Vizinho (Imagine Min Yoongi) Seguir historia

melindaclemente Melinda Clemente

“Min Yoongi era simplesmente o cara mais antipático que pude conhecer: sempre parecendo estar carrancudo ou emburrado todas as vezes que eu o encontrava, ele se quer cumprimentava os outros vizinhos com um simples “bom dia”. Tirando o fato dele ser incrivelmente bonito, ele era literalmente o pior vizinho que alguém poderia desejar! ” |imagine bts| |imagine min yoongi| |universo alternativo| |imagine sem s/n| |bts saga "sete por um" 04/07|


Fanfiction Bandas/Cantantes No para niños menores de 13.

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Cuento corto
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Capítulo Único

N/A: antes dos avisos importantes, sempre é bom deixar a propaganda: "Se você está procurando um imagine suave, interativo, onde você possa realmente se sentir como a personagem principal, você encontrou a imagine que queria! Fiz meu melhor para evitar todos os termos iguais ou semelhantes a 's/n' para que assim os leitores realmente possam 'imaginar-se' dentro do contexto, UM IMAGINE SEM S/N te espera."
Mas antes de lerem, por favor, UM AVISO SOBRE A HISTÓRIA:
este é o QUARTO imagine de uma sequência/saga, ele, claro, pode ser lido individualmente porém, provavelmente perderão boa parte das referências e conexões que estarão presentes das histórias anteriores (dos quais vocês podem ter acesso ao visitarem meu perfil). E, caso tenha interesse, continue me acompanhando, e veja o desenrolar da saga, e caso tenha outro bia que não seja este, não fique desanimado(a), já que outros virão na sequência.
Tenham uma boa leitura

(***)

  Fechei a porta do táxi com dificuldade, minhas malas quase não saiam daquele porta-malas absurdamente estreito sendo que o motorista não estava fazendo a mínima questão de me prestar ajuda.

  Era um fato que eu realmente estava me esforçando para não depender tanto de meu melhor amigo para coisas básicas ultimamente – como preferir uma corrida de um táxi barato do que uma carona no carro luxuoso de Jimin – porém essa não foi uma escolha muito inteligente, e sem dúvida vou chamar um Uber n’uma próxima vez.

  Puxava a mala enorme sobre o asfalto, sentindo sobre mim quase todo o seu peso – já que uma das pequenas rodinhas acabara se soltando no processo de desembarque do aeroporto. Olhei para a frente, onde o condomínio de classe média onde morava estava somente metros de distância e me deparei com outra coisa que simplesmente acabara piorando o meu dia.

 

  Meu vizinho mal-humorado do andar de baixo, que estava bem em frente à entrada do prédio. Enquanto eu puxava com dificuldade aquela mala enorme sobre aqueles únicos dois degraus que ficava logo à frente da calçada, lá estava ele: indiferente, dando total atenção a tarefa de colocar o lixo no coletor de recicláveis, mexendo se quer um músculo em direção a sua pobre vizinha que necessitava de ajuda. Porém, não que sua indiferença fosse algo fora do comum, já que Min Yoongi era de longe o cara mais antipático que teve a oportunidade de mora nessa vizinhança.

   Fazia menos de três meses que ele se mudara para o andar de baixo – se bem que ouvi boatos dele querer se mudar para o mesmo andar que o meu, mas felizmente isso ainda não aconteceu – e fora apresentado pelo síndico para os demais inquilinos e desde então ele não aparentava ter uma boa reputação.

  Ao contrário, sempre que o via, mais eu tinha certeza de que ele chegava longe de ser uma pessoa amigável – ou ao menos simpática – porém, eu ou qualquer outro dos vizinhos não poderia falar muito dele, já que ele mal aparece pelos corredores. E se eu fosse arriscar, até diria que mal o vi mais de sete vezes durante esses três meses – sendo duas delas na lavanderia comunitária, o que me deixou secretamente aliviada, pois já estava começando a pensar seriamente no que ele fazia com suas roupas sujas.  

  

Quase tropecei quando a mala a minha lateral pulou d’uma vez ao ultrapassar o último degrau da portaria, tentei ignorar a vergonhar de ver meu vizinho me encarando enquanto eu passava pelo corredor, murmurei um baixo “bom dia” quando passei por ele, mas não me importando de esperar por uma resposta, já que de qualquer forma ele nunca me respondia.

 

(...)

