Velhos amigos Seguir historia

tiotobirama brener Silva

Nunca se sabe onde uma amizade vai acabar, para os dois depois de trinta anos acabou com dois velhos amigos relembrando os velhos tempos, sem pudores ou impedimentos, esses velhos amigos se reencontraram.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 21 (adultos).

#naruto #fns #tsunade #Jiraya #jiratsu #fodanojutsufns #fodanojutsu #Foda-no-jutsu #Plugs-e-vibradores
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Encontro

Tsunade acordou naquela manhã de terça feira em seu dia de folga, ainda estava cansada mesmo depois de dez horas de sono, havia ficado direto no hospital desde sábado até segunda à noite para auxiliar o neurocirurgião do hospital o qual ela era responsável, o doutor Orochimaru estava separando dois gêmeos siameses que eram perigosamente ligados pela coluna, 43 horas de cirurgia fora os cuidados pos operatórios.

Se levantou e esticou os braços bocejando em seguida, de maneira automática olhou para o porta retrato que tinha em seu quarto, Dan seu falecido esposo, ela e a filha adotiva deles Sakura em um parque, sorriu de maneira saudosa e olhou para o lado da cama onde seu esposo dormia acariciou o colchão como se ele ainda estivesse ali, Dan morreu a dois anos por conta de uma doença genética que parou seu órgão internos com o passar dos tempos, esse era um motivo para terem adotado, ele não queria passar a sua condição adiante.

Deu um outro sorriso dessa vez mais um pouco triste e se levantou em direção ao banheiro, estava tão cansada que não havia tomado banho no dia anterior, partiu para o banheiro e tomou um banho quente para relaxar os músculos, quem visse não diria que ela tinha 54 anos de idade, desde muito nova seguia os ensinamentos do falecido avô para se manter jovem deu resultados, apesar de algumas rugas e marcas do tempo na pele Tsunade ainda tinha um corpo que deixa homens e mulheres de todas as idades interessados.

Depois do banho escovou os dentes e foi se vestir, saiu do quarto em direção a cozinha para preparar algo para comer, pegou um cereal no armário e duas bananas quase passadas na fruteira, abriu a geladeira e pegou o leite, deu uma olhada e viu que estava sem alguns mantimentos, verduras e legumes alem de queijo estavam faltando, depois do café iria se vestir para ir a feira.

Uma hora depois estava saindo vestindo uma camisa branca um colete verde leve e um short verde, pegou um chapéu para o sol e foi para feira que havia toda terça e quinta não muito longe do seu prédio, cumprimentou o porteiro do prédio e saiu a pé em direção a feira.

Já na feira começou suas compras, rúcula, almeirão, beterraba, cenouras e outros vegetais eram colocados na sacola, ia pegando as coisas com cuidado escolhendo a dedo, já estava na feira há quase uma hora pronta para ir embora terminava de guardar o queijo na sacola, seu celular vibrou se distraiu por alguns segundos e deixou o pacote do queijo cair no chão, ele rolou e ela foi atrás, nem viu um homem que estava a sua frente, trombou com ele e quase caiu, sentiu o homem a segurar pelo ombro para equilibrá-la.

-Me desculpa eu estava distraída – falou com um pouco de vergonha.

-Não tem problema – ela não viu o rosto do homem que se abaixou para pegar o queijo que estava caído perto do seu pé – o importante é que você tá bem e o queijo... – o homem a olhou arregalou os olhos – TSUNADE!

-Errrrr nos conhecemos? – ela olhou para o homem com uma incógnita na face – desculpa sou um pouco ruim para rostos.

-Gatinha me chama de sapão e vem pro meu lago – apontou para o rosto – não te lembra nada?

-Hmmm – estreitou os olhos e logo em seguida teve a surpresa estampada no rosto – JIRAYA! Meu deus há quanto tempo – abraçou o homem rapidamente – você tá diferente.

-Diferente ruim ou diferente bom? – falou com um sorriso no rosto.

-Bom com certeza bom, seu cabelo tá grande e nossa você tá incrível - falou olhando ele.

-Você também tá incrível, nossa não mudou nada – falou se colocando ao lado dela, estavam no meio do caminho da feira, começaram a caminhar juntos.

-Para já tenho meus bons anos na pele – flou gesticulando.

-Eu também, mas não é por isso que você não mudou, você era linda há trinta anos atrás e continua linda agora - ele falou e ela se fingiu de constrangida.

-Você não perdeu seu jeito galante – falou e ele riu.

-Sou assim – falou e olhou pra ela – sabe eu esbarrei em você, quase estraguei a sua feira, o mínimo que posso fazer é te pagar um café, tem um lugar aqui perto eu vi enquanto vinha pra cá.

