e velho rock. É eu sei! As chances de você ser uma pessoa que gosta de rock, talvez não seja tão grande assim. Fiz uma breve pesquisa entre colegas e amigos e meu gosto musical se sentiu "alone". O que me levou a concluir que preciso trocar meu ciclo social (brincadeira haha). Conclui que o rock não vive mais seu tempo de ouro. Mas, mesmo diante de tudo, tomo a liberdade de lhe fazer um pedido: Dê uma chance ao rock. Please. Dê uma chance ao rock! Mas, se você não quiser, tudo bem também!! Se divirtam e boa leitura! Mariana Vicente --- Equipe de controle de qualidade - Lyvia de Souza - Thais Vieira - Carol Major - Tamires Nascimento - Katherin Flavia


Romance Romance adulto joven Todo público.

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PRÓLOGO

Em 16 de julho de 1995, eu tinha apenas quatro anos de idade e me lembro que foi nessa data que assisti ao meu primeiro romance.

O aparelho de videocassete se casava com a tv de tubo e reproduzia a imagem gravada na fita VHS, e o resultado disso eram os meus olhos brilhando ao passar de cada cena.

O jeito como o cenário, o figurino, a maquiagem e o roteiro se comportavam para que no final da história a mocinha ficasse com o mocinho, faziam tudo se tornar o sonho mais lindo do universo.

Quase que no mesmo instante em que o filme terminou, eu me levantei e corri para o quarto da minha mãe. Saí momentos depois indo rumo ao meu quarto, levando comigo um par de saltos altos e um batom vermelho.

Chegando ao meu destino, puxei o lençol da minha cama e me enrolei fingindo estar vestindo o belo vestido rodado da mocinha do filme. Já calçando os sapatos mil vezes maiores que meus pés e focando na boca toda borrada de vermelho, me recordo de olhar no espelho e ver a imagem de uma magrelinha com cachinhos rebeldes, se imaginando viver numa daquelas histórias que acabara de assistir.

16 de julho de 2013. Exatos dezoito anos depois. Eu, com 22 anos, continuo vendo essas histórias que se repetem como se fossem a mesma, e pasmem, eu não me canso delas.

Não me canso de ver os figurinos, os olhares e beijos apaixonados, a atração inevitável que os personagens sentem um pelo outro e a trilha sonora que tempera a história.

Ainda me enrolo nos lençóis, calço os sapatos altos, e tento copiar as maquiagens. Ainda erro no batom e não irei nem comentar sobre o blush. Ainda me imagino vivendo um momento de mocinha.

Porém, crescer nos trás certos entendimentos que nos fazem enxergar as coisas de um ângulo diferente. Aos meus 22 anos de idade, eu já entendo sobre a sociedade e como ela se comporta. E aqui, me olhando no espelho, após momentos de devaneios, cheguei à mesma conclusão de sempre: eu nunca seria ou viveria como aquelas protagonistas de um filme clichê.

10 de Noviembre de 2019 a las 00:33 1 Reporte Insertar 1
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Olá, eu sou Mirz. Venho te parabenizar pela Verificação da história. A primeira coisa que me chamou atenção na sua história foi seu comentário na sinopse sobre rock. Sendo uma amante desse estilo, me animei em ver que leria uma história que faria referências — ao como você mesmo disse — o bom e velho rock. A história já começou muito fofinha, explicando a paixão da personagem pelos clichês, como sendo algo vindo da infância. Que menina nunca pegou os sapatos e maquiagem da mãe quando criança para imitar a mocinha da trama? Essa passagem da sua história me trouxe um sentimento muito bom de nostalgia, e sem dúvida, de identificação também. O primeiro capítulo está ótimo e teve como patrono de abertura nada mais, nada menos que The Beatles. Só as lendas do rock clássico, tanto como banda, como em carreiras solo. Quanto à narrativa, ela está muito boa! É difícil ver uma história em primeira pessoa tão bem narrada. As informações surgem naturalmente dentro de um contexto de forma bastante coesa. Só há três detalhezinhos gramaticais que acho legal avisar apenas para dar uma dica: no final do prólogo, você usa o “trás” no lugar do “traz”. O primeiro é um advérbio de lugar para se referir a algo que está na parte posterior, enquanto o “traz” é a forma conjugada do verbo trazer. E no primeiro capítulo, um dos parágrafos ficou faltando o ponto final e um “polícia” faltou acentuação. São realmente coisas muito pequenas, que foi apenas para avisar mesmo, mas não alterou em nada a qualidade da história. Parabéns pela obra e tenha uma boa semana! :)
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