Três horas da manhã Seguir historia

ohhtrakinas

Um conto onde 6 amigos mitológicos se reúnem para comprar ingredientes para um churrasco, aproveitam para bater um papo e botar a conversa em dia.


Fanfiction No para niños menores de 13.

#humor negro #comédia #mitologia #histórico #ohhtrakinas #kuroko no basket #KNB
Cuento corto
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one-shot

Todo mundo já deve saber, ou não, mas ás três horas da manhã é o horário que as bestas saem de seus mundos para o mundo real, onde esse momento também é batizada como a “hora do capeta”. Mas o que vocês não sabem é que não são só as bestas e demônios que saem para atormentar a vida dos seres humanos. As criaturas mágicas também saem, criaturas estas que são os famosos seres mitológicos; de todas elas.

Eles aproveitam essa horinha para largar de seus afazeres importantes para passear no mundo dos mortais e aproveitar o que tem de bom. Inclusive uns deles, os mais enxeridos, vão na casa das pessoas mexer no que não são chamados e acabam quebrando, sem querer, alguns pertencer... Não é a toa que as pessoas acabam acreditando que o sobrenatural acontece só as três da manhã.

E aproveitando essa única horinha de descanso, que Kise, uma Kyuubi, fez com que todos os seus amigos se reencontrasse nos Estados Unidos da America... O centro do capitalismo, ou em outras palavras, o “centro das lojinhas das maravilhas”.

–Ok, está todo mundo aqui? –Disse o loiro trajando seu costumeiro kimono grande amarelo, colocando a mão na cintura.

Um Karasu Tengu, moreno e de cabelos azuis olhou o relógio. Seu nome era Aomine –Espere aí que o Akashi está atrasado.

–Porra, ele sempre se atrasa... –Kagami, O Deus do fogo da mitologia Hindu, seu nome completo, também era chamado de Agni.

–Bem que o Akashi-kun disse um dia que estava difícil trazer tecnologia pro submundo dele... –Falou Kuroko, uma Mizuchi. Estava sentado em um banco.

–Aka-chin disse que já estava chegando... –Disse sonolento, Murasakibara, um Kinkaneko.

–Ohh, peraí’, olha ele chegando aí! –Aomine alertou o resto do grupo.

Todos passam a olhar para um certo ponto, onde se abria uma pequena garganta.

E de repente, um pé calçado em sandálias gregas, salta para fora da garganta, mostrando uns cabelos ruivos e olhos heterocromáticos.

–Está atrasado, Akashicchi... –Disse Kise cruzando os braços.

–Ohh, gente, e aí? Acabei atrasando um pouco. –Akashi era o rei do sub-mundo, onde aterrorizada os antigos gregos milênios atrás. Também conhecido como Hades.

–Sério que você atrasou? SÉRIO!? –Kagami comentou com um sarcasmo carregado.

–Cala a boca, Taiga, tu não sabe o sofrimento que estou passando pela falta de tecnologia lá no submundo! Depois que as pessoas pararam de acreditar em mim e passaram a acreditar nessa bosta de “inferno”, parou de ir gente morta pra lá! Ou seja, não está tendo mais tecnologia nova pra mim. Não sei mais como me teletransportar. Maldito seja Dante! O filho da puta acabou comigo.

-Não deveria culpar Constantino? –Kise entra no meio da conversa –Foi ele que oficializou o cristianismo.

-Não sei porque! Ele era pagão, porra! –O pequeno ruivo já estava ficando estressado. Lembrar dessas épocas conturbadas onde perdia sua credibilidade deixava-o depressivo. –Eu culpo todo mundo, pra falar a verdade. Os gregos deveriam estar aí até hoje...

–A vida de Akashi-kun ficou difícil nos últimos dois mil e quinhentos anos... Não ter tecnologia nova deve ser dureza. –Disse Kuroko.

–Cês’ não sabem o que é viajar até Portugal, pra roubar as bússolas que aqueles navegantes de mil e quinhentos usavam, pra eu achar os Estados Unidos, tá? É ruim pra caralho, usar aquela porra! –Falou Akashi sem paciência. –Escuta aqui, Ryouta, por que nos Estados Unidos? Por que não podia ser mais perto?

