O Jantar da Família Wicked Seguir historia

asheviere Jupiter L

O jovem Hades Wicked enfrenta um típico problema de adolescente. Quando sua mãe, uma supervilã que fora presa anos atrás, finalmente volta para casa, Hades precisa confessar a seus pais que seu futuro não está na vilania.


Cuento No para niños menores de 13.

#oneshot #família #Supervilões #Vilões
Cuento corto
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Bem Passado

Hades Wicked estava extremamente ansioso diante da perspectiva de reencontrar sua mãe, Marie. Seria o primeiro jantar em família que teriam em dois anos, e ele deveria estar muito feliz, mas o que o jovem sentia era um misto de empolgação e vertigem. Hades devia ser o único adolescente do mundo que comparava o retorno da mãe ao Dia do Juízo Final. Ou melhor, talvez outros adolescentes também se vissem nessa situação, mas para Hades poderia ser REALMENTE o Juízo Final. Olhou ao relógio pela última vez, seus pais já deveriam estar chegando.
No seu íntimo, uma voz sussurrava que ele tinha cinco minutos de vantagem para fugir, mas Hades não iria fugir. Tudo já estava planejado. Ele tinha preparado o jantar. Quando Marie chegasse, Hades iria abraçá-la, convidá-la a sentar, olhar no fundo de seus olhos e confessar... que não queria ser um supervilão.
Sim, a família Wicked era diferente desde os primórdios. A avó de Hades quase conseguiu realizar seu plano de dominar o mundo, foi um erro de cálculo na programação da Máquina do Fim do Mundo que arruinou sua carreira. A senhora já de idade, não enxergava muito bem, trocou um sinal negativo por um positivo, e a máquina tornou-se inútil para chantagear as civilizações do mundo. A tia de Hades, irmã de seu pai, nasceu sem poderes, mas agora, aos 34 anos, era uma bem-sucedida fornecedora de armas que equilibravam a situação dos vilões contra aqueles heróis superpoderosos. Hades até tinha a certeza de que, se estudasse bem a árvore genealógica da sua família, encontraria um Wicked liderando as expedições de colonização América adentro. Ataque terrorista? Tinha algum Wicked envolvido. Segurança nacional? Pffff... Até os sem poderes estavam no Lado Sombrio da Força, mesmo que por crimes menos "super", como estelionato e fraude. O tio Bernie sempre tinha ótimas histórias para contar no Natal, por falar nisso...
O barulho das chaves no corredor fez o coração de Hades palpitar. Tinha se distraído devaneando sobre o histórico familiar, agora mesmo que quisesse fugir, não poderia.
— Algum problema, Hades? Você está pálido... — Hydra perguntou, com cinismo pingando de cada sílaba. Sua irmã estava em casa o tempo todo, mas nem se levantara do sofá para ajudá-lo com o jantar, estava entretida demais com seus projetos. Era um ano mais velha que Hades, e parecia ter puxado muito à avó. Aquela da Máquina do Fim do Mundo, só que Hydra tinha ótimas notas em matemática.
A maçaneta girou, a porta se abriu, e ambos, Marie e Vincent, entraram no apartamento. Hydra não levantou os olhos dos seus cálculos, mesmo quando Marie pulou em cima dela para um abraço. Depois ela avançou na direção de Hades, que fechou instintivamente os olhos temendo pela vida, mas se surpreendeu ao perceber que também estava sendo abraçado. Então seu pai não tinha falado nada ainda, e sobraria apenas para Hades ter de se explicar. Ótimo... Era exatamente o que ele desejava.
— Ah, eu senti tanta saudade desses rostinhos! Hades, como você está grande! E pálido, está se alimentando bem, querido? — Ela segurou seu rosto com as duas mãos e começou a examiná-lo invasivamente.
