Owari Seguir historia

pcsp P C S P

Sasuke, possuído por toda prepotência natural de um Uchiha, acreditava que o Mangekyou Sharingan era “os olhos celestiais que vêem a verdade de toda a criação, sem qualquer obstrução", tal como descrito na pedra do Santuário Naka. Todavia, ao fim da batalha mais importante de sua vida e com a conclusão final da Quarta Grande Guerra Ninja, ele se deu conta do quão cego esse poder o deixou: até a visão mais perfeita pode enganar a percepção de mundo de uma pessoa e, sem sobra de dúvidas, foi isso que aconteceu com ele durante seus primeiros dezessete anos de vida. Ele decidiu sair mundo afora, com os seus “novos olhos”. Sasuke já conhecera o mundo com os olhos que Itachi o deu, mas agora queria conhecê-lo novamente, desde o princípio até o fim, com os “novos olhos” que Naruto o proporcionou. Após muito tempo de peregrinação e muitas noites mal dormidas recheadas de devaneios, ele viu o mundo em sua essência, se dando conta finalmente de que estava na hora de voltar para o seu mundo particular: Naruto Uzumaki. Mas ele não esperava que o mundo, seja ele seu mundo particular ou não, pudesse dar tantas voltas em tão pouco tempo... [Universo Mangá - Pós Série] *SasuNaruSasu/NaruSasuNaru*


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

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Capítulo 1

N/A: Olá Leitores!

Se você gostou do epílogo escrito no Capítulo 700 do mangá Naruto, acho melhor não ler essa fanfic; se você está insatisfeito com aquele final, siga em frente. A minha intenção com essa fanfic é dar explicações para mil coisas que eu achei mal explicadas no epílogo oficial do mangá, em especial para o relacionamento do Sasuke e Naruto entre si e para com suas famílias, e avançar um pouco na trama, dando um final romântico efetivo para o casal da fanfic.

A grande maioria dos meus leitores (que conversam comigo, claro, pois não tem como eu adivinhar o que os leitores fantasmas pensam) não gostaram do final do mangá dado por Kishimoto. Eu criei um headcanon para o epílogo, engolindo-o melhor depois disso. Mas, pensando nos leitores, eu resolvi por isso em palavras numa fanfic, para ver se consigo dar conforto para vocês também.

A fanfic não é do tipo “direto ao ponto” e eu não vou fazer o Naruto e Sasuke ficarem juntos no primeiro capítulo (mas nós vamos chegar lá) porque, mais do que fazer os dois ficarem juntos, eu quero dar um sentido para o fim da série. Eu não pretendo fazer algo apenas pra agradar uma sede de narusasu/sasunaru; não, eu quero dar sentido ao final do Kishimoto, portanto trabalharei com os elementos que ele inseriu no epílogo oficial: os filhos de Naruto com a Hinata e a filha de Sasuke com Sakura, explicando o relacionamento deles com cada membro da família e entre os nosso casal favorito também. =D

A trama é totalmente baseada de um devaneio que eu tive, tentando encontrar explicações para esses detalhes que me deixaram perdida e decepcionada com o final, por isso eu não vou abstrair o fim do Kishimoto e fingir que o 700 nunca aconteceu: nós vamos trabalhar com isso e engolir melhor esse fim, ok? Eu sei que eu não sou ninguém pra dizer que o Kishimoto errou, mas posso afirmar com toda certeza que ele não agradou a maioria (e eu me encontro nessa maioria). Então eu vou escrever algo que, quem sabe, agrade um pouco mais essas pessoas; ou assim espero.

Enfim, esse é meu presente a todos os órfãos do Kishimoto decepcionados com o final da série Naruto. Quem sabe, depois de ler o que eu escrevi aqui, a gente consiga aceitar melhor tudo isso que aconteceu... Né?

“Owari” significa “fim” em japonês, e eu escolhi esse nome, pois vou tomar essa fanfic como o meu final particular para o universo mangá, já que não pretendo acompanhar a nova série.

Obrigada a minha amiga sabrinanbc pela revisão de português desse capítulo. Valeu amiga!

Beijos, eu espero que gostem!


Owari


Capítulo 1


Ele ouviu os fogos. Correção, ele se irritou a madrugada inteira com os fogos. Não foi um mero "escutar uma comemoração", foi uma tortura auditiva de horas. Mas, sendo orgulhoso do jeito que ele era, Sasuke não quis sair do seu acampamento para acelerar a viagem e chegar logo no local de festividades.

Sasuke não precisava desprender muito esforço para entender a comemoração de Konoha: Naruto com toda certeza acabara de se tornar Hokage, nada mais explicaria uma barulheira daquela magnitude. Finalmente, o que todos eles esperavam há tantos anos aconteceu.

Suspirando fundo, Sasuke deitou na beira do rio, observando as últimas explosões brilharem sob o céu estrelado. Apesar do bonito visual da noite, ele se sentia um pouco melancólico.

Não o leve a mal, é claro que ele estava muito feliz pelo seu colega do Time 7; para Sasuke, se havia alguém que merecia de fato esse cargo, esse alguém certamente era Naruto. Ainda sim, parecia muito irônico isso acontecer justamente pouco antes de ele chegar à Konoha. Se ele voltasse exatamente agora para a vila, Naruto era capaz de interromper as festividades só para recebê-lo e, provavelmente, deixaria sua festa de Hokage de lado para fazer uma festa de boas vindas à Sasuke, do jeito que esse usuratonkachi era exagerado e altruísta. Se ele tivesse decido voltar um dia antes, talvez pudesse estar lá festejando essa vitória. À sua maneira, é claro: de longe, fugindo de outras companhias, apreciando a vitória de seu amigo com um sorriso comedido nos lábios e um orgulho gigantesco demais para chegar perto dele e dizer "você merece".