–Por que pra fazer um churrasco bom, tem que comprar as carnes num lugar bom! Onde tenham bastante lojas, shoppings e etc.

–Vai se ferrar, poderíamos ter ido na Espanha! –Disse Aomine, agora entrando na frente de Akashi –Pô, lá tem as touradas, umas carnes gostosas, não é o país do churrasco!?

–Acho que é outro país. –Disse Kuroko.

–Não, são os países latinos! – Rebateu Aomine.

–Cê’ tá falando que queria ir pra Espanha, só pra entrar na casa das espanholas, não é? Safado! –Disse Kise se irritando.

–E se for... Qual o problema? –Aomine cruza os braços.

–Gente, vamos logo fazer as compras, já é 3:10 da manhã! Perdemos dez minutos! –Falou Kagami apressando a todos.

–Beleza, beleza, vamos lá!

Kise sai na frente, pois estava com a lista para esse tal de churrascos. Aomine vai ao seu lado, olhando a lista e tentando fazer algumas mudanças, encrencando com o loiro. E o resto dos amigos vão indo atrás.

Alguns minutos mais tardes, eles entram num supermercado, que obviamente estava fechado, porém com todas as luzes acesas. Eles eram os únicos no local.

Pegaram um carrinho, e agora estavam vagando pelos grandes corredores cheios de comida.

O engraçado, era que eles não podiam serem vistos pelos olhos humanos, já que são criaturas mágicas, mas mesmo assim, a câmera do supermercado iria captar o carrinho em movimento “jogando” um monte de coisas dentro dele... E só iria ser visto de manhã, quando o mercado fosse aberto e as pessoas olhassem na câmera e ver o que aconteceu durante a madrugada. Lógico que todas ficariam horrorizadas e com medo, achando que o supermercado estava sendo assombrado.

–Ok, já compramos todas as carnes. –Kise riscou a lista mais uma vez.

–É carne pra caramba... –Disse Kagami, olhando para aquela delícia toda.

–Verdade... –Murasakibara concordou, encarando a carne.

Os dois eram os grandes comilões dali, não?

–Ei, ei, vocês dois, a carne é pra se comer no churrasco, fiquem longe! –A Kyuubi afasta o carrinho.

–Ei, ei, Kise-kun... Afinal, onde vai ser esse churrasco? –Perguntou Kuroko.

–Na casa do Akashicchi.

–NA CASA DE QUEM? –Gritou Akashi, que estava atrás de todos.

–Na sua casa, Akashicchi, qual o problema? –Perguntou o loiro, inocente.

–Por que diabos tem que ser na minha casa!?

–Porque a sua casa é a maior que tem, não é?

–Ohh verdade, você mesmo disse que agora o submundo está com bastante espaço e vazio, já que ninguém mais vai parar lá. –Falou Aomine, se intrometendo na conversa.

–Escuta aqui, se vocês acham que podem fazer baderna na minha casa, cês’ tão muito enganado! –Falou Akashi, apontando para os dois. –Por que que não pode ser em outros lugares? Sei lá... Por que não no céu, a casa daquele cara lá, ohh.. ohhh... –O ruivo começa a estalar os dedos, tentando lembrar do nome. –Aquele lá, o “todo poderoso” de hoje em dia...

–O que chamam de Deus? –Chutou Tetsuya.

–ISSO! Por que não vai na casa dele? Lá é muito grande!

–Lá é grande, mas tem pouco espaço. Deus mesmo disse que o céu estava sofrendo uma superlotação. –Falou Ryouta. –Não é a toa que ele está fazendo um outro céu, só pra receber mais gente.

–Isso que dá as pessoas serem tudo boazinhas. –Falou Aomine. –Quando eu falo que seria bom acontecer mais uma guerra, cês acham que é exagero meu...

–Tá, se no céu não dá, por que que não vamos na casa do Lúcifer?

–Nem pensar, Akashi-kun! Lá faz muito calor e eu detesto o calor, esqueceu que sou uma criatura do mar!? –Falou Kuroko, elevando um pouco a voz.

–Isso mesmo, Kurokocchi desmaiaria se passasse dez segundos lá.