 

Cheguei ao meu apartamento praticamente sem fôlego, já que o aviso de “em manutenção” em frente ao elevador me obrigara a carregar toda a minha bagagem sobre todos os cinco lances de escada até o andar onde morava, e, já que era feriado não pude encontrar nenhuma outra alma viva entre os corredores que pudesse me ajudar – nem se quer o porteiro, já que era praticamente horário de almoço.

 

   Por muito pouco não caia porta a dentro quando destranquei a fechadura emperrada, mas, ao menos aquele piso antiderrapante que instalei por boa parte da casa realmente valera de alguma coisa.

   Passei boa parte da tarde reorganizando minhas coisas e limpando o apartamento, pelo fato de ter indo em uma viagem às pressas, acabei por deixar boa parte das janelas abertas, o que fez com que todo tipo de sujeira e lixo que passaram por elas entrasse pela casa. Fiz praticamente uma faxina, limpei desde o chão aos armários na parede e, enquanto limpava as vidraças das janelas, acabei vendo de longe, sobre a calçada da rua da frente: Yoongi, ao que tudo indicava, voltando de uma corrida – tanto por sua vestimenta tanto porque ainda conseguia notar o suor brilhando em seus rosto e braços e pelo cabelo escuro grudado em sua testa – ele parou em frente à entrada do prédio, apoiando seu braço sobre sua própria cintura, expirava rapidamente, ao que parecia, para recuperar o fôlego, como se tivesse percorrido um longo percurso. Não podia negar que ele era realmente bonito – e literalmente atraente – daquela forma, e, enquanto eu olhava, feito uma idiota, para aquele rosto suado, assistindo o mesmo afastar com seus dedos os cabelos que estavam grudados em sua testa, também o vi direcionar seu rosto para cima, voltando sua atenção para justamente a janela onde eu estava, e – consequentemente – me flagrou o secando feito uma pervertida!

 

   Porém, para o meu alivio ou não, ele simplesmente desviou o olhar em descaso e foi para dentro do prédio como se não estivesse visto nada, e realmente, aquele rosto bonito não era o suficiente para salvar aquela postura arrogante.

 

(...)

 

Meu corpo estava levemente dolorido por conta da faxina, mas nada que um bom banho não resolvesse. Ainda me enrolava na toalha enquanto me preparava para entrar no cubículo do banheiro quando, ao passar para a segunda parte do box que me deparei com uma das coisas mais horripilantes da face da terra: uma rã bem ao lado do ralo!

 

Pulei de forma desesperada para fora do banheiro, fechando a porta em um impulso tão grande que pude sentir o ferrolho da porta ranger. Sem saber exatamente o que fazer, corri rapidamente para o interfone conectado a portaria, assim que atenderam gritei por ajuda antes que o porteiro tivesse chance de me perguntar alguma coisa, bati o fone no gancho e por alguma razão incoerente – como o meu medo por anfíbios – me ocupei em empurrar quantos móveis possíveis em frente a porta do banheiro, como se tivesse prendendo algum tipo de ogro e não uma minúscula – porém, assustadora – rã.

 

Poucos instantes depois pude ouvir batidas apressadas na porta – sinto quase pena do pobre porteiro por  ter subido todo o lance de escadas nesta pressa e imaginei se não deveria ter falando de forma mais controlada no interfone – corri e abri a porta com a mesma agilidade, entretanto, ao invés de ver o senhor de – mais de – meia idade, me deparei com Min Yoongi, que no momento que dei passagem, correu alarmando para dentro de casa, parando exasperado no centro da sala e olhando apressando ao redor como se procura-se por um incêndio.

   Meu pânico amenizou momentaneamente e deu lugar ao questionamento ao ver aquele antipático parado bem no meio da minha sala.

 

“O que você está fazendo aqui? ” Questionei acusadora, tentando também assim ignorar meu constrangimento por estar somente de toalha a sua frente.

 

“Eu... ” ele pareceu dar atenção para mim pela primeira vez desde que entrara, seus olhos levemente arregalados pareciam estar perdidos e confusos. “Eu recebi um pedido de socorro vindo deste apartamento, então... ” engoliu em seco e voltou a expirar pela boca, querendo recuperar a respiração ainda desregulada. “.... Eu vim para cá o mais rápido que pude. ” cruzei meus braços não aceitando sua resposta, já que isso não justificava o porquê dele estar aqui. “O porteiro está de folga, e me pediu para ficar no seu lugar... ” continuou a falar com se basicamente respondesse os meus pensamentos. “.... Por isso estou aqui. ” o vi coçar sua própria nuca, sendo só minha impressão ou não, ele parecia sem graça.