Mas não, ele demorou demais... Tudo bem, não havia problema nisso! Era melhor assim, festas nunca foram o seu forte. No dia seguinte ele iria aparecer e poderia acompanhar de perto toda a nova carreira de Naruto que se iniciava.

Afinal, o que mais poderia ter mudado tanto em Konoha durante esses oito anos que ele se manteve longe?


(***)


No fim das contas, Sasuke demorou mais uma semana depois da festa de Konoha para criar coragem de entrar pelos seus portões. Dois motivos o fizeram adiar a visita: primeiro porque, mesmo que não fosse admitir em voz alta, ele estava com medo de retomar seu passado daquela forma e, segundo, porque acabou descobrindo num pequeno vilarejo próximo da vila que os Kages fariam uma reunião da Aliança Shinobi com o novo Hokage.

Ao perceber a ironia da situação, Sasuke achou uma desculpa para atrasar ainda mais a sua visita: se ele aparecesse em Konoha bem no meio de uma reunião dos Kages, possivelmente não traria bons déjà vu para os governantes, já que, talvez, a sua invasão na primeira reunião da Aliança Shinobi não estivesse caído no esquecimento. No fundo, ele sabia que era uma desculpa, mas era uma desculpa plausível, e ele acabou se agarrando à ela.

Sasuke ficou alguns dias no pequeno vilarejo, recebendo cantadas das mulheres solteiras de lá e se sentindo irritado com todas elas, como de costume. Aproveitou o tempo livre para comprar algumas roupas, vestindo-as com certa dificuldade por causa da prótese de metal que recebera de presente na Vila da Chuva há mais ou menos quatro anos. Sasuke conseguia movimentar sua prótese tão bem quanto um braço normal por conta da sua natureza de chakra de elemento relâmpago, mas ainda sim não conseguia fazer selos com as duas mãos ou utilizá-la em combate. Talvez não fosse uma ideia tão ruim recorrer à Tsunade. Agora, em sua vila, ele teria a oportunidade de consertar algumas coisas (seu braço era apenas uma delas).

Sua vila... Desde quando ele voltou a chamar Konoha de "sua"? Sasuke não sabia ao certo, mas quando levantou o olhar e observou o monte Hokage, vendo o rosto de Kakashi e Naruto esculpido na pedra, ele teve a certeza de que não havia outro lugar no planeta que ele poderia chamar de "seu", pois, independente de qualquer coisa, era ali que ficavam as pessoas mais importantes para si.

Divertiu-se um pouco percebendo que nem para fazer a maldita escultura Kakashi retirou a máscara, achando a situação mais do que previsível. Logo em seguida, demorou algum tempo analisando os traços diferentes no rosto de Naruto, percebendo que ele realmente deveria ter crescido bastante desde a última vez que se viram: o novo Hokage certamente não parecia mais o menino palhaço e descuidado de outrora; Naruto se tornara um homem em todos os sentidos.

Sasuke não via a hora de encontrá-lo...

Todavia, ao invés de ir direto para a Torre do Hokage, Sasuke resolveu passar em casa, na pretensão de retirar a roupa de viagem e aparecer mais apresentável perante Naruto. Achava estúpido se preocupar com algo tão supérfluo depois de tudo que eles passaram juntos, mas não podia negar que um pouco do garoto Uchiha inseguro ainda estava dentro de si. Depois de oito anos sem ver o loiro, certamente ele queria causar uma boa impressão.

Sasuke não imaginou que um dia fosse voltar para a sua antiga casa, mas antes de ir embora de Konoha pela segunda vez, ele passou bastante tempo naquele lugar, se recuperando da batalha. Reconstruiu boa parte do que conseguiu da sua casa e das instalações principais do Complexo Uchiha, que foram completamente destruídas no ataque de Pain e nunca novamente reconstruídas. Fez tudo isso com a ajuda de Naruto e Sakura, é claro, e pediu para que os dois cuidassem do seu lar em sua ausência. Ambos concordaram e, apesar de evidentemente estarem tristes com a nova partida de Sasuke, respeitaram sua vontade da melhor maneira que conseguiram.

Agora ele caminhava pelas pequenas estradas do Complexo Uchiha com certo orgulho no olhar. Apesar de não haver moradores ali, o lugar acabara abrindo um comércio relativamente movimentado: muitos civis e crianças circulavam pela rua, carregando sacolas de compras, entrando em loja de flores ou simplesmente desfrutando de um chá nos cafés tradicionais da rua. O seu lar não era mais o lugar assombrado por um passado negro que ele se recordava de outrora, e isso o deixava imensamente feliz.

Sua casa sempre foi um pouco retirada do complexo, mas mesmo assim os ares de seu quintal não estavam sombrios como quando ele morava sozinho na casa depois da tragédia: havia flores e borboletas por todos os lados, e alguém, com toda certeza, demandava um bom tempo cuidando do jardim. Sasuke só podia imaginar que Naruto e Sakura levaram muito a sério o seu pedido. Ele teria que agradecê-los depois.

— Tadaima. — ele murmurou para ninguém em particular, apenas em nome do costume, ao abrir a porta da frente e colocar os pés para dentro de sua residência.

O interior da casa estava ainda mais organizado do que ele anteviu: era como se tivesse alguém limpando o lugar todos os dias. Isso era bastante impressionante, pois Sasuke imaginou que mesmo que seus amigos tomassem conta do lugar, eles só viriam checá-lo uma vez por mês e olhe lá.