–E na casa do meu irmão? –Akashi disse como uma ultima tentativa.

Zeus-cchi vive numa construçãozinha no topo de uma montanha! Não vai caber, nem é tão grande assim.

–... Ohh gente, na minha casa não... –Seijuro já estava sentindo-se derrotado. –Vai, ok... –Deu de ombros- vamos fazer essa merda lá no submundo, mesmo... Mas, ó! Quem vai lá?

–Não vai muita gente, não... Sei lá, umas pessoas da mitologia hindu, mitologia grega, mitologia nórdica, mitologia brasileira, mito-

–Ohhh, cê disse brasileira!? –Falou Aomine se exaltando. –Vai me dizer que a Yara vai pro churrasco!? Aquele sereia gostosa...

–Prefiro as sereias gregas, são mais bonitas, elas tem asas... –Disse Kagami.

–Ohh, peraí... Se toda essa gente dessas mitologias vão estar tudo no churrasco... Quer dizer que sucubus vão estar lá também? –Falou Tetsuya meio receoso.

–Ahhh, safadinho, tá falando isso por que quer se encontrar com a Satsuki, né!?

–CARA, NÃO SEI COMO VOCÊ CONSEGUE SER AMIGO DAQUELA DOIDA, NOJENTA! ELA TENTOU ME ENCANTAR, VÉI! ELA QUERIA DAR PRA MIM!!! –Falava Kuroko, praticamente gritando, lembrando-se daquela rosada que era uma sucubus atrevida.

–E o que que tem? –O moreno deu de ombros.

–Eu não gosto dela, Aomine-kun, não gosto!

–Oh, a bruxa Alex vai? –Perguntou Kagami.

–Acho que sim... –Disse Kise.

–Ótimo, faz tempo que não vejo o espírito familiar dela, mesmo.

–O Hellhood, lá, o Himuro? Aquele emo? –Falou Kuroko.

–É... Não fala que ele é emo, não, caramba. Pôh, o cara é mó’ amigo meu.

–Sei... Isso me cheira a bixisse. –Falou Aomine.

–COMO É QUE É!?

–Ohhh, vamos continuar a comprar as coisas? Vamos!? Ainda falta coisa! –Falou Kise apressando os demais, ainda faltava coisa pra se pegar naquele mercado.

Eles já haviam pegado tudo no mercado para o grande churrasco.

–Err.. Carne?

–Confere.

–Refrigerante.

–Confere... Ouw, pra que refrigerante? –Perguntou Aomine, segurando a lista.

–O Akashicchi que quis pegar –Falou Kise apontando para o ruivo.

–Ohh, Akashi, que palhaçada é essa!? –Falou o moreno, tentando achar uma resposta digna do mais baixo.

–Que que tem pegar refrigerante? –O deus das trevas cruza os braços.

–Véi, é um churrasco! O certo é cerveja! Bora’ ir lá na Europa rapidinho pegar uns litro de cerveja? As melhores marcas estão tudo lá.

–Nem ferrando que vai pegar cerveja, esqueceu que o churrasco vai ser na minha casa!? –Akashi fica impaciente.

–...E? –O tengu questiona com uma sobrancelha levantada.

–Não quero neguim’ vomitando no meu submundo não, ok? Ordem na minha casa; ordem!

–Ordem é a minha asa na sua cara! O lugar é o submundo, cheira a morto, lá! O lugar tem mais de cinco mil anos!

–Cê’ que pensa, eu limpei tudo, varri tudo, tá limpo, tá lindo~

–Tá, tá, continuando! –Kise chama atenção dos dois. –Vai, olha a lista, aí, Aominecchi... Refrigerante... Err... Coxinha...

–Coxinha?

–É...

–Coxinha é só no Brasil, cara.

–Ouw... Quem botou coxinha na lista? –Perguntou Kise.

–Eu... –Levanta a mão, Murasakibara.

–Tinha que ser... Com uma alma de gordo dessas, ninguém segura. –Falou Kagami.

–Cala a boca, lá tem um monte de coisa gostosa, cês deveriam ver! –O kinkaneko se defende.

–O que mais cê botou na lista?

–Coxinha, bolinho de queijo, beijinho, brigadeiro, pavê, arroz doce, feijoada, guaraná...

