Meus Dois Lados Seguir historia

teffychan Lilith Uchiha

"Estar perto de Naruto era diferente de quando eu estava com Zabuza. Naruto parecia irradiar uma luz que aquecia tudo e a todos ao seu redor, era aconchegante e acalmava meu coração. Zabuza me acolheu e me deu um motivo para continuar vivendo. Eu era como uma ferramenta de batalha para ele, sem sentimentos, mas ele fazia com que eu me sentisse útil. Eu começava a me questionar qual dos dois lados eu deveria seguir".


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Cuento corto
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Capítulo Único – Minha Verdadeira Face

Ele estava lá de novo.

Eu lembrava muito bem da primeira vez em que o vi, dormindo no meio da floresta, enquanto eu colhia ervas medicinais. Eu poderia tê-lo matado facilmente se quisesse. E até hoje não sei por que não fiz isso. Ao invés de mata-lo, o acordei e conversamos durante algum tempo, e ele me contou sobre como desejava se tornar um ninja poderoso com um ar sonhador. Aquele garoto era forte, eu não podia negar, mas também era muito inocente. Sequer percebeu que sou um garoto. Desde então ele continuou indo treinar ali todas as manhãs. E, mesmo já tendo todas as ervas medicinais que precisava, por algum motivo eu sempre acabava voltando lá.

Era divertido conversar com ele, ouvir suas histórias. A forma como ele falava sobre se tornar mais forte e não desistir de seus sonhos era reconfortante e aquecia meu coração. Eu não conseguia entender o motivo disso. Aquele garoto era um inimigo e em breve nos enfrentaríamos no campo de batalha, eu sabia disso. Então por que eu estava me aproximando dele?

Estar perto de Naruto era diferente de quando eu estava com Zabuza. Naruto parecia irradiar uma luz que aquecia tudo e a todos ao seu redor, era aconchegante e acalmava meu coração. Zabuza me acolheu e me deu um motivo para continuar vivendo. Eu era como uma ferramenta de batalha para ele, sem sentimentos, mas ele fazia com que eu me sentisse útil.

Eu começava a me questionar qual dos dois lados eu deveria seguir.

— Ei — Naruto chamou durante uma de nossas conversas matinais — Tem certeza de que não tem problema em você vir até aqui sozinha colher ervas? A floresta pode ser perigosa a essa hora, e têm animais selvagens aqui.

— Não se preocupe, eu sei me cuidar — sorri. Na verdade eu era um perigo para os animais selvagens, mas Naruto não sabia disso.

— Você também ficou sabendo que tem um assassino a solta, não é? — Naruto falou — Aquele que quer acabar com o construtor da ponte.

— Ouvi falar. Você sabe alguma coisa sobre ele? — aquela informação era importante. Por mais que não quisesse lutar contra Naruto agora, se ele soubesse demais, eu teria que acabar com ele.

— Sei que o cara que estava atrás dele foi derrotado. Mas não sei se ele morreu mesmo — Naruto deu de ombros — Por isso acho melhor você tomar cuidado. Só para prevenir.

— Tomarei cuidado, pode deixar — respondi. Então ele não tinha maiores informações sobre Zabuza… pelo menos era o que parecia. Ótimo, então eu não precisaria mata-lo. Espera, por que eu estava tão aliviado com isso?

— Quer que eu te acompanhe até a sua casa? Só para ter certeza de que você vai chegar sem segurança — Naruto ofereceu.

— Não precisa, obrigado — precisei recusar. Sabia que ele não fazia por mal, mas todo aquele cavalheirismo estava começando a me incomodar. Talvez fosse melhor contar a verdade para ele de uma vez.

— Vamos lá, não precisa ser orgulhosa! — Naruto insistiu, aproximando-se um pouco — Uma garota bonita como você deve ser um alvo fácil — ele tocou uma mecha do meu cabelo deliberadamente.