 

Ficamos nos encarando por poucos segundos, quando percebi que seus olhos que a pouco só pareciam preocupados ao vistoriar o apartamento focaram em minha direção, ou melhor, no meu corpo, mal coberto pela toalha. Assim que notei, instintivamente tentei esticar o não tão longo pano em volta de meu corpo e pigarreie com a garganta, me mostrando tanto constrangida como irritada.

 

“Em... ” com o mínimo de respeito que ele tinha, Yoongi voltou a falar ao desviar seus olhos novamente. “ Em que posso ajudar? ”

 

(...)

 

Tenho que admitir que fiquei surpresa pelo fato de Yoongi realmente ter levando a sério o meu problema – que estava seguramente preso no banheiro – e não fez nenhuma menção de zombar ou rir da situação – talvez, ele se quer saiba sorrir, mas isso também não era problema meu. Outra coisa que me surpreendeu foi quanta força física aqueles braços tinham, não me julguem, mas tanto o excesso de palidez como sua magreza o fazia aparentar ser alguém, particularmente, não muito... forte?

  

Todavia, algo que não mudou em relação a percepção que tenho dele foi sua personalidade insociável, já que desde que explicará sua presença, ele mal abrirá a boca novamente, como se já tivesse ultrapassado sua cota de palavras ditas pelo dia.

 Naquele momento ele empurrava o armário que eu tinha posto – em causa do pânico – em frente a porta do banheiro, enquanto eu permanecia em pé de braços cruzados, ainda um pouco desconfortável – tanto por ser a responsável por aquele empecilho desnecessário, como por estar desprovida de roupa, sendo que o banheiro estava no meu quarto, mas não tinha coragem de atrapalha-lo só para que saísse do meu quarto para que eu me vestisse.  

 

“Pronto. ” Disse, assim que colocou o armário fora da entrada e batia as mãos uma a outra para que pudesse tirar algum tipo de sujeira inexistente. Quando ele fez menção de entrar no banheiro, me posicionei a sua dianteira, segurando seus ombros e ele olhou para mim intrigado.

 

“Eu.... Eu quero ver se vai conseguir pegá-la. ” Me justifiquei rapidamente, ainda o segurando como escudo. “E... Que não faça nada de suspeito no meu banheiro. ” Finalizei, lembrando do cesto de roupas que ficava na entrada do banheiro.

 

“Não se preocupe. ” Afirmou, e depois de alguns segundos em silêncio, somente encarando minhas mãos em seus ombros, afastou-as de si com uma expressão que mais parecia ser de desdém. “Eu não vou mexer em nada. ” E com isso ele entra no banheiro.

 

(...)

 

“Ainda não conseguiu pegar ela? ” Perguntei receosa assim que coloquei a cabeça dentro do banheiro para espiar como estava o lugar. Já se passaram quase dez minutos que ele entrara e desde então era o completo silêncio. Eu não o conheço bem, quem me garante que ele não é algum tipo de pervertido tsudare que na verdade está espiando dentro do meu cesto de roupas?! Meu cérebro já estava começando a inventar justificativas absurdas para a sua demora quando Yoongi finalmente respondeu.

 

“Ela se enfiou entre o encosto do vaso e o canto da parede, é um pouco difícil pegá-la aqui. ” Sua voz estava abafada por estar do outro lado do box. “E parece que ela não sairá daqui tão cedo. ” Concluiu.

 

“É sério? ” Questionei ao entrar – de ponta dos pés – no bainheiro, ainda bem receosa, podendo assim espiar a outra ala do box me mostrando um pouco amedrontada e vi Yoongi agachado ao lado do vaso sanitário, olhando ao que parecia ser o suposto lugar onde a rã se escondia. Quando Yoongi me viu se aproximar, acabou se pondo de pé.

 

“Caso queira... ” colocava suas mãos disciplinarmente sobre sua cintura. “Você pode se trocar ou tomar banho no meu apartamento enquanto eu tomo conta daqui. ” Arqueie uma das sobrancelhas, não podendo deixar de estranhar sua tentativa de ser cortês pela primeira vez. “O meu apartamento não é grande coisa, ou se quer tão arrumado quando o seu, mas –” ele coçou a nuca, parecendo estranhamente nervoso. “O lugar ao menos é limpo, e.... ”

 

Antes que ele pudesse ao menos finalizar sua fala para que assim eu tivesse a oportunidade de inventar uma desculpa para recusar aquele estranho convite, meus olhos se arregalaram assim que me deparo com aquela rã que repentinamente começou a pula em nossa direção.