-Deve ser a cafeteria dos Akimichi, mas não precisa, não quero te atrapalhar, não vai fazer sua feira? – ela perguntou e ele mexeu os ombros.

-Não, vim mais pra conhecer, me mudei recentemente e ouvi falar da feira e então café? – falou colocando uma sobrancelha pra cima.

-Café – falou e sorriu, ele deu o braço para ela e saíram juntos.

Tsunade até mesmo esqueceu do celular que havia vibrado, durante o caminho já conversaram sobre os anos que passaram sem se ver, Jiraya largou a faculdade de Medicina para seguir seu sonho, se tornar um grande autor de livros, pegou as economias e viajou para Europa para se inspira, escreveu um romance sobre a idade media que mal vendeu 400 copias, depois viajou para o Japão determinado a escrever sobre os samurais e ninjas, teve até um pouco de sucesso, mas não foi o suficiente o criticavam pela descrição muito detalhada das cenas de sexo, foi então que em meio ao fracasso ele foi convidado para escrever contos eróticos na Icha Icha Paradaise a maior editora de contos eróticos do Japão.

-De certa forma combina com você – já estavam na cafeteria – eu lembro o apelido que te deram na faculdade, Mestre do erotismo – ele riu.

-E não é parece que tudo se encaminhou no final, mas demorou para eu me manter com os contos sabe – falou e ela perguntou curiosa.

-Porque? – ele riu e começou.

-Eu conseguia pagar o meu aluguel e fazer compras básicas, mas como eu era estrangeiro, mesmo sendo filho de um japonês eu pegava coisas muito pequenas para escrever, por isso eu complementava a renda trabalhando em uma divisão da editora que era pequena na época – terminou de falar e ela estranhou.

-Que divisão é? - ele riu e falou.

-“FERRAMENTAS INCRIVEIS DO PRAZER SUPREMO” esse era o slogan da seção de viradores e brinquedos sexuais que a editora tinha – ela riu.

-Você vendeu consolos? – falou rindo e ele se fez de ofendido.

-Não só consolos, os melhores do Japão, era meio que um Call Center as pessoas que compravam os contos se cadastravam por carta e eu ligava oferecendo os produtos pras pessoas e ia demonstrar na residência – ela o olhou e riu maliciosa.

-Demonstração pratica? – ele riu.

-As pessoas pensam muito que isso aconteceu na minha vida, mas na maioria das vezes eram pessoas retraídas que queriam prazer que compravam, viúvas, separadas, maridos que queriam dar mais prazer as esposas, sabe pessoas com problemas, muitas vezes eu acho que fui psicólogo de algumas pessoas. –falou gesticulando

-Que aventura – ela falou e ele concordou com a cabeça.

-Sim, depois eu cresci na empresa meus contos fizeram sucesso, me deram cargo de diretor da seção de brinquedos, mais sucesso e agora eu to abrindo uma filial aqui em São Paulo – pararam por alguns segundos quando os cafés chegaram.

-Do Brasil para Europa, da Europa pro Japão e de volta aqui, vai ficar? – ela perguntou antes de tomar um gole.

-Sim, vim pra ficar depois de um tempo você sente falta do seu pais – ele sorriu e falou – mas e você me conta como foram esses anos?

-Bem foram simples de certa forma, me formei fiz minha residência, viajei um pouco, não tanto como você, comecei a trabalhar como cirurgiã, conheci o meu falecido marido o Dan, você não conheceu ele – ele se ajeitou na cadeira.

-Ouvi falar dele, sabe eu mantive contado com alguns ex-colegas e é meus pêsames – falou ela sorriu.

-Obrigado -- ficaram em silencio pos alguns segundos – tenho uma filha também, eu e Dan adotamos quando ela tinha treze anos, Sakura o nome dela, uma menina de ouro se formou em medicina trabalha no mesmo hospital que eu, mas agora ela tá de licença maternidade.

-Já é avó que maravilha – ela concordou.

-É uma maravilha mesmo, minha netinha é a coisa mais fofa do mundo.

-Tenho certeza... bem eu tenho algumas coisas pra fazer, mas eu ainda acho que esse café não foi o bastante para pormos o papo em dia, onde você mora? – ela estranhou, mas respondeu.

-Naquele prédio verde na avenida, mas por quê? – ele sorriu de lado.

-Bem como você disse não perdi meu jeito galante, vamos jantar, um encontro entre velhos amigos, vamos conversar com mais calma e comer uma boa comida e tomar um bom vinho – ela e encarou o café, Dan faleceu a dois anos, nesse tempo saiu com amigos do trabalho para confraternizar, mas um encontro, mesmo que de velhos amigos, ainda era um encontro e mesmo que uma memória antiga ainda se lembrava do breve relacionamento que teve com Jiraya, pensou um pouco e disse para si mesma “porque não?”

