Stay With Me Forever Seguir historia

elloo Elloo Izy

Otabek Altin é um Bombeiro, porém, por dois meses foi afastado do seu trabalho por motivos de saúde. Ele reencontra seu antigo namorado em uma reunião de antigos alunos de sua escola, o que os faz conversar e marcarem de se encontrar em um café para esclarecerem sobre seu término.


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

#Yaoi #sexo #Insinuação de Sexo #Linguagem Impropria #Álcool #Drama #Comedia #Otabek/Yuri #OtaYuri #Yuri on ice
Cuento corto
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Encontro

Acordo sonolento e sinto meu corpo mais cansado que o normal quando me espreguiço ainda na cama, sentindo meus músculos se amolecerem e caírem em cima da mesma novamente; como se pedissem que não os levantassem mais. Fecho meus olhos, sentido cada parte do meu corpo se esvaecendo, mas logo os abro e forço meu tronco para frente, ficando enfim sentado em minha cama. Bocejo e coço os olhos. Que noite, Otabek!

Forço meus pés irem para fora da cama e pisarem na madeira gelada do piso; abro levemente as cortinas da grande janela a minha frente e deixo uma brecha na mesma para que o ar fresco de fora possa entrar. Sento-me no chão. De primeira, apenas fico vendo a vista verde do parque em frente ao condomínio que moro; estava vazio. Pergunto-me que horas são, porém não quero levantar daqui... Está confortável.

Espreguiço-me novamente, cruzo minhas pernas, ajeito minha coluna a deixando ereta e por fim, fecho meus olhos. Medito.

Mas minha mente vagueia longe dos mantras, longe da paz interior, longe de tudo que a yôga me ensinou. Medito apenas pensando nele, no por que de ser ele e de como minha vida virou de cabeça para baixo em apenas dois meses.

Dois meses atrás

Havia conseguido folga no trabalho, aparentemente eu estava muito cansado e sem dormi vários dias. Os Bombeiros têm que se manter descansados para quando alguma coisa acontecer, e, eu não estava em condições boas para tal dever e acabei ganhando férias em casa, ou, para qualquer lugar que eu queira ir por dois meses. Não vou mentir, não foi ruim, pois quando cheguei a minha casa, dormi por quase um dia inteiro; acho que eu estava cansado....

Acordo com o som irritante do meu celular tocando aos quatro ventos e acabo resmungando; por que têm gente que ama me perturbar de madrugada? Olho o nome do ser humano que insiste em me acordar e o atendo.

“Levanta, temos um encontro com os antigos alunos da escola” Jean falava. Esse desgraçado trabalhava comigo.

- Que horas são? – pergunto sonolento passando a mão por meu rosto e bagunçando meus cabelos.

Hora de você levantar, seu preguiçoso! Ou vai querer que eu vá ai te levantar?” perguntava debochado.

- Não precisa, eu já vou tomar banho e te encontro lá – digo me levantando da cama e me olhando no grande espelho na porta do guarda-roupa. Eu ainda estava com o uniforme dos bombeiros... Por quanto tempo eu dormi?

Ouço-o falar mais alguma coisa sobre trazer bebidas, mas não escuto o resto. Pego minha toalha e entro no banheiro. A água gelada esperta meus músculos, meus olhos se abrem e minha mente volta a funcionar normalmente. Não queria ir para esse encontro de alunos antigos, não quero ver pessoas! Eu só quero dormir feito um urso! É pedir demais? E outra; o que eu preciso agora não é ver gente antiga escrota e hipócrita; eu preciso mesmo é de uma bela vodka com sal e limão, e, alguém para passar a noite. Eu precisava transar.

Saio do banheiro revigorado; vou para meu quarto e coloco uma cueca limpa e o uniforme no cesto de roupas para lavar. Escolho uma calça jeans justa, azul marinho, e, uma camisa cinza com uma estampa de uma rosa perdendo suas pétalas. Seco e penteio meus cabelos, que estão um tanto compridos, e, vou atrás do meu celular em cima da cama e vejo que Jean havia me ligado cinco vezes.

- Mané. - Pego a chave do meu carro popular em cima da cômoda e antes de sair do quarto coloco meus sapatos pretos

Peço o elevador e desço no térreo, cumprimentando algumas senhoras que passavam por ali. Destravo o carro e entro ligando o seu motor. Não demora muito para eu estar fora do condomínio e indo em direção a essa reunião. Por qual motivo mesmo eu estou indo para ela mesmo? Ah, é mesmo; Yuri Plisetsky... Era por ele que eu iria, mesmo sabendo que ele não estaria lá.

