Bléfe || suigetsu + karin Seguir historia

rapmonara Kim

Como costume no feriado 4 de julho, todos se reuniram na casa do lago para comemorar e ver a queima dos fogos. Mas o que Suigetsu realmente queria era aproveitar sua noite com a ruiva teimosa e cheia de marra, que perturbava sua mente. E mesmo com a resposta sempre sendo negativa quando procurava ela, Suigetsu sabia que mesmo dizendo não, ela acabaria na sua cama, como todas as outras vezes. [Suigetsu + Karin | UA]


Fanfiction Sólo para mayores de 18.

#uzumaki #karin #suigetsu #fanfic #naruto #suikarin
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Mesmo dizendo não, ela sempre vem - Único.

– Você devia aparecer no meu quarto mais tarde. – sussurro próximo a sua orelha.

– Vai se foder idiota. – Karin dá um gole em sua bebida e me olha de canto. – Nem que me paguem vou pro seu quarto.

E dizendo isso foi para perto das garotas, o primeiro brilho colorido invadiu o céu de 4 de julho e todos estavam próximo ao lago, assistindo a queima de fogos, bebendo e aproveitando o feriado.

Peguei outra garrafa de cerveja no cooler e fui para perto dos caras, não era porque Karin me deu outro fora que eu ia esquentar a cabeça, deixa essa maluca pra lá.

◍◍◍◍◍

E ela veio, eu sabia que viria.

Mesmo escuro eu podia notar sua silhueta se aproximando, passos calmos mas determinados, senão a conhecesse a tanto tempo juraria que ela estava muito relaxada com essa situação toda. Mas eu a conheço bem. Ela odeia quando eu a procuro, mas me odeia ainda mais quando não faço.

– Você já foi mais firme na suas palavras. – trago o cigarro e solto a fumaça pela janela. – Mas olha só quem não resistiu. Pagaram para você ou não aguentou de saudades?

– Não começa com seu papo desnecessário. – Karin se aproxima da janela, puxa o cigarro do meus dedos e traga. Os lábios avermelhados pressionados no filtro era muito erótico para minha mente fraca, e essa ruiva maluca não facilitava em nada, mesmo que não tentasse ela conseguia ser sexy pra caralho. – Não faça eu me arrepender de ter vindo até aqui, imbecil.

Não controlo o sorriso que brinca no meus lábios, todos sabiam que um dos meus maiores prazeres era deixar Karin Uzumaki irritada, só pra ver essa marra toda acabar quando estou dentro dela, fazendo gemer para que todos ouvissem - mas essa parte era um segredo apenas nosso. Ela traga mais uma vez e joga o resto do cigarro pela noite a fora, a brisa suave que entra no quarto agita seus cabelos ruivos e seu perfume agridoce é certeiro quando me atinge, me lembrando mais um motivo de eu ainda me rebaixar indo atrás dela.

Eu era um fodido viciado em Karin.

– Se arrepender? – solto uma risada próximo ao seu ouvido e seguro seu pulso, trazendo seu corpo para perto do meu. Afasto seu cabelo para o lado e afundo o rosto na parte exposta do seu pescoço, aspiro novamente seu perfume e mordo o local. Caralho, por que essa louca tinha que ser tão cheirosa? – Vou te dar motivos pra se arrepender por continuar sendo teimosa e nunca admitir que sou o único que sabe como te tocar, maluca.

Encaixo seu corpo na minha frente, de costas para mim, prendo seus cabelos entre meus dedos e distribuo beijos por toda a extenção da sua nuca. Karin suspira, seu corpo se arrepia sob o meu toque, quase a inclinando sobre a janela, pressiono meu quadril contra sua bunda e a maldita se empurra ainda mais contra mim, me deixando ainda mais duro. Porra. Eu odiava ser tão fraco quando o assunto era essa ruiva, ela me fazia querer foder ela em qualquer lugar, sem preliminares, sem se importar se alguém poderia nos pegar. Até mesmo agora, qualquer um que passasse do lado de fora conseguia nos ver facilmente - o que eu duvidava acontecer pela hora que é.

