Shinobis Don't cry Seguir historia

niccax Neeca Ashcar

— Shinobis não choram não é mesmo Itachi? Itachi sentiu os músculos enrijecerem com o rinnegan preso em si, sem qualquer delicadeza programada por Nagato de descontinuar os olhares lançados. — Shinobis não choram! — afirmou sério a pergunta de outrora. *** Adentrou contado os passos, respirando pela boca, quase virou-se e voltou para o quarto. Acontece que as rachaduras descobertas em Nagato eram parecidas com as suas…


Fanfiction Anime/Manga No para niños menores de 13. © As histórias aqui postada são de exclusividade minha, Plágio é crime conforme a LEI Nº 9.610, DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 e Art. 184 do Código Penal – Decreto Lei 2848/40. Shinobis Don't Cry – 2018 – Nicca X Keehl ©

#drama #guerra #naruto #itachi #angst #família #Nagato #un #Nagaita #querobiscoitofns #gincanafns #extraoficial
Cuento corto
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Rachaduras

Naruto e seus personagens não me pertencem, história de fã para fã sem comprometer a obra original e sem fins lucrativos.


Notas:

Hi peoples, tudo bem?

Yo una vez mais aqui louvando Nagaita, nessa gincana cheirosa.

Tema: Família, ohhh tema difícil para escrever desses dois no UN, please!

Apenas gostaria de agradecer ao Jonh Green por sua sabedoria. A história não tem nenhuma inspiração no livro citado, nem cheguei no terceiro parágrafo dele para ser sincera, contudo lendo “Tartarugas até lá embaixo” notei uma semelhança do início de todos seus livros e copiei tipo o Kakashi. Ele sempre começa com um trecho diferente em seus livros de diversos autores, até mesmo os autores criados por ele. E meio que quis homenagear esse homem colocando um trecho que combinasse com a história. Contei as palavras e o trecho tem 72 palavras e a one 1.2 k então ela não contabiliza para o número mínimo exigido pela gincana. #exemplo

Novamente venho a agradecer pela Di Angelo existir na minha life. Sua linda, ela acredita tanto quanto eu no ship! <3 

Sempre falo muito, então é apenas isso. Boa leitura!






Rachaduras em todos nós. Como se cada um tivesse começado como um navio inteiramente à prova d’água. Mas as coisas vão acontecendo… as pessoas se vão, ou deixam de nos amar, ou não nos entendem, ou nós não as entendemos… e nós perdemos, erramos, magoamos uns aos outros. E o navio começa a rachar em determinados lugares. E então, quando o navio racha, o final é inevitável.”


Jonh Green — Cidade de Papel.




Meus pais me colocava para dormir e contavam histórias antigas sobre o nosso clã, antes do massacre a Uzushiogakure, sempre a história parecia rebuscada, com passarinhos e uma vegetação colorida, pelo menos era assim que eu imaginava ser a terra dos meus ancestrais. As vezes as histórias mudavam para como foi que acabamos na Amegakure, eram carregadas de aventura, com minha mãe grávida e meu pai lutando para sobreviver, e eu achava incrível.

O que eu não poderia imaginar, escondíamos com medo de os mesmos que destruíram nosso clã, viessem atrás de nós para dar cabo ao rasto. Contudo era muita criança para saber de todas aquelas coisas.

O clã Uzumaki antes orgulhoso de nosso poder, agora éramos apenas o resultado de pó, muitos escravizados pelo nosso chakra, enjaulados como animais. Extraiam até a nossa última gota de dignidade que tínhamos. Eu como poucos estava a salvo ao lado de mamãe e papai.

Eles fariam tudo pelo meu bem-estar, mascarar a guerra, até essa mesma guerra obrigar nosso afastamento como simples “civis”.

Pensar em tudo isso vem em minha mente uma poça de sangue, a poça de sangue que levou meus pais para o mundo dos mortos por um infeliz mal-entendido. Nada é para sempre e vivemos num mundo caótico para talvez nós importar com a paz ou saber qual será os nossos destinos, exceto para quem consegue prever o desconhecido.

E esse foi o meu primeiro contato com a dor…

Todavia, uma vez depois da morte deles me senti em casa, abraçado e acolhido. Pensei que encontrara uma família. E encontrei!

Konan, Yahiko e o mestre Jiraiya. Todos davam-me a falsa sensação de que tinha um lar, de que este mundo era pacífico para quem tinha uma família, quem tinha para onde voltar.