— S-sasuke-kun! — a voz por ele tão conhecida gaguejou seu nome; ele girou o corpo, pronto para encarar aquela pessoa.

Lá estava a sua primeira amiga e, apesar de oito anos terem se passado, pouca coisa mudou em sua aparência. Ainda sim, ela parecia um pouco mais crescida: ainda mantinha os cabelos rosados no mesmo comprimento de sempre, os olhos cor de esmeralda perfeitamente maquiados, a pele branca sem nenhuma marca de expressão; seu corpo havia se tornado mais feminino com a idade, suas curvas se acentuaram um pouco e ela parecia alguns centímetros mais alta.

Ela estava mais linda ainda com o passar do tempo e, até mesmo Sasuke, que nunca foi de prestar muito a atenção na aparência dela, teve que reconhecer isso.

— Oi, Sakura. — ele disse, abrindo um sorriso comedido de gratidão. Afinal, era por conta da presença dela que estava tudo limpo: Sakura estava em momento de faxina, vestida com um avental e segurando um espanador enquanto cuidava de sua casa, conforme ele havia pedido.

Sem dizer mais uma palavra, a mulher jogou o espanador longe e correu em sua direção, se jogando em seus braços e agarrando seu corpo de um jeito praticamente desesperador. Ele se viu forçado a retribuiu o abraço, mesmo sendo pego de surpresa pela audácia dela.

Ele não esperava que ela fosse agir assim depois de tanto tempo...

— Eu senti tanto a sua falta. — Sakura suspirou em seu ouvido, sua voz soando arrastada pela tentativa de segurar o choro.

O Uchiha se afastou um pouco dela, segurando-a pelos ombros e fitando seus olhos verdes de uma maneira penetrante, observando-a corar quase que instantaneamente.

— Eu senti falta de todos vocês. — Sasuke disse de um jeito bastante simples, tentando se controlar para velhos impulsos não voltarem e não ofender Sakura.

Era difícil para ele vocalizar seus sentimentos daquele jeito, Sasuke nunca foi muito de palavras. Mas, depois de tantos anos vivendo sozinho e refletindo sobre seus desejos e suas condutas, ele decidiu que faria o possível pra tentar se tornar mais agradável socialmente quando voltasse pra Konoha.

Entretanto, foi diante desse quadro de paz momentânea que o mundo de Sasuke Uchiha começou a mudar drasticamente: parada há alguns metros dali, havia uma garota olhando timidamente a interação dos velhos amigos, espionando toda movimentação no cantinho do corredor. Sasuke imaginou que pudesse ser uma simples genin em missão com Sakura para limpar a casa, mas, por uma questão de instinto, Sasuke prestou atenção no chakra da garota e, no mesmo instante, empurrou Sakura para trás, surpreso pelo que acabara de sentir.

Um baque surdo se ouviu no ambiente: pelo jeito a garota havia percebido que o visitante notou sua presença e correu para um dos quartos, fechando a porta atrás de si.

Antes que Sasuke pudesse falar qualquer coisa ou se recompor do choque, Sakura se aproximou novamente dele e segurou a sua mão com as duas mãos.

— Sasuke-kun, me deixe explicar!

Sasuke cogitou a possibilidade de empurrar Sakura mais uma vez e correr em direção a menina que agora se escondia dentro de um quarto. Possivelmente, se essa situação houvesse ocorrido há alguns anos, antes de Naruto salvá-lo, ele não teria simplesmente empurrado Sakura antes de correr atrás da menina, faria algo muito pior que causaria arrependimento na sua consciência mais tarde. Todavia, o tempo passou e a maturidade veio para todos eles; Sasuke não era diferente dos demais e, por isso, decidiu ouvir o que Sakura tinha a dizer, mesmo que não pudesse evitar a expressão severa que se formava em seu rosto.

Um pouco surpresa por Sasuke estar disposto a ouvi-la, Sakura demorou um pouco para organizar as palavras certas. Mas, sem paciência para esperar, Sasuke se viu obrigado a falar:

— Você disse que estava tudo sobre controle! — ele acusou rispidamente, observando-a com ares de julgamento.

— Sasuke-kun... estava... mas...

— Se estava tudo sobre controle, por que tem uma garota com 50% do meu chakra atrás daquela porta?! — sua voz soou nervosa, elevando alguns decibéis pela irritação, mas ele ainda conseguiu manter o controle de seus ânimos, apesar de começar a sentir seu corpo estremecer em um misto de emoções contraditórias.

Ele sabia que se havia algo que não precisava existir no mundo shinobi, esse algo era "teste de paternidade": a natureza do chakra nunca mentia. Nunca!

— Por favor, tente me entender. — Sakura murmurou, juntando as mãos num gesto de suplica para o amigo — Eu achei que estava tudo sob controle, você foi comigo na farmácia, se lembra? Mas... Sasuke... Eu sou uma ninja médica.

— O que a sua profissão tem a ver com essa situação?

— Eu conseguia sentir! — ela respondeu, deixando um soluço de nervosismo escapar, mas logo recompondo sua voz e continuando sua explicação — Desde que você levantou aquela manhã comigo, eu sabia que havia algo de diferente com o meu corpo, mas eu comprei a pílula do dia seguinte com você e pretendia tomar. Eu disse que iria tomar, não disse? Mas... não deu, me desculpe, eu não consegui. Se eu fosse uma kunoichi qualquer, possivelmente eu teria tomado, mas como minha especialidade é medicinal eu já sentia a vida se formando dentro de mim, e eu não consegui fazer isso. Era o meu corpo Sasuke, e a decisão final foi minha.