Paro em alguns sinais, entro em ruas estreitas e por fim vejo o ginásio daquela escola. Era grande e espaçoso; havia carro e carros estacionados ali. Acho uma vaga, perto de um carro vermelho, modelo popular como o meu. Sinto o meu bolso tremer e vejo que Jean está me ligando de novo. Atendo.

"Já chegou?" Pergunta um pouco alto. A voz estava sendo abafada por vozes altas e estridentes por trás da ligação.

- Acabei de chegar - digo travando o carro e indo em direção ao ginásio - onde você está? - pergunto. A várias e várias pessoas aqui; mesas e cadeiras foram colocadas no interior do ginásio. Uma decoração branca e rosa pendiam sobre o teto do mesmo; risadas e conversas altas eram bem vindas naquele local. Quero ir embora.

Vejo Jean e Isabella sentados em uma mesa com mais uma pessoa. Um loiro de cabelos encaracolados. Aproximo-me deles, e, um grande sorriso aparece no rosto de Jean.

- Até que fim! - diz animado - Ota lembra-se do Christopher? Era veterano da nossa classe.

- Eu me lembro dele - sento-me na cadeira vazia - Como vai à vida Chris? - pergunto para o Loiro.

- Complicada... Achava que essa vida de adulto não fosse tão difícil... - Diz ao se virar para mim - e você Otabek, o que faz da vida? - pergunta curioso. Olho para Jean e o vejo beijar o nariz de sua esposa.

- Eu sou Bombeiro - Digo pegando um lenço de papel e o dobrando em várias partes - Mas no momento eu fui afastado por dois meses.

Seu cenho fica tencionado e continua me encarado. Olho para o que eu estava dobrando e vejo que fiz um barco.

- Por quê?

- Bom aparentemente, eu não estava descansando o suficiente, não estava me divertindo o suficiente, não saio com ninguém o suficiente e entre outras coisas não suficientes que o Jean inventou para que me dessem férias de dois meses. - Digo o encarando, mas vejo que Chris acaba rindo.

- De nada! - o Moreno rir segurando a mão de sua esposa.

- Mas, Otabek - Chris chamava minha atenção - pensei que você e Yuri ainda estavam juntos - Diz apoiando seu braço em cima da mesa - Vocês eram tão unidos. - Termina a frase encostando sua cabeça em seu braço, como se fosse um cachorro carente.

Suspiro.

- Eu também achava isso Chris... Achava que dava pra conciliar nosso relacionamento a distância por ele ter ido pra faculdade e tudo mais - meu olhar cai para o pequeno barco que está a minha frente - Só que, a gente foi parando de se falar, e quando nos falávamos, ficava tudo estranho; acabou que um dia nos falamos e decidimos terminar... Sinceramente, parecia que meu mundo tinha acabado naquele dia.

Olho para os três a minha frente e sorriu fraco, ele ainda mexia comigo.

- Eu tô bem agora! - digo.

- Tá me zoando? - Jean indaga apontando para mim - Você, depois que terminou com ele, ficou um porre! Chato, saia bêbado e voltava pior! Depois de um tempo começou a sair com pessoas e dormir com elas, mas você acha que ele teve algum relacionamento desde então? - perguntava para Chris que apenas deu de ombros - Ele nem sequer tentou! - Jean afirma tais coisas na mesa - Já faz nove fodidos anos e você nem esqueceu ele; que tipo de pessoa gosta de sofrer tantos anos consecutivos?

Suspiro. Quero ir embora.

- Chris você me acompanha até a mesa onde ficam as bebidas? - Pergunto para o Loiro que afirma um sim com a cabeça e se levanta o que me faz fazer o mesmo e o seguir. Éramos do mesmo tamanho.

Sigo-o em meio à multidão de rostos desconhecidos, que em um passado distante já foram reconhecidos por minha memória, mas agora, eu só via estranhos conversando entre si.

Chris e eu andamos até uma longa mesa que havia no final do ginásio. Ela estava abarrotada de bebidas e petiscos. Pessoas enchiam seus copos de plástico com todos os tipos de bebidas possíveis. Os petiscos não eram tão consumidos.

Coloco uma bebida qualquer e pego um cubo de queijo em palito. Chris não falava nada, acho que ele estava... Com medo?