Karin levanta o braço direito e segura em minha nuca, meus dedos procuram a barra da sua camisola, levantando o tecido fino e sentindo a pele exposta da sua coxa esquerda. Solto um grunhido quando continuo a subir os dedos e não sinto a lateral da calcinha. Ela não usava nada além desse micro pedaço de pano.

– Interessante, sem nada por baixo. – sorrio contra seu pescoço, escorrego a boca até sua orelha e mordo o lóbulo, ela geme baixo e aperta minha nuca – Você sempre dorme assim ou estava tão ansiosa que não queria perder tempo com muitas roupas?

– Não se ache tanto idiota. – Karin ralhou. – Não vim aqui pra conversar, então se for ficar...

Karin se cala quando acerto um tapa na sua bunda, desço as alças da camisola e seus seios ficam expostos, aperto um com a mão esquerda e com a direita acerto outro tapa no seu quadril, empurro suas costas um pouco mais para baixo, até seu corpo quase estar completamente debruçada pela madeira gelada da janela. Distribuo beijos e mordidas desde da nuca até o meio da suas costas, e Karin se contorcia com cada novo toque, voltei pelo caminho que havia trilhado, com a língua dessa vez.

– Eu sei o que você veio procurar aqui. – sussurro enquanto atiço o bico do seu seio com uma mão e a outra chegava ao meio da suas pernas, aperto seu clitóris e ela geme. Porra, Karin estava molhada e pronta pra mim. – Como você 'tá molhada ruiva. – dou um sorriso safado. Pressiono mais a carne, ela estremece novamente e minha boca saliva com a ideia de ter Karin gozando para mim, na minha boca. – Só vem pra transar com esse imbecil... Hm?

Me ajoelho e meu rosto fica próximo ao que posso descrever como a visão do paraíso. As pernas de Karin estam levemente afastada, a bunda alva empinada, seu ponto de prazer parecia necessitar de atenção - e eu devia parecer um cachorro babão de tanto que sentia minha boca salivar. Meti o rosto entre suas pernas e beijei sua boceta, Karin geme manhosa e empurra o quadril contra meu rosto.

Sugo seu clitóris e dou um tapa na sua coxa, afastando-a ainda mais para que eu pudesse me encaixar melhor entre suas pernas. Os gemidos de Karin já não estão tão contidos e isso me dá ainda mais tesão, eu foderia essa mulher com minha língua, dedos e depois a faria rebolar no meu pau como se não houvesse amanhã. Se era apenas para isso que ela vinha me procurar, eu daria motivos para voltar de novo.

– Suigetsu, porra... – sua voz sai sôfrega e ela rebola na minha boca, seus dedos se prendem nos meus cabelos e pressionam minha cabeça contra si. Aperto sua coxa e penetro dois dedos em sua entrada, afundando-os em Karin.

– Diz Karin, é por isso que você vem até aqui não é? – mordisco seu clitóris e retiro meus dedos para logo penetra-lá de novo com força.

Karin se segura na moldura da janela e geme alto, sem se importar se alguém pudesse ouvi-la nos outros quartos, se ela não se importava, eu muito menos. Continuo a ir fundo com os dedos, revezando entre tapas e apertões em seu quadril, coxa e nádegas. Ela continuava a rebolar no meu rosto, sua respiração acelerada junto com os gemidos e meu nome

preenchiam a noite; meu pau já doía de tão duro.

Eu adorava chupa-lá, era excitante pra caralho ver como ela ficava a minha mercê, totalmente entregue.

– Sui, eu vou...

Diminuo as estocadas e paro de chupar com força, apenas passando a língua levemente no ponto que pedi minha atenção.

– Você só vai gozar quando admitir que só eu sei fazer você gozar assim. – dou um tapa em seu ponto e ela geme, sua entrada pisca para mim e meu pau pulsa em resposta.

– Porra idiota, não faz isso.

– Diz. – acerto outro tapa e penetro com força mas devagar meus dedos, fazendo um vai e vem lento e forte. – Eu quero ouvir você dizer!

