Turning Page Seguir historia

guardiangel Reira Trapnest

"Embora estejamos presos à história, devemos dizer. Quando eu vi você, bem, eu sabia que a contaríamos bem Com um sussurro, nós domaremos os mares violentos Como uma pluma derrotando reinos." Turning Page - Sleeping At Last Uma história sobre amor e amizade entre duas pessoas que tem mais em comum do que imaginam.


Fanfiction No para niños menores de 13.

#fanfiction #anime #comédia #romance #yurio/otabek #yuri on ice
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Capítulo Único

Mais um dia raiava. Era a primavera dos meus 18 anos. O inverno, no caso.

Estava muito frio e eu não queria levantar para fazer aquela viagem idiota com os dois seres mais barulhentos da Terra.

- Yurio!!! FELIZ ANIVERSÁRIO!

Disse Victor se jogando em cima de mim.

- Feliz aniversário, Yurio!

Yuuri entrou no meu quarto afagando minha cabeça, enquanto Victor ainda me apertava.

- Velhos, não vejo a hora de me livrar de toda essa melação...

- Já arrumou a mochila?

- Já, Katsudon. Não sei porque insistem nisso, não quero comemorar nada.

- Você ficaria mais feliz se disséssemos que temos uma surpresa para você?

Perguntou Victor tentando me fazer ficar mais animado.

- Só se a surpresa for meu passe livre para ficar em casa.

- É uma pena que você não queira viajar comigo, logo agora que consegui alguns dias livre...

Ouvi uma voz grave mais do que familiar vinda da porta.

- Otabek!

Estou certo de que meus olhos brilharam. Saí correndo até ele, querendo abraçá-lo, entretanto, lembrei que geralmente não era o que amigos faziam. Parei na sua frente e estendi minha mão.

Ele ficou parado por um instante, porém, logo me envolveu em seus braços, e tomando em um abraço apertado.

- Que saudades de você, Yuri.

Falou com uma voz abafada em meu pescoço.

Meu coração disparou como se não houvesse amanhã. Era simplesmente confortável ficar ali, mas eu sabia que não podia me prolongar.

- Eu nem acredito que você vai! Como seu treinador te liberou? As competições são daqui há um mês!

- Eu treinei que nem louco nos últimos meses, tudo para poder te ver no seu aniversário.

- O-Obrigado...

- E então, Tigrinho? Gostou da surpresa? Tivemos muito trabalho em convencer o técnico do Otabek, e graças a minha influência, conseguimos roubá-lo por uma semana.

Victor falou em um tom convencido.

- E-Eu... Muito obrigada a vocês.

- Achamos que você ia gostar da companhia do seu melhor amigo.

Yuuri comentou com um sorriso no rosto.

- Bom, vamos deixá-los à vontade. Yurio, estamos saindo em 1 hora, termine de se arrumar e venham tomar café.

Eles saíram do quarto, deixando Otabek ali, me observando com uma cara divertida.

- Ah! Desculpe! Eu acabei de acordar e ainda não escovei os dentes...

- Somos todos humanos, Yura. Relaxa. Vai tomar seu banho que eu te espero aqui.

Fui tomar um banho, com um sentimento de surrealismo. Nem conseguia acreditar que Beka estava ali, no meu quarto. Nos falávamos quase todos os dias pelo Skype. Assistíamos filmes juntos, ouvíamos música, discutíamos bobagens. Ele era o único que aguentava meu jeito de ser.

Quer dizer, o Velho e o Katsudon também. Desde que meu avô morreu logo depois de eu ter vencido o Grand Prix aos 15 anos, eles assumiram minha guarda, pois não havia mais ninguém em minha família que quisesse. Eu não me sentia mais sozinho. Tinha os dois pombinhos amorosos ao meu lado, e meu melhor amigo o qual eu via pessoalmente poucas vezes por ano. Agora, morando em Hasetsu, com Victor aposentado e treinando Yuuri e eu, minha vida tinha tomado cores e sabores muito diferentes.