–É tudo comida típica de lá! –Falou Aomine, colocando a mão na cara.

–Ahhh, Murasakibaracchi!

–Vamos pro Brasil, então! Estou cansado, preciso de água... E lá tem o maior rio do mundo, mó’ delícia. –Falou Kuroko, se sentando no chão.

–Tá bom, tá bom... Vamos deixar o Kurokocchi na Amazônia, enquanto a gente vai num supermercado de lá e compra tudo isso daí. Vamos logo gente, temos só trinta minutos sobrando!

Todo mundo, mais uma vez acaba viajando novamente, e dessa vez para o outro lado do continente. Ainda bem que isso é feito bem rapidinho graças ás gargantas.

Kuroko foi deixado no rio Amazônia, aproveitando a água de lá. Aomine até tentou dar uns pegas na Yara, mas Kise não deixou pois dizia que o moreno ainda tinha coisa pra fazer. E todo mundo saiu da Amazônia para São Paulo, indo num supermercado.

–Óoootimo, pegamos todas as coisas que faltaram! –Kise senta em um banco. –O carrinho está cheio!

–Ohh, tá meio frio, né? Cês’ querem um foguinho pra esquentar? –Disse Kagami, esfregando os braços, fazia um pouco de frio na região. Kagami não se dava muito bem com o inverno já que era o deus do fogo...

–Eu to de boas. –Disse Aomine.

–Aominecchi e eu somos acostumados com o frio, já que vivemos nas montanhas do Japão... –Comentou o loiro.

–Heh, deve ser mole cuidar de montanhas, né, Aomine? –Falou Kagami.

–Cê’ que pensa, cara! –Respondeu o moreno, cruzando os braços. –Não é fácil, não, aguentar os pássaros que ficam migrando, batendo em você, cagando em você! Sem contar das pessoas que sobem nas montanhas, e umas delas me pedindo sabedoria, pra eu cuidar delas; EU QUERO É QUE ELAS SE FODAM! Me deixa em paz! Eu não vivi mais de dois mil anos pra isso, não! Sem contar das rajadas de vento que aquele Yatagarasu filho da puta fica mandando pra mim!

–Yatagarasu? Tá falando do Haizaki? –Kagami.

–É... Aquele palhaço. –Aomine simplesmente DETESTAVA o rapaz que dividia a montanha consigo.

–Mas não é o teu primo?

–Primo uma ova! –Daiki grita meio irritado. –Odeio ele!

–Mas, Aominecchi, confesse, vocês são da mesma família... Sem contar que Tengus e Yatagarasus são quase primos...

–Primos distantes, muuuuuuito distantes.

–Frescura, pra mim os dois são a mesma coisa. –Bufou Kagami.

–Vai te catar, cara, eu não tenho nada a ver com aquele dali! Yatagarasus tem asas brancas e Tengus tem asas negras, eu sou preto e ele é albino, ele faz vento e eu não, nada a ver!

–Tá, tá... frescura...

–Kagami, seu bosta!

–Oh, oh, dá pras duas meninas pararem de brigar? –Disse Akashi cruzando os braços.

–Tá se achando só por que é o deus Hades... Brincadeira, viu. –Murmurou Aomine.

–Akacchiiin~ -Falou Murasakibara, chamando a atenção do ruivo.

–O que é Atsushi?

–Estou com fome...

–Tu comeu umas trinta caixa de Danone, cê’ ainda tá com fome!?

–Tô...

–Poh... Então come, né?

–Come, nada, vai acabar com a comida do churrasco toda! –Falou Kise, afastando o carrinho de perto do Murasakibara. –Como pode um Kinkaneko comer tanto? –Falou o loiro baixinho.

–Bom, acabamos aqui, né? Agora só falta eu passar numa banca pra pegar uma revista pra mim. –Disse Aomine se afastando um pouco do grupo.

–Que revista? –Perguntou Kise.

–Umas edições aí da revista playboy... Afinal, não tem muita coisa pra se fazer nas montanhas, então preciso de alguma coisa pra me divertir.

–Seu tarado...

–Ow, Kise, quando que vai ser esse churrasco? –Perguntou Kagami.