— Eu... — Hades tentou falar, mas sua língua parecia uma esponja. Apontou para a mesa cuidadosamente preparada. — Jantar...
— Ah, claro, é muito bom ver que vocês continuaram as tradições... — Ela sorriu e se inclinou para a frente, sussurrando: — Pensei que morreriam de fome sob os cuidados do seu pai.
Falando em pai, Hades cruzou seu olhar com Vincent, que parecia tão nervoso quanto ele, sabendo que uma bomba estava para explodir. Já tinha sido uma bomba quando assumiu para o pai, mas para Marie seria diferente. A única pessoa livre de sentimentos, bons e ruins, era Hydra. Hydra apenas fazia piadas das situações, por mais que Hades estivesse querendo morrer de ódio, e Vincent, matar de frustração.
Sua família costumava comer sempre junta, os Wicked eram muito unidos uns aos outros. Uma perfeita família unida e feliz na vilania e nos desígnios do Mal. Os jantares se tornaram um pouco complicados quando Marie estava longe, pois, como a talentosa bruxa que era, preparar uma refeição era muito simples. Mas Hades logo aprendeu a cozinhar, à moda antiga, e aprendeu a gostar disso.
A mesa tinha quatro lugares, Hades e Hydra se sentavam de um lado, e de frente para eles, Marie e Vincent. Hydra comia sem nem olhar para o prato, enquanto fazia cálculos e mais cálculos no seu projeto. Vincent parecia achar o prato muito interessante, e focava sua atenção nele, apenas nele. Marie, empolgada por estar novamente entre a família, olhava de um para o outro, começando a suspeitar daquele silêncio estranho. Quando seu olhar cruzou com o de Hades, ele logo baixou os olhos para o seu jantar, enchendo a boca desesperadamente para não ter que falar. Sob a mesa, deu um chute de leve na perna de Hydra, pedindo ajuda. Hydra suspirou sem um pingo de discrição e deixou de lado seus cadernos.
— Então, mãe, como foi a prisão?
— Ah, ela era bem mais preparada do que eu imaginava. Sabia que eles têm um bracelete capaz de bloquear os poderes? Quando anunciaram essa prisão especial, não achei que seria grande coisa, mas...
— Deve ter sido legal. — Hades quis morrer com a falta de senso de Hydra, mas Marie pareceu concordar.
— Desafiador — respondeu. — Mas foi fichinha, eu e seu pai já pegamos penas piores antes de vocês nascerem, agora não nos arriscamos muito.
— E quando nós quase derrotamos o Fogo-Fátuo? — Vincent lembrou, com nostalgia.
— Ah, minha maior frustração é não ter matado ele, aquele herói conseguia ser mais irritante que a Justice Sword. — Justice Sword, a heroína espadachim que havia derrotado Marie, ou melhor, Neith (como os jornais a conheciam) dois anos atrás e mandado ela para a prisão.
— Você já pensou em como vai se vingar dela? — Hydra perguntou.
— Eu estava pensando... Se eu descobrir a identidade secreta dela, posso usar alguém próximo para atraí-la para uma armadilha.
— Mas isso é clichê, você já foi mais criativa.
— Chata! — Marie resmungou, rindo. A habilidade social de Hydra pareceu terminar ali, e o silêncio voltou a se instalar. — O que está havendo com vocês? Justice Sword arrancou suas línguas?
— Hades tem uma coisa pra falar! — Vincent anunciou, rápido e alto, apontando para ele como se estivesse entregando o pior dos seus inimigos.
— Pai! — Quando Marie o encarou, Hades sentiu seu coração falhar uma batida. Sua alma quase deixou o corpo para visitar seu homônimo no mundo inferior. Sua consciência se refugiu em um local tão remoto dentro de si mesma que Hades não foi capaz nem de desviar o olhar dessa vez.
— Então? — Marie instigou.
— Mãe... — Hades juntou as mãos em uma pose digna de um palestrante. — Eu sei que vocês prezam pela autonomia ideológica pessoal e a não doutrinação dos pais sobre os filhos...
