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Jeongguk havia dado — ao vivo — uma sugestão incrível (e talvez nada casta) para Taehyung, e o mais velho não possuía qualquer intenção de desperdiçá-la. [ kookv | oneshot | pwp | bottom!taehyung ]


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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Cuento corto
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20170921, Mnet BTS Comeback Show


NJ: V, por que você tem tantas gravatas no seu quarto? Eu não sabia disso.

TH: Eu gosto de colecionar gravatas bonitas, mas não tenho muitas oportunidades para usá-las.

JK: Você pode usá-las no dia a dia.

TH: No dia a dia? Eu devo dormir só de gravata?


(...)


Alguns dias depois...


Era tarde e Jeongguk se encontrava parado numa das janelas do dormitório, observando os carros passarem enquanto ouvia algumas músicas em seus fones de ouvido, sentia-se bem daquela forma.


Aquele simples gesto, por mais bobo que fosse, lhe trazia um pouco de paz e sossego. Ele amava seus hyungs, amava fazer parte do BTS, amava suas armys, mas também amava o silêncio, a calmaria e a tranquilidade, coisas das quais ele praticamente já não se lembrava mais.


Seus hyungs haviam saído para ir comer alguma coisa, deixando apenas ele e Taehyung sozinhos no dormitório.


Ah, Taehyung.


Taehyung era seu hyung favorito, aquele que sabia de tudo sobre si, com quem passava praticamente todos os segundos do dia, e antes de tudo, também era aquele a quem seu coração pertencia. Amava Taehyung de toda a sua alma, algo que jamais, em toda sua vida, imaginara sentir algum dia. Mesmo que o namoro de ambos tivesse que se manter escondido, os dois garotos não ligavam, preferiam viver o momento, curtirem-se e ficarem juntos quanto tempo fosse possível, sem restrições quando estivessem lado a lado.


Assim que se lembrou do mais velho, teve vontade de conversar com ele, mas recordou-se de que o mesmo andava meio estranho consigo nos últimos dias. Trocavam apenas algumas palavras, nenhum assunto muito extenso, por que o mais velho parecia querer fugir de si o tempo todo, ficando agarrado com qualquer um dos hyungs, dessa forma evitando algum tempo a sós com o mais novo.


Jeongguk até mesmo havia perdido noites de sono, pensando no que raios poderia ter feito dessa vez, mas nada lhe parecia concreto, não conseguia se lembrar de qualquer coisa que pudesse ter feito de forma impensada e que, consequentemente, pudesse ter magoado o de — agora — madeixas acinzentadas.


Até mesmo estranhou o fato de que Taehyung havia ficado no dormitório ao invés de sair junto com os hyungs, principalmente com Jimin, já que nesses dias onde andavam afastados, o Park e o Kim não se desgrudaram, e passaram o tempo inteiro cochichando um para o outro trocando olhares significativos e que — muito provavelmente — apenas os dois entendiam e sabiam do que se tratava.


Não seria hipócrita ao ponto de dizer que não sentia ciúmes do namorado com seus outros hyungs, pois sentia, a diferença era que o Jeon sabia que tudo aquilo não passava de um sentimento fraterno descomedido, afinal, ele sentia o mesmo por todos os membros, amava cada um deles — menos Taehyung, que amava de outra maneira — como irmãos, portanto era completamente justificável a tamanha intimidade que os garotos possuíam entre si.


Jeongguk nunca gostara da sensação de ser ignorado, principalmente se a pessoa que o ignorasse fosse, justamente, Kim Taehyung. Já se encontrava num estado tão grande de desespero que a ideia de implorar pela ajuda de Jimin já havia passado por sua cabeça mais vezes do que era de costume quando brigavam.


