Superando Pré-conceitos Seguir historia

aikimsoo Ai KimSoo

Kim TaeOh e Kim Koji se conhecem no 6° ano. Koji é japonês e veio morar na Coréia do Sul com seu tio Do Kyungsoo, irmão de seu pai Kim Minseok. TaeOh é filho do professor de educação física, Kim Jongin, o professor viúvo e modelo ideal de homem das meninas e até mesmo dos meninos. TaeOh é um menino alegre e brincalhão, mesmo que tenha perdido sua mãe muito cedo, mas se torna agressivo após conhecer Kim Koji. Por quê? Com 11 anos de idade, Koji já sofre de xenofobia na escola e isso fez com que apanhasse, fosse humilhado e zombassem dele por ele não entender todas as palavras. TaeOh fica possesso com isso e resolve bancar o guardião de Koji, todavida, o único X da questão é que TaeOh é temperamental, então ele parte pra cima de quem vier zombar do seu amigo. Com isso, os dois pré-adolescentes param na coordenação pelo menos 1 vez por semana e isso acarreta em seus responsáveis tendo que se reunir com a diretoria também. Ao longo dos anos, os dois garotos se tornam ainda mais amigos e consequentemente Jongin e Kyungsoo se tornam muito próximos.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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Prólogo

-EU JÁ DISSE QUE NÃO ACEITO ISSO! - TaeOh gritou a plenos pulmões e jogou tudo que estava na estante da sala, no chão.

-EU JÁ MANDEI VOCÊ PARAR! KIM TAEOH, PARE AGORA MESMO! - Jongin gritou de uma forma tão alterada, que Kyungsoo precisou segurar o pulso do moreno para ter certeza de que não avançaria no adolescente. Nunca tinha visto o maior daquele jeito.

-TaeOh, por favor, acalme...

-NÃO FALE COMIGO! EU NÃO ACEITO QUE FALE COMIGO! SAIA DA MINHA CASA AGORA MESMO! - o adolescente de 16 anos ordenou e Kyungsoo se retraiu um pouco, o que fez com que quase soltasse o aperto no pulso de Jongin.

-ESSA CASA É MINHA E KYUNGSOO FICA! VÁ PRO SEU...

-EU VOU PRA RUA! - TaeOh interrompeu ao pai e deu as costas.

-TAEOH, VOLTA AQUI AGORA MESMO! - Jongin ordenou em vão, porque recebeu como resposta a porta de casa batendo com uma força absurda.

-E-eu vou atrás dele. - Koji gaguejou e fez uma reverência atrapalhada, apressando-se para sair de casa.

-Eu falei que ele iria reagir mal. Jongin, talvez seja...

-Não complete a frase, por favor, não complete. - o maior implorou com a voz banhada de tristeza e se jogou no sofá.

Kyungsoo sentia o coração doer depois da cena que presenciaram, mas ver Jongin sentado no sofá, com a cabeça baixa e fungando, era sem dúvida a adaga que perfurava seu coração. Deu um passo na direção do mais novo e imediatamente teve sua cintura aprisionada entre os braços fortes do professor de educação física.

-Por quê? Por que ele precisa reagir dessa maneira? - Jongin perguntava retoricamente enquanto afundava o rosto no abdômen do namorado, que chorava silenciosamente e fazia carinho nos fios castanhos alheios. - Eu não o criei assim, ele não devia reagir assim...

-Ele só está confuso. - Kyungsoo se forçou a fazer uma voz firme e forte. - Ele perdeu a mãe muito cedo, é normal que pense que você esqueceu dela e não a ama mais.

-Eu amei muito a minha falecida esposa, Soo, mas agora eu amo de forma incondicional somente a você. Eu guardo lindas lembranças dela e sou eternamente grato por ter me dado TaeOh, mas levei 10 anos pra me apaixonar de novo... Eu nunca pensei em você substituindo-a ou qualquer coisa, ela foi ela e você é somente você. - Jongin desabafou e apertou Kyungsoo ainda mais em seus braços. Sentir aquele calor, aquele cheiro... Queria tanto que TaeOh entendesse o quanto amava aquele homem em seus braços. - Por que ele não entende isso? Por que ele precisou agir de forma tão agressiva assim? Eu não o criei dessa forma... - se lamentava e Kyungsoo acabou fungando.

-Jongin, me desculpe. Eu nunca deveria ter me confessado, eu...

-Soo, eu te amo. - Jongin interrompeu o mais velho e ergueu a cabeça, encarando embaçadamente a face banhada de lágrimas do menor. - Tivemos 4 anos pra termos certeza que o que sentíamos não era passageiro, então não se desculpe. Se você não tivesse falado nada, eu teria falado e nós estaríamos na mesma situação de agora. Apenas... - fez uma pausa e pegou as mãos de Kyungsoo, as colocando em suas bochechas molhadas. - Apenas diga que me ama, que não vai desistir do nosso amor, que vai ficar ao meu lado...

-Eu te amo, jagiya, não vou te abandonar. - sussurrou com a voz serena demais para o seu interior. - Vamos superar isso juntos. - prometeu e como uma forma de selar a promessa, inclinou-se para baixo e depositou um beijo nos lábios carnudos de Jongin.

Não aprofundaram o beijo, porque não era o momento certo e somente aquele gesto casto seria o suficiente para recarregar ambas as energias. O selar tinha o gosto salgado das lágrimas dos dois, mas também tinha o gosto do amor forte que sentiam e rezavam para que TaeOh compreendesse.

Mesmo sendo um psicólogo, Kyungsoo não conseguia se projetar a auxiliar TaeOh, afinal, eram próximos demais e a situação ainda envolvia a si mesmo. Era impossível consultar um ente- querido ou a si próprio, visto que, era impossível ser imparcial protagonizando a própria história.

29 de Julio de 2019 a las 21:56 0 Reporte Insertar 0
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