Não me Catives Seguir historia

thedana TheDana K

"Você sabe o que é cativar alguém?" Era uma pergunta simples, uma coisa fácil pelo menos ao meu ver de ser respondida. "Desculpe, mas eu não sei, hyung" Eu já tinha plena certeza de que ele não saberia a resposta, assim como, também, nunca iria procurar saber. Mas mesmo assim ele teve a audácia de me cativar somente para me abandonar. "Eu te avisei, Jungkook! Não me catives se não for ficar" falei em lágrimas, olhando as estrelas como de costume; da mesma forma de quando estávamos juntos. ☆Taekook☆medical!AU☆ ☆Direitos autorais reservados☆ ☆Plágio é crime, amiguinho☆


Fanfiction Bandas/Cantantes No para niños menores de 13.

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Prólogo

   Pelo menos, uma vez na vida, você já deve ter escutado a palavra "cativar", entretanto, creio que muitas pessoas até hoje se perguntam o que seja.


    ㅡ Não pense de mais, Taehyung. Posso ver a fumaça saindo por seus ouvidos de tanto você queimar esses seus motores neurais! ㅡ Olhei para meu amigo que sorria divertido com minha expressão um tanto confusa. 


    ㅡ Você não tem plantão esta noite, Jimin? ㅡ Perguntei, por fim, arrumando meu paletó composto por um preto tão fúnebre quanto rosas negras. Também balançava meus cabelos recém molhados por causa do banho recente, deixando que alguns pingos se dissolverem no tapete.


     Aquela sala exalava um odor único, as paredes levemente revestidas de um bege com poucas falhas em sua pintura, com desenhos um tanto quanto infantis terminavam de compor o ambiente em que meu melhor amigo se via trabalhando.


   ㅡ Você como amigo é um ótimo Oncologista, Taehyung! ㅡ Falou com a sua típica expressão ofendida, essa que em segundos se dispensou dando lugar ao seu belo sorriso. ㅡ Você precisa namorar, Taehyung. Sair um pouco desse hospital; daquela sala que você chama de sua! ㅡ Esbravejou risonho. ㅡ Hoje é sexta, não vá para casa se jogar em frente à livros, vá se divertir. ㅡ Sempre as mesmas palavras, sempre o mesmo pequeno sermão.


     ㅡ Jimin, seja menos intrometido. ㅡ Falei piscando para o loiro e logo jogando por sobre meus ombros aquele tecido branco que a tantos anos sou acostumado a usar.


     Me sentei a frente de meu amigo que falava sua lista completa de xingamentos para minha total falta de interesse em encontrar alguém, em sair ou até mesmo saciar meus desejos carnais e profundos. Aquelas perguntas se faziam repetitivas durante cinco anos, desde que entrei para esse hospital.


    — Vamos, Taehyung! Sair um dia não vai matar! — Jimin falava. Insistente como sempre, reviro meus olhos e escuto meu amigo bufar. Ele é tão infantil e ocasionalmente dramático às vezes.


   — Desista Jimin, eu não vou. Tenho mais o que fazer. ㅡ Falei olhando as últimas mensagens que minha equipe tinha mandado. Até agora nenhuma entrada registrada para minha ala.


     — Eu tô falando sério, você precisa sair mais, esquecer o passado e quem sabe arranjar alguém. ㅡ Disse firme. Jimin sabe como me irritar em quase todos os momentos.


     — Me deixe em paz Jimin, você sabe que… — minha fala foi interrompida por uma leve batida na porta. — Entre! ㅡ Falei no lugar de jimin, que me olhou reprovando o ato inconsciente. Uma enfermeira abriu a porta e se curvou de leve para nós, logo foi retribuída. Atrás de si uma criança pequena de cabelos longos e negros nos olhava com curiosidade.


      — Sua pequena paciente chegou, doutor. ㅡ A moça falou segurando a pequena garotinha pelos ombros.


      Jimin suspirou, logo sorrindo para a pequena a pegando pela mão. A menina nua vestida com roupas brancas, com pequenos ursinhos embutidos na roupa, o seguiu sem questionar. A agulha do soro e os esparadrapos em sua pele diziam que a mesma já estava internada a um bom tempo no local, e ela era tão nova. Me levantei dando um breve sorriso para a pequena que o retribuiu, percebi o olhar de jimin sobre mim.


