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_koen Koen Early

Desde o princípio da história humana, sempre existiram três tipos de homens: Os que mandavam, os que obedeciam e aqueles que eram tão imundos e inúteis que não poderiam ter direito a decidir sequer quando iriam parar de respirar. Diferente das pessoas que vieram antes de mim, eu sabia muito bem desde pequeno a que tipo eu estava inserido, e nunca duvidei nem mesmo por um segundo disso enquanto criava do zero, a maior e mais perigosa organização criminosa que a Ásia enfrentaria em sua longa história. Por isso, quando os detetives decidiram abrir uma guerra declarada contra meu império e desafiaram as regras, despertaram junto a um monstro desconhecido uma questão que todos nas ruas se perguntavam em segredo. Nessa guerra onde os inimigos não possuíam face, quem seriam os primeiros a cair?


Fanfiction Bandas/Cantantes Sólo para mayores de 18. © _koen

#sekaimention #suho #sulay #koen #romance-policial #chanyeol #baekhyun #exo #chanbaek
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Capítulo 1 - Broken

Chanyeol POV

   Amar sempre foi um jogo muito complicado para mim. A tênue linha entre o que a outra pessoa esperava, e o que eu realmente podia oferecer, sempre gerou grandes conflitos, pois quando você passa tantos anos dentro de uma casca profunda e obscura no interior, mas brilhante e radiante por fora, os outros se fascinam pelo que vêm, mas nunca pelo que encontram no interior, quando as primeiras camadas de proteção começam a cair. Afinal, o amor é perfeito, não é?

   E eu, infelizmente, nunca cheguei a míseros passos do que eles julgavam aceitável.

Pode parecer como uma frase que um perdedor diria, quando perdido entre pensamentos toscos e uma vida medíocre, mas, tirando a parte dos pensamentos toscos, eu possuía todas as características.

   Trabalhando há 10 anos como detetive da Narcóticos, vendo tanta morte e dor quanto meu coração seria capaz de processar antes de desligar completamente, e por isso, quando Kyungsoo foi embora e me deixou sentado em nossa escada vendo o vazio da casa, sem suas coisas, sem NOSSAS coisas, eu não pude culpa-lo. Namorávamos há 5 anos, e desde nosso primeiro ano juntos, quando finalmente consegui me abrir para ele sobre minhas cicatrizes, sobre minhas dores, ele suportava o monstro que se escondia por baixo da minha pele.

   Ele me suportava.

   Parecia uma cena cruel de se imaginar, o belo e sofrido amante deixado às lágrimas na escada, enquanto o outro saía pelas ruas em busca de uma vida que envolvesse menos complicações do que as cicatrizes que marcavam não apenas as costas de seu ex-amante, mas também sua alma. Clichê, mas cruel. Eu odiava isso.

   E odiava mais ainda o fato de que quase como uma coincidência saída do inferno, meu chefe decidira pressionar um informante que delatara um possível esconderijo da máfia do porto, onde um dos novos líderes estaria sendo iniciado. E, segundo as palavras que ele me disse pelo telefone, enquanto eu fazia meu melhor para manter minha voz no mesmo tom de sempre, descontraído e animado, “a noite seria das grandes”.

   Segurando minha Glock 21 em uma das mãos e sentindo o peso do colete Kevlar contra minhas omoplatas e sua pressão em minhas costelas, eu sabia que deveria esquecer tudo que havia acontecido por ao menos uns segundos, ou assim que meu pé atingisse aquela porta, seriam meus últimos minutos entre os vivos; porém, mesmo que eu me esforçasse ao máximo, a dor ainda me esfaqueava, pouco a pouco, como se um sádico desejasse me ver sangrar lentamente, morrendo primeiro pela dor e depois pelo corpo.

   - Foca nessa merda, ou eu vou te matar antes de esses mafiosos terem a chance, - ouvi Suho falar atrás de mim. Aquele mal humor só costumava aparecer em duas situações: quando um criminoso tentava nos ameaçar e quando alguém da equipe perdia o foco em momentos críticos.

   - Desculpa, - sussurrei, não querendo prolongar muito mais aquela sessão de tortura. Respirando fundo, e reunindo todos esses pensamentos ruins em uma caixinha mental que logo explodiria, senti finalmente um pouco de paz, e fechando o punho com ele erguido para o alto, em um sinal característico que dizia as forças especiais para agirem rápido, estiquei dois dedos e apontei para a porta que ecoava um barulho característico de comemoração e um cheiro que só poderia ser definido em uma coisa. Sexo...