-As nove? – ela sugeriu e tomou um gole de café.

-Fechado – ele falou e se levantou – até a noite Tsunade – ela se levantou também.

-Até – sorriram e se separaram.

Tsunade voltou para seu apartamento, guardou tudo que havia comprado e depois se deitou um pouco na cama, olhou para foto do Marido e ponderou oque tinha acontecido, devia mesmo ir nesse encontro? Em dois anos não tinha saído com ninguém, enquanto pensava pegou seu celular e viu que tinha 5 ligações perdidas da filha, ficou preocupada e retornou a ligação, demorou um pouco, mas Sakura atendeu.

-Oi filha oque aconteceu? – falou se sentando na cama.

-Bom dia dona Tsunade – falou brincando – não aconteceu nada, eu queria só te chamar pra vir jantar aqui, mas porque não atendeu tava dormindo?

-Ah não tava na feira e – demorou um pouco para responder – tomei um café com um amigo.

-Hmmm bem a senhora vai vir? - Tsunade paralisou um pouco, já tinha aceitado o encontro com Jiraya, mas sua filha era mais importante,

-C,claro – Sakura ficou desconfiada do outro lado.

-A senhora tinha planos pra mais tarde? – perguntou curiosa.

-Bem é lembra daquele meu peguete da faculdade que eu namorei antes de namorar com o seu pai? – Sakura quase gritou do outro lado.

-ESSE ERA O SEU AMIGO DO CAFÉ? – Tsunade ficou um pouco em silencio com o celular longe do ouvido.

-Sim, trombei com ele na feira perto de casa e tomamos café, daí ele me chamou pra sair à noite, mas não se preocupe eu remarco você, Sarada e o Sasuke são mais importantes – falou e Sakura bufou do outro lado.

-Nem ouse vir aqui dona Tsunade, vai nesse encontro sim, vista uma calcinha sexy e aquele vestido preto curto que eu te dei – riu da espontaneidade de Sakura.

-Mas filha é um jantar de velhos amigos – Sakura gritou do outro lado.

-HA se for o mesmo Jiraya que a senhora me contou hoje é dia de bater coxa dona Tsunade – riu mais um pouco e respondeu.

-Mas filha tem certeza que não quer que eu vá ai jantar? – perguntou entre risos, ma meio que torcendo por uma negativa.

-Hoje a senhora vai ser a janta de outra pessoa dona Tsunade – Tsunade deu um grito e começou a rir do outro lado.

-Tá – riu mais um pouco – eu vou, mas não vou com vestido preto – Tsunade Falou e Sakura se pudesse ia gritar no ouvido da mãe.

-Vai com o pretinho que eu te dei sim, ele é curtinho e sexy, já faz dois anos dona Tsunade, vai dar essa buceta hoje SIM – Sakura Falou e Tsunade riu mais um pouco.

-Às vezes eu penso no que seu pai diria – Sakura suspirou.

-Ele diria “VAI DAR”, tchau – Sakura desligou.

Tsunade negou com a cabeça e deixou o celular na cama, ainda era muito cedo, decidiu comer algo e descansar para depois começar e a pensar no encontro. Algumas horas depois já eram seis da tarde o encontro seria em três horas, Tsunade então decidiu começar, primeiro foi até a banheira e tomou um longo banho de espuma, relaxou o corpo e curtiu o banho ao som de Madona, cantou todos os clássicos que tocaram, saiu do banho e se secou, enrolada na toalha começou a cuidar do cabelo, secou com o secador e penteou os cabelos loiros, prendeu eles de maneira leve para não bagunçarem até a terminar de se arrumar, tirou a toalha e ficou nua de frente ao espelho, pro inferno quem disser que mulheres mais velhas não eram atraentes, Tsunade passou as mãos pelos seios e pensou “eu sou muito gostosa”, não ligava para as marcas na pele ou as rugas, era linda poderosa e sexy como sempre foi, abriu o closet e foi para onde estavam suas roupas intimas, não sabia exatamente oque vestir, apesar da grande probabilidade de sexo não queria vestir algo desconfortável apenas para ficar sexy, procurou um pouco e achou um conjunto preto que não usava muito, era uma calcinha rendada e um sutiã que tinha partes transparentes e era confortável ao mesmo tempo, vestiu e procurou o vestido preto que Sakura havia lhe dado, céus ela nunca tinha usado, nem mesmo sabia se servia, tirou o vestido da embalagem e colocou em si, para alivio caiu como uma luva, era justo e marcava as belas curvas dela, suas coxas ficavam a mostra e davam um ar de sexy no look completo, se maquiou e passou um perfume que tinha, se olhou no espelho soltou os cabelos e ficou feliz com o resultado.