- Você quer perguntar alguma coisa? - pergunto para ele que estava bebendo alguma coisa amarela, cerveja?

- Hipoteticamente falando, se ele estivesse aqui, nessa reunião, você iria falar com ele? - pergunta seriamente.

- Não sei... Acho que falaria com ele, afinal, tivemos um relacionamento de três anos e acabou por conta da distância - Falo pegando outro cubo de queijo.

- Se eu te falasse que ele está nesse exato momento quase do seu lado, e vocês estivessem apenas separados por duas pessoas, e, ele estivesse te encarando muito... Acreditaria? - Ele falava ainda me olhando sério.

- Ele tá atrás de mim? - sinto meu coração acelerar.

- Bom, tem um loiro te encarando demais. Ou é ele ou é um cosplay - Diz pegando um cubo de queijo e o colocando na boca - Ele está bonito. - Diz por fim se virando para encher novamente seu copo.

Eu não tenho coragem de me virar, apesar de eu querer muito o ver; meu coração está acelerado e minha mão tremula. Viro-me para pegar outro cubo de queijo e olho para a sua direção. Era ele; era seu rosto, porém seu cabelo estava comprido, muito comprido!

Seus olhos verdes de soldado estavam mais escuros, seus cabelos loiros estavam na altura de sua bunda; seu corpo que antes era pequeno e magro, agora estava alto e definido, mas não no sentindo de está bombado. Era definido no sentido de estar forte e proporcional para o seu biótipo corporal. Ele estava lindo e está vindo em minha direção? Sim ele está! Olho novamente para a mesa e pego outro qualquer petisco ali. Acho que estou nervoso. Na verdade, tenho certeza que estou nervoso! Sinto uma mão em meu ombro e seu corpo aparecer em meu lado ele me encara por alguns segundos e sorri.

- Beka! - eu o observo perplexo, ele estava aqui na minha frente, depois de tantos anos.

- Yura - minha voz acaba saindo mais grave do que eu queria e vejo seus olhos encherem de lagrimas - Você está... - olho-o novamente - diferente - acabo sorrindo. Eu estava feliz?

- Não sou apenas eu que mudei tanto. Olha só você! Seu cabelo tá enorme! O que aconteceu com o raspado no lado e grande em cima? Não estou dizendo que está feio, só que estou surpreso - ele rir. Estava animado e essa animação estava me contagiando por osmose.

- Eu aprendi a gostar de cabelos grandes - digo sorrindo largo. Que saudades eu estava dele.

- Nossa - Ele bufa - nove anos se passou, mas parece que nada mudou... Você está lindo Beka! - Diz. E sinto meu rosto esquentar.

- Digo o mesmo de você, Yura. - seu rosto cora. Falam que conversar com ex não é bom, mas parando pra pensar, nós terminamos quando éramos jovens e pela internet; nunca tivemos uma conversa adequada.

Nós ficamos conversando por um tempo, trocamos nossos números e marcamos um dia para tomar café. Volto para a mesa onde Jean me olha embasbacado.

- Gosta ou não gosta de sofrer? - pergunta a me ver sentando a sua frente novamente.

- Me deixa Jean - digo. Eu estava levemente alterado. Não devia ter bebido.

Fico sentado e conversando com Jean. E me sinto melhor para ir embora para casa. Saio do ginásio e vou em direção ao meu carro. Depois de alguns minutos já estou indo em direção ao meu condomínio. Chego a minha casa e logo coloco meu celular para carregar e me jogo na cama, dormindo por fim.

Duas semanas depois

Eu e Yuri havíamos conversado bastante por mensagem. Descobri que ele se formou em Direito criminal e que está morando um pouco próximo de mim. Hoje, marcamos de nos encontrar em uma cafeteria no centro da cidade às 16:00 da tarde, porém ainda são 10:00 da manhã! E eu estou morrendo de tédio!

Passo a dia em casa, as horas passam lentas, meu nervosismo de vê-lo aumenta. Provo várias roupas e descarto todas, nada ficava bom! Vejo a hora novamente, 15:30. Quando a hora passou tão rápido?

- Merda!

Uma mensagem de Yuri chega a meu celular, dizendo que ele já estava saindo de casa. Tomo um banho rápido e visto uma roupa qualquer que está separada em minha cama. Chaves, celular, perfume, sapato, tudo em dia? Acho que sim.