Sabia somente que o mais velho estava ocupado pois ouviu o exato momento em que o mesmo disse à Namjoon que não queria sair pois estava fazendo algumas coisas importantes. O mais novo negaria até a morte se lhe perguntassem, mas estava tão curioso com seja lá o que fosse de tão importante que o Kim estivesse fazendo, que já cogitava a hipótese de se esconder dentro do quarto do mais velho quando este saísse para ir ao banheiro ou coisa parecida, queria poder passar um tempo com o outro, nem que pra isso precisava se esconder em meio a bagunça que eram as coisas de Taehyung.


Estava tão imerso em seus próprios pensamentos que nem percebeu que já era a quarta vez que o outro lhe gritava de dentro de seu quarto.


— Jeongguk, você tá surdo, é? — ouviu o outro gritar, logo caindo em si de que aqueles chamados não eram apenas fruto de sua imaginação.


— Desculpe hyung, eu estava com os fones no ouvido, o que houve? — perguntou, curioso pela resposta do Kim.


— Pode vir até o meu quarto, por favor? — acreditava que as batidas descompassadas de seu coração poderiam ser ouvidos a quilômetros de distância.


Seguiu cauteloso até o quarto de Taehyung, os pensamentos se embolando uns nos outros e fazendo com que seu cérebro entrasse praticamente em pane. Taehyung queria conversar consigo? Gritar? Brigar? Se reconciliar por algo que ele nem mesmo se lembrava?


Os próprios questionamentos o deixavam quase congelado no lugar, fazendo com que a curta distância da janela onde estava até a porta do mais velho parecesse uma maratona inteira. Sentia vontade de rir de si mesmo ao perceber que parecia uma colegial apaixonada que caminhava para se confessar à pessoa de que gostava. O mais velho nunca deixaria de lhe causar esse misto de sentimentos tanto incompreensíveis, e ele se sentia bem com isso, era gratificante saber que sempre amaria alguém tão incrível como ele.


Assim que — com muito custo — chegou até a porta do quarto de Taehyung, achou muito estranho o total silêncio que se fazia lá dentro, mas não hesitou em bater de leve na mesma, recebendo um “entra” bem baixinho em resposta.

Se já tinha ficado confuso com o silêncio, sua cabeça se tornou uma completa baderna quando ao adentrar o quarto, foi recebido por um intenso breu que não o deixa enxergar nada além da sombra dos móveis e coisas dispersas pelo cômodo. Quase deu um pulo de susto ao escutar o baque surdo da porta junto de um barulho de chaves atrás de si, indicando que alguém havia o trancado ali.


— Taehyung, isso não tem graça, abre essa porta. — disse, se virando para procurar o interruptor e acender a luz.

Depois de não receber qualquer resposta do Kim, passou a tatear a parede de forma um pouco — talvez muito — desesperada. Assim que achou o maldito interruptor, não tardou em ligar as luzes e se virar, instantaneamente tendo que se segurar nas próprias paredes diante da cena que presenciou.


Taehyung estava bem ali, deitado na própria cama, mas diferente do que o Jeon imaginava, ele estava completamente nu, usando apenas uma gravata da Gucci — sua marca favorita. Era uma gravata muito bonita por sinal, da cor verde com a estampa de um pequeno tigre na parte de cima. Fazia um belo contraste com a derme amorenada do outro.


Jeongguk quase se engasgou ao ver o namorado daquele jeito, sentiu as pernas fraquejaram e uma pontada lhe atingir o baixo ventre com tamanha rapidez que pensou estar no melhor sonho de sua vida.


— Não vai dizer nada, Jeonggukie? — o apelido saindo de forma arrastada, reverberando em todo o corpo do mais novo.


— E-Eu, nossa… V-Você, meu deus… — o Jeon tentava formular qualquer frase que não fosse composta apenas de uns milhares de “uau”, “nossa”, “minha nossa senhora da bicicletinha”, mas nada parecia querer colaborar consigo naquele momento.


— Ficou sem palavras? — provocou o mais velho, soltando uma risada anasalada, em seguida se apoiando nos próprios joelhos para erguer o corpo nu na cama. — Vai ficar parado aí só admirando, Gukkie?