– Só você sabe me foder gostoso... Me fode, Sui!

Não seguro o sorriso e penetro mais um dedo, aumentando as estocadas o que faz ela se contorcer, seu corpo treme e suas pernas parecem que vão falhar, sua vagina se contrai nos meus dedos e seu líquido escorre por eles. Retiro meus dedos de dentro dela e sugo seu gozo, Karin tinham o melhor gosto que eu já tinha provado e isso não era uma suposição, era um fato.

Ninguém parecia se encaixar tão bem ao meu ritmo como Karin.

Me levanto e viro Karin para mim, seu rosto está corado, lábios entreabertos e muito vermelhos. Cobri sua boca com a minha, sua língua logo pede passagem que eu cedo sem pestanejar, deixando-a provar seu gosto tão bom. Minhas mãos passeiam livremente pelo seu corpo alvo, apertando cada pedaço de carne, as unhas compridas se afundam em minhas costas e gemo quando ela arranha minha nuca.

Karin desce os beijos pelo meu queixo, mordendo meu pomo de adão e depois passa a língua devagar, suas mãos descem até minha bunda e me empurram contra seu corpo, diminuindo o pouco espaço que existia entre nós. Eu já estava duro igual concreto, precisando estar dentro dela ou perderia a sanidade completamente.

– Você é um idiota mas faz um oral incrível. – seu sorriso é cheio de malícia e meu corpo se arrepia, os olhos rubis miravam os nublados de desejo, e porra, Karin poderia fazer o que quisesse comigo naquele momento e eu não iria ligar. – Mas agora é a minha vez... – sua mão escorrega do meu peitoral até a barra da samba canção e sem cerimônias enfia-se dentro, segura meu pau e começa a massagea-lo. Karin morde meu peitoral e passa a língua pelo mamilo, estremeço, seus olhos nunca abandonam os meus. Ela se ajoelha na minha frente e desce a única peça que cobre meu corpo, expondo meu pênis, Karin acaricia todo o comprimento e morde o lábio inferior. – Eu vou ter você inteiro na minha boca.

Sem avisos Karin suga a cabeça do meu pau, sua língua circula completamente a glande e depois ela afunda-o todo na sua boca, engolindo quase tudo e eu quase perco o equilíbrio das minhas pernas. Uma mão massageia minhas bolas, enquanto a outra afunda as unhas na minha coxa. Seguro seus cabelos e empurro sua cabeça contra meu quadril, fodendo sua boca ainda mais. Não consigo segurar os gemidos e minha respiração está desregulada, ainda me olha com intensidade enquanto me leva ao céu só com um boquete.

– Karin... caralho – resfoleguei quando ela forçou ainda mais meu pau na boca, engolindo completamente, se afasta e repete tudo de novo, só pra fazer meus olhos revirarem e me deixar fora de órbita. Se continuasse assim eu gozaria em instantes. – Você chupa tão gostoso... – A Uzumaki acelera os movimentos para logo diminuir novamente e eu tenho vontade de xingá-la. Ela estava brincando comigo, só pode. Enrolo seus cabelos na minha mão e começo a controlar o vai e vem, ela parece se cansar dos joguinhos também e volta e aumenta a sucção, tenho que me segurar quando um choque intenso corre pelas minhas veias e meus músculos dão espasmos. Eu vou goza, não vou conseguir segurar mais – Eu vou... Puta que pariu... Karin, vou gozar...

Karin afasta a boca do meu pau e começa a masturba-lo, lambe todo o comprimento e suga minhas bolas pra logo voltar a chupar. Sem conseguir aguentar mais me derramo em sua boca, ela engole todo o gozo e lambe os lábios. Meu corpo estava mole e eu tentava normalizar minha respiração descompassada. Karin já estava de pé, me empurrando na cama e se sentando sobre mim. A camisola estava jogada no chão junto com a minha samba canção, e sentir sua boceta molhada sem nada entre nós, sobre meu pau, já me deixava duro de novo.

