chenocheno Lara Leite

Baekhyun sempre fora um jovem de pura vivência e convivência, adorado por todos e sempre em todas as festas. Até que em um dia, enquanto aprontava com seus amigos, um acidente aconteceu e ele perdeu a movimentação das pernas, tendo que aprender a conviver sozinho e a ser ignorado por todos por simplesmente ser cadeirante, seus "amigos" se foram. Baekhyun perdeu a vontade, o tesão da vida. Para ele, ela não passava de algo injusto e sôfrego, tal como seu passado e presente. Entretanto havia alguém capaz de mudar essa visão melancólica de Baekhyun, e o único que conseguiria é Park Chanyeol, o veterinário do Pet Shop ao lado.


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18.

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Prólogo

– Baek, como vai, amigo? – Um garoto nunca visto por si o chamou.


– Estou ótimo, e você? – Baekhyun, animado.


– Bem também. – Sorriu para o menor – Esse sábado terá uma festa na casa da Yunhee, bora?


– Sabe que eu sempre topo. – Riram – Colo lá na hora que começar, me manda o horário.


Conversas como essa tornaram-se rotina para Baekhyun, o qual sempre era chamado para festas. O motivo? Byun sempre mostrou-se feliz, alegre, animado e claro, bagunceiro.


Na faculdade era conhecido por todos, diziam que ele animava as festas, o primeiro a ser chamado. Rodeado de amigos, estes que muitas às vezes sentiam cobiça do menor de olhos caídos.


Porque além da vida que Baekhyun vivia, ele ainda namorava Kim Jongin, o moreno do último ano da faculdade. Belo, deslumbrante, inteligente, amado pelos professores e alunos, entretanto, por estes mesmos motivos, desamado por muitos.


Não que o casal ligasse, pois continuavam juntos, mesmo sendo o centro das atenções.


– Nini! – Encontrou o amado no corredor, junto a Kyungsoo, um rapaz baixinho assim como Baekhyun – Olá, Soo. – Cumprimentou o mais velho, o qual sorriu elegante e saiu – Esse sábado terá uma festa na casa da Yunhee, vamos? – Kim concordou – Certo! Você me pega às sete? – Selou os lábios carnudos aos seus.


– Pego sim, amor. Por falar nisso, hoje quero dormir agarradinho com você, está tão frio! – Byun riu do namorado mimado que tanto ama.


– Seu pedido é uma ordem. – Brincou – Vamos para casa?


Como Jongin disse, o clima estava mudando, em migração do outono para o inverno. Todas as folhas já caíram das árvores, deixando-as expostas a baixa temperatura. A necessidade dos corpos colados, que em união quentes. Beijos demorados e sentidos, para deixar ainda mais romântico a noite.


Sorrisos postos na mesa a todo momento, dois rapazes diferentes, mas com os corações conectados, assim como o amor sentido.


Embora Baekhyun amasse a farra, ele gostava mais ainda de ficar com o namorado, debaixo das cobertas grossas, com a televisão ligada, carinho e cafuné.


Se pudesse, ficaria dessa forma o resto dos dias com Kim. Seria seu sonho?


[...]


A festa seria no final de semana, entretanto as preparações já iniciavam-se já na quarta, afinal Baekhyun iria e precisava estar impecável. A dona da bagunça pensava assim, gastando dinheiro para atrair mais convidados, para atrair fama.


Ah, aquilo que muitos estudantes almejam, a fama, o reconhecimento, mais até que o conhecimento, o princípio da faculdade.


Paradoxo, não? Ao invés de se preocuparem com matérias, – muitas das vezes acumuladas – com a DP ou até mesmo com os trabalhos.


E Baekhyun era alguém assim. O garoto era inteligente, porém preguiçoso. Odiava ter que ficar sentado, parado, estudando. Isso o incomodava em níveis absurdos!


A calmaria o intrigava, a não ser claro, aquela que sentia quando estava com Jongin.


Ah, ele ama demais o namorado, tanto quanto festejar. Prefere ficar abraçado com ele a sair e voltar no dia seguinte de madrugada.


Conheceram-se numa cafeteria, local este que os proprietários são a família de Jongin.


Iniciaram com pequenas olhadelas discretas, disfarçadas, logo a curiosidade por encontrar alguém tão belo, ambos pensavam assim.