Sasuke ficou quieto por alguns minutos, observando a maneira como Sakura, mesmo se encontrando claramente estar nervosa, parecia determinada a enfrentá-lo se fosse necessário. Apesar de todo o desespero que ambos sentiam naquele momento, Sasuke não pode deixar de admirar a força que Sakura demonstrava ao desafiá-lo daquele jeito. Ela nunca fez isso e, pela primeira vez, ele pôde perceber que a menina ingênua que se submeteria a qualquer coisa que ele pedisse não estava mais ali na sua frente.

Sakura era uma mulher, disposta a enfrentar suas escolhas e conviver com todas as desavenças que elas pudessem trazer. E quem diria que aquela noite poderia resultar em algo assim?

Na última madrugada de Sasuke em Konoha, antes da nova partida, Sakura foi visitá-lo em casa. Naruto estava um pouco furioso com ele por ele ter anunciado que iria partir e sumiu durante aquela noite, mas Sakura foi se despedir.

Resumindo os acontecimentos: Sasuke havia "lavado roupa suja" com Sakura antes de partir, apesar de não ter conseguido fazer o mesmo com Naruto (ele não estava pronto ainda para dizer tudo que precisava ser dito ao Dobe). Havia muita coisa não dita para com o loiro, mas ele e Sakura conversaram sobre assuntos referentes ao relacionamento deles: mesmo com todas as confissões da rosada, ela repetiu seus sentimentos de uma forma madura e Sasuke a ouviu de verdade pela primeira vez.

Ele finalmente entendeu o que ela sentia.

Sakura o amava como uma amiga, mas estava confundindo tudo que sentia quando criança (uma paixão infantil) pelo que ela sentia agora. Apesar de explicar, Sasuke só conseguia confirmar ainda mais essa teoria de que os sentimentos de Sakura estavam equivocados.

Ainda sim, ele estava fragilizado, com medo de partir, com medo de fazer a coisa errada mais uma vez, até porque Naruto parecia evidentemente furioso com o anúncio que ele dera; mas Sakura estava ali, oferecendo conforto, alegando que qualquer coisa que acontecesse naquela noite iria permanecer naquela noite, pois ela sabia a verdade dos sentimentos de Sasuke. Ela dizia que queria apenas provar para ele os sentimentos que ela possuía.

No fundo, ela sempre soube a verdade sobre os sentimentos de Sasuke com relação à Naruto, ela era uma menina esperta; mas, como toda mulher apaixonada, ela sempre preferiu se enganar ao encarar a verdade. A esperança é a última que morre, não é mesmo?

Sasuke cedeu, pois ele não era de ferro, e ela não estava exigindo nada dele em retorno. Em alguns momentos tentou parar e colocar bom senso na cabeça dela, mas ela pediu encarecidamente para ele não impedir a sua realização, pois ela esperou a vida toda por aquele momento, mesmo que não fossem repetir novamente aquela noite — foi assim que Sasuke e Sakura dormiram juntos pela primeira e única vez.

Apesar de não ter sido ruim, foi um erro. Sasuke foi o primeiro a acordar no dia seguinte, se sentindo totalmente arrependido do que fez, e conversou com ela sobre o ocorrido. Sakura, para acalmá-lo, alegou não estar no período fértil (o que agora ele percebe que era uma mentira) e disse que, se ele fazia questão, ela iria tomar a pílula do dia seguinte.

Mais calmo e depois de comprar com ela o bendito remédio, Sasuke se despediu e foi embora da vila, achando que seria até bom para ela digerir um pouco melhor que acabou de acontecer. Apesar de tudo, ela até pediu para acompanhá-lo em sua jornada, mas ele alegou que isso era algo que ele precisava fazer sozinho (o que não era mentira). Ele partiu, mas não foi muito longe.

Mesmo um pouco estressado com os acontecimentos na noite anterior, ele encontrou Naruto logo depois dos portões de Konoha, recebendo da mão dele sua antiga bandana da vila. Sasuke prometeu à si mesmo naquele dia que voltaria quando tudo estivesse certo em seu coração, para resolver sua situação com Naruto. E era isso que ele pretendia fazer ao retornar à Konoha naquela manhã: nunca mais havia se preocupado com a noite que passara com Sakura, sequer se lembrava direito daquele momento, sempre focando em como seria ao reencontrar Naruto.

Como seus planos eram simples até ele chegar em casa e descobrir, da pior maneira possível, que ele possuía uma filha de sete anos de idade por causa de uma aventura de uma única noite...

— Por que você não me avisou? — ele questionou, sua voz transmitindo o desespero que sentia naquele momento.

— Eu não podia... — ela respondeu, entristecida, abaixando o rosto, incapaz de continuar observando seus olhos — Eu respeitei sua vontade Sasuke, você disse que precisava visitar o mundo para ver como ele ficou. Eu tentei pedir pra você esperar a reconstrução que Tsunade podia fazer no seu braço, mas na verdade eu queria que você ficasse para eu ganhar tempo e decidir se contava para você ou não. Você não quis, e eu respeitei sua vontade. Eu espero que você respeite a minha de ter mantido o bebê.

— Isso não é um problema, Sakura. — Sasuke respondeu com a voz cansada, deixando seu corpo cair na cadeira mais próxima. A rosada se aproximou dele, sentando ao seu lado, percebendo que agora, para o seu alívio, ele parecia bem mais esgotado do que furioso com a situação — Se você tivesse me dito a verdade, eu nem sequer deixaria você tomar a pílula, e eu ia ficar em Konoha. Eu não gostei da noticia justamente por você não ter me contado.