Desço até o estacionamento e entro em meu carro ligando seu motor e saindo da garagem em rumo ao local de encontro, o que não demora para eu chegar lá. Estaciono e vou em direção a cafeteria que estava levemente movimentada e, ao entrar, o vejo sentado olhando algumas mensagens em seu telefone com uma capa de onça. Acabo rindo, ele não mudou nada.

Ele estava com os cabelos longos amarrados em um coque um tanto apertado, mas fios rebeldes teimavam em ficar soltos; sua blusa azul clara realçava seus olhos que, me olhavam animados de onde estavam. Vou em direção a sua mesa e ele me segue com seu olhar. Eu estava com saudades dele.

- Desculpa a demora – digo me sentando no sofá a sua frente. Ele havia pedido uma água.

- Não, você chegou no horário, agora que são 16:02 – diz me encarando – Eu queria conversar com você... faz tanto tempo.

- Nove anos – digo olhando para as minhas mãos.

- Você está com 27 e eu com 24, ambos formados e trabalhando em ótimos empregos... O que aconteceu com a gente, Beka? – olho para ele e o vejo de cabeça abaixada.

- A distancia aconteceu – digo, mas minha voz acaba saindo grossa demais e um nó se forma em minha garganta – Nós poderíamos ter levado o nosso namoro a distancia, mesmo não nos falando diariamente sabe, a confiança era a única coisa que importava.

- Eu era ingênuo – ele dizia me encarando e logo olhando para a janela ao seu lado – achava que não saberia conciliar tantas coisas ao mesmo tempo... Eu fiquei tão mal, chorei por dias, eu não queria concordar com aquilo – fungou - mas parecia que estava sendo um fardo para nós dois... Não vou mentir que depois de alguns meses do nosso termino eu não fiquei com outras pessoas...

- Eu também - acabo o cortando e isso faz sua feição se acalmar – fiquei com outra pessoas, dormir com elas e bebia demais, porém, não consigo me relacionar amorosamente com outra pessoa – digo.

- Eu também – ele falava agora se ajeitando em seu lugar – Prometi a mim mesmo que no dia que eu te visse de novo iria falar com você, Beka; seria injusto com ambos, sabe?

- Yura, eu sinto a mesma coisa. A gente não acabou um relacionamento de três anos por traição ou coisa do tipo, não temos rancor e nem nada... Sinceramente, eu senti sua falta por todos esses anos - seus olhos param em mim quando digo tal coisa – tentei encontra uma nova pessoa, mas, acho que nada vale mais que o primeiro amor – acabo rindo do que eu falo – que bobagem a minha, talvez você nem se sinta da mesma forma e...

- Eu também nunca te esqueci! Tentei com varias pessoas, cheguei a ter relacionamentos de um mês, mas nada fazia eu me esquecer de você... É como se nós tivéssemos ligados um ao outro.

Passo minhas mãos por meus cabelos e encosto minha cabeça no sofá da cafeteria. O que eu sentia por ele era reciproco e isso era uma das coisas mais felizes da minha vida. Aproximo-me da mesa novamente e falo: - Por que não nos conhecemos de novo? – ele sorrir em confirmação e passamos a tarde conversando. Descubro que seu avô tinha falecido por problemas respiratórios e que ele tem uma gata, e, mora em um apartamento em um condomínio no centro da cidade. Digo para ele que tive uma licença no trabalho por dois meses, pois eles achavam que eu estava muito cansado e irritado, o que não era mentira. Decidimos também sair mais nesses meus meses de folga no trabalho. Ele olha a hora e se assusta.

- Tenho que ir ou minha gata morre de fome – ele rir para si mesmo – foi bom te ver, Beka – diz se levantando, mas antes deixa o dinheiro em cima da mesa, pagando completamente a conta.

- Não precisa pagar tudo, eu pago metade – digo já tirando minha carteira do bolso, mas ele me impede.

- Você pode me pagar depois, não se preocupe – diz.

- Tudo bem – digo sorrido para ele.

- Eu vou cobrar Beka – ele diz e caminha em direção da porta e eu o sigo.

- Sabe; gosto quando você me chama assim – falo ao seu lado na rua. Yuri havia crescido, mas eu ainda continuava maior que ele; Fofo.

- Também gosto quando você chama o meu, me sinto especial, mesmo depois de anos – diz indo em direção ao seu carro vermelho e lembro-me dele estacionado ao lado do meu na reunião de antigos alunos.