Quando terminou faltavam vinte minutos para Jiraya chegar, pegou uma bolsa pequena preta e ficou esperando, ficou um pouco apreensiva por não ter dado o endereço exato de seu prédio, apenas tinha dito a cor e apontado para ele, mas dois minutos antes das nove seu interfone tocou e o porteiro avisou que um senhor a esperava, Tsunade desceu e quando viu Jiraya não evitou sorrir, estava deslumbrante os anos lhe fizeram bem e naquele smoking preto sem gravata estava deslumbrante, ele também sorriu de uma forma maliciosa para ela, não escondeu o olhar as suas coxas e busto que estavam destacados.

-Tão linda e maravilhosa como na primeira vez que te vi – falou pegando sua mão e dando um beijo.

-Eu sei - falou convencida e Jiraya concordou com a cabeça.

-Vamos, quero aproveitar o meu pedido de desculpas pra você – falou de maneira muito sugestiva, ela sorriu para ele enquanto ele abria o carro.

-Eu também – falou e fez questão de antes de entrar no carro passar com o quadril próximo ao dele.

Entraram no carro e durante o caminho até o restaurante eles conversaram pouco, ficaram em uma guerrinha de flerte e de vez em quando algum comentário sobre o dia ou o clima, nenhum dos dois queria gastar seus dotes ou parecer fácil, a noite ainda estava só começando, chegaram ao restaurante depois de vinte minutos, Jiraya cumprimentou o recepcionista e disse seu nome, o homem os levou até uma mesa afastada dos demais clientes que ali estavam, enquanto iam Tsunade observou um pouco, não haviam crianças ou adolescentes era um lugar reservado para que casais viessem, as mesas eram parcialmente isoladas umas das outras por divisórias de cor bordo, subiram por uma escada até o andar superior, se sentaram em uma mesa que tinha uma vista para a rua e a divisória era maior e os isolava das pessoas.

-Já conhecem a casa? – o jovem garçom que veio lhes atender depois que sentaram falou.

-Um pouco conheço os donos, mas nunca tinha vindo – falou Jiraya enquanto ele dava aos dois o cardápio.

-E eu sou a convidada - Tsunade falou olhando para Jiraya que lhe sorriu.

-Gostariam de lago para ir bebendo? – o homem falou e os dois pensaram.

-Uma taça de champanhe pra mim e você Tsunade? – Jiraya perguntou olhando para ela.

-O mesmo – falou e homem saiu e em momentos serviu a eles as taça se logo em seguida lhes dando privacidade

-Um brinde? – Jiraya falou.

-A trombada na feira – ele riu.

-A o meu pedido de desculpas – bateram levemente as taças.

-Como descobriu esse lugar? – Tsunade perguntou antes de tomar um gole.

-Um casal de amigos, Gai e Kakashi que trabalharam comigo no Japão, eles vieram pra cá e montaram o lugar, nuca tinha vindo aqui – falou casualmente também tomando um gole.

-E porque nunca veio? – perguntou curiosa.

-Nunca tive uma companhia tão boa e bela pra justificar a vinda, sabe a especialidade aqui são comidas afrodisíacas – ela riu levemente, Jiraya mesmo depois de trinta anos não tinha perdido o jeito sacana.

-E se não acontecer nada depois daqui? – provocou e ele sorriu de lado.

-Não vai? – ela lambeu um pouco os lábios e riu internamente, tinha se esquecido que Jiraya dominava a arte de deixar ela contra a parede quando se tratava de sexo.

-Touché – mas não ia deixar de provocá-lo – algo vai acontecer, esse jantar define o oque.

-Do mesmo jeito que eu me lembro – falou olhando para ela.

-Não exatamente, mais madura, mas segura, mais eu sabe – ele sorriu.

-Sei o mesmo comigo, menos babaca, mais maduro e tenho orgulho de dizer alguém a sua altura agora – ela estranhou a fala dele.

-Como assim? – ela falou tomando outro gole.

-Bem eu demorei muito para ser um homem de verdade, antes pra mim sexo era o suficiente para satisfazer alguém, sabe eu precisava viver toda uma vida para poder te encontrar da maneira certa - Tsunade gostou doque ouviu, ficou um pouco enrubescida, estava longe de ser tímida, mas não ouvia nada romântico assim a dois anos.

-Vamos comer? – ela perguntou ainda sorrindo.

