O Diário Seguir historia

jaemean nana

Pode-se dizer que ser otário é uma das minhas especialidades, principalmente quando você gosta além da conta do seu melhor amigo e só pode contar isso para o seu diário. E, bom, saibam que diários não são confiáveis, pois se caem em mãos erradas… Dá merda. E foi exatamente o que aconteceu quando Jisung, aquele pestinha do primeiro ano, apareceu na maior cara dura me chantageando com todos os meus segredos caso eu não o ajudasse a virar popular. É, minha vida estava nas mãos de um pirralho de quinze anos. nomin | colegial!au


Fanfiction Bandas/Cantantes No para niños menores de 13.

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Diário Perdido

Todos diriam que sexta-feira é o melhor dia da semana — tirando sábado e domingo —, pois é o dia em que tem educação física e aula de biologia, as aulas mais legais para qualquer adolescente sonso do terceiro ano do ensino médio. Até mesmo eu concordava, até semana passada.

Eu tenho um diário, por mais besta que possa soar. É o único com quem posso contar os meu segredos mais obscuros antes que eu mesmo me sabote e conte para Jeno, meu melhor amigo. Não que eu não confie nele, mas tem coisas que nem seu melhor amigo deve saber, principalmente se isso envolva seu crush secreto nele.

Enfim, na sexta-feira, quando eu, Jeno e Renjun voltávamos para casa, eu fui abrir minha mochila para pegar uma caneta para corrigir o simulado do nosso curso de inglês que fazíamos juntos — Renjun fez a benção de conseguir o gabarito, que só sairia amanhã, com o irmão dele que era professor de lá —, mas notei que opa, onde estava eu diário?

Ok, eu sei que tem que ser muito burro para levar a droga de um diário para a escola, mas ninguém nunca suspeitou, afinal, parecia uma caderno bem comum e eu também o usava como agenda, mas não tinha meu nome ali — porque eu sou burro, mas não tanto, risos.

De qualquer maneira, eu dei uma desculpa bem esfarrapada para os dois e disse que voltaria para a escola, pois tinha esquecido o meu casaco lá.

— Mas você nem veio de casaco… — foi a última coisa que ouvi Jeno dizer antes de eu sair correndo igual a um louco.

Graças a Deus nenhum deles me seguiram.

Eu procurei no meu armário, na sala de aula, nos achados e perdidos e nada. Absolutamente nada.

E é aí o momento em que eu surto — mentira, eu só comecei a chorar mesmo, aproveitando que não tinha ninguém ali.

Fim da história de terror de sexta-feira.

Bom, depois de ir para casa derrotado e receber mil perguntas de Jeno pela janela — nós somos vizinhos e, coincidentemente, nossas janelas são de frentes uma para a outra —, resolvi hibernar o resto do fim de semana e esperar segunda-feira para procurar melhor — além de torcer para que ninguém o achasse e que muito menos que meus segredos fossem espalhados, principalmente para Jeno.

E segunda-feira chegou e aqui estou eu, me cagando de medo enquanto finjo prestar atenção no que o meu melhor amigo tagarela nos meus ouvidos.

— Hum… — murmurei aleatoriamente, torcendo para que eu chegasse no colégio e tudo estivesse bem. A partir de agora, eu teria que tomar bastante cuidado.

— Jaemin! — Jeno berrou e eu até me assustei, porque ele não é muito de gritar.

— O que é?

— Eu ‘tô falando com você, seu babaca — fez beicinho, tentando me fazer sentir culpado. Admito que até me sentiria, mas no momento estava ocupado me cagando de medo.

— Ah, sim, desculpa… O que você disse? — Ele recomeçou, mas de novo não dei a devida atenção e me senti bastante culpado.

— Desisto. — reclamou. — Me diga, o que houve ‘pra você ficar desse jeito? — apontou para mim, fazendo uma careta.

— Eu apenas perdi uma coisa importante, só isso. Mas vou achá-la, então relaxa.

