Imperfect tenses Seguir historia

lady_giovanni Lady Giovanni

Anos após a queda de seu pai, Sesshoumaru terá uma surpresa ao se deparar com um youkai que foi marcante em seu passado de uma forma inusitada.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18. © Todos os direitos reservados.

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O sequestro do herdeiro

Empenhados em sua ronda noturna, os guardas de Inu-no-Taisho protegiam cada entrada de seu castelo, pois haviam certos rumores de que alguns ladrões estavam atacando algumas propriedades em busca de artefatos mágicos. O que lhes não sabiam, é que perto dali, havia alguém esperando pelo o momento certo, antes de invadir o castelo do líder daiyoukai.


As espadas de Inu no Taisho serão minhas.

— pensou com um sorriso sarcástico nos lábios e retirou um punhado de sementes de seu bolso, antes de voltar a olhar para seu alvo.


Jogou as sementes despercebidamente em direção aos guardas e aguardou uns instantes. Assim que os mesmos se aproximaram para um pequeno intervalo, as sementes começaram a tomar forma a forma de uma grande planta carnívora. Quando viram aquilo, os guardas se assustaram, tentando atacá-la diante do que viram, mas foi pior. Em poucos segundos, a planta havia consumido, um a um, até que não restasse mais ninguém ali.


A misteriosa pessoa avançou direto para a entrada, mas foi barrada por mais guardas, que ouviram os gritos dos outros do lado de fora do castelo. Imediatamente, puxou uma rosa e sorriu para os guardas que estavam prestes a atacá-lo com suas espadas.


Ao girar a rosa, a mesma se transformou em um grande chicote e os acertou em cheio, matando-os com poucos movimentos. Olhou com desdém para os corpos mutilados à sua frente e continuou caminhando até a entrada.


De modo furtivo, entrou no castelo e observou, se havia qualquer tipo de movimentação. Tudo estava em silêncio e presumiu que já não havia mais ninguém em seu caminho. Ao pegar um acesso alternativo, subiu as escadas e começou a busca pelos artefatos.


Depois de abrir algumas portas, eis, que lá estavam as três almejadas espadas. Seus olhos brilharam, certo de que tomaria posse das mesmas e pensou em Yomi. Nem mesmo ele, seria páreo. Ainda que ambos mantivessem um relacionamento às escondidas.


Puxou a porta distraidamente, não percebendo que a mesma não havia fechado totalmente e aproximou, sentindo o poder e grandeza de cada uma. Estava tão envolvido pelo momento, que não percebeu que estava sendo observado por alguém por trás da porta.


O jovem príncipe analisava o invasor e somente esperava que ele colocasse as mãos nos artefatos de seu pai, para dar um fim naquilo. O Jovem youkai, que era muito orgulhoso, achava que tinha condições de enfrentar quem fosse e nesse caso, não seria diferente.


Apesar do pai sempre estar à frente de tudo e não deixá-lo se envolver em muitas coisas, ele sentia que já estava preparado para coisas maiores e detestava não ser valorizado do jeito que achava que tinha de ser. Por isso, não comunicou nada, quando desconfiou das movimentações dentro do castelo. Seus pais haviam tido uma briga naquela noite e sempre que isso acontecia, resultava na saída repentina do youkai mais velho.


Continuou olhando para o inimigo e percebeu, que mesmo seu pai, que era tido como o mais poderoso, tinha lá suas fraquezas. Se lembrou de ainda passar pelo quarto do casal e ver sua mãe triste, o que fez com que sentisse mais rancor pelo seu pai naquele instante.


Sentimentos. Isso não são coisas feitas para youkais. Humanos. Eu os odeio. Os odeio, pelas suas fraquezas. Os odeio, por me odiarem. Os odeio, porque sei o que o meu pai faz. Odeio todos. — pensou e abaixou a cabeça, colocando as garras para fora e cortando a porta como se fosse um pedaço de papel.


— Você vai se arrepender de ter colocado suas patas imundas nesse castelo, sua raposa asquerosa! — disse seriamente, colocando as garras para fora. Seus olhos, aos poucos, começaram a ficar vermelhos.


Terminando de ouvir as palavras, olhou o jovem dos pés a cabeça e sorriu debochadamente.


— Ora, ora… Mas se não é o principezinho. — sorriu de canto. — Sei bem, que seu papai não está aqui, o que facilitou muito as coisas para mim. E, não falo isso, por que tenho medo dele, mas pretendo levar tudo embora e deixar uma pequena recordação de tal momento, quando ele voltar da sua farra. Até sua pobre mãe sabe das coisas que ele anda fazendo por aí. Triste, não? — fingiu tristeza.

