Em meus olhos só vejo você Seguir historia

chimint ℓσσℓє

Finalmente Jimin e Jungkook teriam um final de semana inteirinho para aproveitarem um da companhia do outro, mas acabou não sendo do jeito que os dois imaginavam.


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

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Cuento corto
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Capítulo Único


Era Sábado, dia de curti com Jimin lá em casa após duas semanas cheias de aulas cansativas para o Jimin na faculdade e para mim na escola onde eu trabalhava. Estávamos como dois loucos querendo aproveitar todo aquele final de semana agarradinhos que nem dois coalas assistindo algum programa aleatório no Discovery Channel ou matando a saudade dos nossos corpos fazendo amor até não aguentar e desabar no sofá. Mas eu havia esquecido que teria uma reunião no colégio a respeito de umas questões urgentemente pendentes e que me fez deixá-lo a tarde toda só. Apenas torcia para que ele não tivesse ficado muito entediado... Ou muito bravo pela minha demora.

Já eram quase 18hrs, o céu estava escuro e tinha certeza que ele deveria estar doido para comer algum docinho sequer, que por conta da falta do tempo eu não tinha reabastecido a geladeira. Por isso estava levando comigo uma torta de chocolate com uma aparência impecável. Sai do elevador equilibrando a torta em uma das mãos enquanto a outra destrancava a porta calmamente. Assim que adentrei observei que sala e o corredor estavam um breu, mas não acendi as luzes. Tirei meus sapatos e calçando uma pantufa para transitar pela casa, colocando a torta em cima da mesa de jantar e as chaves ao lado. Com passos suaves segui para o meu quarto, onde talvez eu encontraria o loirinho dormindo para passar o tempo.

Ao me aproximar da porta do quarto uma respiração pesada fez-se presente. Ofegante e acompanhada de gemidos curtos. Fiquei em alerta e abri uma frestinha da porta com a maior delicadeza que eu poderia ter naquele momento. E então, curioso, espiei a cena que definitivamente não era nada do que eu poderia sequer cogitar. A cena que se desdobrava a minha frente fora capaz de me fazer andar dois passos para trás, em completo êxtase. Era a coisa mais maravilhosa que eu jamais poderia prever até então.

Com uma palmada leve na coxa busquei a firmeza nos meus membros paralisados e abri mais um pouco aquela frestinha tão injusta, sendo sempre cauteloso. Jimin estava deitado na cama, tão bem arranjado sobre aquela roupa de cama num azul vívido. Era lindo o contraste de seus cabelos loiros bagunçados e sua pele vermelhinha por culpa do esforço que ele tanto se empenhava em pôr.

O conjunto das coxas grossas e panturrilhas definidas, por conta da dança, achavam-se agora abertas e suspensas no ar. Como um dos passos de suas coreografias, a mão direita escorregava com sutileza por todo o corpo causando abalos aos seus pontos sensíveis, relando somente com as pontinhas dos dedos pelos mamilos e se aventurando ao redor do umbigo. E era tão delicioso de ver que a sua outra mão era contra aquela suavidade. Firme e mais ágil nos movimentos que executava. Os arrepios e toques firmes passeavam pelo seu corpo bonito.

No momento seguinte, quando os dedos calmos abandonaram o carinho na barriga eles ousaram em descer mais e mais, contornando as entradinhas em sua cintura em vários círculos curtos. Os dedinhos dos pés se apertaram como nós e o abdômen retesou e assim uma melodia abafada escaparam dos lábios gostosos que mordiam dois dedos. Eu não conseguia aguentar. Era demais sentir aqueles repuxões por debaixo da calça jeans.

