He loved her. Seguir historia

paddyyy Amanda Jaques

Harry a amou de um jeito que nunca conseguiria amar outro alguém, nem que tentasse.


Fanfiction Libros Todo público.

#spoilers #Harry-X-Pansy #Hansy #hogwarts #drama #romance #harry-potter #pansy-parkinson
Cuento corto
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Capítulo único.

HE LOVED HER

HARRY JAMES POTTER

Se você perguntar a Harry quando tudo começou, ele saberá dizer com todos os detalhes possíveis. Do mesmo modo que saberá dizer caso você pergunte como terminou, mas agora com a voz fraca e sem aquele brilho em seus olhos.

Como a maioria dos romances em Hogwarts, começou com um trabalho. Não qualquer trabalho, é claro, tinha que ser de Poções pois só Slughorn poderia colocá-los como duplas e dizer que eles tinham dois meses para criar uma poção.

Um mês ao lado dela foi tudo o que ele precisou para se apaixonar. No início, eles discutiam sobre tudo e ocorriam vezes em que nem conseguiam ter ideias de tanto que brigavam. Mas havia dias em que eles sentavam na biblioteca, pegavam os livros e tentavam. Havia também dias em que você poderia dizer que eles eram amigos: sentavam no pátio com os livros, anotavam coisas nos pergaminhos e riam de qualquer bobagem que Harry dizia.

O segundo mês chegou e com ele, a poção que eles haviam criado. E num momento de loucura, quando viu que a poção tinha dado certo, ele a beijou. Seus lábios se tocaram e Harry sentiu-se infinito, sentiu como se tudo começasse a fazer sentido, como se um quebra-cabeça houvesse sido resolvido. Ela, para a felicidade dele, correspondeu.

Durante alguns minutos, eles ficaram se encarando sem ter coragem de dizer nada. As próximas semanas foram estranhas, qualquer um que parasse para analisar a situação perceberia que havia uma tensão entre eles. Harry queria falar com ela, mas não sabia o que dizer. Ele queria beijá-la de novo e dizer que gostava dela, gostava muito, mas quando se tratava de seus sentimentos, Harry era tudo menos um grifino.

Foi ela quem decidiu resolver aquilo. Aconteceu três dias após eles entregarem a poção. Ele estava sozinho na Torre de Astronomia, era quase meia-noite e as estrelas enfeitavam o céu. Harry estava ali porque precisava de momentos em silêncio, para pensar, sem toda aquela animação da Grifinória ㇐ a comunal nunca estava silenciosa. Ela observou ele passar as mãos pelas cabelos e deixá-los ainda mais bagunçados do que já eram, viu ele xingar baixinho e sussurrar um “maldita sonserina”.

“Devo supor que a “maldita sonserina” seja eu.” Ela falou aproximando-se dele.

“Talvez.” Ele respondeu, recuperando-se do susto que havia levado.

E depois disso, o silêncio reinou entre eles. Cada um perdido em seus próprios pensamentos até que ela, sem saber de onde havia tirado aquela coragem, disse: “Eu não sou boa em expressar os meus sentimentos e você não é exatamente o garoto por quem eu queria estar apaixonada, mas cá estamos. Se você fosse só um grifinório, eu não ficaria tão… louca.” Ela riu e balançou a cabeça. “Mas a vida não foi feita para ser fácil e o meu coração resolveu escolher justamente o Menino que Sobreviveu. Eu nem vou listar todas as terríveis consequências disso, porém se você quiser, podemos tentar fazer dar certo.”

E ele quis. O resto do ano passou num piscar de olhos e foi um dos melhores para eles. Ambos encontravam-se na Sala Precisa e faziam daquele quarto, o seu refúgio. Eles trocavam juras de amor, conversavam como se fossem melhores amigos e faziam planos para um futuro que sabiam que nunca chegaria.

No último dia do seu sexto ano, após a morte de Dumbledore, eles se encontraram. Não estavam mais na Sala Precisa e sim em algum canto vazio de Hogwarts enquanto todos estavam em suas comunais. Naquele momento, ele percebeu que eles não dariam certo. Não enquanto estivessem em lados opostos na guerra. Foi com uma dor no peito, pior que mil cruciatus e com lágrimas escorrendo em seus rostos que eles terminaram com aquele relacionamento que desde o início estava fadado ao fracasso.

Harry e ela seguiram os seus caminhos. Ele fez o possível e o impossível para vencer aquela guerra e ela, em um momento de redenção, morreu tentando ajudá-lo.

Naquele dia, ele chorou. Chorou por causa de todos aqueles que morreram, mas principalmente por perdê-la.

Harry a amou de um jeito que nunca conseguiria amar outro alguém, nem que tentasse. Pansy Parkinson era o seu mundo e quando ela se foi, levou consigo uma parte da sua alma.

25 de Marzo de 2019 a las 21:41 0 Reporte Insertar 1
Fin

Conoce al autor

Amanda Jaques A única certeza que tenho na vida é que vim ao mundo destinada a sofrer por shipps que nunca serão canon.

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