— O que disse, seu maldito? — deu um passo em direção ao youkai e sentiu seu sangue ferver.

— É isso mesmo o que ouviu. E eu se fosse você, sairia daqui agora mesmo, antes que eu corte você em pedacinhos, como fiz com seus guardas. — disse e levou uma mão até seus cabelos, como se procurasse por algo.

— Eu não sou covarde! — rebateu. — Acha mesmo que será fácil pra você sair daqui? Você está muito enganado! Nem que este Sesshoumaru morra, não deixarei que fuja. — disse e o chicoteou com suas garras venenosas, mas não teve sucesso. A raposa era rápida.

— Então essa é a força dos Inu youkais? — riu. — Melhor seguir meu conselho, jovem príncipe. Fuja! Eu não vou poupar você da outra vez. — disse e puxou a rosa, transformando-a em um chicote. Gargalhou e sorriu de canto. — Sabe, acho que mudei de idéia. Se prepare para morrer agora!


A raposa desferiu vários golpes, acertando-o algumas vezes e viu as feridas expostas através do quimono rasgado pelo cortes. Sorriu vitorioso, vendo que seria muito fácil derrotá-lo se quisesse e continuou chicoteando o menor.


Sesshoumaru partiu para cima do outro, ignorando a dor e retribuía os golpes, não sendo eficaz na maioria deles. Lembrou de seu pai e bateu mais forte, lembrando que o mais velho havia lhe dito que não estava preparado para lutar. O mais novo continuou golpeando de forma afoita, deixando a raposa ainda mais contente e sentiu mais raiva daqueles sorrisos debochados.


— Por que ainda mantém esse sorriso no rosto, maldito? — perguntou ao se esquivar e respirou algumas vezes.

— Acho que novamente mudei de idéia.


Sesshoumaru sem entender, foi golpeado fortemente sobre o abdômen e atravessou algumas paredes para finalmente cair no chão. Youko se aproximou com as três espadas e foi de encontro ao outro que ainda estava no chão.


— Você vai ser meu prêmio, junto à essas raridades aqui. — disse ao mostrar as espadas e antes que outro pudesse fazer alguma coisa, acabou apagando com o impacto que sofreu ao ser atingido na cabeça.



Algum tempo depois, Sesshoumaru acordou um pouco zonzo e viu que seus pés e mãos estavam algemados com algum tipo de artefatos mágico. Tentou se livrar das correntes, mas foi em vão. A cada puxada, sentia uma dor imensa e olhou em volta, vendo que estava em algum lugar desconhecido.


Parecia uma espécie de caverna e ouvia o barulho semelhante a de uma cachoeira. Suspirou frustrado com aquilo, pensando que jamais chegaria ao nível de seu pai e olhou para o chão. Viu uma poça d'água ao lado e viu seu reflexo ser manchado com algumas gotas de sangue que caíram de seu rosto.


Onde ele está? Por que ainda estou aqui? Por que lê me trouxe até aqui? — Se perguntou e ouviu alguns passos ecoando dentro da caverna.


— Então você acordou. — perguntou ao se aproximar do youkai, fazendo o mesmo mexer as correntes e apertar os olhos devido a dor.

— Maldito! Quando eu puser as minhas mãos em você… — disse ao olhar para o outro com fúria.

— Você não vai fazer nada. Sabe por quê? Essas correntes que você está usando, tem um encantamento muito forte contra youkais. A cada vez que resistir, ela sugará parte de sua energia, como já deve ter notado. Sem falar na dor, né? — cobriu a boca e riu.

— Por que está mantendo este Sesshoumaru? Por que não matou, quando teve chance? — perguntou e soltou um gemido de dor ao se mexer.

— Ora... Por que lhe matar, quando posso me divertir um pouquinho mais com você, hein? — piscou o olho e levou a mão até o queixo dele.


Sesshoumaru virou rosto e olhou de canto para a raposa.


— Pagará caro por isso.

— Certamente… Mas antes, farei que o seu pai pague pelo que ele me fez primeiro.


Sesshoumaru olhou para Youko sem entender e viu que o outro havia ficado inquieto após seu comentário.


— Com toda certeza, você deva ter merecido e...

— Cala a boca! — disse e deu tapa com a costa da mão, marcando o rosto do menor.


Sesshoumaru cuspiu o sangue que tinha em sua boca e viu o outro sair dali, deixando-o sozinho novamente.

23 de Abril de 2018 a las 22:20 0 Reporte Insertar 0
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