Singular Seguir historia

sr.-artie Sr. Artie

Quando JungKook era apenas um garoto e estava num incêndio, o caipora surgiu para salvá-lo antes que desmaiasse, deixando a imagem do rosto bonito e vermelho gravada em sua memória. Ao crescer, teve outra prova de que a lenda o seguia e, assim, se tornou ainda mais curioso sobre a figura extraordinária. Incentivado pelo amigo, JungKook finalmente se dispôs a procurar pelo caipora e ao encontrá-lo, soube que os sentimentos entre eles eram tão singulares quanto a própria figura da lenda.


Fanfiction Bandas/Cantantes No para niños menores de 13. © Todos os direitos reservados

#yaoi #bl #folclore #bts #jungkook #jimin #boyxboy #ua #jikook #kookmin #pirlimpimpim #Caipora
Cuento corto
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Capítulo Único

Notas da História:

JungKook e Jimin são pessoas reais, pertencem ao grupo BTS, e essa história aqui não passa de ficção. 

História betada pela Rebel Princess (Nyah- Liga dos Betas)

História postada no Inkspired

Notas do Capítulo:

Essa história está participando do Desafio Sítio do Pica-Pau Amarelo com a Lenda do Caipora a seu pedido.


Singular

By: Sr. Artie

Capítulo Único


Naquele exato momento, JungKook estava um pouco arrependido. Seguir os conselhos de Yoongi nunca era uma boa ideia, principalmente, quando envolviam adentrar a floresta à noite. Para piorar, fazer isso carregando em mãos um pedaço de fumo-de-rolo para atrair o Caipora. Sabia que o amigo só o tinha incentivado a fazer isso após ouvir sua conversa com uma anciã do povoado.

“Vai lá, entra na floresta com o fumo; se a lenda estiver certa, ele deve aparecer para você”, quase sibilou em seu ouvido, uma verdadeira cobra o incentivando a fazer algo maluco. Yoongi não tinha limites para certas coisas. Contudo, o pior era ter caído na armadilha dele e ter ido parar ali, procurando pelo espírito protetor da natureza.

     

JungKook era incapaz de explicar sua fixação pelos mistérios que envolviam a história do Caipora, mas desde criança tinha uma curiosidade aguçada por qualquer informação que envolvesse o pequeno homem de corpo vermelho. Também havia admiração por aquilo que a figura mística representava. Poder acreditar que existia algo mundo afora para proteger o meio ambiente de toda a destruição e estrago que o homem podia causar era um pouco reconfortante. Era incrível como o ser humano precisava acreditar além do verossímil para possuir o mínimo de consolo para si. 

Todavia, embora não conseguisse formular uma resposta crível para sua obsessão pela personalidade folclórica, JungKook tinha motivos herméticos para desejar saber mais sobre ela. Suas razões estavam longes de ser claras, até mesmo para si era algo confuso, porém seu íntimo o impelia continuamente a procurar pelo Caipora e pelos detalhes sobre a lenda que o rondava. 

Lembrava-se de, quase todas as noites, sentar-se em um roda de conversa para escutar alguém mais velho falar sobre as narrativas que compunham a sua cultura e, por mais que se interessasse por qualquer uma das histórias, quando o nome do ser avermelhado era citado, seus ouvidos tornavam-se mais atentos. 

A origem de sua curiosidade excessiva era os sonhos que tinha desde a infância com um rosto desconhecido, após passar por um evento traumático para qualquer um, mas que para JungKook só o deixava intrigado por causa da lembrança incomum que recordava. 

Em uma noite de lua com céu estrelado, JungKook, acompanhando seu pai, se embrenhara na floresta para caçar. Na época, era uma criança prestativa e, quando o mais velho o chamara para auxiliá-lo na caçada, não passara por sua mente ao menos a oportunidade de negar-se a ir. Inacreditavelmente, a atividade corriqueira tornou-se uma completa bagunça no momento em que seu progenitor se assustara com algo, deixando cair a lamparina que carregava no chão. 

A fonte de luz que traziam era a base de querosene, um combustível bastante inflamável, que derramara-se sobre a terra coberta de folhas e galhos secos e, quando a chama tocou a relva molhada pelo líquido incendiável, uma labareda surgiu, espalhando-se sem dificuldade pelo resto da mata. Em questão de segundos, onde quer que olhasse, JungKook apenas conseguia enxergar o fogo. Tomado pelo susto, a próxima coisa de que se lembrava era de estar correndo pela floresta, agarrado a mão de seu pai, que buscava se manter o mais longe possível do incêndio que tinha criado. A intenção dele era chegar o mais rápido possível no povoado e pedir ajuda para apagar o fogaréu que crescia a cada segundo.  