   Acenando com a cabeça para Suho, como uma troca mental de mensagens, ergui meu pé esquerdo, e apoiando momentaneamente o peso no direito, chutei a porta do velho prédio residencial localizado em uma das favelas aos arredores de Seul. Apontando minha Glock para todos os idiotas que tivessem a tola ideia de correr ou agarrar suas armas, comecei a avançar, enquanto os membros do meu esquadrão me seguiam com os demais agentes de campo. Podia ouvir nos andares superiores as janelas sendo quebradas enquanto as forças especiais jogavam suas características bombas de gás para forçar os engraçadinhos que tentavam se esconder ou fugir para a única saída que restava. Onde estávamos.

   Deixando o papel de policial mal para os novatos que ainda se importavam com isso, caminhei passo a passo em direção ao corredor que levava ao resto do edifício onde eu ainda podia ouvir o som de euforia dos sortudos que ainda acreditavam na possibilidade de uma fuga.

   Passando por vários homens que tinham o dobro da minha idade, e as garotas que se escondiam sob seus braços com medo do que lhes aconteceria por serem pegas se prostituindo, mas agradecidas por não terem que, por mais uma noite, fingir um orgasmo enquanto um velho obeso as fodia sem jeito, senti o característico frio na minha espinha se formando quando os pares de olhos me seguiam com as tatuagens em suas peles claras criando padrões tensos que me insinuavam assim, como silêncio dos animais antes da tempestade, que aquilo não seria tão fácil como parecia.   

   E não foi mesmo.

   Assim que eu atravessei a pequena cortina que separava os dois ambientes, senti uma sombra se aproximar por trás, mas antes que eu fosse capaz de me virar ou apontar minha arma em sua direção, senti dois pés colidirem contra minhas costas me enviando contra o chão com força, enquanto sentia o ar escapar dos meus pulmões por bater com a boca do estômago contra algo duro. Minha arma fizera um som característico enquanto se arrastava para longe do meu controle, e naquele momento eu podia sentir junto ao desespero a voz de Suho no meu ouvido.

   Sempre leve reforços sua anta, ele dizia; Nunca tente bancar a porra do super-homem em uma missão. Porque os seus inimigos não usam fantasias baratas, mas sim armas muito bem carregadas.

   Deitado contra o chão e tentando me arrastar para a arma, amaldiçoava cada segundo do meu dia, por não o ter levado comigo. Provavelmente agora ele devia estar subindo as escadas com o resto da equipe, enquanto eu, o idiota, tentava não desmaiar com o peso súbito que foi jogado contra minha espinha quando o babaca deu um pulo direto. Eu não tinha visto seu rosto, mas pelo peso e sua força, definitivamente não era uma mulher.

   - Desgraçado, - grunhi entre dentes, enquanto engolia o ar em pequenas golfadas e tentava me recuperar. Eu não tinha muitas opções naquele momento, podia tentar lutar e levar uma bela surra até alguém aparecer e eu recuperar o fôlego, ou poderia jogar com esse idiota. Ele certamente devia achar que tinha uma vantagem nesse momento, mas definitivamente entre nós dois, ele estava longe de ser quem tinha mais surpresas.

   Forçando meu corpo a virar com as costas contra o chão, me curvei forçando uma tosse seca, demonstrando fraqueza mesmo que eu não quisesse. Senti outro chute atingir de mal jeito entre minhas pernas, e por poucos centímetros não pegando em meu membro, e aproveitando da falta de mira do meu oponente, deixei um grito angustiado escapar por meus lábios enquanto observava sorrateiramente as reações do meu oponente. Caindo com a cabeça contra o chão, com as pernas dobradas e fingindo “proteger meu membro”, ignorei a dor na minha coxa e deixei que aquele idiota fizesse o que eu precisava. Se aproximasse.

   Quando seus pés cercaram minha cintura, e ele desengatilhou sua arma eu tive poucos segundos para fazer o que planejara. Puxando minha faca da cintura, e deixando o cabo rodar sobre meus dedos, agarrei com força ele quando senti a firmeza e enfiando no tendão de Aquiles do cara; afundei a lâmina com força e torci enquanto ele tombava com a dor. Agarrando a arma de suas mãos, quando ele se aproximou o suficiente de meu agarre, apontei a Colt 1911 para sua cabeça e disparei duas vezes.

   - Filho da puta, - xinguei enquanto chutava seu corpo mole para o lado e me levantava. Não sabia como, mas ainda não haviam surgido outras pessoas naquele corredor.

   Respirando pesadamente e sentindo meu peito pesar sobre o Kevlar, observei o homem que eu havia acabado de matar, suas feições agora enegrecidas pelas sombras da morte não conseguiam esconder a beleza que aquele homem um dia tivera. Ele não devia ter nem sequer 20 anos, e já havia sido recrutado para essa guerra sem propósito.

