As Terras Sombrias de Frehan Seguir historia

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Para aqueles que buscam riquezas, poderes ou simplesmente saborear uma aventura além do imaginável, As terras de Frehan é o lugar certo para isso. Frehan é uma terra amaldiçoada por aqueles que ousaram de pisar em suas terras e lá morreram. Abaixo dela os tesouros mais valiosos são escondido seja por segurança ou para esconder algo perigoso demais para se ter em mãos. Frehan é o lugar mais protegido de toda Auroryon e o seu guardião é as Trevas


Aventura Todo público.

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O velho, a taberna e a canção.

CAPITULO I

O velho, a taberna e a canção.

Era uma noite tenebrosa e chuvosa em Tallbane, o jovem Alph se pôs a corre e adentra em uma taberna para se proteger da chuva. Porém, o lugar que Alph entrou, por fora poderia se parecer com uma taberna, mas em seu interior era um lugar para o submundo, onde renegados, fugitivos, comerciantes ilegais, prostitutas e mercenários frequentavam, era um refúgio para aqueles que agem fora da lei, Era a Taberna da Madame Charllot. Ao entra na taberna Alph foi atendido por uma das garçonetes que pois logo a se dizer que não era ali um abrigo para um jovem adolescente se proteger da chuva. Beba algo ou será expulso, ela disse. Alph olhou para atrás e viu a chuva se transformando em tempestade, apesar de saber que não deveria estar ali, ele virou-se para a garçonete e pediu-lhe um copo de Ambrosia. A garçonete se pois a dar um sorriso leve e disse

- Jovens não bebem Ambrosia, Um leite morno para você.

A primeira vista Alph parecia um garoto como tantos outros, cabelos escuro e curto meio bagunçado, olhos castanho escuro, altura mediana e robusto com pele clara. Alph a encarou com um olhar de repreensão e levantando um pouco mais o tom da sua voz falou:

-Não sou tão jovem assim, falta-me 1 mês e 10 dias para me torna um homem.

A garçonete riu mais uma vez mostrando seus dentes, e rindo falou:

- Certo jovem homem, sente-se, eu trarei seu leite morno.

Alph foi para o canto da taberna, mas afastado da luz e das cantorias dos bêbados e discussões dos bárbaros na tentativa de ninguém o perceber ali. Ao sentar, Alph olhou em volta com receio, mas já se acostumando ao lugar, observou as pessoas que ali estavam, mas foi a músicas que chamou sua atenção no qual alguns bêbados que ali estavam cantando como um coral meio desafinados mas no ritmo, Alph nunca tinha ouvindo aquela canção, Ele estava tão concentrado tentado entender a canção que não percebeu que em sua frente tinha um velho. Ele se pois a sentar na mesa de Alph silenciosamente e deu um arroto tão alto que assustou Alph e chamou atenção dos cincos cantadores bêbados que gritaram saúde todos de uma só vez. O velho se direcionou para frente balançando sua caneca de ambrosia para Alph, e o advertiu

-Rhaa, jovenzinho não são permitidos aqui.

- Eu não sou jovenzinho, retrucou Alph

O velho era alto de cabelos longos e barba cinza com algumas mexas escuras no final da sua barba longa, seu rosto era de expressão forte de quem sabia de muita coisa e que viveu o suficiente para adquiri cicatriz de batalhas em seu rosto, ele usava uma túnica marrom que cobria seu corpo por inteiro, ele se inclinou mais ainda para frente fazendo com que sua túnica mostrasse um colar de prata com uma joia azul marinho na mesa que afastava Alph dele, gargalhando o velho disse

- Você não é um Jovenzinho? Então o que é você? o homem formado? pois no seu queixo nem barba ainda tem, só alguns fios que nascem nas partes de baixo das mulheres hahahaha.

Alph o olhou com olhos acirrados e se pois a ignorá-lo e voltando a presta atenção na música. O velho deu mais uma golada de ambrosia e voltou a falar com Alph.

-vejo que você gostou da canção dos aventureiros bêbados ali, você quer saber do que eles estão falando?

Alph voltou a olhar para o velho, ele não queria ser incomodado mas sabia que o velho não sairia dali, então acenou com a cabeça dizendo que sim. O velho deu um leve sorriso malicioso e soltou uma gargalhada em seguida.

-Pois bem Jovem, quer dizer, rapaz, vou lhe contar... Essa Canção é cantada por aventureiros e sonhadores sobre uma terra de tesouros imagináveis. Ela diz que ouro, magia e de poderes que o homem desconhece estão enterrado à espera dos bravos em uma terra sombria onde o mal se esconde a espreita de uma nova vítima. É uma terra dominada por Trevas, que nem mesmo os deuses ousariam de pisar, aqueles que se desbravam a pisar nela jamais retornam, é uma terra amaldiçoado por aqueles que morreram em busca desses tesouros....