- Yura...

- Sim?

- Posso te beijar? – pergunto. Não sei como, não sei quando foi que tais palavras saíram da minha boca, mas vejo o rosto de Yuri corar e isso me faz aproximar mais de seu rosto e ele encostar-se no seu carro. Nossas testas se tocam e sinto seu hálito de café. Lindo.

- Por que não poderia? – diz por fim. Minha mão vai para seu pescoço e toco seus lábios com os meus. É um beijo cálido e lento, porém sinto as mãos de Yuri em minha nuca e ele se aproxima mais de mim, intensificando o nosso beijo. Sinto-o sugar meu lábio inferior e logo depois minha língua, a sensação de prazer doma meu corpo, ouço murmúrios ao nosso lado, mas não ligo, nada importa, eu estava o beijando e isso era o mais importante para mim. Beijo seu pescoço e ouço-o gemer.

- Nós estamos em público Beka, e, eu realmente preciso ir para casa – ele diz, sua voz rouca de prazer estava me deixando excitado, mas o solto. Passo as mãos por meus cabelos e respiro fundo. Preciso ir para casa.

- Também preciso ir para a minha – digo – Até Yura.

- Até, Beka.

Atualmente – noite anterior

Eu e Yuri estávamos saindo há dois meses, mas não era nada sério, o que me incomodava de certa forma e com isso em minha mente, o convidei para jantar em minha casa. Ele brincou comigo perguntando se eu sabia cozinhar, pois a ultima vez que ele se lembra de mim cozinhando, era um ovo que pegou fogo na frigideira. Eu havia melhora minhas artes culinárias por conta de eu morar sozinho e não gosto de comer fora, por motivos de ser caro almoçar e jantar fora todos os dias.

Eu havia feito uma lasanha de frango ao molho branco, pois não sabia se ele iria comer qualquer coisa, e também, todo mundo ama lasanha. Arrumo a mesa de jantar e vou tomar meu banho; lavo meus cabelos e meu corpo e logo saio e vou para a área de serviço e vejo que a maquina de lavar havia parado de bater. Tiro meu uniforme de trabalho de dentro da maquina, que além de lavar, secava. Levo-o para meu quarto e coloco em um cabide, deixando pendurado na porta do guarda-roupa e me visto. Uma calça preta social que estava justa na parte de trás do meu corpo, uma camisa rosa clara de botões e mangas compridas que, suas mangas foram dobradas até meus músculos dos braços; um sapato social preto. Penteio meus cabelos e os amarro em um coque samurai.

Volto para a cozinha e tiro a lasanha do forno a colocando em cima da mesa. Olho para o relógio e vejo que Já são 19:13 da noite e a qualquer minuto Yuri pode chegar. Sento no sofá e olho as mensagens de Jean; ele estava com medo de eu me machucar novamente, mas parando pra pensar, nós nos machucamos daquele jeito ruim, por conta da distancia. Ouço a campainha tocar e nem preciso ver no olho mágico para saber que era Yuri.

Abro a porta o vejo parado em minha porta com um sorriso largo no rosto e com um vinho em mãos. Dou passagem para que ele entre e ele me surpreende com um beijo.

- Nossa – digo quando o mesmo para – Boa noite!

- Boa – diz ao morde meu lábio inferior e dando logo em seguida um selinho.

- A Lasanha acabou de sair do forno – digo pegando o vinho de sua mão, Dominus: Napa Valley 2003. Ótimo vinho por sinal. – Está com fome? – pergunto ao me virar par vê-lo. Ele olhava para a minha bunda e sua boca estava aberta.

- Eu sei que vai parecer uma pergunta constrangedora, mas, sua bunda e coxas cresceram por conta dos seus treinamentos como Bombeiro? – pergunta ainda olhando para ela.

- Acho que sim... Não os acho tão grande, a de Jean é bem maior – dou de ombros – Vamos jantar?

- Ah, vamos... – diz se sentando em um dos lugares onde estavam os pratos, sento ao seu lado e lhe sirvo um pedaço da lasanha.

- Não é que você cozinha mesmo – ele diz depois de uma garfada – Aproposito, é amanha que você volta ao trabalho? – pergunta tomando um pouco de vinho.

- Sim, Finalmente eu vou voltar a trabalhar; não estava mais aguentando ficar em casa sem fazer nada – digo soltando um suspiro, eu estava realmente feliz.