-Claro.

Pediram seus pratos e passaram a aproveitar a noite naquela mesa, conversaram ainda mais, trinta anos se passaram em uma hora meia que ficaram ali, Tsunade pensou que ele realmente estava certo, aquele Jiraya inconseqüente e imaturo de 30 anos atrás não conquistaria ela hoje, mas o home a sua frente era diferente dele, tinha boas memórias do passado, mas estava ansiosa para conhecer o do presente. Jiraya não tinha mentido sobre a comida, sentiu seu corpo esquentar e seios ficarem sensíveis, no meio de suas pernas sentia a buceta levemente úmida, olhava pra ele que não estava diferente a olhando como um lobo, saíram perto das onze da noite do restaurante, esperavam o carro de Jiraya, juntos embaixo da cobertura da entrada do restaurante.

-Bem está tarde e minha casa fica a vinte minutos daqui e sabe eu não vou ficar tranqüila de deixar você voltar sozinho, mas infelizmente eu não tenho vagas sobressalentes no meu prédio – a ultima parte não fazia exatamente parte do flerte, Tsunade havia alugado as duas vagas para os vizinho e deixava que um outra fosse usada como deposito de bicicletas enquanto não usava.

-Então acho bom irmos pro meu apartamento – ele falou e passou o braço pelas costas dela segurando sua cintura.

-Concordo.

Quando o carro chegou, ambos entraram e Jiraya partiu com o carro, lá dentro ambos trocavam olhares de desejo, Jiraya começou a ir pouco abaixo da velocidade da via porque dividia a atenção entre as machas e os seios de Tsunade, ela ria internamente do hipnotismo dele, tiveram que parar em um semáforo por conta de um caminhão que cruzava o sinal, enquanto estavam parados Jiraya desceu sua mão direta e segurou a coxa de Tsunade que prontamente guiou as caricias mais para cima, Jiraya levantou um pouco o vestido dela com mão e alcançou sua calcinha com os dedos acariciando por cima do pano, Tsunade o encarou e mordeu os lábios pelo tesão, enquanto ainda estavam parados, beijou Jiraya com vontade enquanto ele a acariciava, o primeiro beijo em trinta anos, ara gostoso e sensual, nos dois anos que passou sozinha o maximo que havia feito foi dar um selinho em uma colega de trabalho, mas hoje estava deixando fluir toda a vontade que tinha.

Quando o caminhão passou e o sinal abriu, Jiraya teve que usar a mão para trocar de marcha, foi ai que Tsunade deixou sua vontade arrebentar a represa do tesão, soltou o sinto de segurança, Jiraya não entendeu a princípio, mas logo ela se abaixou sobre seu quadril abriu seu zíper e baixou sua cueca um pouco deixando seu membro para fora, ele sorriu malicioso deixou um carro em uma macha que fosse segura para dirigir daquele jeito, quase deu um urro quando Tsunade abocanhou a glande e chupou com vontade, o deixando totalmente ereto, ela chupava ele com maestria e sem pudor levando até o fundo da garganta, Jiraya estava se controlando no volante, enquanto Tsunade o levava aos céus com aquele boquete, ele sentia latejar todas vez que ela sugava e circulava a língua e com as mãos apertava suas coxas, o caminho demorou um pouco mais pelas ações de Tsunade, quando estavam perto de chegar ao seu prédio ele pediu que ela parasse um pouco para que o porteiro não visse, isso foi um gás pra ela que continuou com mais vontade, ele não resistiu aquelas investidas e gozou em sua boca, eles estavam quase na porta da garagem quando ela se levantou, não gostava do gosto de porra, alias quem gosta, mas engoliu e o puxou para um beijo para testar se ele tinha algum nojo, ele devolveu o beijo na mesma intensidade ofegando um pouco, passaram pela porteiro que pegou os dados de Tsunade e entraram na garagem do prédio, ele fechou a calça e ambos saíram do carro, quando entraram no elevador Jiraya tampou a câmera com a mão e puxou Tsunade para perto, levou a ao livre ao meio de suas pernas. Invadiu sua calcinha pela lateral e passou a dedilhá-la, massageando-a o mais delicado possível até penetrá-la com os dedos.

