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bielcastelli

Naruto queria herdar o império de pedras preciosas do pai, estudou anos para isso. Mas não seria tão fácil, Minato lhe daria um teste. Conseguir um difícil contrato com as empresas Uchihas, mas seu maior teste ainda viria á acontecer. Fugaku Uchiha era um homem peculiar e tinha um pedido um tanto intrigante para lhe fazer, restava saber se Naruto iria aceitar.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#FugakuXNaruto #yaoi #lemon #Fuganaru #naruto #Fugaku-Uchiha #Diamond #fluffy #boyxboy
Cuento corto
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Contrato Prazeroso

inhaaaai menines, mamãe voltou com história nova desse shipp que muita gente deve ficar "WTF?" mas que no fundo é muito lindinho se for bem trabalhado.
Eu espero que vocês gostem e Boa Leitura !




Meus olhos brilhavam ao ver aquelas pedras preciosas nas mãos de meu pai e me excitava muito saber que em alguns meses toda aquela mineradora seria minha, isso caso meu pai ache que eu esteja pronto para assumir seu négocio. O que na verdade, acho que estou, mas para ele todo aquele império que construiu, era mais importante que o ar que respirava.


– São lindas não são? – sorriu me entregando uma enquanto íamos para fora do pequeno escritório que tinha ali – Mas você terá muito trabalho por aqui – me encarou sério – As pedras são importantes, mas na nossa mineradora nos importamos muito com o bem estar dos nossos homens.


– Entendi – concordei dando uma boa olhada em volta vendo os homens trabalhando bem equipados e a casa grande que meu pai tinha construído ali para morarem e tivessem uma qualidade de vida decente.


– Você está ciente que mexerá com muito dinheiro, não é Naruto? – sorriu – Nossa mineradora é incrível e nos trás lucros absurdos e inimagináveis. A tanto dinheiro que nossos bolsos não podem com ele, mas isso apenas não basta. Se a uma fraca gerencia tudo pode ruir com um estalar de dedos.


– Eu estudei para isso, velhote – zombei – Sempre foi meu sonho comandar isso aqui.


– Mas agora imagine todo nosso lucro aumentando caso fechasse-mos o acordo com a maior transportadora de pedras preciosas que existe.


– Uchihas? – arquei a sobrancelha


– Sim e esse será seu teste – se pôs a caminhar em direção ao carro.


– Teste ? – gritei correndo atrás de meu pai


– Sim, você só assumirá tudo isso aqui se conseguir um contrato com os Uchiha – bagunçou meus cabelos.


– Você tá marcado comigo velhote – resmunguei escutando o outro rir.


~X~X~X~X~X


Estava sentado a meia hora naquela sala esperando Fugaku Uchiha, dono da transportadora chegar, havia conseguido com muito esforço marcar uma reunião com ele naquela sexta feira de manhã, mas parecia que o mesmo não estava com tanta pressa. Eu estava com medo de não conseguir e falhar, passei a semana toda estudando os lucros da mineradora e montando uma boa apresentação tinha que fazer valer alguma coisa.


– Bom dia, senhor Uzumaki – olhei para a pessoa que tinha me assustado com aquela voz grossa.


– Bom dia senhor Uchiha – me levantei apertando a mão de Fugaku e depois cumprimetei seu filho Itachi que estava junto dele.


– Vamos para a sala de reunião – disse Fugaku – Nos desculpe pelo atraso senhor Uzumaki.


– Sem problemas – sorri encarando as costas do mais velho. Fugaku devia ter seus quase cinquenta mas aparentava ser bem mais novo já que por onde passávamos algumas funcionárias tentavam disfarçar enquanto olhava para ele.


– Vamos começar – disse ao entramos em uma sala ampla com uma grande mesa e várias cadeiras – Me convença e me mostre o porque eu devo assinar um contrato com sua empresa – sorriu debochado


– Certo – me levantei começando a falar sobre a mineradora e o quanto esse contrato seria maravilhoso para ambos, vi um certo interesse dos dois homens quando comecei a mostrar os lucros que a mineradora obtinha – Nós poderíamos nadar em uma piscina de dinheiro se fecharmos esse contrato – sorri ao entregar uma folha com um gráfico do quanto ambas empresas lucravam e o quanto lucraria com o contrato.