 

No mesmo instante pulei para o lado oposto, gritando assustada, desesperada para me desviar dela – como se o minúsculo anfíbio fosse na verdade me devorar ou me infectar com alguma peste terminal – porém, meu impulso fora tão rápido que não tive tempo o suficiente para manter o equilíbrio sobre meu corpo. Fechei meus olhos, já prevendo a queda que levaria, entretanto, ao invés disto, senti uma mão firme segurando minha cintura, evitando assim, minha queda.

 

Yoongi, de alguma forma fora rápido o suficiente para me aparar antes que eu colidisse contra o chão, todavia, não fora rápido o suficiente para segurar a toalha que se desprendera do meu corpo.

 

Observei com horror a toalha caindo rente ao chão, me deixando completamente exposta ao homem que estava praticamente em cima de mim.

 

Ficamos paralisados por longos segundos, encarando um ao outro, sem saber exatamente o que fazer, via o rosto pálido de meu vizinho ficar gradualmente mais rubro enquanto eu não estava n’uma situação muito diferente, sendo assim, minha primeira reação fora: juntar minhas pernas o máximo que podia, como cruzar meus braços para que assim cobrisse o quanto possível meus seios.

 

Então finalmente teve alguma reação da parte dele, que se virou de costas para mim logo que me colocara de pé novamente, assim, me abaixei rapidamente para recolher minha toalha, me enrolando na mesma com agilidade.

 

“Pode... ” limpei a garganta, tentando fazer com que minha voz parecesse mais firme. “Pode se virar. ” Falei com o resquício de dignidade que ainda me restava.

 

“Me desculpe. ” Ele respondeu, ainda não olhando diretamente para mim, uma das mãos posta desconfortavelmente sobre sua nuca. “Eu.... Não devia... ”

 

Seu embaraço estava tão palpável que até ignorei momentaneamente minha própria vergonha e dei ouvidos a necessidade súbita de amenizar seu constrangimento.

 

“Não se desculpe. ” Consegui falar sem gaguejar, porém, mal consegui encara-lo por mais de alguns segundos, fixando meu olhar para qualquer coisa que não fosse nele. “Eu.... Que agradeço.... Por me ajudar. ” Apertei a toalha que segurava em nervosismo. “Você, tecnicamente, não teve culpa, afinal, isso foi um acidente. ” Tentei reproduzir um sorriso, porém não deu muito certo. “Talvez, eu que devesse pedir desculpas. ” Tentava transparecer a situação como algo irrelevante, para que de alguma forma meu constrangimento diminuísse. “Afinal, eu o fiz vim aqui por algo tão bobo, acabei fazendo um escândalo desnecessário que... resultou nesse acidente e.… ” não finalizei, meus olhos fitavam o chão, enquanto eu segurava um dos braços para controlar meu nervosismo.

 

“Não! ” Ele começou a falar apressando. “Não foi nada! ” Balançava os braços rapidamente. “Quer dizer.... Eu não fiz nada mais que minha obrigação! ” Coçou seus braços de forma ociosa. “Em lhe ajudar com a rã, é claro. ” Parou novamente, parecendo incerto do que falaria em seguida. “Para falar a verdade, isso foi... ” pausou. “Com todo o respeito... ” falava polidamente. “A melhor oportunidade que tive para finalmente falar, devidamente, com a senhorita... apesar das circunstâncias. ” Arquei as sobrancelhas evidenciando a estranheza daquele vocabulário formal repentino. “Você deve ter consciência do quanto é bonita e.…” se enrolava com as palavras pela rapidez com que falava, não parecendo mais o cara indiferente de antes, mas, um típico introvertido nervoso ao falar com outro indivíduo. “Eu sempre a observava e.… ” ao ouvir essa frase suspeita o encarei de forma quase que acusadora e ao perceber isso ele logo continuou. “Não de uma forma estranha, lhe garanto. ” Falou parecendo assustando pela acusação indireta. “Quero dizer... ” pausou, para assim inspirar e expirar mais calmamente. “Eu sei que parece ser uma desculpa horrível, mas, sou uma pessoa malditamente tímida, e mesmo se eu quisesse, e muito... ” fez questão de enfatizar a última palavra, ditando-a mais lentamente. “Nunca tive coragem para se quer falar... com você devidamente. ” E como se eu já não estranhasse o suficiente toda aquela conversa, que eu tentei muito arduamente não compara-la com uma declaração, segundos depois acabei assistindo Yoongi fazendo uma desajeitada mesura bem a minha frente. “De qualquer forma, peço desculpas desde já por minha grosseria ao longo desses poucos meses ” meus olhos estavam levemente arregalados, simplesmente surpresa por ver meu vizinho inclinado a minha frente. “E espero que possa me perdoar pela tamanha falta de respeito e que possamos sem assim, ao menos, bons vizinhos. ” Fiquei imensamente aliviada por vê-lo ficar ereto novamente, porém, simplesmente sem palavras por receber – o que deveria ser – um simples pedido de desculpas, nesta magnitude.    