Enquanto o elevador subia não paravam de se beijar e ele não parava de estimula-lá, enquanto ela soltava gemidos abafados pelos beijos, quando a porta se abriu no andar dele, ele parou os movimentos e com as duas mãos a levantou, Tsunade cruzou as pernas nele e segurou seu pescoço o voltando os beijos, apesar de um pouco de dificuldade abriu a porta do apartamento e entrou com ela, Tsunade desceu do colo dele para que Jiraya fechasse a porta, quando ele se virou para ela, Tsunade tinha tirado os sapatos e atirado em algum canto, ele fez o mesmo com o casaco do smoking antes de ser pressionado pela mulher contra a parede, ela passou a chupar seu pescoço enquanto soltava os botões da camisa, ele levantou o vestido dela até a cintura e apertou sua bunda com vontade e deu dois tapinhas, ela o olhou com tesão e o beijou terminando de soltar a camisa e tirar dele, mordeu os lábios ao ver o físico dele, cinqüenta e dois anos de pura luxuria, ele soltou o cinto enquanto isso e jogou a calça para o lado, ela o acompanhou e tirou o vestido ficando apenas de roupa intima, maliciosos voltaram a se agarrar, ele a pegou novamente no colo e levou até a quarto, colocando Tsunade na cama com as pernas abertas e os joelhos levemente dobrados, ele retirou a calcinha dela letamente como se saboreasse a visão, ele pensava como uma mulher podia ser tão perfeita.

Sem demora passou a chupar ela com toda a maestria que tinha adquirido ao longo dos anos, ele chupava e lambia toda a extensão dela a penetrando com os dedos e estimulando o clitóris dela com a língua, sem parar os movimentos a olhou rapidamente que estava se remexendo na cama, apertando os próprios seios pelo tesão, Tsunade soltou os sutiãs e arqueou um pouco o corpo para ter uma visão melhor de Jiraya a exitou ainda mais quando viu seu olhos enquanto ele lhe dava aquele oral, Tsunade passou a apertar levemente os seios e brincar com os mamilos, oque a levou ainda mais rápido a beira de um orgasmo, segurou os cabelos de Jiraya e apertou as coxas para aplacar a sensação que veio como um vulcão e a derrubou na cama.

Jiraya sorriu vitorioso e subiu para beijar seus lábios, Tsunade ofegava levemente entre os beijos e os chupões dele em seu pescoço e seios, sentiu ele rígido sobre a cueca, Jiraya já estava pronto e ela o queria dentro de si, resmungou e ele riu se levantando e indo até o armário, ela não entendeu.

-Sabe não se é um bom vendedor de produtos eróticos sem saber usar – falou e abriu o armário tirando uma maleta media de lá – você brincou comigo no carro e agora é a minha vez de brincar também – Jiraya falou e abriu a maleta mostrando a ela o conteúdo mais do que interessante.

-Ótima ideia, vai brincar direitinho? – falou ficando de joelhos na cama, ficando quase sentada sobre as pernas.

-Vou sim - foi até ela e a beijou, deixou a maleta ma cama e tirou uma venda vermelha – mas você não vai ver só sentir.

Vendou ela e pegou um par de algemas na maleta, prendeu as mãos dela para trás, Tsunade então sentiu ele se colocar atrás dela e sentiu seu membro entre as bandas de sua bunda, ficou mais excitada de sentir ele ali.

Jiraya pegou um gel e passou nas montas dos dedos começando a estimular os bicos dos seios dela, Tsunade passou a gemer levemente e colocou a cabeça para trás procurando a boca dele, se beijaram naquele fulgor de prazer, Jiraya parou um pouco as mãos e pegou dois itens na maleta, Tsunade sentiu um seus bicos do seios serem sugados, Jiraya colocou estimulantes de seios que aplicavam uma pressão se sugar constante nos bicos, como se alguém estivesse ali.

Ela passou a gemer mais pelo prazer constante proporcionado, Jiraya saiu da cama e ficou de pé escolhendo oque usaria a seguir, escolheu o brinquedo e pegou um tudo de lubrificante, levou até a bunda dela e colocando o liquido na mão passou a colocá-lo no anus dela usando os dedos, começou com um dedo e em seguida a penetrava com dois passando bastante lubrificante, pegou o brinquedo que escolheu e perguntou pra Tsunade “posso?”, ela levantou a bunda sem falar nada, sentiu dois volumes a penetrar e logo em seguida Jiraya ligou os plugs anais, a vibração tomou conta do interior dela, começou leve, mas logo ele pos na potencia máxima.

Ele começou a se excitar ainda mais vendo ela gemendo de prazer com os brinquedos, por isso pegou um vibrador que também estimulava o clitóris enquanto penetrava e colocou nela, era de controle remoto se afastou e ligou na potencia mínima, ela gemeu alto e colocou a língua para fora, Jiraya subiu na cama e com os dedos entre os cabelos dela a conduziu ela até seu menbro, Havia adorado o boquete no carro e queria mais, ela passou a sugar o membro sem pudores como antes agora com mais vontade, Jiraya ditava ritmo das chupadas e se deliciava enquanto ouvia os gemidos abafados, quando aumentava a potência do vibrador com o controle em suas mãos.