O velho se levantou e tossiu como se a garganta precisasse de algo para molha-la, o velho deu a última golada de ambrosia e disse

- mas são só canções cantadas por aventureiros bêbados, como eu e eles HaHaHa, ou talvez não....

Ao dizer isso o velho começou a dançar no ritmo da música que ainda estava a tocar indo a direção da saída da taberna recitando alguns versos da música para Alph.

“Na terra onde as Sombras habitam

Erguemos estandartes ao céu,

Em buscar de ouro e tesouros, marchamos com nossos pés como Tambores

Nossa Cadência é rápida, nosso semblante é severo.

Quem mais ousaria nessa Terra sombria

Resistir ao mal

E por fim Amaldiçoar-se ao desespero e a morte?

Escuta a canção e ouvira as verdades escondidas,

Para o caminho das terras sombrias tu encontrara

Se tu tem bravura e pureza

Então tu reinara as terras de Frehan"

Ao termina os versos e abrindo a porta da taberna, um forte vento entrou derrubando as canecas vazias das mesas e apagando as velas acessas que estavam nas mesas sem proteção, O som dos trovões ecoaram dentro do lugar como um rugido de uma besta faminta, os olhares se voltaram para o velho que gritou para toda a taberna

-Ouçam vós o que eu tenho a dizer, a relíquia de Asgrel, o deus da terra, foi roubada do palácio de Auroryon, A relíquia foi escondida em Frehan, Porém, não será fácil de se obtê-la, ela está sendo protegida por um ser tão poderoso e maligno que nem mesmo aquele mais forte dentro vós conseguira derrotá-lo. Mas ele não é invencível, o ser com a coragem inabalável é o único que poderá derrota-lo. ouçam a canção, nela vós encontraram o caminho, o caminho de todos os tesouros escondido em Frehan.

Ao termina sua declaração o velho se jogou na tempestade no qual sumiu instantaneamente aos olhos de quem estava ali. Se perdurou alguns segundos de silencio até alguém no meio dos ecos dos trovões gritar

-Fechem essa maldita porta, está esfriando minha comida.

Precisou de dois homens para conseguir fechar a porta, a tempestade estava ficando cada vez pior, estava tão forte que poderia levar a taberna da madame Challort pelo ares. Após fecharem a porta, um dos bêbados soltou um pum tão podre quanto um animal em decomposição isso acabou quebrando o clima tenso que pairava no ar.

-Nossa, você está podre homem? Falou Aldrey, o barman do estabelecimento.

-Desculpe Aldrey, acho que foi a comida da minha mulher que comi a tarde ou foi as baboseira do velho bêbado do Nero que fez o meu estômago revira.

-Você também é um maldito bêbado, controle-se, ou o lhe jogarei no chiqueiro seu porco imundo.

Todos começaram a rir e ignoraram o acontecido. Voltaram o que estavam fazendo, bebendo, cantando e brigando como o de costume. Apesar da maioria acharem loucuras de um velho embriagado, alguns que estavam ali ficaram intrigados com aquela declaração de Nero. O velho louco e bêbado, Nero, já foi alguém muito importante no reino de Auroryon, e dentro aqueles que estavam na taberna um trio de mercenários, dois aventureiros e um comerciante do submundo sabiam dos feitos de Nero, e suas palavras despertaram interesse e curiosidade.

Do outro lado da taberna Alph permanecia confuso, antes dele se perde mais ainda em seus pensamentos a garçonete vinha em sua direção trazendo consigo o leite quente.

-Sentiu minha falta? Tome! Eu lhe trouxe seu leite quente e trouxe uns biscoito que eu fiz por minha conta. Espero que goste!

-Leite morno e biscoito? Eu não sou uma criança sabia?

Ao termina de falar o estômago de Alph fez um barulho de fome como se um homem estivesse se desfiando em seu último suspiro

-Se não quiser eu levo de volta seu mal agradecido. Mas acho que seu estômago está dizendo que nesse momento uns biscoito lhe caria muito bem.

-Desculpe, e obrigado!

-Olha só, e o jovenzinho sabe agradecer.

-Eu não sou jovenzinho, e eu tenho nome.

- Rsrsrs, ser chamado de jovenzinho te deixa bem irritadinho não é mesmo ? pois bem jovenzinho. Me diga seu nome.

-Alph, Alph Harywood

-Muito prazer Alph, eu sou a Mayra.

Alph olhou atentamente para Mayra, lhe olhou de cima a baixo e viu uma mulher linda, ele deduziu que ela tinha por volta de 26 anos. Apesar de Seu cabelo loiro que estava preso com uma fita vermelha e em seu rosto a franja cobrira seus olhos cor de mel, ainda dava para ver seu rosto e sua pele lisa e brilhosa como de uma jovem mulher. So sentando Alph percebeu que ela era um pouco mais alta que ele e que ela tinha um fartura em seus seios no qual ele desviou rapidamente o seu olhar.

