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abo-dream Projeto Abo Dream

Para Jongin, se controlar perto de Do Kyungsoo já era difícil normalmente, mas se controlar perto de um Kyung no cio era impossível.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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Inconsequence of love

INESPERADO

INCONSEQUENCE OF LOVE

PORJilovesgguk




A dance machine era a academia de dança mais frequentada de toda Seul, tinha os melhores instrutores, os melhores e mais caros equipamentos e tinha uma estrutura imensa. O alfa Kim Jongin, também conhecido artisticamente como Kai, além de dono, era também instrutor da dance há cinco longos anos; o moreno gostava de gerenciar aquele enorme negócio, mas sua paixão mesmo era a dança e, por isso, ele passava mais tempo dando aulas.

No auge de seus 25 anos, Jongin era um alfa extremamente atraente e de corpo invejável, arrancava suspiros de todos os seus alunos, já que a grande parte de seus aprendizes eram ômegas e betas. Kai não era fã de toda essa atenção, ele gostava de receber elogios, como qualquer um, mas receber investidas de seus alunos era extremamente cansativo. Entretanto, não eram todos que clamavam pela atenção especial do alfa, Do Kyungsoo era o único ômega que aparentava não dar a mínima para a beleza de seu professor, e isso foi o que cativou o jovem alfa.

Kyungsoo fazia aula de dança há pouco mais de um ano e, desde o dia que pisou ali pela primeira vez, chamava a atenção do dono. O ômega de olhos naturalmente arregalados e lábios cheinhos, fazia com o lobo do moreno subir pelas paredes, era como se aquele corpinho esguio tivesse sido feito especialmente para si, ele não sabia explicar, mas o ômega branquinho o tinha na palma da mão. O fato era que Kyungsoo não era imune aos efeitos do jovem alfa, ele só era tímido demais pra chegar a ter uma conversa normal com Kai, o que resultava no Do fugindo de Jongin e dando a ideia equivocada de que não gostava de sua presença.

Com o passar do tempo, Jongin conseguiu se aproximar mais dele, criando até uma espécie de amizade. Essa recém amizade, acabou possibilitando ao Kim a oportunidade de conhecer melhor o outro, de ver o quão tímido e envergonhado ele era. O ômega era apenas um ano mais velho que si, era alguém muito esforçado e dedicava-se ao máximo, ficando por vezes até tarde ensaiando, até que seu passo saísse perfeito.

E, como de costume, aquele era um desses dias em que Kyungsoo ficava até mais tarde. Ele se sentia envergonhado em ser o último aluno a sair, mas Jongin fazia questão de tranquilizá-lo, dizendo que ele podia ficar até que se sentisse seguro com os movimentos. O problema é que naquele, diferente dos outros dias, o cheiro do ômega estava muito forte, o que estava deixando o alfa realmente excitado.

— Anjo, você tem que mexer os quadris enquanto faz os movimentos com os braços. — o moreno falava mais uma vez, torcendo para que aquilo acabasse logo ou poderia acabar falando alguma besteira.

Apelidos como "anjo" ou "príncipe" eram dirigidos com facilidade para o alvo e, mesmo que já tenha se acostumado, seu rosto insiste em esquentar de vergonha.

— E-eu estou tentando, mas não sei o que tem de errado comigo hoje... não consigo me concentrar direito. — falou baixo, como era de costume.

Kyungsoo era alguém muito calmo, ainda mais quando falava com alfas, seu timbre diminuía consideravelmente.

— Vamos fazer uma pausa, já estamos há muito tempo nisso. — o moreno sugeriu, sentando no chão de madeira, de frente para um grande espelho. — Hoje é sexta, de qualquer forma, essa foi a minha última turma então temos a sala livre pelo resto da tarde.

— De-desculpa por isso... é só que essa coreografia é muito fácil e eu não me conformo de errar coisas tão básicas. — fez um bico, sentando ao lado do moreno.