— Naruto, você realmente não precisa fazer isso — repeti, ignorando o fato de que meu coração batia mais forte e eu nem sabia o porquê — A propósito, preciso te contar uma coisa. Eu sou…

— Eu também sou.

— O que? — exclamei confuso.

— Apaixonado por você — Naruto respondeu mais sério. Senti meu queixo cair. Ele disse algo que não tinha absolutamente nada a ver com o que eu ia falar. E que era a última coisa que eu pensava que ele diria — Acho que foi amor à primeira vista — ele coçou atrás da cabeça sem graça — É que… você é tão linda, gentil e educada… é difícil encontrar garotas assim hoje em dia.

— Suponho que sim — respondi, ainda tentando processar aquela informação — Mas não era isso que eu ia dizer. Naruto, eu sou…

Não consegui completar a frase a tempo. Subitamente Naruto inclinou-se para perto de mim, segurou meu rosto entre as mãos e me beijou. Eu fiquei sem reação por um momento. Quando a recuperei, senti o impulso de afastá-lo, bater nele, talvez até perfura-lo com uma Kunai, mas, por algum motivo, permiti que ele prosseguisse. Naruto era desajeitado e movia os lábios devagar, mas estava dando o melhor de si. Uma das mãos ainda me segurava pelo rosto, acariciando minha bochecha, enquanto que a outra tinha descido até minha cintura e me puxava para mais perto.

Acabei cedendo também. Ergui as mãos inconscientemente e, quando me dei conta, tinha enlaçado o pescoço do garoto, envolvendo Naruto em um forte abraço. Seria tão fácil acabar com ele agora… bastava sacar uma Kunai e cravar em seu corpo. Eu poderia acabar com ele facilmente se quisesse. Mas eu não queria. Queria continuar beijando-o, céus, como eu desejava isso. Não queria admitir, mas eu desejei isso durante muito tempo. Carinho, atenção, amor… e Naruto estava me dando todas essas coisas. Eu não podia machuca-lo.

Encerramos o beijo por falta de ar e ambos respiramos fundo por alguns segundos, tentando recuperá-lo. Percebi então que Naruto me encarava com um misto de expectativa e ansiedade nos olhos azuis.

— Suponho que essa seja a parte em que eu digo o que sinto por você — comentei, sem saber o que dizer a seguir. Sinceramente, não sabia o que sentia por Naruto. Tinha gostado de beijá-lo, e estar com ele me deixava feliz, era verdade. Mas aquele não era eu de verdade. Naruto não conhecia meu verdadeiro eu. O meu lado guerreiro, um assassino que matava as pessoas a sangue frio como uma ferramenta sem emoções. Ele jamais ficaria comigo se soubesse quem eu era de verdade.

Mas…

— Gosto de você, Naruto.

Havia um “mas”.

“Mas infelizmente não podemos ficar juntos, pois existem outras coisas que preciso fazer”. Era isso que eu pretendia dizer antes de ele abrir um largo sorriso para então voltar a me beijar.

Tentei resistir no começo, mas foi inútil. Não porque não tinha forças para afastá-lo de mim, longe disso. Força física não era o problema, e sim força de vontade. Lá no fundo, eu sabia que também desejava isso. Que desejava que alguém se preocupasse comigo, que me desse atenção… eu desejava ser amado. E Naruto estava me proporcionando todos esses sentimentos que sempre almejei, junto com seus toques cuidadosos e desajeitados ao mesmo tempo. A forma como deslizava a mão pelas minhas costas, me puxando para mais perto enquanto enrolava os dedos da outra mão distraidamente pelos meus cabelos mostrava que ele estava sendo o mais carinhoso possível, embora claramente desejasse mais.

E, sinceramente, eu também desejava.

Apoiei uma das mãos no ombro dele, deslizando-a até as costas e toquei a ponta de seus lábios com a língua. Ele provavelmente nunca tinha chegado até aquela etapa antes, pois soltou uma exclamação de surpresa, abrindo uma brecha para que eu adentrasse sua boca, enroscando a língua com a dele. Escutei Naruto ofegar, aparentemente sem saber o que fazer por um momento, mas, assim que entendeu o que estava acontecendo, voltou a tomar as rédeas da situação.