– Eu não preciso de contrato para nadar em uma piscina de dinheiro – olhei para Fugaku que estampava mais um sorriso debochado em seu rosto.


– Eu também não preciso, mas acho que o negócio beneficiaria a ambos. Então porque não? Você é um homem de visão assim como meu pai – sorri debochado para os dois.


– Itachi nos de licença por um instante – se pronunciou Fugaku ficando sério.


– Foi um prazer te conhecer senhor Uzumaki – Itachi apertou minha mão antes de sair da sala.


– Eu gostei muito da sua apresentação – sorri satisfeito ao escutar aquilo vindo de Fugaku, já que tinha ouvido alguns boatos de que era difícil agradar o homem – Mas eu tenho uma proposta para você.


– Qual? – tive a sensação que estava indo tudo por água abaixo ao ver o mais velho tão sério.


– Seja meu por uma noite e eu assinarei o contrato – se levantou parando em minha frente – O que me diz?


– Tá brincando com a minha cara Fugaku ? – me levantei alterado.


– Estou falando sério Uzumaki.


– E se eu não quiser? Porque eu posso simplesmente sair dessa sala e lhe acusar de assédio – suspirei.


– Você não faria isso, pelo que sei esse contrato e o sucesso dele farão de você apto para substituir seu pai. Sem mim, sem contrato – sorriu levando sua mão ao meu rosto – Eu lhe prometo que tudo isso irá valer a pena.


– Eu aceito – sorri – Você não sabe com quem tá mexendo.


– Te pego às sete – disse com um tom de malícia me fazendo revirar os olhos.

Peguei minhas coisas e sai dali pisando duro indo em direção ao elevador.


– Não deu certo? – me virei para o lado vendo Itachi quase correndo para me acompanhar


– Seu pai irá avaliar o contrato antes.


– Espero que você consiga – sorriu – Até mais – se despediu tomando outro rumo.


Eu conseguiria sim, nem que eu precisasse quebrar Fugaku de tanto sexo em uma noite. Minha sucessão não iria por água abaixo.


~X~X~X~X~


– Esse smoking ficou perfeito em você, mas vai só com a camisa social e sem a parte de cima do smoking. – me virei encarando minha melhor amiga pela chamada de vídeo.


– Obrigado, Ino – sorri travesso.


– O que foi? – arqueou a sobrancelha – Tá ansioso para o encontro com o coroa?


– Eu estaria mentindo se dissesse que não estou animado para essa noite, Fugaku não é de se jogar fora.


– Naruto – chamou minha mãe adentrando o quarto – Fugaku já está te esperando lá fora.


– Certo, amanhã eu te conto sobre hoje, Ino – desliguei o computador e peguei a celular que estava na cama – Mamãe, quando papai chegar conte sobre o jantar de negócios e o avise que logo depois vou para a casa do Gaara.


– Se cuida – depositou um beijo em minha mão enquanto descíamos a escada.


– Não sou mais um bebê – ri


– Às vezes parece um – zombou me fazendo revirar os olhos.


A abracei com um desejo de boa sorte e fui até o luxuoso carro de Fugaku.


– Boa noite – me cumprimentou quando entrei.


– Boa noite – sorri admirando o homem que trajava uma roupa igual a minha mas em tons mais suaves – Para onde vamos?


– Reservei uma mesa em um restaurante de comida japonesa – me encarou por um momento quando o trânsito parou – Espero que goste.


– Eu amo.


A conversa até o restaurante fluiu naturalmente enquanto eu falava um pouco sobre mim, descobri que Fugaku era viúvo a oito anos já, sua esposa tinha falecido por causa de um câncer e desde então ele só tinha trabalhado e cuidado de seus dois filhos. Adentramos o restaurante e fomos guiado a uma mesa um pouco mais afastada e nos sentamos pedindo uma barca para comermos. Quanto mais eu conhecia aquele homem tão atraente, mas óbvio ficava que eu não deixaria meu veneno de lado.