Sua boca atacou a minha e meus dedos apertaram a carne do seu quadril, pressionando-a contra mim, gememos juntos com o contato. Karin me deixava tão louco que só de pensar em estar dentro dela já me deixava fodido de tanto tesão. Nos afastamos quando o ar falta, mas continuo com os lábios sobre ela, beijando e mordendo seu pescoço, ombros e clavícula. Sugo seu seio esquerdo com força e meus cabelos são puxados, lambo e mordisco o bico, rodeio com a língua seu mamilo e continuo minha atenção ali, enquanto acaricio e aperto o outro com a minha mão.

Karin geme e rebola para mim, suas unhas judiam das minhas costas e ombros, a cabeça jogada para trás e o suor fazia sua pele brilhar com a claridade da lua que invadia o quarto. Dei um tapa estralado em sua bunda e ela soltou um gemido mais alto. Esses meses em que vinha me encontrando com Karin eu descobri várias coisas sobre ela, uma delas era que tapas e mordidas tinham ótimos efeitos na maluca.

Karin rebolou de novo e meu pau quase entrou em sua boceta encharcada. Se eu não estar dentro dela agora mesmo vou enlouquecer.

Deixei seus seios e pude ouvi um muxoxo de Karin, solto uma risada baixa e me estico, ainda com a ruiva no meu colo, até a cômoda ao lado da cama. Agradeço Naruto por me avisar que sua prima louca estaria aqui, o que me lembrou de trazer camisinhas.

Pego a embalagem metálica e empurro a gaveta para fechar, volto em direção a Karin e encaro seus olhos, as pupilas dilatadas, respiração pesada e rápida, o cabelo uma completa bagunça. Porque essa maldita tinha que ser tão linda? Nunca admitiria isso em voz alta, mas Karin era linda pra caralho.

Rasgo a embalagem e Karin se afasta um pouco para que eu possa colocar a camisinha. Assim que termino puxo suas coxas e a faço sentar sobre meu pau, que escorrega com facilidade para dentro dela. Gemo quando sou completamente abraçado por sua boceta quente e molhada. Karin começa a se mover, subindo devagar para depois descer com força, logo ela está cavalgando em mim e eu fecho os olhos com força.

– Suigetsu...

Ela geme meu nome e eu adoro isso, ver ela clamar por mim enquanto me cavalga.

– Isso geme meu nome. – Aperto seu quadril, forçando-o contra o meu, sentindo o quanto conseguia ir mais fundo. Karin rebola, joga a cabeça para trás e morde o lábio inferior com força, volto a chupar seus seios e ela geme mais alto. – Geme alto pra todo mundo saber quem te fode assim.

Começo a empurrar meu quadril contra o dela e desço meus dedos de encontro ao seu clitóris, pressiono e esfrego a carne, Karin estremece inteirar e aperta as unhas ainda mais nos meus ombro.

– Goza pra mim maluca, deixa eu ver você se derramar pra mim... – lhe dou um sorriso pervertido e ela se empurrar ainda mais contra meu pau, me fazendo gemer também. Continuo dividindo minha atenção entre sugar seus seios e estimular seu clitóris. – Deixa eu te lembrar o porque você sempre volta...

– Sui...

O corpo de Karin trêmula e meu pau é esmagado pela sua vagina, sua respiração está acelerada e seu corpo cai sobre o meu.

– Não pense que acabou. – sussurro próximo ao seu ouvido e vejo os pelos finos do seu braço se arrepiarem. – Eu vou te foder tanto que amanhã você não vai pensar em nada além de mim, sua gostosa maluca.

Sem esperar uma resposta, deito seu corpo na cama e penetro-a com força. Karin geme e encaixa as pernas na lateral do meu corpo, me abraçando e fazendo eu ir mais fundo dentro dela. E agora com ela embaixo de mim e gemendo sem pudor - meu peitoral esmagando seus seios, os olhos fechados e o seu cheiro gostoso junto ao cheiro de sexo e que ficaria impregnados nos lençóis e seriam a minha tortura quando ela fosse embora - eu percebia o quanto era louco por ela. Karin era a droga do meu vício, e eu, dependente, era fraco demais pra conseguir deixar.