Entretanto, a situação piorara assim que JungKook notara um ninho pequeno no alto de uma árvore que logo seria tomada pelo fogo. Sem pensar, a criança largara-se do aperto de mão que envolvia a sua e correra em direção ao tronco, o escalando sem dificuldades para chegar ao galho em que se encontrava o ninho. Recolhera com cuidado aquele refúgio frágil, o qual continha três ovos, descendo agilmente da árvore. 

Os seus pés tocaram no chão e todo seu campo de visão fora assolado pelo fogo, para onde olhasse apenas conseguia enxergar o vermelho ardente das chamas contrastando com o cinza pétreo da fumaça que subia ao céu. Não encontrou seu pai nas redondezas, estava sozinho ali, em meio aquele incêndio e, para piorar, tinha se perdido da única pessoa que poderia ajudá-lo a escapar. 

Os seus olhos ardiam pelo excesso de calor que eram obrigados a suportar e seu corpo suava como se tivesse acabado de correr uma maratona, a pele mais quente que o humanamente aceitável. Como se a sensação de ter o  próprio corpo queimando vivo fosse insuficiente, estava com grande dificuldade para respirar, sentindo os pulmões queimando a cada respiração por causa da fumaça densa que era obrigado a inalar. 

JungKook tinha certeza que, em questão de minutos, entraria em combustão e sua mente o obrigava a recordar o filme de terror que havia assistido semana passada com Yoongi, em que o vilão queimava uma de suas vítimas. Estava arrependido por não ter ouvido sua mãe e os conselhos dela sobre ele ser muito novo para assistir filmes daquele tipo. Talvez, se tivesse visto Phyneas e Ferb, saberia como escapar dessa situação. 

De repente, começou a rir. Tinha enlouquecido, essa era a única resposta para seu comportamento numa situação tão inapropriada. Contudo, perceber que estava divagando sobre como um desenho animado poderia ajudá-lo a sobreviver a um incêndio, em vez de gritar por socorro, era extremamente engraçado, senão o ápice da loucura. Logo, a risada cessou, dando lugar a uma série de tossidas. Respirar estava cada vez mais difícil e JungKook já não tinha esperanças de sair dali vivo. 

Sentou-se no chão, tomando cuidado para não desmanchar o ninho em suas mãos. Focou-se em respirar, buscando esquecer a situação desesperadora em que se encontrava. Estava preocupado com os ovos que tinha resgatado, não desejava que seus esforços tivessem sido em vão, mas chegara ao ponto em que não seria capaz de fazer mais nada. Provavelmente, morreria ali, incinerado junto com os ovos. 

Depois de alguns minutos presos naquela ilha de fogo, sem saída e com a respiração fraca, JungKook conseguira escutar um som estridente ao longe. No entanto, sua visão estava desfocada pela falta de ar e respirar já era uma atividade difícil o suficiente para que se preocupasse com o barulho ao seu entorno. Aos poucos, começara a perder a consciência, esforçando-se para manter-se acordado, falhando. A última coisa que se lembrava era o rosto vermelho de alguém que o pegara nos braços, logo antes de afundar-se de uma vez na letargia que o consumia.

Era aquele semblante avermelhado que surgia em seus sonhos todas as noites. Desde aquele dia, JungKook continuava a fantasiar com o rosto de seu suposto salvador, uma vez que, quando acordou em um hospital após o incêndio, sua família fora incapaz de explicar como ele estava vivo depois de perder-se em meio aquela queimada, afirmando com veemência que fora encontrado sozinho sem ninho algum nas mãos. O mais incompreensível era o fato de que o incêndio apagara-se a ermo e sem explicação. 

JungKook não possuía informações sobre como escapara vivo do incêndio. Sua família e seu povoado viram a situação como um grande milagre e não se preocuparam em se questionar acerca do rosto relatado por ele sempre que comentavam sobre a dádiva que tinha caído sobre si. 

Todavia, jamais permitiu-se esquecer a incógnita remanescente daquele dia, tentando encontrar respostas para as dúvidas infindáveis que acometiam sua mente. Em suas pesquisas, acabou encontrando similaridades entre as suas memórias e a lenda da Caipora: o tom de pele avermelhado ou o barulho cortante que denunciava a sua chegada, por exemplo. 