   Suspirando e deixando seu corpo para trás, comecei a caminhar pelo corredor procurando minha arma. Ainda não entendia porquê diabos ninguém havia aparecido ali ainda, mas definitivamente não voltaria para questionar.

   Quando me aproximava do final do corredor, que quase parecia inútil por não levar a lugar algum, ouvi um barulho agudo quase como se algo de vidro se quebrasse contra o chão, e olhando na direção do som, vi o brilho característico da minha arma contra a luz que escapava de uma pequena fresta.

   Quase como uma porta falsa, escondido sob o papel de parede, com uma maçaneta tão pequena que sem o auxílio da luz seria quase imperceptível, a razão daquele corredor se apresentava como um prêmio dourado aos meus olhos.

   - SOCORRO! - uma voz fina, aguda e angustiada me despertou de volta a ação, enquanto o barulho de mais coisas quebradas do outro lado da porta. Eu não conseguia compreender o que estava acontecendo, mas se podia haver uma rota de fuga lá embaixo eu definitivamente não conseguiria deixar essa missão fracassar por precisar de apoio. Pegando minha arma do chão, e destravando ela, respirei profundamente antes de girar a maçaneta lentamente e deixar que minha presença os surpreendesse.

   Ao abrir a porta completamente, mesmo com a pouca luz consegui identificar o apertado espaço que conduzia a uma escada que descia ao subsolo. Porão. Essa era a resposta...

   Passo a passo, sem precipitar nada, sem correr, sem cometer outro erro. Deixei a porta aberta para denunciar minha posição caso precisasse de reforços e comecei a avançar para a escuridão.

   Os barulhos continuavam altos, intensos e desesperados. O que quer que estivesse acontecendo lá embaixo, era sério. Ao alcançar o final da escadaria, me deparei com um lugar abafado, sujo e, acima de tudo, cruel.

   O lugar não possuía mais do que 3 metros por 3, e era absurdamente sujo. Do chão enegrecido pela sujeira, a parede absorta pela umidade; o lugar era completamente repulsivo, com uma pequena janela servindo como única fonte de circulação de ar.

   A questão do cheiro, nem foi tanto o que me chocou, menos ainda os baldes entupidos de merda ou as marcas de sangue espalhadas pelo chão. Nem sequer as algemas espalhadas na parede e os chicotes jogados pelas laterais conseguiram me chocar. O que fez meu estômago se embrulhar em 1000 formas diferentes e a bile subir a minha garganta foi o que eu notei ser a origem dos gritos que me chamaram a esse lugar.

   Jogado ao chão, a poucos passos de mim, um garoto de no máximo 24 anos lutava ferozmente por sua vida enquanto um homem próximo aos 40 anos com as calças abaixadas tentava forçosamente investir contra o garoto enquanto apontava uma arma para ele, como se uma ameaça velada a sua resistência.

   - POR FAVOR, ME SOLTA - o garoto soluçava enquanto lutava contra as investidas do homem, o rosto marcado pelas pesadas e dolorosas lágrimas que caiam dos belos olhos que compunham sua face. Seu corpo magro e esguio revelava os sinais da fome e dos maus tratos ao longo do tempo, diversos roxos cobriam seus braços e seu pescoço tinham marcas de dedos que alguma hora haviam pressionado a área.

   Meu choque apenas cresceu, quando ao notar que ele apenas vestia uma camiseta imunda e rasgada; a contestação de que ele provavelmente fora mantido ali como refém nos últimos tempos, me quebrou ao meio.

   Nenhum dos dois havia me visto ainda, eu estava tão envolto pelas sombras do ambiente quanto pelas sombras da minha mente, que ainda me encontrava parado, apenas observando a cena e sentindo os demônios do meu passado subirem lentamente ao redor e me engolirem.

   - NÃO! - essa palavra, o som esganiçado e abafado que escapara dela, foi como uma mão me puxando do fundo do poço e me implorando por ajuda. Sem pensar muito, apenas comecei a andar, revelando minha posição e não me importei nem um pouco em anunciar minha presença.

   - Erguendo o pé da mesma forma que fiz ao abrir a porta alguns minutos antes, movi meu peso em um sentido, mas sem ter uma porta em alvo, mas sim um babaca. Atingindo o cara na altura da têmpora e o fazendo tombar com força no chão, ouvi o som da arma sendo disparada e sem entender muito o que estava acontecendo, apenas continuei agindo.

   Acertando sua mão com um chute forte que quebrou seu pulso pela curva bizarra que formou, acertei mais alguns golpes em sua barriga e seu queixo antes de me dar por satisfeito e ofegante, parei, encarando aquela figura destruída a minha frente.

   O regulamento policial me mandaria ser um idiota e dizer minhas credenciais, pedir para o cara parar e tudo mais – o que normalmente eu faria sem pensar, mas nesse momento, depois de o dia mais bosta do ano e com minha mente tão perdida no passado que lutara para esconder, eu realmente não dava a mínima.