Ela suspirou, bem mais aliviada, esticando a mão e deslizando-a sobre os cabelos escuros de Sasuke, penteando-os de uma maneira doce.

— Eu sei. — ela disse simplesmente depois de alguns segundos, retraindo seus dedos e cruzando os braços à frente do corpo — Mas eu não podia tirar essa oportunidade de você. Você parecia sair da vila de novo por uma questão de necessidade, e eu não podia obrigá-lo a ficar aqui com seus problemas ainda não resolvidos com relação ao mundo.

Isso, novamente, causou um pouco de admiração em Sasuke: Sakura não o impediu de ir, não usou a carta na manga que ela sabia ter para mantê-lo na vila. Sakura, mesmo com 17 anos, já demonstrava uma maturidade que possivelmente a Sakura de 12 não teria quando ele partiu pela primeira vez.

— Mas eu queria ter participado. Eu iria ter participado se...

— Você ainda pode participar. — Sakura respondeu, com um sorriso singelo de felicidade; decerto ela estava muito aliviada pela reação dele ao descobrir a verdade — Ela tem uma vida inteira pela frente, e eu sempre torci pra que você voltasse logo para vê-la se formar na academia. Ainda bem que você voltou a tempo disso.

Sasuke piscou, sentindo um orgulho imenso apesar de ainda não conhecer a filha. Era um sentimento bastante estranho, bastante surreal, algo que ele nunca achou ser capaz de sentir, não alguém com um coração tão complicado como o dele.

— Naruto quis te contar. — depois de esperar Sasuke se pronunciar por algum tempo (e só receber o silêncio e o brilho de orgulho no olhar dele), Sakura recomeçou a falar — Primeiro ele implorou pro Kakashi o deixar sair em missão externa, mas Kakashi já estava de cansado do Naruto sempre ir atrás de você e negou o pedido, só que ele permitiu que Naruto enviasse clones, já que a intenção era apenas localizá-lo para te dar essa informação.

— E por que ele não mandou os clones? — Sasuke questionou, novamente se sentindo um pouco irritado — Eu disse pra ele mandar clones se a vila ficasse em perigo ou algo do gênero acontecesse, eu...

— Eu não deixei.

Sasuke piscou, evidentemente surpreso com a informação.

— Por quê?

— Porque eu sabia que mesmo se você voltasse, você não se casaria comigo. — a rosada parecia entristecida ao falar aquilo; Sasuke sabia que ela estava certa, pois mesmo se ele voltasse para criar a filha com ela, não a pediria em casamento — Eu não ia suportar te ter tão perto de mim, mas ao mesmo tempo não ter você pra mim. Eu tenho certeza que você decidiria morar conosco, mas que nós não teríamos uma vida de casados, e eu não ia aguentar essa situação, pois...

— Eu entendo. — ele a interrompeu, calando-a instantaneamente — Eu entendo perfeitamente o que você quer dizer.

Sasuke passou a mão no rosto, se sentindo mil vezes mais velho do que realmente era. Não precisou elaborar mais do que isso, pois ele sabia que apesar da amiga nunca dizer com todas as palavras, ela entendia: Sakura sabia que ter Sasuke na sua vida, mas não o ter como seu companheiro era o mesmo sentimento que Sasuke sentiria ao ficar em Konoha, mas não ter Naruto para chamar de seu. Ela entendia que um dos grandes motivos de ele ter partido era pra analisar melhor os seus sentimentos e criar coragem de exteriorizá-los ao seu retorno e, por isso, ela não se prendia mais à falsa esperança de que tinha alguma chance com o Uchiha. Ela nunca teve nem nunca terá: Sasuke é do tipo de pessoa que só dá seu coração uma vez, e o coração dele pertencia a Naruto; ele aceitando isso, ou não.

Depois de uma longa pausa repleta de reflexão, Sakura pigarreou forte, chamando a atenção dele de volta para si.

— Nós estamos morando aqui desde o nascimento dela. — Sakura anunciou, um pouco envergonhada — Kakashi queria que a região se desenvolvesse e me colocou para administrar os aluguéis dos pontos de comércio, e o dinheiro está sendo depositado numa conta no nome dos Uchiha, eu só administro e uso o necessário para a manutenção da casa.

— Você não está mais no hospital ou fazendo missões externas?

— Não há muito o que fazer em tempos de paz. — ela respondeu, dando de ombros — Eu ainda vou duas vezes por semana no hospital fazer plantão, mas acabo só pegando casos de exames de rotina ou cirurgia em civis. Não há mais toda aquela confusão de ninjas feridos no retorno das batalhas. A especialidade médica se tornou saturada agora, pois temos muitos médicos pra poucos feridos. O trabalho diminuiu, e o número de folgas aumentou; mas o salário se manteve o mesmo, ainda bem.

— Isso é bom... — ele murmurou, fitando de canto de olho o corredor e percebendo que o chakra da menina havia se acalmado um pouco — Então você teve tempo pra cuidar dela.

— Sim, eu a criei quase que em tempo integral. — Sakura respondeu, um pouco orgulhosa de si mesmo — Quando eu precisava sair para alguma eventual missão ou para os plantões, ela ficava na casa dos meus pais durante a noite, mas nada que eu não pudesse resolver sozinha.

— Eu realmente sinto muito por não ter te ajudado com isso.

— Ah Sasuke-kun, foi a minha escolha. Não se culpe.

Sakura percebeu que Sasuke não tirava o olho do corredor onde sua filha estivera a poucos minutos, espionando os dois. Um pouco mais calma depois de todo o estresse momentâneo, Sakura deixou uma risada aliviada escapar, trazendo a atenção de Sasuke para si.