Só que nunca colocou muito fé no que descobrira, precisou passar por uma ocasião mais inusitada, anos depois do incidente e alguns dias antes de seguir o conselho sobre o fumo, para finalmente crer. Havia saído de casa e ido para floresta, diferente de outrora, dessa vez junto com Yoongi e em plena manhã. Estavam caçando uma espécie de passarinho abundante na região e que tinha uma carne deliciosa. Sem querer, JungKook acabou por atirar em uma outra ave e, para deixá-lo mais enfurecido consigo mesmo, descobriu que se tratava de uma espécie em extinção. 

Sentiu-se tão culpado e nem sequer percebeu quando as lágrimas começaram a vazar pelos seus olhos. Yoongi, que não estava próximo de si, correra ao seu encontro quando ouviu o seu choro.

— O que aconteceu? — Perguntou com a respiração entrecortada.

— Eu acabei matando um passarinho que está em extinção — disse, com o rosto escondido em suas mãos. — Juro que não tinha essa intenção, Yoongi, eu realmente errei. 

— Onde está o passarinho?

JungKook revelou o semblante corado por causa do choro por trás de suas palmas e voltou os olhos em direção ao corpo morto da ave, piscando algumas vezes ao não encontrá-lo mais no local em que havia caído. 

— Ele sumiu — falou em espanto. 

— Talvez algum animal o tenha pegado.

JungKook anuiu, concordando em silêncio com o amigo, mas tinha certeza que não era isso que ocorrera, porque não escutara o som de aproximação e nem existia algum rastro que denunciasse a passagem recente de algum animal por ali. Em um estalo, recordou-se de uma passagem da lenda do Caipora, sobre ele conseguir reviver animais que morreram sem sua sua permissão, e se perguntou se fora isso que tinha acontecido. 

Após esse incidente esquisito, JungKook procurou conversar com uma anciã bem conhecida em seu território. Algumas pessoas a procuravam para que ela pudesse curá-los, outros, para que a mais velha contasse sobre futuro e tinha aqueles que a buscavam para saber sobre os mistérios que os rondavam. Esse último caso era onde ele se encaixava. A contragosto, arrastou um Yoongi reclamão para a moradia da idosa, pois não teria coragem de ir sozinho. 

Espantado, JungKook ouviu quando a velha lhe disse que ele era alguém protegido, por essa razão, tinha sobrevivido ao incêndio na sua infância, embora qualquer explicação possível fosse ilógica ao bom senso.

— Quem me salvou? — Questionou curioso.

— Ah, minha criança, imagino que você já tenha essa resposta. 

— Ele? — Queria a confirmação, porém não houve uma.

— Ele deve te amar muito. 

JungKook escutou as últimas palavras perplexo. Passara todos aqueles anos curioso sobre o Caipora, rendido sobre as particularidades de sua lenda e personalidade, mas nunca se perguntou o porquê de ele tê-lo salvado naquele dia.

Nos dias que seguiram a esse encontro com a anciã, JungKook tornou-se mais interessado pelo espírito protetor da natureza. Procurou por versões da narrativa folclórica em que o Caipora tivesse se apaixonado e a razão pela qual isso aconteceu, porém não chegou a encontrar nada. Queria poder comprovar as palavras ditas pela idosa, mas não enxergava uma maneira de fazer isso. Até que Yoongi o aconselhou a ir na floresta em uma noite de quinta-feira, levando consigo um pedaço de fumo, como dizia a lenda, para conseguir atrai-lo. 

Por essa razão, JungKook se encontrava ali, lamentando-se de ter seguido o palpite dado pelo seu amigo. Estava na mata há algum tempo, encarando, à espreita, a árvore em que fora deixada a oferenda para atrair o Caipora. Não tinha sentido insistir muito mais para que esse encontro ocorresse, permanecer na floresta por mais tempo era apenas uma perda de tempo. Ele não iria aparecer, talvez nem existisse. Desgostoso e com suas expectativas quebradas, caminhou para ir colher o fumo que havia deixado como chamariz. 

— Então, você é do tipo de pessoa que dá, mas depois toma de volta? 

Assustado por ouvir outra voz, JungKook se espremeu contra a árvore que observara por um longo tempo, enquanto os seus olhos corriam o seu entorno para encontrar quem tinha lhe dirigido a palavra. Deparou-se, trepado em um galho alto, com um rapaz de pele vermelha. Ele. Um pouco diferente do que as narrativas contavam, o rosto dele era um pouco redondo e o seus lábios cheios. Ele era belo, embora atípico, constatou.