– Então, você pega todos que querem fechar um contrato com você?– ri baixinho.


– Não – riu anasalado – A muito tempo que ninguém me chamava atenção.


– Interessante saber disso – sorri – Apesar de eu ter apenas vinte e sete anos, não sou acostumado a sair com muitos homens, então se sinta especial – levei a bebida a boca enquanto encarava ele sorrir gentilmente.


– Meu filho gostou de você – riu – Acho que ele vai te chamar para sair.


– E ele sabe que o pai dele está em um jantar nada profissional com o homem que ele está interessado ? – debochei vendo ele rir


– Vamos mudar de assunto – disse enquanto ria


– Gostei da sua risada – soltei contagiado por ele


– Obrigado – respondeu um pouco envergonhado – Posso te perguntar uma coisa ?


– Claro – falei enquanto o garçom depositava nossa barca sobre a mesa


– Você quer mesmo assumir os negócios do seu pai ?


– Quero muito, estudei para isso – comecei a comer animado com o rumo da conversa, eu gostava de falar sobre meu futuro na mineradora – E não pense que fui obrigado por meu pai, foi uma decisão minha mesmo.


– Interessante saber disso – suspirou – Eu queria que meu dois filhos assumissem minha empresa quando eu decidisse parar mas meu filho mais novo não quer.


– Tente entender que ele deve fazer aquilo que ele gosta, pessoas quando são obrigadas a fazerem o que elas não gostam acabam sendo infelizes – me empolguei tanto a falar que nem tinha me tocado que Fugaku tinha parado de comer para prestar atenção em mim.


– Você está certo – vi ele abaixar a cabeça voltando a comer com o intuito de não sorrir


– Você não é muito de sorrir não é – larguei os hashi sobre a mesa – É por causa da sua perda?


– Sempre fui sério – mentiu, eu tinha certeza que eles estava mentindo porque péssimos mentirosos nunca olham nos olhos da outra pessoa quando mente.


– Entendi – peguei meu celular vendo que meu pai tinha mandando uma mensagem perguntando se eu estava bem – Desculpa por ter tocado no assunto da sua mulher, acho que fui insensível.


– Não precisa se desculpar – me encarou – Você não fez nada de errado – sorriu – Mas sim eu me tornei mais sério depois que perdi minha mulher, sorrir hoje está soando até um pouco estranho para mim.


– Não deixe isso soar estranho – acabei rindo – Você se torna mais lindo quando sorri – bati na minha testa depois que percebi o que tinha falado.


– Obrigado Naruto.


Voltamos a comer enquanto conversamos coisas banais e em certos momentos nos alfinetavamos através do bom humor negro.


– Você quer ir para o meu apartamento? – perguntou após pagar a barca.


– Mas e seus filhos ? – o encarei enquanto caminhávamos de mãos dadas até seu carro


– Eu tenho um apartamento que uso quando quero ficar sozinho.


– Vamos para lá então – soltei minha mão da sua ao perceber aquilo. Rihanna afaste essa vontade de eu querer mais do que sexo com esse homem.


A ida até seu apartamento foi silenciosa e agradável com a ajuda da música calma que tocava, queria que essa noite acabasse logo para que eu só precisasse ver Fugaku em reuniões de negócios, sem encontros e sem sexo casuais.


– Tá tudo bem? – perguntou ao entrarmos no apartamento espaçoso e bonito


– Sim – forcei um sorriso.


– Irei pegar um vinho para nós, fique livre para explorar – se afastou indo até a cozinha enquanto eu ia para a sala vendo alguns quadros nas parede, parei para admirar a beleza deles.


– Também gosta de quadros ? – perguntou Fugaku adentrando a sala com o vinho e duas taças em mãos


– Gosto – me aproximei pegando a taça – Quando eu era mais novo eu fugia para o museu de artes para ficar admirando e tentando decifrar o que eles queriam dizer a mim.