— Não use palavras difíceis pra me confundir — ordenou, com um olhar já desconfiado.
— É, não use palavras difíceis para confundir sua mãe! — Vincent apoiou, em seguida sussurrou para Hydra do outro lado da mesa: — O que é autonomia?
— Poder de decisão.
— Ahh...
— Silêncio, os dois. — Marie tinha um olhar inquisidor sobre Hades, como se seu sexto sentido mágico a avisasse que não vinha notícia boa.
— Mãe, eu não quero ser um vilão! — confessou.
Os segundos em que Hades sustentou o olhar de Marie sobre si foram tão intensos que ele até prendeu a respiração. Então o olhar desconfiado se desfez e Marie começou a rir. Olhou para Hydra e para Vincent, esperando que começassem a rir da piada, mas ninguém a acompanhou, e ela parou de rir quando entendeu que Hades falava sério. A atmosfera pareceu pesada, e com o ruído de energia, todas as luzes queimaram, mergulhando a sala na escuridão. Com sua supervelocidade, Vincent trocou as lâmpadas e voltou à mesa em menos de três segundos. Marie ainda encarava Hades.
— Tá de brincadeira comigo?! — questionou, no limite entre falar e gritar. — Mas por quê?!
— Porque vocês vivem de cometer crimes e fazer coisas ruins!
— Ah, bom, e o que você quer fazer, ser promotor de justiça? Ser médico na África? Resgatar animais abandonados?!
Hydra fez um ruído como se estivesse se esforçando pra não falar. Virou-se para Hades.
— Posso contar pra ela? Por favor, essa é ótima...
— Não.
— Sim! — Marie decretou. — O que é ótima?
— Hydra... — Hades implorou.
— Então... — Hydra se inclinou, como se fosse contar um segredo para Marie. — Hades é vegano.
Hades bateu a testa na mesa, desistindo de qualquer chance de um diálogo agradável.
Marie ainda olhava para Hydra, com a boca aberta em um espanto horrorizado. Olhou para Hades, em seguida novamente para Hydra, se recusando a acreditar na notícia.
— Vincent! — O pai estava cabisbaixo, decepcionado. Apesar de já ter se acostumado com a personalidade do filho, a ferida ainda doía. — Eu não posso me afastar por dois míseros anos que você transforma meu filho em um hippie politicamente correto?! — Ela estava até com as mãos tremendo de choque. — Você deixou ele ler revistas em quadrinhos? Eu disse que aquelas revistas não eram adequadas! DC talvez, mas Marvel nunca!
— Não sei o que aconteceu. Em uma noite estávamos discutindo as melhores técnicas de tortura psicológica e no dia seguinte ele apareceu com aqueles amigos estranhos.
— Violet é nossa vizinha há cinco anos... — murmurou, ainda de cabeça baixa. — E ela só me entregou um panfleto.
— Estou com medo de perguntar sobre o quê...
— Um congresso de Direitos Humanos...
— Vincent, você deixou ele ir?!
— Eu não deixei! Mas ele foi. Eu não sabia se castigava a falta de respeito ou premiava a anarquia.
— Eu acho que vou desmaiar... — Marie tentava se ventilar um pouco balançando a mão como um leque. — Hades, pensei que fosse claro que o único movimento social que permitimos aqui é o feminismo, por questões óbvias. — Marie era co-fundadora do grupo Pró-Vilãs, e elas se reuniam uma vez por mês para discutir suas causas.
— Eu fiz o que pude. — Vincent falou. — Pedi pra um amigo meu levar ele junto em um de seus serviços. Hades entregou o cara para a polícia!
Marie cobriu a boca com as mãos, atônita.
— Eu não te criei pra ser delator!
— É, e por causa dele a gente não pode mais trabalhar com os Marrick.
— Mas eu adoro os Marrick! — protestou, triste.
— Já pedi desculpa...