   - Mãos para o alto! - ouvi a voz de Kai no alto da escada, e quis me amaldiçoar imediatamente ao notar a movimentação ao meu lado.

   Se arrastando pelo chão, o garoto que antes era abusado pelo animal que jazia afundado em sua poça de sangue achou um pedaço de vidro que deveria ser de algo que se quebrara naquele primeiro som que eu ouvira antes de encontrar esse lugar, desesperado, ele se arrastava em direção a parede.

   Olhando para Kai por alguns segundos, trocando um breve olhar com ele que dizia um claro “calma, ele não é nosso inimigo”, me virei para o garoto que agora passava por uma cena que me torturava por dentro.

   Existem momentos na vida em que o mundo parece sumir de nossos pés e tudo se resume a dor e perda, existem momentos em que você olha para a próxima hora e se sente tão perdido que se um dinossauro aparecesse no seu quarto você não se importaria. Mas, principalmente... Existem alguns momentos, onde os traumas de sua vida, as dores que marcaram sua história e as cicatrizes que danificaram sua alma vem a superfície de uma vez, e tiram dos seus olhos todos os resquícios de vida que poderiam existir.

   Naquele momento, olhando para o garoto, eu enxergava exatamente cada centímetro desse sentimento. Seus belos olhos estavam vazios, com apenas resquícios da dor o marcando, e enquanto ele erguia um pedaço grande de vidro para o ar como um animal assustado tentando se proteger, sua boca estava semiaberta revelando o horror que ele temia vir de nós.

   Sem pensar muito, me agachei na sua altura e comecei a falar com ele.

   - Calma, somos da polícia, eu sou da polícia - murmurei, com toda calma do mundo, enquanto deixava minhas mãos na altura de sua vista. - Não vou te machucar, nem ele vai - e virando a cabeça para trás, olhei para Kai que ainda apontava a arma para o garoto. Com uma expressão reprovadora gravada em minha face, ele abaixou ela, contra gosto.

   - É mentira! É mentira! - ele gritava desesperado enquanto se encolhia mais contra a parede, seu peito magro subia e descia em face do medo, e suas mãos derramavam cada vez mais sangue contra seu aperto forte no pedaço de vidro.

   - Não, não é - indaguei enquanto me movia um pouco. Agarrando lentamente o distintivo que mantinha preso ao cós da calça, e agradecendo que ele não havia caído na briga, o ergui na visão do garoto desconhecido e repeti o mais calmo e confiante que pude - meu nome é Park Chanyeol, detetive da Narcóticos, do 15° batalhão de Seul.

   E usando a curiosidade do garoto, estiquei timidamente o distintivo pra ele, e assim que ele pegou, me movi rapidamente agarrando sua outra mão e pegando o pedaço de vidro e o jogando a distância. Segurando sua mão sem força, olhei em seu lado e disse “calma”; era estúpido, mas naquela hora era a única coisa que eu conseguia pensar em dizer para ele.

   - Por favor, não - ele soluçou enquanto começava a chorar mais e deixava seu mundo desabar para mim. Mesmo com seu rosto inchado e sujo, o garoto ainda era absurdamente lindo e eu não conseguia desviar os olhos ou sentir um ódio profundo pelo que havia feito aquilo com ele.

   - Calma, calma - murmurei enquanto tentava puxar seu corpo contra o meu, e diferente do que eu esperava, ele finalmente cedeu, e colidiu com força contra meu ombro enquanto suas lágrimas se misturavam com a dor lacerante que eu só agora notara estar sentindo.

   - Por favor, não me machuque - ele continuava repetindo sem fim, e mesmo com toda a dor, a única coisa que eu conseguia fazer ela puxá-lo mais apertado contra meu peito.

   - Eu não vou - murmurei enquanto acariciava seu cabelo e me xingava mentalmente.

   Agora eu finalmente sabia onde a maldita bala havia ido parar. No meu ombro.

1 de Marzo de 2018 a las 02:16 3 Reporte Insertar 5
Leer el siguiente capítulo Capítulo 2 - Feel Something

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HB Helena Brincker
A MELHOR FIC DO OUTRO SITE CHEGOU EM OUTRA PLATAFORMA CHEGUE MAIS PLEBEUS, SEUS OLHOS SERÃO ABENÇOADOS
1 de Marzo de 2018 a las 07:58
Mare Araujo Mare Araujo
STONE VAI LACRAR ATÉ AQUI
1 de Marzo de 2018 a las 07:30

  • Koen Early Koen Early
    KKKK QUE SATANSOO TE OUÇA MANA KK 1 de Marzo de 2018 a las 07:42
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