— V-você..

— Sim, eu — cortou a fala de JungKook. 

— Caipora? — Chamou meio indeciso.

— Humanos me conhecem por esse nome, mas meus parentes se dirigem a mim por outro. O meu primo me chama de Jimin, talvez você conheça ele pelo nome de Curupira, não sei de onde ele tirou, mas foi um dos que mais gostei, e agora a família toda usa. Estava me procurando, certo? Por isso o fumo.

— Sim…

— Sabe, prefiro quando me trazem outras oferendas. Não me leve a mal, eu gosto do fumo, mas uma vez uma criança me ofertou algodão-doce e, juro, nunca experimentei algo tão maravilhoso como aquilo. A sensação que fica na boca quando o doce se desmancha é muito boa, não é? — Perguntou descontraído, como se fosse uma pessoa comum e não um ser folclórico diante de um humano. 

JungKook não o respondeu, por outro lado, o questionou.

— Posso chamá-lo de Jimin? — A ideia de chamá-lo por um nome comum era acalentadora, diminuía o espectro místico por se tratar de dois seres de origens completamente distintas. Não era a intenção de JungKook humanizar o Caipora ao nomeá-lo daquela maneira, apenas queria facilitar o diálogo entre eles e, caso o pequeno permitisse, ajudaria o seu nervosismo a passar. 

— Pode — afirmou, sorrindo, e JungKook assistiu os olhos dele sumindo ao passo que o sorriso aumentava. “Sim, adorável”, pensou. — Vai ficar me olhando com essa cara de bobo? 

Praguejou por ter sido pego o admirando. Na verdade, não deveria ficar surpreso com isso, Yoongi e todos a sua volta sempre deixaram claro que JungKook era alguém transparente demais. Se humanos conseguem perceber o quão óbvio ele era, por que um ser sobrenatural seria diferente? 

— Jimin, fora você que me salvou do incêndio naquela vez?

— Sim — respondeu rápido. 

— Eu e meu pai estávamos caçando e, em teoria, você deveria afugentar os caçadores, por que me salvar?

— Existem exceções para que eu não interfira. Caso o homem esteja caçando para sobreviver, não me intrometo. Sei que era esse o caso seu e de seu pai, mas ele iria atirar em uma cerva prenha, por isso o assustei. As coisas desandaram quando a lanterna dele caiu e causou o incêndio.

— Ah, entendi. Então, você meio que ficou culpado por ter um parcela de culpa pelo fogo e resolveu apagá-lo — falou, a tristura notável em seu timbre. 

— JungKook, por que está triste? 

— Como sabe meu nome? 

— Perguntei primeiro, me responda antes. 

— Você pode achar loucura, ou não, já que você deveria ser uma lenda, mas existe de verdade. Enfim, desde o dia em que fui misteriosamente salvo, acreditei que tinha alguém olhando por mim em situações em que eu estava em risco ou apenas infeliz. Há alguns dias, uma anciã do meu povoado me disse que essa entidade que zelava por mim me amava muito e eu gostei da ideia de existir algo extraordinário me amando — contou, mas sequer deu-se o trabalho de olhar Jimin nos olhos enquanto fazia isso. — Agora, me diga como sabe meu nome. 

— Isso é fácil — comentou alegre. — Não te salvei por culpa, mas por causa de seu bom coração. Eu existo há milênios e nunca vi um humano se arriscar para proteger um ninho, sua atitude foi bela, por isso te resguardei naquele dia. Depois, fiquei curioso sobre você, busquei te conhecer de perto e descobri o quão genuíno você era. Só que acreditei que sua benevolência era apenas um traço de sua infância, acreditei que ela iria sumir com os anos, mas há alguns dias, ouvi o seu choro por matar um pássaro sem querer e,  inconscientemente, usei meus poderes para revivê-lo, porque não queria alguém tão puro sofrendo por um erro que nunca tivera a intenção de cometer. 

— Eu lembro do seu rosto no dia do incêndio, sonho com ele quase todas as noites — revelou. — E quando não achei o passarinho morto, logo pensei em você. 

— Eu sei que você sonhava comigo, já te vi questionar a si próprio sobre minha face mais de uma vez, assim como  vi o seu interesse por mim crescer a cada dia. Então, meio que me autorizei a sentir algo além do fascínio pela sua personalidade, amor, porque sentia que seus sentimentos para comigo iam além do puro fascínio também. Você demorou anos para vir atrás de mim.

— Então você esperou por mim?

— Foi errado fazer isso?