     — Você por acaso já pensou como seria ter uma família? ㅡ Falou antes que eu, por fim, saísse de sua sala.


     Uma coisa totalmente normal nesse hospital é jimin vindo falar como se lidar com o passado fosse algo fácil. E aquele passado era me deixava em abstinência muitas vezes, tornando minha mente, meus pensamentos tão mórbidos. Ele vivia batendo de frente comigo nos corredores, não havia trégua. Não havia um jeito acessível de tratá-lo sem que eu saísse mais devastado que o normal.


     ㅡ Sempre distraído, Sr. Taehyung! Preste atenção no caminho, meu doce. ㅡ Senti aquelas mãos em meu rosto novamente, aquilo me faz sentir aquela angústia, aquela dor, aquela visão.


      ㅡ Não me toque, Yoongi. Suas investidas não são bem aceitas por mim. ㅡ Falei por fim o encarando diretamente nos olhos.


      ㅡ Não seja cruel, afinal ainda sou seu hyung! ㅡ Seu sarcasmo desde que entrei para esse hospital me causa enjoo.


      "Taehyung, saia daqui! Essa sua felicidade constante chega a ser irritante" Ele sempre falava isso, sempre me mandava parar de sorrir, de cantar, de brincar, eram sempre as mesmas palavras. "Leve seus estudos a sério, como pretende ser um médico se vive brincando?" Eu não dava ouvidos, era feliz, mas às vezes essa alegria toda sempre machuca, e as palavras dele me afetaram de tal forma que chegou a se tornar uma dor imperceptível, mas ainda sim, insuportável.


     ㅡ Hyung? ㅡ Ri. ㅡ Yoongi, aprenda de uma vez; nunca irei lhe chamar assim novamente. ㅡ Uma expressão impassível adornava meu rosto. ㅡ Pode ir largando meu braço. ㅡ Ditei de modo frio. Já era o normal; o racional a tratá-lo.

Yoongi ao invés de me largar somente intensificou o aperto em meu braço, causando uma leve dor no local.


    ㅡ Tae, o que eu preciso fazer para recuperar sua confiança? ㅡ Perguntou de modo sério. Devo admitir que muitas das vezes ele ainda mexe um pouco com o meu sentimental, porque no final das contas, eu já o amei.


     ㅡ Começando a me soltar ㅡ ele nada fez ㅡ está me machucando. ㅡ As palavras saíam cada vez mais ríspidas de meus lábios. Percebi o mais velho se afastar de mim com uma expressão um tanto quanto decepcionado para mim.


     Yoongi está se deixando enganar muito fácil, as vezes me pergunto onde está aquele cara frio e calculista que um dia conheci, mas percebi agora que ele nunca existiu. O mais velho iria falar algo para mim quando uma chamada se fez presente.


   "Doutor Kim Taehyung da Oncologia, por favor seguir para a urgência" ㅡ aquela voz alarmada se fez presentes, seria o primeiro caso da noite vindo diretamente da urgência para a minha ala.


    ㅡ Licença! ㅡ Me pronunciei e logo corri. Arrumei meu estetoscópio em meu pescoço, bipei minha equipe e em menos de um minuto todos estavam na emergência. ㅡ O quê aconteceu? ㅡ Perguntei ao paramédico que vinha trazendo a maca junto de outro que a todo custo não parava de bombear ar para o rapaz.


     ㅡ Garoto de vinte e cinco anos, sofreu um acidente após ter desmaiado na rua. ㅡ Disse inquieto. ㅡ Batimentos cardíacos estáveis… ㅡ Olhei a ficha do menino, ela não continha tantas informações, e nem o motivo de chamarem minha equipe.


   ㅡ Por que estamos aqui? Por que não chamaram a neurologia? Ele podia ter sofrido um trauma craniano! ㅡ Falei olhando a pequena fratura em seu cabeça. Ela estava sendo pressionada por algodão e esparadrapos para não infeccionar.


    ㅡ Senhor ㅡ era cortante o seu tom ㅡ o rapaz tem leucemia…

26 de Junio de 2018 a las 23:24 0 Reporte Insertar 4
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