— Levanta a cabeça, Hades, você não tá falando com a mesa! — Ele se endireitou na cadeira. Hydra tinha parado de prestar atenção, estava com as pernas sobre a mesa folheando seu caderno. Marie segurou as mãos do filho, contendo as lágrimas. — É minha culpa, não é?
— O quê? — perguntou, sem entender.
— Eu vacilei, fui pega e você ficou sem uma má influência em casa, me desculpe!
— Ei, eu sou uma péssima influência! — Vincent contestou.
— Vincent, eu te amo, mas desde que você se aposentou, tem sido uma influência menos péssima. Você nem xinga mais quando vê um herói no noticiário!
— Eu xingo sim!
— Meu bem, quando foi a última vez que você falou "filho da puta" pra alguém?
Vincent pensou por alguns segundos.
— Ah, essa não... Eu sou uma boa influência!
— A questão, Hades, é que você podia ter se inspirado na sua irmã. Olha ela, tão dedicada, o que você está fazendo agora, querida?
— Eu vou invadir a rede de energia municipal e desviar alguns milhões de Volts para usar no canhão de plasma que estou construindo no porão da escola — respondeu, sem tirar os olhos do caderno. Marie sorriu com orgulho, mas desfez o sorriso ao se voltar para Hades. — Isso é porque você ainda não despertou seus poderes? Não se preocupe, você vai.
— Eu despertei meus poderes há seis meses.
— Marie, não pergunte — alertou Vincent, mas Marie ignorou.
— Mesmo? Quais?
— Curo pessoas e entendo animais. Por isso me tornei vegano.
— Não fala essa palavra na mesa de jantar, tenha educação!
— Ai, eu nem sei porque estou falando com vocês sobre isso! — Hades desistiu. — Vocês não entendem, só fazem me julgar. "Ah, porque você só quer chamar atenção. Meu Deus, você é a ovelha branca da família!" Ah, me poupem. E se fosse o contrário? Imaginem um garoto dizendo que quer ser vilão em uma família de heróis?
— Seria um rapaz sensato. Mas filho, você não quer nem fazer um esforço? Nem se eu arranjar algo sem assassinato ou grave ameaça? Você pode trabalhar com o tio Bernie!
— Quero fazer psicologia. — Pelo modo como Marie reagiu, ela não achou isso tão ruim. Então Hades acrescentou: — Mas não é para usar a vulnerabilidade das pessoas para manipulá-las, mãe!
— E o que você quer da vida, meu filho, você acha que ser psicólogo paga as contas?! — Vincent retrucou. — Só o canhão de plasma da Hydra custou sete mil!
— A questão é que eu não vou precisar de um canhão de plasma! Mãe, você sempre disse que valorizava as pessoas que faziam o que não era esperado delas. Vocês não precisam concordar comigo, apenas respeitar que eu não quero viver de crimes, ser preso 500 vezes ou levar surrar de heróis todos os dias! Vamos fazer um acordo, ok? Eu não falo do modo de vida de vocês e vocês não falam do meu! Vamos viver todos com um nível de comunicação tão profundo quanto o da Hydra! — Ainda focada em seus planos, Hydra fez um gesto de polegar para cima. — Viram? Podemos tratar essa parte de nossas vidas desse jeito!
Marie franziu os lábios, apontou para Hades e fez um gesto de polegar para baixo.
— Tá, acho que dá pra viver com isso. Vincent?
— Eu já tentei fazer ele tomar rumo, acho que isso é o melhor que a gente consegue. Mas Hades, por favor, pelo menos em casa, tente agir como um Wicked.
— Certo, eu consigo fazer isso.
— Bem... Não foi o jantar de reencontro ideal... — começou Marie. — Mas a comida tava ótima.
— Podem deixar a louça que eu lavo. — Hades falou.
Marie e Vincent se entreolharam, perdendo de vez a esperança. Simultaneamente, ambos fizeram o gesto de polegar para baixo e levantaram da mesa. Hydra também saiu, deixando o prato para Hades. Sozinho, ele suspirou.
— Definitivamente a ovelha branca da família...
20 de Julio de 2018 a las 00:22 13 Reporte Insertar 6
Fin