Ele tirou o membro da boca dela e soltou as algemas, mas sem desligar os outros brinquedos, queria ter tudo dela e Tsunade estava pronta para dar, encostou-se à parede e sentou na cabeceira da cama e trouxe ela para perto, ele colocou o membro sobre seus seios e Tsunade nem precisou ouvir o pedido para colocar o membro dele entre os seios e lhe dar uma espanhola, Jiraya delirou quando seu pênis deslizava entre os seios dela para que ficasse mais confortável pra ela tirou os estimuladores dos seios dela, Tsunade passou a alternar ele o meio de seus seios e passar a glande no bico dos seios, enquanto isso ele colocou o vibrador na potencia máxima, Tsunade não aquentou e teve outro orgasmo parando um pouco.

-Cansada? – ela riu.

-Você está? – ele riu também

-Vou comer a sua buceta agora – falou e ela tirou a venda.

-Come forte, sem dó – falou olhando para ele.

Jiraya beijou ela, tirou o plug e o vibrador pegou um outro vibrador que era liso e passou lubrificante, mas não o usou ainda, se sentou na cama e logo Tsunade estava sentada nele, colocou ele em sua entrada e desceu rebolando levando ele a loucura, Tsunade tomou as rédeas e o empurrou rebolando com vontade sentando como toda o tesão que tinha ainda, ela segurou uma das bandas com uma mão e com a outra levou o vibrador liso até o anus dela e penetrou levemente ligando o aparelho, ela foi a loucura sentindo a vibração enquanto rebolava. Tsunade rebolava mais forte e Jiraya chupava seios sem parar os movimentos com o vibrador nela, ele penetrava e fazia movimentos circulares levando um pouco mais fundo a cada giro, Tsunade começou a gemer inebriada agarrando os cabelos de Jiraya e pressionando a cabeça de Jiraya contra sim, ele não parou de chupar seus seios ele puxou o vibrador um pouco para cima e segurou a bunda dela com a mãos unindo o rebolar dela as estocadas firmes, nenhum dos dois resistiram por muito tempo Tsunade teve um terceiro ápice e Jiraya foi logo em seguida gozando dentro dela.

Ambos estavam ofegantes se beijando aproveitando o prazer prolongado pelos corpos quentes, ele tirou o vibrador dela e a abraçou a beijando ainda mais, se separaram e deitaram um ao lado do outro, ela estava lá nus na cama respirando pesadamente olhando para o teto, Jiraya esticou o braço e Tsunade colocou a cabeça sobre ele.

-Foi um bom pedido de desculpas e reencontro de velhos amigos – Tsunade falou e se virou pra ele.

-Foi mesmo, deveríamos tomar mais cafés depois de feiras assim – ela falou e puxou ela para um beijo.

-Tá me chamando para um segundo encontro? – falou e ele sorriu.

-Estou, pra um segundo, terceiro – acariciou o rosto dela e falou – você é sensacional quero muito mais que hoje.

-Estou de folga na próxima terça novamente – ela o beijou – eu escolho o lugar, você só trás a maleta.

-Gostou mesmo - riu malicioso e a beijou – tenho mais coisas na empresa posso pegar umas amostras pra próxima vez.

-Quero experimentar tudo Jiraya – ela falou se colocando por cima dele – mas por agora eu quero um banho, tem algo a prova d’água?

-Tenho - riu e apertou sua bunda.

Aqueles velhos amigos se tornaram muito mais, as noites continuaram cada vez mais quentes, se tornaram mais divertidas, Jiraya nunca ia se cansar de dar prazer a sua musa e ela nunca ia se cansar de receber.