- Muito prazer! Alph respondeu e voltando com sua atenção no leite e biscoitos que estava em sua frente.

- Você parece serio demais para um jovem rapaz da sua idade, diga-me o que andas pensando? Por acaso não é sobre as palavras de Nero? Não leve a serio o que um velho bêbado sai falando por ai.

-Claro que não! Como eu poderia levar a serio as palavras de um velho e babado que nem conheço? Devia estar alucinando de tão bêbado que estava. Quem já se viu, roubarem o palácio de Auroryon? É impossível, o lugar mais bem protegida de toda Auroryon no qual em cada canto do lugar se tem dois guarda... velho maluco!

- E não era sobre isso que você estava pensando heim ? você sabe muito do palácio, por acaso você é de lá ?

- Talvez...

- hum.. um jovem rapazinho bonito e misterioso. Pena que é jovem demais, se não, eu teria jogado minhas garras em você.

Alph avermelhado enfiou um biscoito inteiro em sua boca quase se entalado. Em quando Mayra ria dele.

-Calma, Calma não precisa ficar....

Antes dela termina a frase, uma grande sobra a cobriu, e uma voz roca e fiada na qual se faz a espinha ter calafrios fez Mayra ficar atenta. Era a madame Challort, uma mulher na qual ninguém deveria desrespeitar, uma mulher que mesmo pelo seu passado sombrio e sofrido manchado por sangue e dos seus sete maridos, continuava uma mulher ativa e sagaz. A madame Charllot era uma mulher com uma fartura visível, mesmo pela sua idade acima da media ela continuava com uma pele macia e brilhosa que era de se dá inveja em qualquer quer mulher da sua idade. Ela tinha traços fortes e expressão rígida, uma olhar frio e ao mesmo tempo convidativo como um olhar de mãe, seu cabelo era vermelho e estava sempre preso em um penteado de coque baixo fazendo que sua face ficasse em destaque, realçando sua boca carnuda de tom vermelhado e de uma verruga próximo ao nariz que fazia com que a visão de quem olhasse fixasse nela por um bom tempo.  

28 de Abril de 2018 a las 16:21 1 Reporte Insertar 4
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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
Olá, tudo bem? Bom, gostei bastante da maneira que escolheu apresentar o Alph, com todo esse jeitinho de querer ser considerado homem de uma só vez. Imagin a frustração, porque chega um momento na nossa vida em que não somos nem crianças nem adultos mais kkkk E nossos interesses ficam bem perdidos nesse período, a falta de credibilidade pode ser ainda maior dependendo da cultura do local. Também gostei de como a provável aventura foi apresentada. O Nero é intrigante e um pouco engraçado, apesar de ser um humor cansado. E confesso que fiquei curiosa para saber mais sobre o passado dele. O jeito que ele saiu, cantando, foi bem bizarro e ao mesmo tempo muito louco, porque deixou ainda mais em dúvida toda a história do roubo. Só vou acrescentar algumas coisas quanto a gramática porque vi que ouve uma certa repetição. Vi muitas palavras no infinitivo sem o "r" final como, por exemplo, " se pôs a 'corre'" seria "correr", "Ao 'entra' na taberna" quando seria "entrar". Existem vários artigos na internet em que pode encontrar como a estrutura funciona, é bem simples. Também vi muita deficiência na construção do plural como, por exemplo, "cabelos 'escuro' e 'curto' meio bagunçado'" quando deveria ser "cabelos escuros, curtos e meio bagunçados" porque os adjetivos devem concordar com "cabelos", que está no plural. Logo em seguida, pode se ver outro exemplo: "olhos castanho 'escuro'" quando deveria ser: "olhos castanho-escuros", nesse caso a regra é um pouco diferente porque são dois adjetivos interligados, então o último apenas que será flexionado. Você pode conferir essas regras no Esquadrão da Revisão, tenho certeza que facilitará muito sua vida. A última dica que gostaria de lhe dar é sobre o "pôs" e "pois" "pôs" é do verbo "por" que significa "colocar", enquanto que "pois" é uma conjunção e, dando uma explicação genérica, para ter certeza de que o está usando corretamente basta substituí-lo por "porque". Isso você também pode conferir no Esquadrão da Revisão. Também é importante ver qual tempo verbal você prefere para sua narrativa, já que em algumas partes você usa o presente e em outras o passado. Bom, foram apenas umas dicas, porque gostei bastante da história e acredito que pode lhe ajudar em uma possível correção e até nos próximos capítulos. Apesar de só ter lido o primeiro capítulo, já tenho várias expectativas para o que poderá acontecer! Bjs!
13 de Agosto de 2018 a las 20:17
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