Kyungsoo se encontrava ofegante e suado, uma bela visão que contribuiu para pensamentos nada puros do mais novo.

— Isso acontece comigo às vezes, então não tem problema. — confortou o menor.

Os dois ficaram ali, apenas descansando para voltarem ao treino, pelo menos era o plano. Tudo aconteceu muito rápido, o cheiro do mais velho se intensificou e se alastrou por toda a sala fechada; de repente, as conhecidas pontadas começaram a afetar o ômega e ali ele percebeu o motivo de não conseguir pensar em sua dança, ele estava entrando no cio. Um cio que veio fora de hora, porém, igual a todos, veio com força total.

De imediato, sua entrada começou a expelir sua lubrificação, seu membro endureceu e clamava por um contato; sua vista começou a embaçar e tudo que ele queria era um alfa para lhe saciar... Jongin, ele queria Jongin.

— Alfa, e... eu preciso de ajuda. — somente aquela fala fez com que o pau do moreno ficasse duro.

O alfa não sabia o que fazer, se dividia entre ajudar ou não o ômega que começava a gemer fraquinho e abraçar as próprias pernas, esfregando o falo no shortinho que usava.

— Não posso ficar com você assim, Kyung. — foi a coisa mais sensata que passou pela sua cabeça. — Seria errado me aproveitar dessa forma, sei que está doendo, mas posso te levar pra casa, você toma remédios, certo? — O maior sabia que sim, já que sabia que o alvo não tinha um companheiro.

Kyungsoo era um ômega no cio, só queria um alívio, só queria um alfa... ele agiria daquela forma com qualquer um, não seria certo usar do momento frágil daquele serzinho fofo.

— Vo-você não gosta de mim? — seus olhinhos encheram d'água, tristes por estar sendo rejeitado pelo alfa por quem era apaixonado. — Por favor, Jonginnie... só fica comigo.

— Eu queria muito, Kyung. — sussurrou sem que o outro ouvisse. Céus! Aquilo estava sendo a sua morte. — Vamos, eu vou te levar pra casa antes que algum alfa sinta seu cheiro.

O maior não esperou resposta, carregou o ômega no colo e o levou até seu carro; o menor, mesmo a contragosto, passou o endereço do apartamento no qual morava sozinho. Jongin o colocou no banco de trás e seguiu para o do motorista, sendo rápido ao dar a partida. Kyungsoo já não aguentava de dor, só aquela fricção do short em seu falo já não servia de nada, então sem pensar, tirou seu membro pra fora e começou a acariciá-lo, morrendo de vergonha por estar na vista do mais novo, porém, a excitação e a dor eram mil vezes maior que qualquer constrangimento.

— Hm... Nini, eu... anh. — o pequeno já havia se entregado ao prazer, sem se importando em chamar pelo outro, que, ao olhar pra trás, deu de cara com a vista mais erótica que já havia tido o prazer de assistir.

O baixinho bombeava o pau com a destra e esfregava o traseiro no banco, gemendo pelo alfa que xingava todos os palavrões que passavam por sua mente; ele tinha o ômega perfeito, chamando por ele e se dando prazer no banco de trás do carro, por que sua moral não deixava ele saciar sua vontade?

Para a sorte do mais novo, o prédio onde o baixinho residia era bem perto da academia, por isso, não demorou tanto para o seu castigo acabar. Jongin precisou ajudar o outro a arrumar o short em seu corpo e o levou até o prédio, recebendo olhares de diversos alfas que foram atraídos pelo cheiro do cio e aquilo o enlouqueceu, ele queria deixar bem claro que aquele ômega era só seu, mas seria mentira.

