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a--k

Senti meu corpo esquentar, e imediatamente cruzei os braços sobre o peito. Saber que o homem que desejo dorme completamente nu no quarto ao lado, não ajudava em nada, agora eu teria mais um motivo para não dormir.


Erótico Sólo para mayores de 18.

#erotico #conto
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Toda sua

Eu não conseguia parar de olhar o corpo seminu do meu colega de quarto. Ele havia acabado de sair do banho, apenas com uma toalha na cintura e outra pequena sobre o ombro que usava para secar o cabelo. Acompanhei uma gota cair em seu peito e percorrer um curto caminho até a borda da toalha.

Maldito pedaço de pano que escondia a minha perdição, que tira a minha sanidade e faz com que eu perca o sono todas as noites, sendo obrigada a me tocar e satisfazer com tão pouco da minha imaginação.

Eu consegui ver o volume conforme ele andava, agora ainda mais. Se ele soubesse que fico olhando para o seu pênis, ou me perco admirando sua bunda, o que faria?

─ Está indo tomar banho também? - perguntou, caminhando tranquilamente na minha direção.

Desviei o olhar para o seu rosto, enquanto cruzava minha perna na frente da outra. Estava vestindo uma camisa larga, velha, e um short que algum dia foi uma calça moletom, sem calcinha. E é aí que mora o perigo, podia sentir a umidade crescer na minha intimidade, logo ficaria visível através da camisa os bicos dos meus seios. Eu estava extremamente excitada, só de ter ele tão perto. Ele não precisava me tocar, um olhar seria suficiente para ficar molhada.

─ Ah, é… Eu vou. Ultimamente ta muito quente, esse tempo é maluco.

─ É sim. Mesmo tomando uma ducha é impossível dormir com roupa, mas você parece ser do contra - seus olhos desceram pelas minhas pernas e subiram lentamente.

Senti meu corpo esquentar, e imediatamente cruzei os braços sobre o peito. Saber que o homem que desejo dorme completamente nu no quarto ao lado, não ajudava em nada, agora eu teria mais um motivo para não dormir.

─ Eu acho confortável, mas isso não quer dizer que eu durma sempre assim, às vezes uso pijama - que vergonha, agora ele sabia que eu dormia como uma velha, e se algum dia tentou ter fantasias comigo, neste momento qualquer ideia foi extinta.

─ Eu nunca te vi de pijama.

Eu nunca o vi pelado, e nem por isso fico falando. Droga, se eu não poderia tê-lo por falta de coragem de avançar e ser rejeitada, pelo menos tinha o direito de fazer isso no chuveiro, já não estava mais aguentando espremer minhas coxas.

─ Ah, é? O que não nos falta é oportunidade, não é? Bom, eu vou ao banheiro. Boa noite.

Passei encolhida ao seu lado e entrei, enfim no banheiro, liguei o chuveiro, já arrancando a roupa. Deixei a água fria cair sobre mim, logo senti meu corpo eriçado, implorando por um toque. Levei minhas mãos ao seios imaginando as mãos grandes dele, depois deslizei os dedos por cima da barriga ao encontro da minha intimidade. Eu queria que fosse os dedos longos dele dentro de mim, não era suficiente quando eu fazia. Circulei os pontos que já conhecia onde iria proporcionar meu prazer. Eu precisava de mais. Peguei o chuveirinho e levei um jato sobre meu clitóris, então comecei a esfregar, com a outra mão enfiei dois dedos na minha cavidade, bombeando como uma louca em busca do prazer. Gemi o nome dele incapaz de segurar.

Eu estava encostada na parede com as pernas bambas, insatisfeita por ter durado tão pouco, mas já era um começo. Terminei o banho e vesti a roupa, iria para o meu quarto me masturbar de novo, uma só não ia dar hoje. Com este pensamento subi as escadas, o quarto dele era o primeiro eu teria que passar por aqui de qualquer jeito, mas a medida com que me aproximava um barulho repetitivo e abafado me causou um arrepio.