–Ahh, sei lá... Vinte e cinco?

–Vinte e cinco não é aniversário de Jesus? –Falou Akashi.

–Ohh verdade, é aniversário dele... Precisamos comprar um bolinho pra ele, não acham? –Falou Kise, já voltando pro mercado.

–Ow, peraí! Vamos convidar ele pro churrasco. –Falou o moreno.

–Cê’ acha que ele vai querer ir no churrasco? Jesus é mó’ paz e amor, o cara é um hippie!

–Ué, um dia desses eu fui lá em Jerusalém e acabei encontrando com ele... E eu estava com a minha revista play boy, e acabou mostrando pra ele.

–CARA, CÊ É LOUCO!? –Gritou Kise, assustando Akashi, Murasakibara e Kagami que estavam por perto. –SE O PAI DE JESUS DESCOBRIR QUE TU ANDOU MOSTRANDO COISAS OBSENAS PRA ELE, ELE TE MATA E MANDA PRO INFERNO!!!

–Se preocupa não, o cara nem curtiu, jogou a revista no chão e falou: “ohh, brinca com isso não, bixo, isso não é de Deus~” E fez um sinal paz e amor lá e pans... E Deus não poderia fazer nada comigo não porque eu não faço parte da mitologia dele, e as mitologias não podem se prejudicarem já que suas origens são diferentes demais para terem contatos entre outras coisinhas a mais e blá blá blá. –Falava tudo com um certo desanimo.

–Maldito, no mínimo agora ele vai ficar na maior inrustia’ pra cima da gente, e no mínimo não vai querer dar chocotone no natal! –Kise choramingava.

–Chocotone? –Murasakibara, que estava com fome, tem sua atenção chamada pela palavra sugestiva.

–Calma, um dia passa... –Disse Aomine, coçando o nariz.

–Ei, ei, já está na hora de voltarmos. –Disse Akashi olhando pro relógio.

–Tsc, mas já? –Kagami estava meio desanimado.

–Droga, vou ter que voltar para aquela montanha sem graça e aguentar aquele Yatagarasu idiota, junto com aquele Tanuki imbecil!

–O Makotocchi voltou?

–Voltou, aquela peste... O Haizaki e Makoto são amigos, os dois se merecem, dois idiotas que odeio! –Falou Aomine rangendo os dentes.

–Reclama da sua vida mas não sabe o que eu paço! Me sinto tão sozinho naquele submundo... Só o Cérberus me faz companhia mas, ninguém merece limpar cocô de cachorro gigante.

–... Eita, Akashi... –Disse Aomine meio sentido pelas palavras do amigo.

–Gente, sabe de quem eu to sentindo falta? Do Midorimacchi! Ele deveria estar aqui com a gente fazendo compras!

–Shintaro disse que estava viajando, iria visitar um tal de Takao... –Falou Akashi.

–Sei... Isso me cheira a bixisse! –Disse Aomine cruzando os braços.

–Bom, eu to indo... Tchau Akacchin. –Murasakibara abre uma garganta para ele mesmo e desaparece, deixando os outros para trás.

–Ele nem deu tchau pra gente... –Disse Kagami, com uma gota visível na testa.

–Ele só fala com o Akashicchi...

–Vamos embora, loira, temos que voltar! –Chamou Aomine.

–Tô’ indo... Me ajuda aqui com esse carrinho... Tchau, gente!

–Tchau... –Responderam Kagami e Akashi juntos.

Kise e Aomine foram para Amazônia pegar Kuroko e os três voltaram pro Japão. Kagami voltou para a Índia, Akashi voltou para a Grécia e Murasakibara voltou para a China.

As três horas da manhã havia se passado e agora já eram quatro da manhã. A essa hora não havia nenhuma criatura mística na rua, nenhum demônio, nenhuma criatura mágica, nenhum deus... Estava tudo calmo... Apenas uma brisa fria assoprando.

Mas daqui alguns dias, nas próximas madrugadas, eles teriam de se reencontrar de novo, e dessa vez teriam de fazer os preparativos para o grande churrasco.

20 de Marzo de 2018 a las 02:56 0 Reporte Insertar 0
Fin

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Sasah Trakinas Alcoólatra triste.

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