Karin me beija enquanto eu me empurro contra ela, nosso beijo é quente e molhado, sua língua faz uma dança sensual com a minha, suas mãos se embrenham nos meus cabelos e seus gemidos são contidos pelo nosso beijo.

– Sui, mais forte... eu estou tão perto. – ela diz em meio aos gemidos e o beijo, meto mais rápido e forte, o som de nossos quadris se chocando são o que me incentiva a ir mais fundo.

Nossos lábios se separam e eu afundo o rosto na volta do seu pescoço, depositando algumas mordidas ali. Continuo a meter e posso sentir meu limite chegando. Seguro sua coxa e levanto um pouco mais sua perna, me afundo completamente e giro os quadris, Karin estremece, repito o movimento e ela puxa meus cabelos, gemendo alto e chamando pelo meu nome. Com mais algumas estocadas sinto meu pau ser esmagado de novo e dessa vez gozo junto com ela, seu nome escapa dos meus lábios, desisto de manter a força nos meus braços e despenco sobre seu corpo.

Ficamos algum tempo assim, comigo ainda dentro dela, tentando regularizar nossas respirações e voltarmos do clímax a pouco tempo atingido. Saio de dentro dela e me livro da camisinha, dando um nó. Me levanto e vou até o banheiro, jogo a camisinha no lixo e quando volto para quarto, Karin ainda está deitada na cama. Mas sei que logo ela vai se vestir e sair como se nada tivesse acontecido. Como todas as outras vezes.

Procuro minha carteira de cigarros no bolso da minha calça, puxo um e volto para cama, pego o isqueiro sobre a cômoda e acendo o cigarro. Dou o primeiro trago e sinto meu corpo relaxar ainda mais pela nicotina, depois de transar eu sempre gostava de fumar, e diferente de muitas outras parceiras, Karin nunca ligou para isso.

– 'Tá afim de dividir? – pergunto, me referindo ao cigarro que estou fumando.

Ela dá de ombros e aceita, pega dos meus dedos e leva até a boca, traga e solta a fumaça devagar. Karin nua, suada e descabelada pós-sexo, os lábios vermelhos entreabertos liberando a fumaça, era a visão mais sexy que eu já tinha visto, e eu voltava a me perguntar; como alguém tão maluca conseguia ser tão linda?

Compartilhamos o cigarro em silêncio, geralmente não conversamos muito depois da transa, ela se veste, eu fumo, ela vai embora e eu fico sozinho, relembrando da nossa noite juntos e pensando qual será a próxima vez que ela vai deixar a marra de lado e voltar pra minha cama.

Quando dei o último trago Karin se levantou, pegou sua camisola e vestiu, sem dizer uma única palavra. Só agora percebi que seus óculos estavam na cômoda, próximo ao meu isqueiro e o abajur, ela deve ter tirado quando chegou e eu não notei quando colocou ali. Encaixou o óculos no rosto e sem nem sequer me olhar foi embora, me deixando ali.

Suspiro e apago o cigarro na madeira da cômoda mesmo, me deito e jogo o lençol em cima das minhas pernas, vou dormir pelado mesmo. Afundo o rosto no travesseiro e o perfume de Karin está presente por toda cama, me lembrando que essa era a única coisa que eu teria dela pelo resto da noite, que na manhã seguinte ela continuaria a desprezar minha presença, soltar xingamentos quando eu era mencionado e fingir que o que acontecia entre nós não era nada. Por que Karin era maluca, uma maldita maluca que me perturbava e eu mesmo jurando, acabava correndo atrás dela ou aceitando suas recaídas.

É, Karin tem razão mesmo: eu sou um idiota. Um idiota viciado e ansioso pela próxima dose de sua droga favorita.

26 de Febrero de 2018 a las 01:39 0 Reporte Insertar 1
Fin

Conoce al autor

Kim Paulista de 18 anos, virginiana com um pouco de áries, gêmeos, touro, leão e sagitário. As três tindades: bts, naruto e deadpool.

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