Jiminnie estava num confuso embate entre ficar provocando a si mesmo ou partir para aliviar seu pênis teso. Mas não teve outra, sua mão direita, antes tão delicada sobre si, agora deslizava com velocidade massageando o pênis, enquanto que os dedos da outra mão largavam a boca e penetravam fortemente seu buraquinho, tão vermelhinho por conta da invasão. Não imaginava que meu coração poderia doer de tão forte bateu. Juro que me tremi por inteiro. Seu rosto febril acabou proferindo meu nome num tom choroso e luxuriante. Recheando o ar de ofegos, gemidos manhosos, ele ia mais fundo com seus dedinhos pequenos e ardilosos. Porra! Apertei a moldura do batente da porta e o meu pênis necessitado.

Nem eu sabia como eu estava conseguindo apenas observá-lo. Lentamente ia desabotoando cada botão da minha camisa ao sentir aquelas labaredas me consumindo. Uma maldita tortura gostosa me prendia naquele lugar sem nem permitir que meus olhos desviassem para qualquer outra coisa que não fosse ele. Eu sofria por não poder agir de interromper o momento de prazer dele consigo mesmo, mas eu jamais seria capaz disso.

Havia descoberto que um dos melhores prazeres era observa-lo entregar-se a si. Sua caixa torácica subia pesadamente a cada esforço, a cada gemido proferindo meu nome e palavras sujas que repercutia pelo quarto colidindo contra as paredes. Era um eco gostoso que retornava me inundando de tesão.

Quando seus dedos saíram de dentro de si, ele dedicou-se totalmente a punheta rápida e forte. Eu podia ver que o prazer o tomava por completo até ele gozar e se melecar todo com a sua porra. Foi difícil e impossível segurar um suspiro. Meus olhos pesavam do tesão que ainda se acumulava em mim, mas não fui capaz de ficar muito tempo ali para pôr minha mente um pouco no lugar, pois ele não demorou muito tempo deitado. Vi-o limpar sua baguncinha com um lenço umedecido e vestir uma blusa minha, que estava ao seu lado, e se encaminhar para a porta a porta da suíte. Pensei rápido e fui para entrada do apartamento. Peguei o bolo e as chaves e sai. Dei pisadas que não foram nenhum pouco delicadas, mas que foram o suficiente para me tirar dali sem levantar qualquer suspeita. Pela brecha porta pude perceber que ele havia acendido a luz da sala e só assim entrei novamente refazendo toda aquela cerimônia, sendo recebido pelo seu rosto ainda um pouco avermelhado e os fiozinhos loirinhos num arrumado mal arrumado.

Não era uma questão de que eu correria algum perigo se ele tivesse visto que eu o flagrava, obvio que não. A questão é que eu não ruir aquele momento. Mesmo sabendo que quem estava ali sobre a cama se dando prazer era o meu namorado, ainda me soou como uma proposta proibida que me encheu de tesão. Foi um sentimento diferente. Um prazer diferente observá-lo sem poder fazer nada além disso.

— Jungkook- ssi! – Logo depois de eu colocar a embalagem da torta em cima da mesa de jantar, Jimin contornou seus braços meus ombros se apoiando ali me dar um beijo molhadinho. Selei nossos lábios e o suspendi, deixando que suas pernas contornassem minha cintura. — Você trouxe torta de chocolate!

— Trouxe sim, meu loirinho lindo... – Coloquei uns fios do seu cabelo para trás da orelha, enquanto que a outra o mantinha coladinho a mim bem abaixo no seu bumbum, fazendo um carinho bem de leve.

Ele soltou uma interjeição manhosa e isso bastou para eu jogá-lo no sofá e beijá-lo afoito. Simplesmente não dava mais para conter a avalanche que se desdobrava sobre o meu corpo. Não houve quaisquer comentários. Meu corpo estava sendo consumido por toda aquela explosão fervorosa para tê-lo da pior maneira mais deliciosa que eu poderia agora. Não havia tempo o suficiente para toques doces, por que a ardência lasciva já era a personagem principal ali.


FIM.

7 de Julio de 2018 a las 18:54 0 Reporte Insertar 0
Fin

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ℓσσℓє 21 anos • Minjoon | Namgi | Jikook | Showho • mesmo user no spirit ♡

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