Ele estava tão diferente, mas ainda sim tão atraente como sempre foi. Sakura estava honrada por tê-lo visto antes dos outros, pois se Sasuke ainda não sabia da existência da filha quando chegou em casa, ele veio diretamente para cá para se recompor da viagem. Ela estava feliz por isso.

Sasuke parecia mais maduro, com uma capa de viagem escura que cobria todo o seu corpo e não dava muita brecha para que ela pudesse visualizar detalhes, mas ela já tinha percebido que ele usava uma luva escura na mão que não deveria estar ali, indicando que possivelmente estava com uma prótese. Os cabelos de Sasuke estavam repartidos no canto e, por estarem mais compridos do que de costume, não espetavam para trás como acontecia quando ele era mais novo. De uma forma geral, ele parecia o mesmo, com o olhar severo de sempre, mas agora com uma aura mais pacífica do que antes.

Sakura também achava que Sasuke estava ainda mais lindo do que outrora, mas sabia que, dessa vez, ela tinha que parar de sonhar e encarar a realidade dos fatos.

— Você quer conhecê-la? — ela questionou docemente.

Sasuke arregalou o olhar ao ouvir a pergunta, achando que teria mais alguns minutos de conversa com Sakura até ela propor tal encontro. Mas não tinha do que reclamar, estava ansioso demais.

— Sim. — ele respondeu mais do que rapidamente, se colocando de pé — Onde ela esta agora?

— Provavelmente no quarto dela... — Sakura respondeu baixinho, um pouco preocupada com a reação de Sasuke quando soubesse a respeito da nova divisão de cômodos da casa — Ela ficou comigo no mesmo quarto durante os primeiros três anos, mas quando fez quatro anos ela me pediu pra ter um quarto só pra ela, e então eu a deixei escolher entre os quartos vagos da casa.

Ele percebeu a apreensão dela, já adivinhando qual quarto seria. Ainda sim, não custava perguntar:

— E qual ela escolheu?

Sakura suspirou fundo, piscou forte, e respondeu.

— O quarto de Itachi.

É... claro que sua filha seria rebelde o suficiente para escolher o quarto que ele se recusava a entrar, até mesmo quando reconstruíram a casa. Tsk, pelo jeito ele seria obrigado a abandonar velhos traumas, de uma vez por todas, para poder seguir nessa nova fase da sua vida.


(***)


Sarada Uchiha colocava o ouvido contra a porta do seu quarto e ouvia a conversa de seus pais na sala, mas não com tanta clareza assim. Ela também não fazia muito esforço pra ouvir com muita nitidez, sabendo que havia detalhes na história dos dois que era melhor ela nunca tomar conhecimento. Apesar da idade, Sarada era o tipo de menina muito inteligente, daquelas que pegava coisas não-ditas nas entrelinhas e sabia quando certos assuntos não deveriam ser trazidos à tona.

Ela era, de fato, uma Uchiha, e como toda Uchiha tinha esse grande diferencial no quesito de maturidade e inteligência.

Mas quando ouviu as duas batidas suaves na porta, correu até o outro lado do cômodo e se escondeu debaixo das cobertas, cobrindo seu corpo até atingir o nariz. Estava com receio, porque sabia que ele acompanhava sua mãe até o quarto, e ela sempre se sentiu muito mais corajosa quando estava debaixo das cobertas do que de qualquer outro jeito.

Apesar de ser uma Uchiha, ela ainda era uma criança e, as vezes, se portava como uma...

Ouviu o "click" da porta se abrindo e os passos fortes do caminhar de sua mãe; ela sabia que tinha companhia no quarto, mas ainda sim não teve coragem de levantar o olhar.

— Sarada, tem alguém aqui que quer falar com você, posso deixá-lo entrar? — a menina deixou um simples "uhum" escapar de sua garganta, e Sakura olhou para Sasuke no outro lado do corredor — Não assuste a minha filha, por favor.

— É minha filha também, Sakura.

— É, mas eu sei como você pode ser assustador mesmo sem querer, então controle-se.

— Hn. Anos passam, as coisas mudam, mas você continua irritante. — Sasuke respondeu com um sorriso, fazendo Sakura corar um pouco com aquele xingamento que, de alguma forma, se tornou um elogio entre os dois.

Ela suspirou fundo, ainda se sentindo tão apaixonada por Sasuke como sempre foi, mas decidindo ser forte e reconhecer uma batalha perdida ao invés de lutar contra coisas que ela não poderia mudar. Andou para fora do quarto, arrumando a capa dele e seus cabelos antes de permitir que ele entrasse no quarto. Sasuke fez uma careta, mas ela ignorou prontamente.

— Agora vai lá. Eu vou esperar na sala, se eu ouvir qualquer barulho diferente eu venho interferir. — ordenou, agindo com Sasuke conforme agiria se fosse Naruto em seu lugar, pegando-o de surpresa pela demonstração de autoridade.

Antes que ele pudesse falar alguma coisa para a rosada, ela fechou a porta atrás dele, deixando-o sozinho com a garota. Engolindo em seco, ele começou a procurá-la no cômodo, e logo sua atenção se voltou para a decoração do quarto.

Apesar de claramente aquele quarto ser um quarto de menina, a forma como estava organizado se assemelhava demais ao antigo quarto de seu irmão: Sasuke permitiu a reconstrução do cômodo, mas os móveis acabaram se destruindo com o ataque de Pain e, mesmo com objetos novos, Sarada manteve a mesma forma de distribuição dos móveis que Itachi mantinha no quarto; a semelhança ia desde a posição das prateleiras até a forma de arrumar os pequenos objetos da estante e os armários de pergaminhos de jutsus, tudo isso enfeitado por uma decoração minimalista e organização impecável.