— O que você perdeu? — inclinou a cabeça para o lado, curioso demais para o meu gosto.

Antes que eu pudesse pensar e dizer qualquer desculpa esfarrapada para fugir daquele assunto, alguém tocou no meu ombro e eu tomei um susto.

— Jaemin? — Um garoto da minha altura apareceu no meu campo de visão com um sorrisinho que me deu arrepios. — Oi, preciso falar com você — pousou os olhos em Jeno. — à sós. — aumentou o sorriso e eu comecei a ficar nervoso — mais do que eu já estava.

— Quem é você? — Jeno perguntou já na defensiva e o tal garoto só sorriu mais largo.

— Relaxa, Jeno, prometo não fazer nada com o seu namorado.

Arregalei os olhos e funguei.

Era normal as pessoas saberem quem era Lee Jeno, afinal, ele é, tipo, o capitão do time de vôlei da escola e, desde quando entramos aqui no ensino médio — estamos no terceiro ano —, o Jeno conseguiu criar inúmeras estratégias e fez com que o time trouxesse muitos títulos para a nossa escola. Mas, saberem quem sou eu era algo novo, afinal, eu sou um invisível e talvez as pessoas só reconheçam-me por causa do Jeno. Sou tipo o cara-que-o-Jeno-sempre-está-junto e só. Porém, ao saber que tinha gente que sabia meu nome e ainda fui elevado à categoria de namorado me deixou mais feliz do que pude conter.

— Pode ir na frente — falei para o meu melhor amigo e ele concordou, ainda contrariado e virou as costas, continuando o caminho para escola.

Depois que Jeno estava com uma boa distância do garoto e eu, decidi direcionar toda a minha atenção a ele e notei que ele usava uma calça xadrez azul.

‘Tá, mas e daí?

Na Kobe High School tem uma diferença de uniforme dependendo em que ano você está. No primeiro ano, por exemplo, os alunos usam calça/saia xadrez azul, mas a camisa e o casaco são os mesmos de outros anos. No segundo, usa-se o verde e no terceiro — que me inclui — é o vermelho. Todos são em tons escuros.

Enfim, aquele moleque, sem dúvidas, era do primeiro ano.

— Você não sabe quem eu sou, mas eu sei quem você é.

— Uau, que clichê.

— Prazer, meu nome é Park Jisung e eu acho que encontrei algo seu — abriu aquele sorriso que eu já estava aprendendo a temer. Senti cheiro de encrenca no ar. — É seu, certo? — balançou o caderninho, ou o meu diário, com uma mão. Ele estava se achando o rei do mundo naquele momento.

— Nunca vi isso aí. — menti.

— Ah, não? Certo… — folheou o caderno e fixou o olhar em uma página qualquer. — Quatorze de agosto, Jeno é horrível em fazer qualquer doce. Ele queimou o bolo que estávamos fazendo, mas eu, incrível como eu sou, consegui salvar ele e o pobre doce. Apesar de tudo, ele ficou uma gracinha com farinha pelo rosto.

— E daí? Não pode provar que fui eu que escrevi isso — rolei os olhos e torci para ter soado convincente.

— Sério? Então não tem problema nenhum eu mostrar isso a ele, certo? Jeno nem reconheceria sua letra e em como ele fica bonitinho dormindo embolado nos meus cobertores de girafa. — passou os olhos por mais uma página e eu já queria morrer.

Qual é o meu problema por escrever tanto sobre Jeno no meu diário?! Ele quem deveria parar de ser tão lindo assim.

— Tudo bem, o que você quer que eu faça para ter o diário de volta? — perguntei, me sentindo completamente derrotado.

— Me ajude a virar popular.

7 de Junio de 2018 a las 00:29 2 Reporte Insertar 4
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Gio Gio
Muito que bem, I'm ready!!!
8 de Julio de 2018 a las 13:55

  • nana nana
    estamos prontas para a merda q essa chantagem vai darKKKJ 8 de Julio de 2018 a las 17:50
~

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