Amor sem limites Seguir historia

lady_giovanni Lady Giovanni

O que começou por uma simples curiosidade, acabou por despertar alguns sentimentos que mudaram a vida de Afrodite por completo. Amar alguém que não está aqui? Isso é possível? Quando há amor, nada é impossível. Esse sentimento arrebatador nos faz ultrapassar os limites. Foi o que aconteceu com a triste sina de peixes ao ter seu amado separado por apenas por uma barreira: A morte.


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18. © Todos os direitos reservados.

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Começo

Outro sonho.


Afrodite abriu seus olhos e olhou pela janela, notando que ainda estava escuro. Olhou para o lado para ver as horas no despertador e ficou intrigado. Novamente, aquela hora. Passou as mãos sobre o rosto suado, sentindo seu coração ainda bater forte, já que foi arrebatado pelos sonho ao encontrar o seu amado. Como sempre, vívido e não menos intenso do que os outros.


Afrodite ofegava, tentando tranquilizar sua respiração e olhou para o volume que havia crescido por debaixo dos lençóis, sentindo um pouco desconfortável pela dor da excitação.


Como as noites anteriores, se levantou e foi até o banheiro para cessar aquela sensação angustiante. Apertou o interruptor assim que entrou e caminhou até a banheira para enchê-la. Abriu a torneira, ajustando a temperatura adequada para que não pegasse um resfriado e foi até o espelho. Olhou o próprio reflexo no espelho e viu que seu rosto ainda estava enrubescido. Não sabia como aquilo podia ser possível, mas era bom. Exceto ao acordar, pois a cada dia que passava se sentia mais frustrado por aquilo tudo não ser real.


Após enchê-la, fechou as duas torneiras e tocou sobre a água se certificando se a temperatura estava realmente adequada. Em seguida, se despiu completamente e emergiu o corpo devagar, se encostando em uma das paredes da banheira. Fechou os olhos, sentindo um tanto relaxado e queimou seu cosmo, fazendo com que o ambiente fosse tomado por suas pétalas de rosas. Sentiu algumas pétalas tocarem seu peito e repousou cabeça sobre o encosto. Sentia uma ânsia de acabar com aquilo logo, até para esquecer cada parte daqueles momentos. Fechou seus olhos novamente, levando a mão sobre sua intimidade e inevitavelmente pensou naquele que habitava seus sonhos todas a noites e começou a estimular a glande, sentindo as primeiras sensações de alívio que o prazer lhe proporcionava. Entreabriu os lábios e começou a arfar, sentindo seu membro cada vez mais rijo.


Aquilo estava bom, mas nada se comparava com o que sentia naqueles sonhos. Não sabia, sequer, se podia chamar aquilo de sonho, já que se deleitava todas as noites com alguém que já não era mais vivo. Loucura? Sim. Estava completamente louco. Entorpecido de paixão. Embriagado pelo desejo de tê-lo. Queria possuí-lo... Queria ser possuído, mas era impossível.


Em meio a gemidos, sussurrou o nome de seu amado algumas vezes até que sentiu o gozo sair de forma urgente, prazerosa e abundante. Ofegou e abriu os olhos devagar, vendo que estava só. Não aguentava mais aquilo. Buscava um pouco de compreensão em meio ao silêncio, mas nada daquilo fazia sentido. Se sentia completamente frustrado por algo que não podia simplesmente ignorar. Não conseguia se livrar daquele sentimento.


Aquele olhar... Aquela boca. Esta, que faria de tudo para sentir o gosto, se tornava impossível. Como conseguiria? Somente em seus sonhos. Pensou e suspirou profundamente.


Saiu dali, jogando a toalha sobre a cadeira e puxou a fita que prendia seu cabelo, deixando a cascata azulada cair em suas costas. Se aproximou de sua cama e se deitou como veio ao mundo. Cobriu seu ventre e se deitou de bruços, tentando dormir novamente. Com sorte, poderia “encontrá-lo” novamente em seus sonhos.



No dia seguinte…


Afrodite sentiu seus olhos serem atingidos por alguns raios solares e os abriu devagar. Se virou para o lado, na tentativa de voltar a dormir, mas logo escutou algumas batidas em sua porta, afundando o rosto contra o travesseiro. Sabia que era seu amigo italiano, mas fez questão de não responder. Tudo o que queria, era dormir.


— Afrodite? Você está bem? Eu sei que está aí. Posso sentir seu cosmo.


O pisciano virou o rosto em direção da porta e bufou irritado.


— Me deixe em paz! — respondeu alterado.


O silêncio tomou conta do ambiente, mas ainda podia sentir o cosmo do cavaleiro no mesmo lugar. Continuou em silêncio até ele ir embora e soltou um suspiro. Ficou aliviado por seu amigo não insistir e fechou seus olhos, rolando mais algumas vezes pela cama. Ao ver que havia perdido seu sono, resolveu se levantar e se vestiu para tomar café. Caminhou até a cozinha e viu uma de suas servas preparando seu café da manhã de costas para a corta. Olhou para as curvas da jovem grega e foi surpreendido:


— Bom dia, senhor.

— Bom dia. — respondeu e desviou o olhar, já pegando um lugar a mesa.


A jovem garota se aproximou e colocou o desjejum sobre a mesa, servindo uma taça de suco para ele. Afrodite a observou em silêncio e ficou novamente frustrado de pensar que nem mesmo as servas lhe distraíam mais. A dispensou sem notar o quanto a jovem havia ficado chateada e se viu sozinho.


Após terminar seu café, foi ao até o seu jardim e deu alguns passos até que parou em frente a uma roseira em particular. Aquela roseira. Foi ali, onde tudo começou.

13 de Abril de 2018 a las 03:16 0 Reporte Insertar 1
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