Segurei a respiração por um segundo, e dei um passo à frente da porta dele, estava encostada, pela fresta consegui ver sua silhueta sentada na beirada da cama. Ele estava se masturbando. Suas pernas abertas com a mão subindo e descendo freneticamente pelo seu membro, a cabeça inclinada para trás e os olhos fechados. A luz da lua banhava seu corpo em meio a escuridão do quarto.

─ Isso, deixa eu te foder bem gostoso - gemeu ele.

Será que ele estava falando com alguém? Quem seria a dona dos seus pensamentos? Não custava me iludir. Observei completamente hipnotizada, cheia de tesão, de novo. Mas agora parecia ser insuportável, meu íntimo estava queimando demais. Coloquei as mãos na porta e empurrei meu corpo para dentro. Ele estava quase gozando quando abriu os olhos e me viu. Ele não parecia surpreso, como se esperasse que eu realmente o visse desse jeito. Agora mais perto, vi seu pênis inchado com as veias a mostra que eu quis tocar, queria sentir.

─ O que está fazendo aqui? - perguntou ele,rouco, acariciando a ponta grossa do seu membro.

─ Eu… Ouvi você - céus, eu estava ofegante. Eu não tinha ideia de como agir agora que já era tarde e estava aqui, exatamente onde desejei desde o momento que o vi pela primeira vez. Eu sonhei várias vezes com momentos assim, onde ele sorria pra mim e pedia para me ajoelhar e chupar até engasgar. E eu ia, me sentindo poderosa. No meu sonho conseguia ser ousada, sensual, a mulher que todo homem fantasia. Mas agora, simplesmente não consigo sair do lugar, estou em choque.

─ É isso que quer, me assistir gozar?- grunhiu ele - Não sabia que era tão safada. Porra, sinto que vou explodir com esse olhar.

─ Eu posso? - perguntei sem tirar os olhos do movimento das suas mãos. De repente minha boca ficou seca, senti necessidade de molhar os lábios.

─ Achei que nunca iria fazer nada. Vem cá - ele moveu um pouco mais para a beira da cama.

Eu estava tremendo, não sabia se era de nervosismo ou tesão. Me sentei ao seu lado um pouco tímida. Era difícil agir quando seu corpo faz o oposto.

─ Como eu devo fazer? - minha voz se perdeu na garganta. Infelizmente nunca estive com homem algum, não tão perto. Acho que cada uma das minhas ações dizia em letras garrafais que sou inexperiente. E pelo olhar dele, agora havia ficado óbvio.

─ Coloque sua mão ao redor, mas não aperte muito, apenas deslize, como eu estava fazendo - instruiu.

Fiz como ele pediu, tive que inclinar meu corpo, roçando meus seios no seu braço. Ele não tirou os olhos do meu rosto, enquanto eu olhava somente para minha mão no seu pênis duro. Finalmente o toquei, senti sua espessura nos dedos, e cada vez mais inchar.

─ É assim? - sussurrei, a rouquidão na minha voz foi tão incomum que estranhei, mas isso pareceu causar algum efeito nele, seus olhos dilataram e foram de encontro a minha boca, então ele avançou, apertando minha cintura, puxando meu corpo para cair no seu colo. Seu membro esfregou na minha bunda, e eu rebolei automaticamente.

─ Levanta um pouco e abra as pernas - pediu, e eu fiz, coloquei uma em cada lado, mas não abaixei.

─ Senta, eu não vou por dentro, ainda.

─ Eu nunca fiz isso, sou virgem - confessei, se ele tinha alguma suspeita, agora dei a certeza.

─ Nunca? Porra, então não pode ser assim.

Não entendo se ele estava surpreso, ansioso ou assustado, havia um misto em suas ações. Eu não queria parar, mas também não sei se conseguiria ir tão longe.

─ Não tem problema roçar, tem? - por mais que eu quisesse avançar todos os sinais possíveis, o medo me atingiu. Ouvi de todas as minhas amigas que doeria como se estivesse sendo rasgada ao meio. E agora, eu sentia a excitação e o terror dominar.