16 de Septiembre de 2018 a las 21:44 14 Reporte Insertar 2
Fin

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Saah AG Saah AG
Acho que todo texto tem pontos positivos e negativos. Meu comentário vai ser sobre ambos, mas vou colocá-los numa lista pra não me perder. Pontos positivos: * O casal foi uma ótima escolha. Casais mais "adultos" (que não eram crianças no Naruto Clássico) são pouco abordados, principalmente o dessa fic. Você alimentou bem o fandom. * O fato da Tsunade ter uma boa auto-estima. Produzir mulheres fortes, lindas, confiantes, sensuais e bem sucedidas é o que há. Pouco se fala sobre a sexualidade de uma mulher madura. As pessoas acham que gente mulher acima dos quarenta vira uma santa imaculada, como se a vagina se tratasse, e não é desse jeito MESMO. Você abordou bem. * O lance com os brinquedos eróticos. Você contextualizou e isso foi lindo. Já li mta fanfic (yuri, principalmente) em que a pessoa brotava do nada com um vibrador. Ridículo demais, meu Deus! Achei louvável o desenvolvimento tanto do trajeto dele quanto o dela. Ambos com um passado antes da fic e tal. Pontos negativos: * A gramática deixou bem a desejar. No texto existem erros de digitação, erros de pontuação, acentuação, concordância. E são coisas básicas. Eu recomendo que vc revise ou mande pra algum beta ou corretor. * Me senti um tanto quanto incomodada com a velocidade dos fatos. Eu sei que é uma one, e não uma longfic onde vc tem espaço pra desenvolver, mas achei meio estranho. Quer dizer, a Tsunade ficou viúva há dois anos e pulou na cama no mesmo dia que trombou com um cara que n via há trinta anos. Mas é questão de perspectiva, aposto que teve gente que leu e não se incomodou com isso. Enfim, desejo sucesso 😄 parabéns por ter concluído o desafio. Foi uma leitura interessante.
1 de Octubre de 2018 a las 14:19

  • Saah AG Saah AG
    Como não tem como apagar o comentário ou editar, deica eu corrigir por aqui. "As pessoas acham que mulher acima dos quarenta vira uma santa imaculada, como se a vagina se costurasse, e não é desse jeito MESMO. Você abordou bem." 1 de Octubre de 2018 a las 14:23
  • brener Silva brener Silva
    Valeu moça muito obrigado pelo comentário e pela crítica, vou me atentar mais aos detalhes, muito obrigado mesmo e fico feliz que tenha gostado, eu quis pegar o casal mais velho justamente pra mostrar que o prazer não tem idade, quanto a rápidez doque aconteceu eu quis fazer a Tsunade alguem que sim teve seu luto, mas quando teve vontade de ter algo ela não ficou travada, sabe ela é uma mulher forte a morte do Dan já passou e ela estava aberta a experiências sem essa de uma pessoa só ama uma vez na vida. 1 de Octubre de 2018 a las 14:39
Ricardo Braga Ricardo Braga
aaaaaaaaaaaa q delicia
28 de Septiembre de 2018 a las 06:42

Veronyca Costa Veronyca Costa
Miiiiiiinha nossa senhora dos produtos eróticos me envie esse Jiraia!! Primeira fanfic que leio de você e confesso estar impressionada. ADOREI a escrita e a criatividade. Parabéns lindo 💗
23 de Septiembre de 2018 a las 05:08

  • brener Silva brener Silva
    Valeu moça estou lisonjeado, amém produtos eróticos, eu adorei escrever que bom que gostou tanto dela, muito obrigada pelo comentário 23 de Septiembre de 2018 a las 05:57
Grid Pudim Grid Pudim
Por mais hentais com produtos eróticos To sem fôlego, amei demais
17 de Septiembre de 2018 a las 08:25

  • brener Silva brener Silva
    Valeu gris, realmente tá em falta nas fanfics ultimamente e que bom que você gosta stou da minha eu adorei escrever da visão de duas pessoas mais velhas, valeu mesmo 17 de Septiembre de 2018 a las 10:05
  • brener Silva brener Silva
    *grid (tinha escrito o nome errado) 17 de Septiembre de 2018 a las 10:07
Nonna Costa Nonna Costa
Primeiro: U-A-U Segundo: Noooosssa siora!!! Terceiro: AMO JIRAYA E TSUNADE COMO UM SHIPP Quarto: arrazou. Apesar de alguns erros de escrita, gostei da forma como vc desenvolveu o tema. Amei ❤
16 de Septiembre de 2018 a las 19:00

  • brener Silva brener Silva
    Valeu por ler e pelas dicas acabei deixando uns errinhos mals, mas muito obrigado por ler eu também amo eles como casal e adorei escrever 16 de Septiembre de 2018 a las 19:45
Azarashi Onna Azarashi Onna
EU TÔ BAMBA. Cara, essa coisa de reencontro de velhos amigos já é algo interessante de se abordar, e o modo que os vibradores foram usados, meu sonho uma fanart disso? Arrasou, eu tava doida pela fic porque adoro o ship e tava curiosa com o resultado. Pode me tacar muito JiraTsu na cara pfvrrr
16 de Septiembre de 2018 a las 17:32

  • brener Silva brener Silva
    Fanarttistas porque não nos dão, muito obrigado pela atenção, eu adorei escrever toda a questão do rencontro e como eles são tão bem resolvidos que aquele sexo foi algo natural pra eles e quanto a jiratsu pode crer que vem mas 16 de Septiembre de 2018 a las 19:46
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