Senti Fugaku abraçar minha cintura por trás e depositar seu queixo em meu ombro enquanto olhávamos para o quadro e nos mexíamos devagar como se tivéssemos seguindo a melodia da música.


– Eu não vou forçar você a nada – sussurrou.


– Eu sei que não – me virei deixando nossos rostos próximos.


– Você é tão lindo – sussurrava enquanto fazia um carinho em meu rosto fazendo e fechar meus olhos – Você é incrível.


– Não diga essas coisas – larguei a taça e enlacei meus braços em seu pescoço.


– Vem comigo – pegou em minha mão e me guiou até seu quarto.


Fugaku se sentou na cama e me puxou para seu colo já colando nossos lábios e invadindo minha boca com sua língua e começamos um beijo lento enquanto suas mãos exploravam meu corpo lentamente por cima das roupas, deixei de bagunçar seus cabelos sedosos para começar a desabotoar os botões de sua camisa social.


– Você tá me deixando louco – sussurrei em seu ouvido enquanto via suas mãos desabotoando minha camisa rápido.


– É você que está me deixando doido garoto – sorriu pegando meu rosto com as duas mãos e mordendo meu lábio.


Sorri saindo de seu colo e tirei o que restava das minhas roupas enquanto Fugaku me olhava, admirando meu corpo.


– Tire suas roupas – sussurrei rente ao seus lábios.


– Tire para mim – sorriu malicioso.


Me agachei em sua frente e puxei sua calça e cueca para baixo deixando seu pau livre para mim, Fugaku era lindo, era um coroa que se cuidava bastante.


– Eu quero te chupar enquanto você faz o mesmo em mim – sussurrou com a voz rouca enquanto eu o masturbava lentamente.


Larguei seu membro e subi em seu colo começando a beijar sua boca de novo, eu estava amando ter aquelas mãos fortes apertando meu corpo de encontro ao dele como se sua presa que era eu fugiria em algum momento.


– Eu quero deixar bem claro que não é você que vai me foder, sou eu que irei dar para você – mordi seu pescoço – Você está em minhas mãos Fugaku Uchiha.


Não dei tempo dele responder, me virei deixando minha bunda na direção do seu rosto. Lambi sua virilha indo em direção ao seu pau dando uma chupada forte na cabeça de pau arrancando um gemido do homem.


– Que bunda enorme garoto – riu enquanto deixava um tapa estalado em cada banda de minha bunda, ergui meu corpo sentando na sua cara e gemi alto ao ter sua língua quente tentando entrar – Rebola na minha cara – voltou a enterrar seu rosto em minha bunda enquanto suas mãos me segurava apertando com força minha bunda. Rebolei devagar não conseguindo segurar outro gemido ao sentir seus dedos entrarem em mim.


– Você tá me maltratando tanto – olhei por cima do ombro falando dengoso enquanto encarava seus olhos castanhos nublados de desejo.


– Me chupa – disse com a voz séria fazendo os pelos de meu corpo se arrepiar.


Me agachei colocando seu pau em minha boca, comecei a fazer os movimentos enquanto deixava minha língua deslizar por todo aquele membro que pulsava em minha boca cada vez que eu o apertava e chupava sua cabeça com força.


– Chega – se pronunciou Fugaku me acordando de meu transe – Fica de quatro pra mim.


A contra gosto me afastei de seu corpo e fiquei de quatro e olhei para trás observando Fugaku se erguer com um sorriso cafajeste em seu rosto.


– Você é lindo – sussurrou colando nossos corpos suados – Mas fica mais quando está de quatro para mim.


– Você ficaria mais lindo se tivesse com seu pau dentro de mim logo – revirei os olhos


Senti sua respiração quente nas minhas costas enquanto ele me mordia, suspirei ao senti-lo esfregar seu pau em minha entrada antes de começar a forçar a entrada.


– Porra – mordi o travesseiro vendo Fugaku se enfiar de uma vez dentro de mim.


– Você é tão apertado – me deitou passando seus braços por debaixo dos meus.