- Na verdade, você fez coisas sim quando esteve de folga – diz tomando mais um gole de vinho e sinto seus olhos verdes esmeraldas me encarando com certa ambiguidade. Engulo seco.

Posso dizer que depois disso, Yuri estava me comendo com os olhos? Ele estava tão sexy! Seus cabelos longos estavam com tranças laterais, que se juntavam na parte de trás de seu cabelo; sua camisa e calça preta modelavam seu corpo definido. Ele havia entrado com uma jaqueta marrom, mas ela estava agora em cima do sofá. Usava um sapato completamente branco. Ele estava lindo!

Ele me olhava, me devorava ferozmente com aqueles olhos verdes escuros. Eu queria o foder ali mesmo, em cima daquela mesa ou até mesmo no chão. Apesar de saber como era fode-lo durante esses dois meses; parece que hoje em particular, por eu querer lhe dizer coisas, eu o queira mais que tudo.

A lasanha em nossos pratos havia acabado; as taças de vinho estavam vazias e nós apenas nos encarávamos.

- Sabe Beka – ele diz quebrando aquele silêncio – Se lembra no dia que a gente saiu para a cafeteria, e, eu paguei a conta e você queria pagar metade, mas eu disse que poderia me pagar depois? – pergunta passando os dedos na borda de sua taça e me olha – que tal pagar agora? – pergunta novamente. Engulo seco, passo uma de minhas mãos em meu cabelo; me sinto duro.

- E quanto é? – pergunto para ele que apenas sorrir.

- Não quero dinheiro, Beka – ele diz do outro lado da mesa, sua voz estava sussurrada e isso me causava arrepios. Ele coloca mais um pouco de vinho em sua taça e fala: - Eu tenho um puta fetiche em homens com uniformes, principalmente, bombeiros – ele leva sua taça aos seus lábios e bebe o liquido vermelho adocicado pelos anos em fermentação. – por que não veste o seu? – ele cruza as pernas. Suspiro; eu estava excitado.

- Tudo bem – digo me levantando – Acabei me arrumando todo, pra no final vestir roupa de trabalho – acabo rindo.

- É por uma boa causa – ele diz rindo – Não fique triste, sua calça me fez feliz.

- Desde quando você ficou tão atirado? - pergunto ainda rindo.

- Sempre fui atirado, Beka, acho até que fiquei pior!

Saio da cozinha e vou para meu quarto, pegando meu uniforme no cabide. Tiro minhas roupas as dobrando e guardando. Coloco minha camisa azul escura lisa e minha calça bege com listras amarelas, calço as botas e pego o casaco da mesma cor que a calça e visto. Eu apenas trouxe isso para casa para lavar, pois todas essas peças vieram comigo quando entrei de folga. Olho-me no espelho e solto meus cabelos que batem na altura do meu nariz. Vou para sala e vejo-o brincando com a borda de sua taça novamente.

- Feliz? – pergunto colocando a mão em minha cintura.

Ele me olha de cima a baixo e cora. Ele se levanta e vem em minha direção, tocando meus braços e deslizando suas mãos por dentro de minha camisa azul. Ele sussurra em meu ouvido: - Você está sentindo cheiro de fogo? - ele rir e isso me faz rir. Quantas taças de vinho ele bebeu? – pois o fogo no meu rabo está clamando para ser apagado!

Gargalho.

- O QUE!? – olho para ele rindo, mas ele apenas me olhava sério. Ele me empurra contra a parede e me beija lento. Troco de posição o empresando contra a parede e apertando sua bunda. Ele arfa. Suas mãos vão para meu pescoço e sinto suas pernas rodearem minha cintura. O ajeito em meu colo e sinto nossos membros duros se roçando, ele geme.

- Porra de roupas! – digo impaciente. Ando com ele em direção ao meu quarto e o jogo na cama. Começo a tirar minhas roupas, mas ele me para vindo em minha direção e se ajoelhando a minha frente e abaixando ate minha coxa a calça de bombeiro e minha cueca. Meu membro estava duro e sinto sua mão o tocar e seu dedo indicador passar por minha glande, um gemido rouco estronda de minha garganta; ele fazia movimentos de vai e vem alternados, sinto minha perna amolecer. Chamo seu nome.