Lembrava muito ao quarto de Itachi quando ele ainda morava naquela casa.

Depois de atentar para os detalhes do cômodo, mais do que naturalmente Sasuke prestou atenção na cama de Sarada: ela o espionava por cima dos cobertores, seus olhos negros e curiosos atrás de óculos de armação vermelha o fitavam de cima a baixo; seu rosto ainda estava escondido pela coberta. Ele concluiu naquele momento que se não fosse pelos óculos, poderia dizer estar olhando para Itachi de sete anos naquele momento.

Genética é algo extremamente curioso: quem diria que sua filha puxaria os olhos do tio?

Seu coração disparou instantaneamente, batendo ainda mais forte do que batia quando pensou em entrar naquele quarto. Aproximou-se lentamente dela, sentando-se em sua cama abaixando cuidadosamente a coberta de seu rosto, encarando-a pela primeira vez. Ela se ajeitou na cama, um pouco apreensiva, fugindo de seu olhar, mas constantemente o espionando pelo canto do olho, também curiosa ao ver o pai pela primeira vez na vida sem ser nas fotos de adolescente que sua mãe tinha.

E o Uchiha, tentando ao máximo controlar toda aquela confusão que acontecia no seu coração, sentia seu lábio tremer e a vontade de chorar aumentar a cada segundo de silêncio.

Sasuke sempre teve um pouco de dificuldade de entender o amor paternal. Para ele, era muito fácil compreender como uma mãe começava a amar seus filhos, pois elas os geravam dentro de seu ventre e, talvez por todo processo de formação envolvido, começavam naturalmente a amar a criança ainda antes de ela nascer. Mas como o amor de pai funcionava? Isso era um mistério para Sasuke, já que os pais não se envolvem fisicamente com a formação do bebê como a mãe. Se for dizer que um pai só amaria ao ver seu filho nascer quando participou da gravidez ao lado da mãe, isso desmereceria muitos pais solteiros desse mundo a fora.

Mas então ele finalmente entendeu: era amor a primeira vista. Ele, o cético que nunca acreditou numa babaquice de "amor a primeira vista" (e condenava Sakura por declarar esse tipo de coisa para ele), teve que reconhecer que quando o sentimento se tratava de pais e filhos, não havia outra explicação. Pelo menos era assim que deveria funcionar com um pai Uchiha.

Afinal, Uchihas amam demais...

— Oi. — Sasuke falou timidamente, sua voz soando fraca enquanto ele ouvia seus batimentos cardíacos em seus próprios ouvidos; sua pulsação estava mais acelerada do que estivera em qualquer batalha de vida ou morte que teve que enfrentar.

A menina piscou, do mesmo jeito que Itachi piscava, antes de abrir um sorriso e demonstrar felicidade.

— Oi papai. — ela respondeu ao abrir um sorriso largo, mostrando uma janelinha na sua dentição, tornando o sorriso ainda mais especial perante Sasuke.

Sem se conter, o homem agarrou a criança pelos ombros, trazendo-a para perto de si e a abraçando de uma forma que nunca abraçou outra pessoa na vida, deixando as lágrimas escorrerem de seu rosto silenciosamente, num misto de emoções que nem ele sabia que podia ser capaz de sentir.

Se ele achava que o que sentia pelo Naruto era forte, ele mal conseguia começar a definir o que sentia por Sarada. Era imensurável, indescritível, inimaginável.

Aquele era, sem sombra de dúvidas, o dia mais feliz de sua vida.


... Continua ...


N/A: Em processo de migração para o inkspired, talvez??




6 de Noviembre de 2018 a las 23:57 10 Reporte Insertar 12
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Steffanie Pinheiro Steffanie Pinheiro
Oi! Gente, adorei a sua ideia de "reescrever" o final da história, que realmente muita gente não engoliu... gostei muito do Sasuke ainda ver a Sakura como uma amiga, isso faz muito mais sentido, já que eu não consigo vê-los como um casal mesmo eles tendo ficados juntos no fim da história, tido uma filha e tudo o mais kkkkkkkkk Deu pena da Sakura por ter criado a filha sozinha, e o Sasuke sem nem saber que a menina existia, nossa... eu ri horrores quando a Sakura contou pra ele haushaushauaha Foi muito fofo quando ele conheceu a Sarada <3 Quero só ver quando ele for encontrar o Naruto, vai dar ruim haushaushauaha
24 de Noviembre de 2018 a las 21:36

  • P C S P P C S P
    Obrigada, flor! Agora os nervos não estão mais tão aflorados, mas na época que essa fanfic foi escrita a revolta com o final foi gigantesca uahuahuahua. Também concordo: acho muito mais realista o Sasuke ver a Sakura como uma amiga, não como mulher, porque não acho que teve desenvolvimento no mangá pra isso. Fico com dó dela ter criado a filha sozinha, mas foi a escolha dela. Sasuke ficou surpreso, mas acho que se animou com a ideia logo logo hehehehe. Sarada é fofinha! Espero que goste do reencontro dele com o Naruto! =) Vai ser do jeitinho que só eles sabem fazer hahaa! Beijinhos! Obrigada pelo comentário!! <3 November 25, 2018. 04:11PM
Cecilia Jarske Cecilia Jarske
Oi, PC! Nossa, eu fiquei muito feliz por ter achado esse plot por aqui. Tua escrita é muito envolvente, e eu tô aqui na expectativa para esse reencontro e tenho certeza que vai dar merda! xD KKKKKKKKK Imagino a cara do Sasuke de ódio ao saber que Naruto não o esperou e ainda teve dois filhos com Hinata. Esse capítulo aqui ficou fofo demais na parte do Sasuke com a Sarada! <3 Gostei da maneira como você criou essa Sakura forte, madura e segura de si. Sem contar que o corpo é dela, de fato; e é meio óbvio que ela iria querer ter uma sementinha do Uchiha crescendo dentro de si, né?! heuheueh E eu imagino que Sasuke seria esse pai babão, sim. E é lindo ver como ele lembra tanto de Itachi ao olhar à filha. Itachi é meu crush supreme, não tem jeito! <3 HEUHEUE
21 de Noviembre de 2018 a las 06:08