Ao chegarem na porta do apartamento, Jongin buscou as chaves no bolso traseiro do rapaz, encostando inevitavelmente nas nádegas alheias, arrancando um suspiro. Ao adentrarem o primeiro cômodo, o plano era ir atrás dos remédios para ajudar o ômega, entretanto, tudo foi por água abaixo quando o mais velho deitou no sofá e começou a descer o short, junto da roupa de baixo. Kyungsoo juntou toda sua coragem e abriu as pernas, dando a visão de sua entradinha melada e pulsante para o alfa. Kai não soube como reagir diante de tal cena, seu pau pulsava dentro de sua calça, aquilo só podia ser algum castigo ou alguma recompensa por algo que ele havia feito.

— Va-vamos, Jongin...nhg... me toque. — suspirou baixinho ao deslizar sua mão até seu orifício, apenas espalhando a lubrificação.

Naquele momento, o Kim resolveu mandar tudo para os ares. Aquele ômega estava chamando por si, clamando pelo seu toque... céus! Jongin não era de ferro.

— Eu nunca vou me perdoar se, depois disso, você me odiar. — explicou se aproximando do corpinho pequeno.

— Como eu poderia odiar o alfa que me faz suspirar pelos cantos? — Kyungsoo se esforçou para se manter coerente nesse instante, no fundo ele entendia e achava fofo, o respeito que o moreno tinha por si.

O mais novo não precisou de mais nada, se ajoelhou no sofá, ficando entre as pernas do ômega e o beijou. O beijou como se precisasse dos lábios alheios para sobreviver, sua língua acariciava a do menor com intensidade e afobação que partia dos dois lados; Kyung gemia entre o beijo, principalmente quando mordidas eram deixadas em seu lábio inferior, aquilo fazia sua entrada se lubrificar ainda mais, intensificando seu cheiro e, por consequência, tirando o alfa do sério. O moreno, que usava as mãos pra se apoiar sobre o ômega, levou a destra até o membro rosado do mais velho, começando uma carícia que fez o outro findar o beijo apenas pra gemer de maneira um pouco escandalosa. Sua mão envolveu o falo alheio e começou um leve movimento de subir e descer; os suspiros do outro lhe deixavam a beira da loucura, tudo que ele queria era se enterrar naquele ômega até encher aquele cuzinho de porra.

— A-alfa, nhg... tira, po-por favor. — pediu manhoso, tudo que o pequeno queria era que o moreno se livrasse daquela calça e mostrasse pra si o que tanto queria.

Kyungsoo estava pouco ligando para preliminares, ele queria mesmo era que o outro metesse nele até suas pernas perderem as forças, e que se foda o resto.

— Meu príncipe é tão apressado... fica tão gostoso gemendo desse jeito. — sorriu lascivo, obedecendo o ômega, afinal, ele estava sufocando naquela calça.

O alfa levantou pra se livrar de suas peças de roupa, cada movimento foi observado pelos olhinhos fofos do mais velho, porém, no momento tudo que transmitiam era um desejo ardente pelo corpo esbelto do maior; sua entrada se contraiu instantaneamente ao ver o pau alheio, grande e completamente duro. Após se livrar de suas roupas, Jongin ajudou o ômega a se livrar da camisa que ainda vestia, deixando os mamilos rosados a mostra e indefesos contra sua boca que encheu d'água ao vê-los tão durinhos de excitação. Obedecendo seus instintos, o Kim levou os lábios até um dos botõezinhos rosados e chupou, arrancando mais arfares do outro; com a destra, ele rodeava o outro e assim ficou por algum tempo, torturando o mais velho que só queria atenção em sua entradinha.

— Jonginie... me to-toca. — pediu, já não aguentando mais.

— Estou fazendo isso, príncipe. — sorriu, sabendo o que o ômega queria de fato.

— N-não, Ni. Eu quero a-aqui... — levou a mão alheia até a sua entrada, molhando do outro em sua lubrificação.