Contudo Itachi, o ciclo da vida da forma mais cruel deu as caras novamente, levando de volta para Konoha o mesmo lar dos assassinos de meus pais, o mestre e depois de anos que nos julgávamos invencíveis levou Yahiko. Apenas uma kunai em minha mão enquanto meu amigo e meu irmão tirou sua própria vida.

Neste momento eu vi a dor pela segunda vez…


Shinobis não choram não é mesmo Itachi?


O Uchiha encarou o corpo cadavérico de Nagato, sem nenhuma dor aparente nas maçãs finas. Trêmulos os olhos pretos queriam dizer algo, os lábios finos e pequenos, estático como se nem ao menos respirar, respirasse, por fim, fechou os olhos ponderando as palavras.

Não era todo os dias que encontrava o que não deveria encontrar, Itachi nem estava a fim daquele encontro e ainda era recebido de braços abertos com enxurradas de informações sem a necessidade devida de formalidades e perguntas sobre. Natural como o simples ato das plantas em fazer fotossínteses.

Itachi considerava-se um amaldiçoado por ser o responsável pela morte de sua família e clã. Sasuke nunca o perdoaria, não enquanto estivesse vivo pelo menos. Entretanto conhecer uma história como aquela. Sem qualquer pingo de decência em se desculpar pela invasão inoportuna ao esconderijo de Uzumaki Nagato, deixou-o pensativo sobre o que é ser uma pessoa amaldiçoada naquele mundo shinobi.

E observando a face insossa, sem ao menos piscar os olhos, notou na voz harmônica do anfitrião toda a angustia vivida até ali e a expressão das orbes violetas notava a amarguras presentes do passado.

Itachi sentiu os músculos enrijecerem com o rinnegan preso em si, sem qualquer delicadeza programada por Nagato de descontinuar os olhares lançados.


Shinobis não choram! — afirmou sério a pergunta de outrora.


Nagato não demonstrou sentimento algum com a resposta do Uchiha apenas mordeu os lábios pensativo e como se ele lesse sua mente, questionou:


Conte-me sobre você, como acabei de fazer!


O tom ressoou mais como uma súplica, do que uma ordem, Itachi fechou os olhos sem intenção alguma de contar sobre sua vida.

Lembrou de imediato todas as vezes do corpo encruar só pela presença de Pain. Recordou a mensagens recebidas: fique longe. E ao mesmo tempo mesclava a indecência de saber quem era aquele Shinobi misterioso.

E ao passo do desconforto barulhento em sua mente com milhões de imagens rodando-a. Itachi sentou-se longe do corpo estendido e deixou as palavras escapar pelos lábios:


Já ouviu falar da maldição do ódio?


Nagato não precisou responder para Uchiha saber com cada poro de seu corpo; o Uzumaki sabia sua história.

Então qual era o propósito de ter lhe contar?

Apenas viu o possuidor do rinnegan balançar sutilmente a cabeça para cima e para baixo, neste momento saiu da posição defensiva relaxando, por fim.

O Uzumaki não era alguém para se temer, fechou os olhos e mordeu o interior da bochecha, quiçá desabafar fosse o melhor. Possivelmente… não naquele dia…

O mesmo misto curioso e cauteloso como um felino fizera-o quase saltar para trás. Carregava na sua visão o rinnegan honesto em si.

Em um movimento sutil apenas encarou uma vez mais o esconderijo rochoso do Uzumaki, junto a figura de Nagato e de costas sorriu sem a decência de deixar o anfitrião ver. Saiu sem se despedir…

Aquela experiência havia tocado o coração de Itachi em vários pontos, primeiro em como o Uzumaki fora veraz com ele, em sequência no olhar triste ou no leve tremor de seus lábios no instante em que se abria e no assomar do peito ossudo descendo e subindo com dificuldades.

Sua mente estava cheia, mesclava os pensamentos entre Nagato e todo o seu passado até ali. Recordou com pesar da mesma guerra citada pelo companheiro e de tantas pessoas inocentes mortas assim como os pais do líder da Akatsuki. Tudo que Itachi tinha certeza até ali não era mais conciso, assemelhava sua nova missão mudar Nagato, o Uzumaki precisava enxergar, enxergar o que ele enxergava antes de tudo.

E quem sabe daquela forma os dois juntos encontrariam um novo propósito para a organização.

O Uchiha naquela mesma noite evitou as conversas com Kisame, a refeição e dormiu mais cedo. O que ele achou ser dormir apenas deitou.