Ele desceu a mão até a minha cintura e experimentou intensificar um pouco mais o beijo, obtendo sucesso dessa vez. Deixei escapar um gemido baixo enquanto ele me abraçava de forma tão íntima. Ninguém nunca tinha me tocado daquela maneira. Naruto foi o primeiro a olhar para mim daquele jeito. E eu tinha sido completamente desarmado. Não do jeito em que se é derrotado por um inimigo em batalha, e sim pelos seus toques.

Falando em toques, nós tínhamos encerrado o beijo por falta de ar e agora ele me tocava no tórax enquanto beijava meu pescoço, aparentemente tentando abrir um pouco mais o meu quimono para ter uma área maior de pele para que pudesse tocar. A empolgação que preenchia meu peito logo se transformou em preocupação. Eu não tinha conseguido contar a ele que era um garoto. Naruto pensava que eu era uma menina, e quando descobrisse a verdade… ele passaria a me odiar, com certeza.

— Naruto, pare — eu pedi, segurando-o pelos ombros, tentando afastá-lo.

— Eu não vou te machucar — ele garantiu.

— Sei disso — respondi — É que… você não pode fazer isso.

— Tudo bem. Desculpa — ele soltou a frente do meu quimono, que estava tentando abrir — Não precisa fazer se não… quiser…

Segui o olhar confuso dele e notei que as mangas curtas do meu quimono tinham deslizado pelos meus braços assim que Naruto o soltou, deixando a mostra meu tórax e abdômen evidentemente masculinos.

— Você… é um garoto? — ele constatou o óbvio, sem conseguir desgrudar os olhos do meu corpo.

— Sim — não tinha como eu negar. Nem como prever a reação dele — E você não consegue parar de me olhar. Está tudo bem?

— Bom, estou surpreso — Naruto respondeu. Não podia culpa-lo, era incrível que ele não tivesse feito nenhum escândalo sobre isso — Principalmente por você não ter me contado antes.

— Não é como se eu estivesse fingindo ser uma garota de propósito — respondi — Além do mais, se eu tivesse contado, nada disso estaria acontecendo, não é?

— O que? — ele pareceu mais surpreso ainda — Acha que eu não iria gostar de você se soubesse que é um garoto desde o começo?

— Bem, é óbvio, não é?

— Não, não é — Naruto discordou. Voltou a enrolar os dedos nos meus cabelos, com um sorriso radiante nos lábios — Não me importa se você é um garoto ou uma garota. Eu gosto de você pelo que você é. Por ser pessoa gentil e doce, e por ser tão sábia mesmo sendo tão jovem. É por isso que gosto de você.

Aquilo fez meu coração bater ainda mais forte do que antes. Eu tinha uma aparência delicada, sabia disso, e isso me causava alguns problemas às vezes. Fazia com que eu parecesse frágil mesmo no campo de batalha, não importa quão forte eu fosse. Mas lá estava ele, me dizendo que não se importava se eu era homem ou mulher. Que não se importava com a minha aparência, e sim com o que eu era por dentro.

Eu era um ninja assassino que cumpria ordens e matava qualquer um, culpado ou inocente, se este fosse o desejo de Zabuza, era isso o que eu era por dentro. Naruto conhecia apenas meu lado doce que era um resquício da minha infância, antes daquela tragédia que destruiu minha vida acontecer, antes de eu ir morar nas ruas e conhecer Zabuza. Ele não conhecia meu outro lado. Podia até ter aceitado o fato de que eu era um garoto. Mas jamais aceitaria meu lado assassino e cruel. Principalmente porque minha missão atual era acabar com ele e com seus companheiros.