— Tae, eu… — o mais novo tentou, novamente falhando na missão de dizer algo coerente, se contentando apenas em passar as mãos pelos cabelos os deixando totalmente desgrenhados e seguir até o outro.


Dentro da calça de moletom que usava, seu membro já dava indícios de que estava completamente desperto apenas com aquela cena, e sentiu a boca salivar ao chegar mais perto da cama e ter uma visão mais detalhada do corpo beijado pelo sol que tanto amava beijar e mordiscar, deixando marcas que dissessem que o Kim era apenas seu e de mais ninguém.


— Kim Taehyung, eu juro que você ainda vai me deixar maluco qualquer dia desses. — o moreno disse, antes de se sentar na beira da cama e observar o momento exato em que o outro sentou-se em seu colo.


— Essa é a intenção, Gukkie… — disse de forma arrastada no ouvido do outro, mordiscando de forma provocante o lóbulo da orelha do mesmo.

— E eu posso saber quais são os seus planos? — retrucou, tentando não enlouquecer de imediato quando o mais velho passou a distribuir selares nada castos lambidas generosas por seu pescoço branquinho.


— Você me deu uma bela sugestão sobre as gravatas, achei que seria uma ótima ideia usá-la com você… — continuou o Kim, agora passando a rebolar de leve sobre o membro já semi-desperto do mais novo.


— Então eu acho que deveria te dar mais belas sugestões como essa. — o Jeon respondeu, puxando o namorado fortemente pela gravata e avançando sobre os lábios bem desenhados do mais velho.


O beijo compartilhado pelos dois garotos era quente, as línguas se enroscavam uma na outra de forma ávida e descontrolada, evidenciando toda a ansiedade e que sentiam pelos toques um do outro. Nem mesmo a saliva que escorria pelo queixo de ambos era motivo para que quisessem cessar o contato quente entre as bocas.


Quando a falta de ar fez com que tivessem que se separar, o Kim passou a procurar incessantemente a borda da blusa que o moreno usava, não aguentava mais a falta de contato entre os corpos ferventes e tão necessitados.


— Você está vestido demais. — Taehyung disse, achando a barra da camisa e a jogando pra longe se nem olhar o trajeto da mesma.


Ainda sentado no colo do outro, passou a distribuir salares molhados e chupões nada delicados pela tez branquinha de Jeongguk, que em resposta gemia baixinho ao pé de seu ouvido.


Não se aguentando mais a ânsia que lhe corroía, o Kim empurrou o corpo do mais novo para que o mesmo se deitasse sobre a sua cama, sendo prontamente atendido. Saiu de cima do colo do outro apenas para arrancar-lhe a calça e a cueca do corpo muito bem delineado de uma só vez. Começou a distribuir chupadas pelas coxas do garoto, observando de perto o membro ereto do mesmo deixar escapar cada vez mais pré-gozo, evidenciando toda a excitação que o mesmo sentia.


O mais velho se sentiu tentado diante do falo entumecido que apontava em sua direção, deixando um sorriso malicioso surgir em seus lábios no exato instante em que pôs as mãos no mesmo.


— Jeonggukie, eu quero que você gema o meu nome bem alto olhando pra mim, mas se tentar me tocar, vou te dar uma punição… — ditou firme, vendo os olhos de outrem se conectaram aos seus de imediato, lhe fazendo estremecer diante do negrume intenso e do brilho incandescente das orbes direcionadas a si.


Não pensou duas vezes antes de deixar uma lambida na glande do moreno, esfregando a língua ali diversas vezes, sendo agraciado com um gemido agudo e manhoso vindo de Jeongguk. Começou a fazer movimentos de vaivém com uma a mão enquanto chupava apenas a cabeça do membro e com a outra mão estimulava os testículos do mais novo. Todos aqueles estímulos faziam o Jeon se contorcer de prazer, mas ainda não era o suficiente, queria que Taehyung o chupasse, da forma indecente e deliciosa como só ele sabia.


— T-Tae, me chupa… — disse baixinho, quase num sussurro, por conta da nuvem de prazer que era envolta em seu corpo.