 

“Tá... tá tudo bem. ” Fora o que consegui responder ainda atônica, afinal, quem iria imaginar que o vizinho arrogante do andar de baixo seria só um cara que sofria pelo seu excesso de introversão e polidez?!

 

(...)

 

Por mais estranho que pareça, logo após a nossa estranha conversa e aquele embaraçoso pedido de desculpas – sem contar com o acidente que fora mais vergonhoso ainda – conseguimos conversar quase que normalmente dali por diante, interagimos com uma naturalidade tão grande que mal lembrava que ele era o cara que havia me visto completamente pelada a minutos atrás.

 

Yoongi era realmente uma pessoa tímida, porém percebia-se, de modo claro, o quão simpático ele poderia ser quando se abria o suficiente para uma conversa e que além da timidez também poderia agora descreve-lo como sendo a alguém exageradamente pudico, pelo que pude perceber, ao vê-lo erubescer dos pés à cabeça quando acabei por fazer uma piada sobre nosso “momento íntimo” no banheiro. Tenho que admitir que fora extremamente engraçado assistir sua reação que se quer lembrei que deveria estar envergonhada também.

E ao menos assim, pude compreender todos os supostos mal-entendidos de todas as vezes que o encontrara, e creio que ainda devo me desculpar por todas as minhas interpretações equivocadas que tive sobre ele.

 

(...)

 

Depois de um pouco de esforço, Yoongi já saia de meu apartamento com aquela rã presa em um pequeno pote, ele sorria acanhando enquanto se despedia, prometendo estar ao meu dispor caso precisasse de ajuda novamente e eu somente confirmei dizendo que estaria satisfeita em vê-lo, ao menos, responder meus comprimentos quando me visse pelo corredor, Yoongi sorriu em resposta e se afastou.

 

E eu não pude evitar em imaginar, enquanto fechava a porta às minhas costas, que não seria tão mal se aquele vizinho visitasse meu quarto novamente.

 

(***)

N/A: Não sei se minha tentativa de escrever algo mais descontraído deu muito certo, o que acharam? ao menos, diminui o drama, vamos ver quanto tempo isso vai durar. 

Talvez eu tenha exagerado no contraste entre o Yoongi indiferente e a sua forma tímida durante a história, mas espero que tenha agradado de alguma maneira, espero que possam comentar abaixo sobre o que acharam, ficarei muito feliz com o feedback

~MelindaClemente 

27 de Noviembre de 2018 a las 22:32 5 Reporte Insertar 0
Fin

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Melinda Clemente | multifandom| |pt / eng| "escrevendo coisas aleatórias, mas tentando fazer o melhor possível mesmo que seja perda de tempo." /+/ twitter ; wattpad ; spiritfanfics ; picsart

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sk sawa ko
ohhhh meldels hahahaha shippei tão hard esses dois que chegou doer meu coração
13 de Abril de 2019 a las 22:02

  • Melinda Clemente Melinda Clemente
    e não é? Simplesmente amei escrever com yoongi dessa forma! :D Mas olha nem se detenha em shippar ainda, pq tem toda uma saga para ver com que mais a protagonista irá se encontrar, espero que possa ler os outros contos 1 de Mayo de 2019 a las 06:15
  • Melinda Clemente Melinda Clemente
    e não é? Simplesmente amei escrever com yoongi dessa forma! :D Mas olha nem se detenha em shippar ainda, pq tem toda uma saga para ver com que mais a protagonista irá se encontrar, espero que possa ler os outros contos 1 de Mayo de 2019 a las 06:15
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