Kim, disposto a dar o primeiro passo, atendeu-o e deixou um papel com o seguinte texto:


“ Olá, eu me chamo Kim Jongin, seria uma honra conversar contigo. Meu telefone é xxxx-xxxx, pode mandar-me mensagem a hora que quiser!”


Ah, esse fora o estopim para o relacionamento de ambos, Baekhyun rapidamente concedeu o pedido – ou súplica – do moreno e enviou a primeira de muitas mensagens.


Conversaram demasiadamente, passaram a madrugada com risos, conteúdos interessantes e outros sem sentido. E ao passar do tempo, foram crescendo sentimentos, da mesma forma que a flor floresce. Devagar, no seu tempo, respeitando o limite.


O primeiro beijo como o primeiro botão e assim sucessivamente, até então a roseira ver-se cheia de rosas, foi quando o namoro iniciou-se, preparados para mais uma nova série de flores, estas que muitas às vezes eram dadas a Baekhyun, que assim como Jongin, sempre as amou.


Nas poucas vezes que brigavam, a discórdia não reinava. Pensavam divergente, porém a saudade logo batia no peito e retornavam ao que eram antes.


Em outras palavras, amam-se tanto que deixam de serem quem são – seres humanos que erram – para continuarem juntos.


[...]


O final de semana rapidamente chegou, trazendo o sábado e claro, a festa. Entretanto, de última hora Jongin desmarcou o encontro, dizendo que sua família pediu que tomasse conta do estabelecimento.


Byun entendeu de prontidão, dizendo que imprevistos acontecem, Kim, com a confiança em Baekhyun, pediu que ele fosse a festa, mesmo sem si. De início negou, porém fora convencido que fosse.


Arrumou-se, ficando impecável, mandou uma foto sua para o amor da sua vida e chamou um táxi, pronto para a curtição.

Assim que chegou foi recebido de braços abertos pela governanta da casa. Sim, os pais de Yunhee estavam presentes, eles diziam que nunca é tarde para curtir que nem jovens. Baekhyun os adorava.


Encontrando seu grupo de amigos, foi os cumprimentar. Assim que viram a pequena estrela da festa, fizeram um coro de sorrisos e risos.


– Fala Baek o rei da festa! – Um deles o abraçou – Hoje está sozinho?


– Pois é, Jongin não pôde vir.


– Então você topa ir naquele prédio abandonado? – Apontou para o edifício do outro lado da rua. Baekhyun negou – Vamos lá, saia da casinha!


– Ih, tá com medo? – Junmyeon, que odeia o Byun intrometeu-se – Será que é porque está sem a proteção do seu nini? – Imitou o modo de falar do Baekhyun.


– Não estou com vontade, apenas isso. – Ditou por fim.


– Baekhyun está receoso? – Gritou e todos da festa olharam para Kim Junmyeon, após receber a atenção que queria, continuou – Por que não quer ir com a gente? É careta?


Baekhyun suspirou fundo, retirando todo o ar do pulmão e dizendo:


– Eu vou.


[...]


Após beberem mais do que se pode imaginar, os que prometeram saíram da casa e foram para o prédio abandonado, preferiram seguir Junmyeon.


“Só os fortes vão” afirmou Kim Junmyeon.


Baekhyun foi o primeiro a ir, provando sua masculinidade, ao entrar, gritou para todos presentes:


– Eu sou o melhor! – Gargalhou por ser o único que conseguiu escalar a construção.


Entretanto, logo em seguida Junmyeon aparece, suado e sorrindo em escárnio, por finalmente ter alcançado o menor.


–Eu sou melhor que você, subi primeiro. – Gozou Baekhyun.


– Oh! Parabéns ó grande Baekhyun. – Retribuiu da mesma maneira – Mas eu te desafio a ir ali. – Apontou para um local destroçado, com algumas madeiras, sobras da construção largada.


Byun, como corajoso, aceitou o desafio e fez isso através de um riso amarelo, falso. Aproximou-se da área pedida e a partir daí não soube o que aconteceu, apenas que caiu.








E não conseguiu se mexer.

27 de Junio de 2018 a las 12:46 0 Reporte Insertar Seguir historia
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