E, se essa era a minha missão, então por que eu estava ali? Por que estava aceitando os beijos e carícias dele? Por que tinha me entregado a Naruto ao invés de aproveitar essa chance para eliminá-lo? Eu tive várias oportunidades, mas não consegui fazer isso. Eu não quis fazer isso.

Ao invés de eliminar um inimigo que estava no meu caminho, eu quis ficar com ele. E não me importei de ir até o final. Porque Naruto me aceitava como eu era, um garoto. Porque sentia como se uma chama esquentasse meu coração congelado há tantos anos.

Ele era gentil. Retirou minhas roupas devagar, assim como as dele, e me perguntou se eu realmente queria fazer isso. Já tinha chegado àquele ponto, e algo assim provavelmente jamais se repetiria, então concordei. Jamais encontraria alguém que seria tão gentil comigo como Naruto era.

Não tínhamos nada do que precisávamos em mãos, então precisamos improvisar. Ele umedeceu os dedos com saliva e senti um desconforto na entrada enquanto ele me invadia, massageando a área. Depois que me acostumei, ele inseriu o segundo dedo, repetindo o processo. E então, retirou os dedos para me penetrar com algo maior.

Soltei um gemido longo e baixo ao sentir meu corpo ser invadido com algo que não deveria estar ali. Ele ficou parado por um instante, esperando que eu me acostumasse com a sensação, até que começou a se movimentar devagar. Era cuidadoso em todos os aspectos, na medida do possível. Duvido que já tivesse feito isso antes, seu corpo provavelmente estava agindo por instinto. Aquela também era a minha primeira vez.

A essa altura eu não me importava com mais nada. Não queria pensar em nada. Queria apenas viver esse momento com a pessoa de quem tanto gostava, assim como Naruto estava fazendo conforme movia-se mais rápido. Acabei por arranhar as costas dele várias vezes em uma tentativa inútil de controlar meus gemidos, que só aumentaram quando ele começou a acariciar meu membro no mesmo ritmo em que me estocava.

Sensações até então desconhecias preenchiam meu corpo, todas de uma só vez. Meu coração disparava feito louco, ameaçando saltar para fora da boca. Todo o meu corpo parecia estar em brasas. Eu sentia o suor escorrendo, misturando-se com o dele e meus cabelos bagunçados, grudando no meu rosto. Tinha cada vez mais dificuldade em controlar os sons que minha garganta teimava em produzir conforme Naruto aumentava a velocidade.

E então não foi mais preciso tentar manter o controle quando me derramei na palma da mão dele. Naruto também atingiu o ápice poucos segundos depois. Ele rolou para o lado, a respiração pesada.

Eu também estava ofegante. O suor ainda escorria pelo meu corpo e minha face continuava queimando, muito provavelmente corada.

Minha outra face que Naruto não conhecia. E que eu jamais poderia mostrar a ele, não depois do que aconteceu hoje. Virei o rosto para o lado e vi que ele exibia um sorriso bobo nos lábios. Estava evidentemente feliz com o que acabamos de fazer. E, precisava admitir, eu também estava.

— Naruto — eu chamei, sentando — Obrigado.

— Hein?

— Por me aceitar como eu sou — expliquei — Um garoto. Achei que você me odiaria quando descobrisse a verdade. Mas você provou ser uma pessoa melhor do que eu jamais poderia imaginar.

— Ei, eu disse que isso não faz diferença para mim, lembra? — ele também sentou — Não importa se você é um garoto ou uma garota. Gosto de você por quem você é.

Aquilo estava me corroendo por dentro. Ele pensava que eu era uma garota quando me conheceu, e quando descobriu que eu era um rapaz me aceitou assim mesmo. Mas o que ele pensaria se descobrisse toda a verdade?

— Então me diga, Naruto — comecei, escolhendo as palavras com cuidado — Você se lembra do dia em que nos conhecemos? De quando eu perguntei de havia alguma pessoa a quem você aprecia?