Com o pensamento consumido por toda a conversa com o Uzumaki remexeu, observou a lua e as estrelas pela janela da hospedagem. Nada tirou de sua cabeça a angustia carregada nas palavras, apenas um borborinho ecoava com a voz aveludada e ritmada do companheiro.

Ele havia tomado sua decisão antes mesmo do sol apontar no céu. E cansado esqueceu-se do dever.

Apenas deixou o corpo sonolento e mesclado de energia fora do comum guiar até alcançar o lugar preso a mente.

Adentrou contado os passos, respirando pela boca, quase virou-se e voltou para o quarto.

Acontece que as rachaduras descobertas em Nagato eram parecidas com as suas. Acreditou, explodiria só no ato de não contar. E encontrá-lo estava tudo novo comparado com horas atrás.

Os dois cravaram-se por muito, não havia mais a conta das horas, segundos e minutos, o tempo parara ali. Até o romper de um sorriso doce plantar nos lábios finos do Uchiha desta vez permitindo sua observação e sussurrou apático:


Agora estou pronto Nagato...

22 de Agosto de 2018 a las 21:49 6 Reporte Insertar 4
Fin

Conoce al autor

Neeca Ashcar Com gosto aguçado em descobrir, vivo fazendo mil e uma pesquisas. A leitura é meu mecanismo de vida e a escrita é tão necessária quanto água. Escrevo tudo que me dá na telha. Tudo mesmo… De casais velhinhos passando os últimos dias de suas vidas juntos, até o ataque de uma horda de zumbis esfomeada e sedenta de sangue. Não espere constância! ;) 💚Mama NagaIta — Igreja Suprema: KakaGai — Tipo Rapadura. 💚 Nath, eu te amo, my Best!

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Ricardo Braga Ricardo Braga
ameeei. ja shippando
14 de Septiembre de 2018 a las 10:52
Alice Alamo Alice Alamo
Olá, Nicca, venho aqui hoje pelo Sistema de Verificação do Inkspired. Sua história foi colocada em "Em revisão" pelos seguintes apontamentos: 1) Problemas de concordância como em "Meus pais me colocava"; 2) Falta de acentuação como em "As vezes"; 3) Problemas de pontuação. O seu texto possui algumas vírgulas faltando e períodos em que deveria ser ponto final, mas está vírgula. 4) Há frases desconexas como "O que ele achou ser dormir apenas deitou". O que eu sugiro é que a autora revise a história ou solicite uma betagem a uma terceira pessoa, a história possui muitos pontos pequenos a serem corrigidos. Caso desejo o status de "verificado", é preciso que esses apontamentos sejam revistos. Quando o fizer, basta responder esse comentário para uma segunda verificação. Atenciosamente, Alice, Sistema de Verificação do Inkspired
12 de Septiembre de 2018 a las 15:33
Vany-chan 734 Vany-chan 734
Oi, vim aqui dar meu parecer. Foi uma one curta, e um final até aberto, fiquei esperando pela fala do Ita, mas tudo bem. Trazer um pibgo de angst pra esse desafio era meu sonho, mas nao consegui husgausha Bom trabalho. P.S: Tem alguns errinhos de port na one, eu diria pra vc dar uma revisada ;)
3 de Septiembre de 2018 a las 13:23

  • Neeca Ashcar Neeca Ashcar
    Olá tudo bem? Hahahaha eu idealizei ela desta forma com esse final aberto... Tem um motivo para isso escondido na leitura. Minha intenção era abordar os dois de maneira leve e sem dramas, mas saiu do meu controle nas duas histórias... Acho que o destino acabou trocando os papéis para nós duas uma trabalhar no Angst e a outra que não tinha a intenção fazer... Hahahaha Obrigada por me avisar, revisarei meu bebê... 😉 Beijinhos 😘 3 de Septiembre de 2018 a las 19:12
One Nightmare One Nightmare
MAS OLHA ISSO! ♡ EU ACHEI MUITO FOFO *0* FAZ MAIS, FAZ MAIS!!!!! \O/
24 de Agosto de 2018 a las 17:46
Di Angelo Di Angelo
Primeiro de tudo, OLHA ESSE SHIPP QUE LINDO. Uau. A história ficou ó uma coisa linda. Cara o Nagato falando das famílias dele é tão triste. Olha este homem, alguém abraça ele. O Itachi lembrando do Sasuke, também é tão triste. Mano me explica como não gostar deles juntos, porquê eu não consegui ainda.
22 de Agosto de 2018 a las 17:19
~