— Eu perguntei antes — disse, deixando uma risada escapar. 

— Sim, eu esperei por você, JungKook, por anos. A anciã que te falou que existia um ser sobrenatural que te amava muito não estava errada. Sua vez. 

— Não foi errado — afirmou. — No fim, estou aqui, certo? 

Olhando a situação rapidamente, ela parecia bizarra, JungKook não negaria isso. Era estranho dizer que tinha se apaixonado por uma entidade folclórica, as pessoas iriam rir dele, certamente. Entretanto, não estava se importando com a opinião alheia, não quando Jimin, o dono do rosto que sonhara por anos, estava bem diante de si. Nada fazia sentido, mas era de se esperar que fizesse? Não dá para escolher por quem se apaixonar.

Passara sua infância escutando sobre as mais diversas lendas que existiam em sua cultura, algumas aceitáveis e outras que superavam o inimaginável. Contudo, não desmerecera nenhuma delas. Cada narrativa tinha sua singularidade, suas próprias leis para que a história, em seu universo, tivesse sentido. Também sabia que algumas histórias ganhavam novas particularidades com o passar do tempo, assim como perdia outras. 

No futuro, talvez, quando falassem sobre o Caipora, comentassem sobre o dia que ele se apaixonara por um humano e como esse amor fora recíproco. JungKook se perguntava se ele teria seu nome citado ou somente seria um qualquer. Estava pensando muito naquilo que estava por vir, enquanto tinha alguém importante bem diante de si. 

— Jimin, acho que podemos criar nossa própria versão de sua lenda. 

O amor deles era singular e passaria a ser um novo detalhe único contado ao se falar sobre o Caipora, e Jungkook ficou feliz em constatar isso.


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20 de Septiembre de 2018 a las 21:44 4 Reporte Insertar 5
Fin

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Inkspired Brasil Inkspired Brasil
Olá! Primeiro de tudo, queremos nos desculpar pelo atraso no comentário e garantir que faremos o possível para que isso não se repita. A Caipora apaixonada por um humano, quem diria hahaha. A parte em que ele mata um passarinho e se sente culpado é um pouco engraçada e você usou muito bem a sua lenda. A parte em que Caipora se revela pra ele e declara que sempre o observou porque ele era uma pessoa diferente foi romântica e muito bem desenvolvida! Você trabalhou muito bem a sua lenda e a história foi bastante original, além de ser muito gostosa de ler. Porém pessoalmente achei a história um pouco corrida, digo, o caminhar da narrativa, o que talvez tenha atrapalhado um pouco a conexão com a obra. Sua escrita flui bem e prende o leitor na história, as cenas foram bem descritas e não tem nenhuma lacuna, é uma escrita de qualidade que esperamos que só evolua daqui para frente! Parabéns por ter cumprido e desafio e obrigada por compartilhar a sua história com a gente. Até a próxima <3
22 de Febrero de 2019 a las 11:02
Penduluns Penduluns
Ficou lindo demais! <3
10 de Noviembre de 2018 a las 11:39
E C E C
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Foi uma novela para Singular sair e eu tô tão feliz, mas tão feliz com ela <3333 Primeiro porque é Jikook e ler o OTP em formas diferentes, mesmo UA, me fascinada e tu sabe disso rsrs Também porque tem folclore e eu me empolgo. Aqui eu sei que foi díficil, mas Caipora também podê provar algodão-doce e ainda ser fofo, quem mais seria um anjo para cuidar de seu lar genuinamente do que o Jimin né não. JK também muito puro sim, meu baby é só um baby. Meu... quem pensa em salvar um ninho de passarinho quando está pegando fogo no próprio corpo? O desespero deve falar tão alto que nem daria para olhar por outro, mas JK fez e por um animal indefeso. Isso é muito amor <33 Como sempre você usa referências divinas e ter inserido Yoongi aqui foi poético kkkkkk Amei demais demais <333 Teria uma continuação no futuro? Seria tão legal... pense com carinho!
23 de Septiembre de 2018 a las 21:16
Isis Isis
Ah mas JM ta certinho, porque JK é mesmo muito puro pra esse mundo! Fiquei imaginando o JM espiando o JK crescer... O diálogo deles, com um pouco de provocação, adorei! Vão reescrever a lenda hm, gostaria de ver isso... mas aí eu penso que ia sofrer afinal JM é um ser mítico, JK humano... enfim,ba história ficou mesmo bem singular. Até mais 💜💜
23 de Septiembre de 2018 a las 17:26
~