— É claro! — ele exclamou — Eu pensei muito sobre isso desde que a gente conversou, percebi que existem várias pessoas a quem eu aprecio. O Kakashi-sensei, Iruka-sensei, a Sakura… talvez o Sasuke também… mas por que está me perguntando isso?

— Imagine que uma pessoa que morava nas ruas foi acolhida por um homem. E que esse homem é conhecido como um ninja patife. Ele realiza todo tipo de tarefas, que não são exatamente nobres, e treinou essa pessoa para ajuda-lo a cumprir suas missões — expliquei enquanto me vestia — E esse homem é o mais próximo de família que a pessoa que foi acolhida possui. Esse homem lhe deu um objetivo de vida, um motivo para se sentir útil. Ele é tudo o que essa pessoa tem, por isso esta pessoa o aprecia. O que você pensa sobre isso?

— Olha, sinceramente… acho que essa pessoa não bate muito bem — ele respondeu, começando a se vestir também — Quero dizer, eu entendi que essa pessoa foi salva das ruas e que se sente agradecida, isso é algo natural. Mas não significa que precisa seguir as ordens de um ninja patife como se fosse um servo dele ou coisa assim. Essa pessoa precisaria aprender a viver por conta própria, fazer amizade com pessoas que realmente se importem com ela. E, se deseja se sentir útil, pode tentar fazer algo nobre ou grandioso. Assim como eu estou fazendo. Por isso que eu quero me tornar Hokage um dia!

— Eu entendo.

Mas Naruto não entendeu, assim como eu pensei. Não deveria me espantar. Ninguém seria capaz de entender meu elo com Zabuza. E Naruto jamais aceitaria meu outro lado.

— Algum problema? Você não parece muito bem.

— Não é nada. Eu só preciso levar essas ervas medicinais logo — respondi, pegando a cesta.

— Ah, tudo bem — ele abriu um largo sorriso — Então… eu te vejo aqui amanhã de novo?

— É claro. Até amanhã — retribui o sorriso antes de partir.

Não haveria um amanhã. Não um alegre e calmo como aquele. A próxima vez que eu o encontrasse seria no campo de batalha. Não importa o quanto isso partisse meu coração, estava ciente disso desde o começo. Pois Naruto era um inimigo que jamais aceitaria meu outro lado.

Eu finalmente consegui entender o conflito de sentimentos dentro de mim. Eu amava Zabuza, que era como um pai que me acolheu quando eu mais precisei de ajuda. Mesmo que não demonstrasse se importar comigo, ele era muito melhor do que o meu pai biológico, que tentou me matar. Ele me salvou das ruas, me salvou do vazio que eu sentia em meu peito quando ninguém precisava de mim e fez com que eu me sentisse útil. Mesmo que fosse apenas para ajuda-lo a derrotar seus inimigos, como uma mera ferramenta sem emoções.

Naruto era completamente o oposto. Era alegre e gentil, até engraçado quando se empolgava enquanto narrava as missões que teve. Era ingênuo para algumas coisas, o que era um perigo fatal para um ninja, mas que também o tornava estranhamente adorável. E tinha um sorriso radiante, uma bondade tão pura que aquecia meu coração tão gelado quanto a neve. Como posso dizer…? Acho que é isso que chamam de estar apaixonado.

Era uma pena que Naruto não pudesse aceitar meu outro lado. O ninja frio e impiedoso que eu era. Mas pensando bem, talvez fosse melhor assim. Eu jamais me perdoaria se apagasse a chama de bondade que parecia transbordar de Naruto. Ele conheceu a pequena fração de gentileza que ainda me restava, e gostou de mim desse jeito, mesmo eu sendo um garoto. Isso já era o suficiente para mim. Mas não conhecia o meu outro lado. E, para preservar a bondade que havia nele, era melhor que nunca conhecesse.



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Notas Finais:


História postada também no Nyah! Fanfiction


3 de Abril de 2019 a las 18:22 0 Reporte Insertar 0
Fin

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