Dimitri The Barbarian Seguir historia

tetekah18 Tetekah 18

Século IX na região nórdica de Volga, atual Rússia, onde o chefe Radall exerce seu domínio que será passado para seu filho, o mais temido guerreiro chamado Dimitri. Seu mais novo destino de saque são as ilhas inglesas, área de grande interesse onde já haviam bases em parte da Escócia. Essas eram suas vidas. Sair no verão e guerrear para trazer riquezas a seu povo sem a certeza de voltar vivo. Londres, depois da queda do domínio Romano do Ocidente e conquistas de Carlos Magno, uma jovem cresce diante do medo espalhado pelos bárbaros. Com tantas invasões o destino de Rose é incerto. Chegariam até seu povoado? Que Odin os ajude!


Romance Histórico Sólo para mayores de 18.

#VampireAcademy #VA #rose #Dimitri #romitri #fanfic #Bárbaro #viking
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Capítulo 1

(Sem revisão)

 

No início, era o nada. Mas, do vazio, chamado Ginnungagap, nasceram dois mundo. Nifleim no norte e Muspellheim no sul. Gelo e Fogo. Guardados por gigantes, Bergelmir e Surt. E assim o mundo começou. No entanto, a partir dos rios que os ligavam, o gelo encontrou o fogo, gerando uma grande explosão.

Das águas borbulhantes nasceu Ymir e a vaca Audhumla. Ymir originou dois gigantes e de seus pés veio um filho com seis cabeças. Dos úberes de Audhumla escorriam quatro rios de leite que alimentavam Ymir. Para sobreviver, a vaca começou a lamber a terra congelada que era salgada, e de tanto lamber esculpiu um homem. No primeiro dia os cabelos, no segundo a cabeça e no terceiro o resto do corpo. Esse homem se chamava Buri, o primeiro ancestral do meu mundo. Buri teve seu filho Bur, que colocou no mundo três filhos homens: Odin Vile e Ve, que se encarregaram de criar o resto.

Os deuses e os gigantes viviam em paz até que os irmãos ficaram com medo de dividir a terra com Ymir e sua descendência. Então armaram uma emboscada onde mataram Ymir. Dele escorreu tanto sangue que afogou todos os seus filhos, menos seu filho mais novo que conseguiu salvar também sua mulher, dando continuidade a sua linhagem. O sangue que continuava a jorrar formou-se rios, lagos e mares. Com o que sobrou do corpo os irmãos esculpiram como argila o mundo. Dos ossos fizeram as montanhas, dos pés e dentes, as rochas e dos cabelos árvores e arbustos. Com o crânio do gigante e o colocou como uma cúpula no mundo recém formado.

Uma árvore regada pelas Nornes, abrigava os nove mundos: Asgard, terra dos aesir, o paraíso. Muspelheim, terra do fogo onde habitam os gigantes do mal. Sartalfheim, terra dos elfos escuros. Helheim, terra dos mortos. Nidavellir, terra dos anões. Jotunheim, terra dos gigantes descendentes de Ymir. Vanheim, terra dos vanir, os deuses da natureza. Alfheim, terra dos elfos claros. E por fim Midgard, terra dos humanos onde vivo, centralizada na árvore maior dos mundos.

Nosso povo sofria com tantas montanhas e incontáveis rios, até que inventaram barcos movidos a remo. As knnor para transportes comerciais e as langskip para viagens mais voltadas a guerras como a que estou. Minha tripulação é composta por quase sessenta guerreiros. Eu, Dimitri filho de Radall, o chefe de Volga, e treinado pelo monstro, que desrespeita minha mãe, para ser o melhor e invencível, agora comando as expedições bancadas pelo próprio. Começamos os saques após passarmos dificuldade e nos unimos colocando chefes a nossa frente onde exerciam a justiça e leis. Começamos a invadir, roubar e conquistar povos. Quando eu era pequeno, meu pai comandou o primeiro desvio de rota propositalmente a Bretanha invadindo um mosteiro, e a partir de um monge escravo trazido por eles aprendi o inglês. Os resultados do saque foram satisfatórios e estamos indo para região perto chamada Inglaterra.

Os guerreiros entoam versos da nossa história, de guerreiros valentes e destemidos. Outros pedem aos deuses proteção na hora da luta. Já eu, não tenho nada a perder além de uma boa luta. Nem mulher, nem filhos. Os únicos motivos que me prendem lá enquanto meu pai vive é minha mãe. Quando saí ele já estava doente, ele odeia o fato de eu não arranjar alguém para dar continuidade a sua linhagem e me empurra a filha de seu amigo falecido, uma atirada que às vezes desfruto. Apenas espero que ele morra o quanto antes.

Peço pela minha tropa e para que tenhamos sucesso em mais uma luta. Nossas vidas estão nas mãos das Nornes, elas decidirão nossa morte e que Odin nos proteja.

14 de Diciembre de 2018 a las 21:06 0 Reporte Insertar 0
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