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Karina Diniz Karina Diniz
Eu li seu conto a algum tempo, mas só agora dei as caras para comentar porque passei uns dias com sua história na cabeça. Sinceramente, eu achei sensacional. Além de escrever super bem, você conseguiu fazer uma comédia que deu muito certo, o que no meu ponto de vista é algo meio difícil. Tá de parabéns moça, espero ver mais trabalhos extraordinários seus por aqui <3
27 de Septiembre de 2018 a las 19:25

  • Jupiter L Jupiter L
    Olá! Primeiro peço desculpas pela demora em responder. Eu agradeço por ter dedicado um tempo à leitura da minha fic, e estou muito feliz que tenha gostado dela <3 Fiquei um pouco insegura, principalmente quanto ao humor, que não costumo escrever muito, por isso comentários como o seu são muito importantes e prazerosos. Muito obrigada por aparecer <3 8 de Noviembre de 2018 a las 09:32
Jenniffer Samara Jenniffer Samara
Já estou acompanhando essa escrita maravilhosa e super divertida. O conto em si é estrondoso e muito bem executado, além de me trazer um sentimento de nostalgia em algumas partes.
1 de Septiembre de 2018 a las 12:26

  • Jupiter L Jupiter L
    Muito obrigada, Jennifer! Eu gostei bastante de escrever essa one, e fico muito feliz de ver como ela está sendo bem aceita! 1 de Septiembre de 2018 a las 13:00
  • Jenniffer Samara Jenniffer Samara
    Está sim, está maravilhosa <3 1 de Septiembre de 2018 a las 17:34
Elisa Dias Elisa Dias
Muito boa história. Engraçada e bem escrita, como uma boa história deve ser. Ótimo trabalho
29 de Agosto de 2018 a las 08:06
Elisa Dias Elisa Dias
Muito boa história. Engraçada e bem escrita, como uma boa história deve ser. Ótimo trabalho
29 de Agosto de 2018 a las 08:06
Elisa Dias Elisa Dias
Muito boa história. Engraçada e bem escrita, como uma boa história deve ser. Ótimo trabalho
29 de Agosto de 2018 a las 08:06

  • Jupiter L Jupiter L
    Muito obrigada, Elisa <3 Fico muito feliz que tenha gostado da one XD 29 de Agosto de 2018 a las 15:21
Camy <3 Camy <3
EU AMEI! Nossa, eu ri tanto! Sério, eu adorei tudo! Não sei se foi a intenção, mas esse "Violet só me deu um panfleto" me fez pensar muito em Os Incríveis (porque a filha deles é a Violet e eu super a vejo fazendo isso, haha). Sério, ficou engraçado na medida certa e também manteve aquela vibe de super-heróis e vilões que eu amo do fundo do meu coração. Me diz que você tem mais sobre o Hades e a Hydra! Inclusive, que nome maravilhoso! Logo que apareceu eu saquei a referência à Marvel. Inclusive, muito engraçado a dona Marie mandar o filho não ler Marvel, mas ter nomeado a filha em homenagem a uma das organizações mais malignas deles. A leitura está muito gostosa, sério! O Hydra dizendo que o Hades é vegano me fez rir TANTO! Nossa, parabéns mesmo pela criatividade e por ter desenvolvido esses personagens tão carismáticos, eu amei! <3
9 de Agosto de 2018 a las 18:29

  • Jupiter L Jupiter L
    Eu fico tão feliz lendo isso TuT Que bom que gostou, eu também me diverti escrevendo XD Assim, Camy, era para ser segredo, mas existe sim a chance de uma segunda one sobre a família Wicked e os vizinhos estranhos que acabaram de se mudar para o prédio. Estava só na ideia, mas eu quero escrever sim. Hydra <3 Eu queria um nome mais ou menos parecido com Hades (tanto a grafia quanto a vibe). Obrigada de novo por ler e comentar, te amo por isso <3 9 de Agosto de 2018 a las 19:38
Neeca Ashcar Neeca Ashcar
Ahhhh que história incrível, que narrativa linda, eu amei, e ainda estou com uma peninha do Hades, coitadinho! Parabéns!
23 de Julio de 2018 a las 06:50

  • Jupiter L Jupiter L
    AAAAAA MUITO OBRIGADA <3 Estou tão feliz por você ter lido e gostado! Sim, podemos dizer que a vida do Hades não vai ser tão simples daqui em diante kkkkk Obrigada <3 24 de Julio de 2018 a las 11:09
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