— Ah, meu anjo quer que eu meta aqui, hm? — Kyung só assentiu apressado, como uma criança ansiosa por seu doce. O alfa sorriu mais ainda diante daquelas reações, após ter seu dedo melecado, levou-os até a boa e chupou, provando o gosto do outro. Aquela simples ação fez o alfa entrar em frenesi, o gosto do ômega era tão bom e tão viciante; ele não lembrava de ter experimentado nada parecido em toda sua vida. Sem dizer mais nada, se ajeitou no sofá, de forma que as pernas do menor ficassem sob seus ombros e seu rosto, rente ao buraquinho rosado e pulsante do outro; ele passeou com a língua ao redor do cuzinho do outro, absorvendo todo o melado que saía dali, e, sem enrolar muito, resolveu chupar direto da fonte, levando o pobre Do a loucura. Kai se concentrava em hora chupar, hora "estocando-o" com a língua, causando a inquietação no corpinho do mais velho e uma chuva de gemidos manhosos.

Sem conseguir mais conter o pau que já doía de tanta excitação, o Kim decidiu que era chegado a hora tão desejada pelos dois, ele iria se enterrar naquele buraquinho apertado, que há pouco tempo atrás tentava sugar sua língua. O mais novo se posicionou de joelhos, segurando as pernas do outro, e, enfim, dando atenção ao seu pau, massageando lentamente, sentindo o pré-gozo escorrer e deixar seu falo melado. O menor sentia sua boca salivar, mas sua vontade de ser preenchido era maior que qualquer coisa, aquele alfa já tinha o torturado demais.

Jongin posicionou seu membro na entrada do ômega, sentindo a necessidade de entrar de uma vez, mas sabia que aquilo iria machucar o mais velho, então apenas esperou o pau deslizar lentamente por conta da lubrificação. Kyungsoo já havia se cansado de toda aquela enrolação, usou suas pernas, que eram seguradas pelo alfa em torno de seu corpo e o puxou para si, fazendo com que o moreno entrasse de um vez em si, finalmente sendo preenchido. O alfa rosnou com as sensações que lhe foram causadas, seu pau estava sendo esmagado pelas paredes internas do seu lobinho e era tão gostoso que imaginou se aquilo era o verdadeiro paraíso. Kyungsoo, apesar de sua afobação, sentiu como se estivesse sendo rasgado, mas com o tempo, o prazer de ter algo dentro de si o tomou, fazendo com que implorasse por mais e, apenas com o olhar, o Kim entendeu o pedido do pequeno.

Kai começou a se mover devagar, porém usava uma força que fazia o mais velho delirar de prazer, parecia que quanto mais fundo o alfa ia, mais prazer ele sentia; quando acelerou os movimentos, tudo que se ouvia naquele apartamento eram os sons desconexos de gemidos e suspiros. O ômega tinha uma aparência tão sexy, seus cabelos negros grudavam na testa e seu rostinho transparecia todo o prazer que sentia com o falo do alfa dentro de si, Jongin podia gozar a qualquer momento de tanto tesão que tinha naquele homem. Algum tempo depois, o mais novo resolveu trocar as posições, fazendo com que o ômega sentasse sob si e quicasse na velocidade que quisesse, enquanto ele tinha livre acesso ao falo rosado do baixinho, podendo masturbá-lo livremente.

Não demorou até que os dois estivessem a beira do ápice, com as mentes em branco e só buscando prazer, sem se preocupar com absolutamente nada. O ômega foi o primeiro a gozar, espalhando seu prazer na mão alheia e soltando gemidos que foram como gatilho para o alfa se derramar dentro da entrada do Do; como era de se esperar entre um alfa e um ômega, o nó se fez presente, inflando a cabeça do pênis do alfa e os prendendo por um tempo. Nenhum dos dois se preocupou com as possíveis consequências daquele ato, naquele momento eram só um ômega e um alfa, agindo por seus instintos naturais.

No fim, os dois passaram três dias de cio intenso, se atando por todo o apartamento do Do, esquecendo qualquer preocupação ou dúvida sobre o futuro... no fim, eram apenas duas pessoas que precisavam de um empurrãozinho do destino.

13 de Julio de 2019 a las 16:55 0 Reporte Insertar 1
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