— O que disse, Gukkie, eu não ouvi… — o mais velho lhe respondeu de forma provocante, os olhos dizendo exatamente o contrário do que a própria boca. Ele havia sim ouvido, mas queria que o mais novo implorasse.


— M-me chupa, p-por favor… — continuou, dando ao Kim exatamente o estímulo necessário para que adentrasse todo o membro de Jeongguk em sua boca de uma só vez, chupando de forma rápida e ritmada, vez ou outra arrastando os dentes de levinho no local, fazendo o garoto abaixo de si ir à loucura.


Vez ou outra engasgava com a extensão do pênis do Jeon, fazendo com que pequenas lágrimas brotassem no canto de seus olhos e dando ainda mais prazer ao outro. Ao perceber que outrem iria chegar ao orgasmo, retirou o membro da boca. e direcionou sua mão até a glande do mesmo, tapando a fenda com os dedos e ouvindo um gemido de dor esganiçado deixar os lábios do moreno.


— Você só vai gozar junto comigo, quando estiver indo bem fundo e forte dentro de mim… — disse, olhando nos olhos de Jeongguk, sentindo o corpo do mesmo estremecer mais uma vez.


— Acho que eu devia retribuir o favor, mas você foi muito mal, TaeTae… — foi a vez do Jeon lhe provocar dessa vez.


Mal teve tempo de raciocinar quando num movimento rápido, o moreno virou consigo na cama, dessa vez o mantendo abaixo de si e prendendo seus pulsos acima da cabeça.


— Você merece ser maltratado um pouquinho também. — o mais novo continuou, passando a lamber seu pescoço de forma completamente erótica, deixando fortes chupões que ele provavelmente teria muito trabalho pra esconder com sua maquiagem mais tarde.


As lambidas iam descendo de forma lenta e agonizante até chegarem aos seus mamilos, ponto onde era sensível, e o mais novo sabia muito bem disso. Um grito agudo deixou os lábios de Taehyung quando Jeongguk deu-lhe uma mordida nada delicada num dos mamilos, em seguida chupando de forma voraz ao passo que, com a mão, estimulava o outro.


O Kim se contorcia debaixo do moreno, praticamente lhe implorando para que parasse com aquela maldita tortura, pois adorava torturar o namorado, mas se desesperava quando outrem resolvia fazer o mesmo consigo, sabia que era muito mais paciente que Jeongguk, no entanto, cedia muito mais facilmente à provocações como aquela.


— Gukkie, p-para com isso, p-por favor… — pediu, já sentindo que chegaria ao seu ápice sem nem mesmo ter seu membro tocado.


— E por que eu deveria? — ele para os movimentos apenas para olhar com um sorrisinho sarcástico na direção do de cabelos acinzentados.


Assim que viu uma chance, Taehyung não se fez de rogado e impulsionou seu corpo na cama, conseguindo — mesmo que precariamente — sentar-se em cima do outro novamente.


— Por que a brincadeirinha é minha, e sou eu quem dita as regras aqui. — respondeu ao pé do ouvido de Jeongguk, se deitando sobre o corpo do mesmo e acabando por friccionar os membros com o movimento de ambos os corpos.


Vendo a reação do moreno, o mais velho passou a arrastar as ereções uma na outra, de forma lenta e extasiante, arrancando suspiros e mais suspiros dos lábios carnudinhos e macios do namorado.


O mais velho, que já não aguentava mais prolongar aquela situação, alcançou um pote de lubrificante ao lado da cabeceira da cama e passou a masturbar o membro de Jeongguk com a mão toda melecada. Estava ansioso demais, cheia de vontade demais, e sem a menor paciência para aquelas malditas preparações, queria o mais novo agora, sem esperar por mais nada.


E o Jeon, entendendo o que o mais velho faria, tentou protestar, alegando que já havia algum tempo que não tinham aquele tipo de contato e que podia ser doloroso demais, mas logo teve sua calada com um beijo ardente enquanto Taehyung direcionava o membro do mais novo até a própria entrada, se acomodando e sentando devagar, tentando amenizar o ardor e a sensação de estar sendo rasgado ao meio.