  • P C S P P C S P
    Oie, flor!!! Fico feliz que você goste da minha escrita e do desenvolvimento desse enredo! Quando eu escrevi, estava tudo muito recente na minha cabeça, e eu estava bem indignada com o final (assim como vários leitores de Naruto), então foi mais forte do que eu. Tive que escrever hahaha! Sasuke sofre um baque ao saber o que Naruto acabou fazendo, né... Mas acho que os dois tem uma parcela de culpa bem grande nisso. Independente de qualquer coisa, o Sasuke e Sarada formam uma relação de pai e filha que eu adoroooo muito escrever. Estou elaborando um extra de Owari e me peguei sorrindo atoa escrevendo esses dois interagindo auhuahuahua. Acho que a decisão final se vai ter ou não o bebê tem que ser da mãe. Sempre pensei assim, e isso não mudou. Acho que a decisão do pai pode ser levada em conta, mas a mãe tem a palavra final, justamente por isso: é o corpo dela! E não é como se tivesse sobrando Uchiha no mundo, nenom? Huhauhuahuahua! Itachi é o crush supremo de todas nós, você não está sozinha nesse sentimento hahaha! Um beijãooo! Muito obrigada pela review! <3 November 22, 2018. 10:01PM
Blue Martell Blue Martell
Meu Deeeus eu não acredito que vou chorar com essa fic de novo como eu chorei da primeira vez, mano. Te amo, PC, serião
18 de Noviembre de 2018 a las 01:08

  • P C S P P C S P
    E eu amo muito vocês! Imagina só, depois de tanto tempo vocês ainda gostam dessa fanfic... Vocês são lindos! <3 Hihihi! November 20, 2018. 02:55PM
Andr�ia Lima Andr�ia Lima
Hm... Oi PC! Eu te acompanhava já a um tempo no spirit (eu era leitora fantasma, sorry rsrs), e fiquei super triste quando descobri que você tinha sido banida de lá (eu só tinha conta no spirit e no wattpad, ou seja, eu perderia as obras de arte que são as suas fics). Fico feliz que tenha migrado pra cá. Bom, a fanfic: eu já tinha lido faz um tempo, mas eu vou reler porque eu amo de paixão Owari. Pra mim, Owari é simplesmente... Canon (eu diria perfeito, mas acho que isso ia soar meio falso). O modo como o Sasuke é descrito, os sentimentos dele para com a Sarada... É lindo, principalmente porque é assim que eu imagino que ele seria como pai. A Sakura... É bem difícil me fazerem gostar dela depois do ranço que eu peguei dela desde a época do clássico, mas o modo como você a fez aqui (uma mulher madura, e não a menina irritante que faria de tudo pra ficar com o Sasuke) fez com que eu me identificasse bastante com ela. Você tem o dom de me fazer gostar de personagens e shipps que eu geralmente não curto. Bom, acho que é isso 😀
10 de Noviembre de 2018 a las 14:48

  • P C S P P C S P
    Oi, flor!! Muito obrigada pela sua mensagem! Fico feliz que goste de Owari e esteja disposta a reler a fanfic nessa transição. Amo muito essa fanfic também, pelo sentimento que tive ao produzi-la como um presente para os leitores. Entendo perfeitamente o ranço que você sentia pela Sakura, eu também tive essa fase e aprendi a admirá-la bastante. Sasuke e Sarada são muito bonitinhos na fanfic! Intenciono escrever um extra pra Owari em breve, algo inédito (já comecei a produzir, mas ainda falta bastante) e vou mostrar de novo essa relação do Sasuke e Sarada hehehehehe. Enfim flor, eu também fiquei muito triste com o banimento, mas conheci esse site lindo e o próprio wattpad por conta desse banimento. Acho que voltei a ativa por conta disso, pois recebi tanto apoio e carinho dos leitores que me surpreendi e me senti energizada pra voltar. Obrigada pelas palavras e por ter deixado essa review! Amei!! <3 November 12, 2018. 12:06AM
Lazuli M Lazuli M
Apesar de todo o problema que vc e todo mundo tá tendo com o Spirit, fiquei muito feliz que vc não desistiu da gente e que vai continuar postando as suas histórias que eu tenho o maior prazer em ler. Owari foi estruturada e desenvolvida com habilidade impressionante, na minha opinião simples de leitora, mas não é atoa que é a minha fanfic favorita! Vou ler tudo de novo esperando os próximos capítulos!! PC you are awesome!
7 de Noviembre de 2018 a las 19:13

  • P C S P P C S P
    Muito obrigada, mesmo! O apoio de vocês é essencial pra que essa transição seja bem-sucedida. Spirit ficou no passado, espero ter vocês ao meu lado nas outras plataformas! Obrigada pelos elogios e carinho, Owari foi o maior presente que fiz pra vocês, e fico muito feliz por você gostar tanto dela! <3 Um beijão! November 09, 2018. 11:09PM
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