– Faz tempo que não dou para meu melhor amigo – o provoquei sabendo que ele não gostaria daquilo e dito e feito, Fugaku começou a estocar devagar quase me levando a insanidade por seu pau não estar surrando minha próstata ainda.


– Por favor – gemi


– O que você quer ? – sussurrou em meu ouvido – Peça que eu te dou – mordeu meu ombro com força enquanto saía de dentro de mim.


– Me fode com força, por favor Fugaku.


– Atenderei seu pedido, meu garoto – se ergueu me puxando junto me deixando com a bunda empinada enquanto voltou para dentro de mim em uma estocada só me fazendo morder a mão de Fugaku que estava em minha boca tampando meus gemidos, encostei minha cabeça em seu ombro e me deixei ser fodido com força enquanto a única que eu sabia fazer era gemer no ouvido de Fugaku e puxar seu cabelo.


– Você é tão quente – abraçou meu corpo voltando a estocar devagar – Sua bunda tá engolindo todo o meu pau – disse me fazendo sorrir.


– Deita aí, vou fazer você se apaixonar agora – debochei empurrando ele para trás


Me virei sentando em cima das coxas de Fugaku vendo as marcas de minhas unhas em seu peitoral.


– Você tá acabado em velhote – falei sorrindo maldoso, peguei em seu membro posicionando em minha entrada e sentei de uma vez observando sua expressão plena enquanto começava a me mover em seu colo.


– Você é o culpado – sorriu levando suas mãos ao meu quadril me ajudando a aumentar a velocidade.


Levei minha mão até meu pau e comecei a me masturbar, estava sentindo meu corpo se arrepiar toda vez que Fugaku esmagava minha próstata. Me agachei beijando os lábios do mais velho enquanto gozava em nossas barrigas.


– Vou gozar também – sussurrou me estocando forte uma última vez para me encher com seu gozo.


Me ajeitei ao seu lado deitando minha cabeça em seu pescoço e suspirei ao ter os braços fortes de Fugaku me abraçando e acariciando meu cabelo.


– Posso te confessar uma coisa ? – perguntou


– Pode


– Eu tive que pedir para você ser meu por essa noite porque hoje de manhã enquanto você falava e agora de noite você fez meu corpo estremecer com seu olhar determinado e sua personalidade incrível que eu só tinha visto em uma pessoa em toda minha vida até conhecer você – confessou.


– Sua esposa ? – me sentei na cama encarando ele.


– Sim – sorriu fracamente – Mas por favor não pense que eu imaginei ela enquanto estava com você – disse me fazendo rir.


– Tudo bem – dei de ombros envergonhado – Mas você sabe que não existirá nada amoroso entre nós não é? – voltei a me aninhar em seus braços.


– Eu sei – respondeu em um tom rabugento – Mas nessa noite você é meu.


– Todo seu – respondi antes de cair no sono.


Acordei com meu celular tocando incomodando meus ouvido, peguei vendo que era Ino. Desliguei, ligaria depois para ela. Olhei para o outro lado da cama pensando que encontraria Fugaku ali mas estava vazio, me sentei vendo que na escrivaninha estava o contrato. Peguei vendo que tinha a assinatura de Fugaku ali, peguei a caneta que estava ao lado e assinei onde era para estar meu nome também. Depositei a folha de volta no lugar e vi que tinha um pedaço de papel com algo escrito. Peguei vendo que era um bilhete de Fugaku.


"Obrigado pela noite incrível Naruto, espero que esse contrato renda bons frutos para nossas empresas"


Sorri escrevendo algo ali para ele e voltei a me deitar, aproveitaria mais um pouco daquela cama que estava com o cheiro de Fugaku antes de ir cuidar dos meus preciosos diamantes. Havia sido uma excelente forma de fechar um contrato e com certeza esquecer aquele homem seria difícil. Quando saio de seu apartamento, secretamente rezo para que eu possa voltar ali outro dia quem sabe.

22 de Octubre de 2019 a las 21:59 0 Reporte Insertar 0
Fin

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Biel Castelli "Escrever é uma maneira de viver outra vida. Muitas outras vidas." - Etgar Keret / all these bitches is my sons 🍼

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