Aos poucos o incômodo foi sumindo e o prazer se elevando a níveis extasiantes, fazendo com que ambos gemessem alto pelo prazer crescente. Taehyung mantinha um ritmo rápido, subia e descia com pressão sobre o falo do outro, as estocadas fortes indo cada vez mais fundo.


O suor abundante escorria pelos corpos dos dois garotos, se misturando e se embrenhando em meio a eles, o cheio forte de sexo preenchia cada canto do quarto, deixando suas mentes completamente nubladas pelo torpor e pela libido, fazendo com que enxergassem apenas um ao outro ali, mais nada.


Quando o mais velho já se encontrava com as pernas doloridas e dormentes por conta de todo o esforço exercido, o moreno o retirou de seu colo e trocou as posições, fazendo com que o Kim ficasse de quatro na cama, com a bunda empinada e entrada pulsante em sua direção. Não tardou a introduzir seu membro no outro novamente, iniciando os movimentos de vaivém e impondo cada vez mais força, indo mais fundo dentro de Taehyung.


Os gemidos de ambos saindo em uníssono e sendo a melhor melodia que poderiam ouvir quando ao acertar um ponto dentro de outrem que o fizera praticamente gritar de prazer, o maior passou a arremeter-se contra aquele mesmo ponto repetidas vezes, cada vez mais rápido, fazendo com o outro gemesse sem controle.


— M-mais rápido, Gukkie, e-eu vou… Ahhh… — ele nem mesmo conseguia terminar a frase, havia perdido todos os sentidos quando sentiu o Jeon rodear seu falo com a mão e passar a lhe bombear na mesma velocidade em que investia contra se ponto sensível.


Os espasmos pelo corpo de Taehyung entregando que em poucos segundos chegaria seu ápice, a entrada do mesmo já começava a se contrair e apertar a ereção do moreno, deixando a sensação ainda melhor.


— Vem pra mim, vem TaeTae… — a forma provocante e sem qualquer pudor c a qual fora chamado pelo mais novo fora o estopim para que se desfizesse na mão do outro, sentindo seu corpo amolecer e ficar totalmente dormente com o torpor que lhe tomava.


Após mais algumas estocadas fundas, o Jeon também chegou ao ápice, se desfazendo dentro do mais velho e o estocando mais umas vezes, apenas para prolongar a sensação do orgasmo intenso que haviam acabado de ter.


O mais novo se jogou ao lado de Taehyung, se virando e observando o outro se arrastar e se aconchegar em seu peito. As respirações descompassadas e o som dos batimentos cardíacos um tanto alterados de ambos sendo o único som que invadia seus ouvidos, fazendo com que fossem se acalmando aos pouquinhos.


— Gukkie? — o mais velho chamou, ainda ofegante.


— Hm?


— Me desculpe por não falar muito com você esses dias, eu estava com medo de acabar não resistindo e estragar a surpresa. — confessou, rindo soprado ao ver a cara de descrença do outro.


— Então quer dizer que isso foi tudo uma armação? — o moreno disse, num falso tom de indignação.


— Claro, ou você acha mesmo que os hyungs iriam sair todos juntos sem nem insistir mais de uma vezinha pra que nós fossemos também? — continuou, abrindo um largo sorriso retangular para o namorado.


— Você realmente não tem jeito, não é hyung? — riu. — Acho que preciso de mais idéias como essa. — concluiu, deixando um selar casto nos lábios do outro.


— E eu adoraria usar todas elas com você, Gukkie. — respondeu, também deixando um selar nos lábios alheios.


E os dois acabaram pegando no sono, abraçados de forma aconchegante um no outro, e muito provavelmente, sonhando com mil outras ideias tão boas quantos essa e que terminasse exatamente daquela forma.


29 de Junio de 2018 a las 18:35 0 Reporte Insertar Seguir historia
17
Fin

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