─ Claro que não. Vou deitar você, vamos fazer assim. Quando estiver pronta, juro que será diferente - ele me colocou na cama - Posso tirar sua camiseta? - perguntou.

Ai meu Deus. Ele veria que não tenho peitos grandes, e é pior quando estou deitada, pareço uma tábua, não são tão bonitos. Balancei a cabeça negando seu pedido.

─ OK, então posso tocá-los por baixo da camiseta? - reformulou o pedido. Mordi o lábio inferior em dúvida, estava ansiando por isso, acho que se ele não estivesse vendo não teria problema.

─ Pode.

Ele se ajustou por cima de mim, abrindo minhas pernas se colocou no meio delas, deslizou a mão por baixo tocando os bicos durinhos. Arqueei o corpo em sua direção, quando senti minha intimidade tocar seu órgão através da calcinha, foi o suficiente para gemer, eu queria mais daquele toque.

─ Esfrega em mim - implorei, apertando sua mão no meu seio.

Ele sorriu, levou um dedo por cima da calcinha, antes de roçar seu pênis de baixo para cima. No entanto, era como se faltasse algo, eu tinha que superar meu medo para ter mais.

─ Ah, meu Deus!

─ Me diz o que você quer e eu faço.

Apertei minhas coxas em torno da sua cintura, pressionando um pouco mais.

─ Eu quero tudo dentro de mim, mas… Mas eu sei que vai doer… Céus, eu quero você.

Ouvi uma série de palavrões sair de sua boca a seguir, o que me deixou ainda mais louca por ele. Sua boca suja, queria em todos os lugares do meu corpo. Gemi só com este pensamento.

─ Vira de lado - ele mandou, mas não esperou que eu fizesse, ele mesmo me colocou como queria, não sabia o que iria fazer, mas sei que posso confiar nele.

Ele segurou minha cintura e puxou a calcinha até rasgar, ergueu uma das minhas pernas e colou seu peito nas minhas costas. Sua boca veio soprar em meu ouvido.

─ Eu não vou colocar dentro, prometo, assim também vai ser gostoso - disse ele antes de começar a esfregar minha intimidade, simulando a penetração, mas apenas pressionava forte, duro e frenético. Meu corpo estava praticamente em cima do seu. Virei o rosto puxando seu cabelo, beijei sua boca enquanto abria cada vez mais minhas pernas e gemia. Sua outra mão contornou minha cintura alcançando os pequenos e grandes lábios, abrindo, seu membro pressionou minha cavidade, depois desceu até o fim da minha bunda e voltou colidindo com meu clitóris. Ele repetiu várias vezes, aproximando ainda mais meu orgasmo.

─ Aaah isso... Isso… é tão gostoso

Com a mão livre desci por cima da dele,levantei minhas costas empinando a bunda para trás e para frente, enlouquecida. Primeiro senti seu gozo quente na minha coxa, seu maxilar travou reprimindo o gemido. Em seguida gozei alto, chamando seu nome. Seus braços me apertaram, como se pudesse unir nossos corpos ainda mais.

─ Gostou? - perguntou ele, virando meu corpo para ficar de frente, assim era melhor, podia ver seus olhos.

─ Sim. Da próxima vez, eu não vou ter medo. Quero ser sua - confessei.

Ele me puxou apertando minha bunda, beijou meus lábios arrancando meu fôlego, e disse.

─ Não se engane, você sempre foi minha, não é verdade? No seu quarto… No chuveiro…

Comecei a abrir os olhos, envergonhada, quando sempre pensei estar sendo discreta, ele sabia. Ele me viu. Eu não tinha onde enfiar meu rosto, a não ser no peito dele.

─ Talvez se sinta melhor se eu disser que fiz o mesmo, e você foi a única que desejei.

15 de Agosto de 2019 a las 15:42 2 Reporte Insertar 7
Fin

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SM Sabrina Megumi
Achei incrível, excitante! Escreva mais ❤
7 de Septiembre de 2019 a las 19:34

  • A K A K
    Muito obrigada ❤️ 8 de Septiembre de 2019 a las 21:29
~

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