Sua boca invade meu membro. Ele estava fazendo garganta profunda, e cristo, como isso era maravilhoso! Uma de minhas mãos foi para seu cabelo e o puxo. Yuri me olhava de boca aberta, me curvo e o beijo e o mesmo cai em cima da cama, sinto sua mão em meu membro o movimentando. Gemo entre os beijos. Minhas mãos descem por sua calça a desabotoando e massageio o seu membro por cima de sua cueca box. Beijo seu pescoço e tiro sua camisa preta a jogando em qualquer lugar daquele quarto; desço sua calça junto com a cueca box e beijo sua virilha, chupando e mordiscando algumas áreas de sua perna, o mesmo arfa e arqueia seu corpo. Paro o que faço e saiu de cima de seu corpo e vou para a cozinha e o escuto resmungar e chamar meu nome. Pego a garrafa de vinho em cima da mesa e bebo do gargalo quando entro no quarto, engulo e beijo Yuri novamente. A troca de beijos depois dos goles de vinho era maravilhosa. Eles saiam quentes e doces. Yuri pega a garrafa de minha mão e toma um gole grande e volta a me beijar. Sua língua se entrelaça com a minha e ele suga meus lábios novamente. Tiro de vez sua calça e o viro de quatro. Pego o lubrificante na cômoda e uma camisinha; rasgo o pacote e o coloco em meu membro.

- Anda logo com isso, Beka! – Yuri me apressava. Ambos estávamos com tesão. Derramo o lubrificante em minha mão e passo em sua entrada; coloco dois dedos em seu canal. – Ah, Merda.... - estimulo sua entrada até sentir que ele esta largo suficiente, me posiciono e coloco lentamente meu membro em seu canal. Espero um pouco e sinto-o rebolar em meu membro. Meus movimentos de vai e vem são ágeis, Yuri gemia abafado contra o colchão e seus cabelos cobriam-lhe o rosto. Os pego em minha mão e os enrolo em meu punho. Ele geme mais alto e me dobro sobre o seu corpo; uma de minhas mãos se entrelaça em seu braço e a outra para sua boca, abafando seus gemidos. Beijo seu pescoço e mordisco sua orelha. E começo a masturba-lo, logo ele goza. Puxo mais sua bunda para mim e estoco mais forte. Seus gemidos ficam mais altos e seu corpo suado faz com que seus longos cabelos fiquem grudados. Eu estava suando muito, pois eu ainda estava vestido com a roupa de bombeiro. Estoco mais algumas vezes até sentir minhas pernas amolecerem e um espasmo domar meu corpo. Me jogo ao seu lado e tiro a camisinha a jogando no lixo, perto da cômoda. Beijo o rosto suado de Yuri, seu peito se movimenta rápido, mas logo depois diminui e ele fica sereno, havia adormecido. Acabo fechando meus olhos também.

atualmente

Medito apenas pensando nele, no por que de ser ele e de como minha vida virou de cabeça para baixo em apenas dois meses. Abro meus olhos e olho para cama e o vejo me encarando.

- Por que levantou tão cedo? – pergunta sonolento.

- Hoje eu volto a trabalhar – me levanto do chão e me deito a seu lado. Suas tranças estavam desfeitas e seus olhos estavam suaves. Sua pele estava radiante, como era lindo – Yura – toco seu rosto e ele fecha os olhos ao sentir meu toque – Quer namorar comigo? – pergunto. Ele abre os olhos rapidamente e me encara. Brinco com seus cabelos até ele me responder.

- É claro que eu aceito namorar você, Beka! – ele falava pegando em meu rosto e me dando selinhos por todo o rosto.

- Yuri Plisetsky, Fique comigo para sempre – falo o abraçando e beijando o Topo de sua cabeça.

- Fico.

27 de Febrero de 2018 a las 03:07 2 Reporte Insertar 4
Fin

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Asami Chi Asami Chi
AAAAAAAHHHHHHHHHHH como amo Como amo essa fanfic mds!!! Essa já é a terceira vez que a leio, nunca me canso de ver esses dois juntos ❤❤ Obrigada por essa one sensei! Kisus e até a próxima;p
9 de Marzo de 2018 a las 07:16
Alice Alamo Alice Alamo
Olá! Notei que sua história é uma fanfic e, portanto, está na categoria errada do site. Fanfics devem ser postadas na categoria Fanfiction e os gêneros como romance, poesia, lgbt, etc, devem ser postados nas tags ;) Para alterar, basta ir em Editar configurações da história, ok?
3 de Marzo de 2018 a las 18:38
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