Terminei o banho, escovei os dentes e saí de toalha para procurar minha roupa. Acho que Otabek ficou assustado ao me ver de toalha, e virou o rosto para o outro lado. Era impressão minha ou seu rosto estava vermelho?

- Não precisa ter vergonha, sou eu, de toalha. Nada que você não tenha visto pelo Skype antes.

- É que eu pensei que... Talvez você estivesse sentindo como se eu estivesse invadindo sua privacidade ou...

- Para com essa besteira! Já passamos dessa fase de “privacidade”, não é?

- É. Acho que sim.

- Então vai indo tomar café, que eu vou colocar a roupa e já te encontro.

- Ok.

Beka saiu do meu quarto, me deixando ali sentado na cama. Meu sorriso ia de orelha a orelha. Quantas vezes desejei que pudéssemos nos encontrar pessoalmente, quantas vezes eu quis rir de alguma coisa idiota e ouvir sua voz ao meu lado, rindo das idiotices também. Eu me sentia tão grato que até pararia de reclamar da "viagem em família".

Depois de arrumado, tomei meu café da manhã com Otabek pela primeira vez. Era uma sensação estranha aquela. Meu coração não parava de estourar meus ouvidos. Ele é meu amigo. É normal se sentir assim?

- Você parece um pouco fora de órbita, Yura? Aconteceu alguma coisa?

- Eu... Estou bem. Quer dizer... Eu estou feliz por você ter vindo.

Seu olhar se intensificou.

- Eu estava cansado de só falar por ligações também.

- É totalmente diferente, não é?

- É.

Seu rosto agora parecia um pouco triste.

- Ei! O que foi?

- Nada... Eu vou ajudar Victuuri com as bagagens.

- Não acredito que você se rendeu ao fandom desses dois!

Ele riu alto e eu fiquei para recolher a louça.

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Agora estávamos subindo a montanha. Katsudon estava no volante com Victor que não parava de falar. Felizmente, não prestei atenção em coisa alguma. Beka estava sentado ao meu lado e nós dividíamos os seus fones de ouvido.

- Esse é meu álbum favorito do Arctic Monkeys.

Disse Otabek.

- Seria ótimo se eu pudesse ouvir sem ter que ficar recolocando o fone de 1 em 1 minuto...

- O fio está curto?

Senti seu braço passando pelos meus ombros e me trazendo para bem perto, de tal forma que agora eu apoiava minha cabeça em seu ombro. Olhei um pouco envergonhado para o retrovisor do carro. Victor captou meu olhar e piscou para mim. O que significava aquilo? Com o balanço do carro, o sono interrompido da manhã, I Wanna Be Yours tocando no fone de ouvido e o cheiro amadeirado e de couro da jaqueta do meu melhor amigo, adormeci de forma confortável.

--------------

"Yura..."

Ouvi a voz de Otabek me chamando. Não queria acordar agora. Mais um pouquinho e eu conseguiria dizer para ele...

Abri meus olhos e percebi que não estava na minha cama.

- Hm?

Eu estava aquecido com meu cobertor de estampa de tigre e meu rosto estava apoiado em algum lugar quente. Quando percebi, havia um travesseiro apoiado na perna de Otabek, no qual minha cabeça repousava. Um carinho suave era aplicado em meus cabelos. Um cafuné gostoso que só me fazia querer dormir ainda mais.

- Yura? Você acordou? Ainda faltam umas 2 horas para chegarmos.

- Beka? Você está aqui mesmo ou eu estou sonhando?

- Espero que não seja sonho. Vou te deixar dormir um pouco mais.

Mesmo de olhos fechados, encontrei sua mão que me fazia cafuné e a coloquei sobre meu rosto para acariciar ali.

- Não me acorda.

-------------

- Chegamos, dorminhoco.

- Eu não quero sair do carro, está muito frio!

Ouvi a voz estridente de Victor dizendo:

- Otabek, você está responsável por arrastar esse dorminhoco. Foram quase 3 anos carregando esse garoto quando ele dormia no carro.

- Eu posso muito bem andar, Velho!

- Espera, Yuri. Eu... Queria te levar, posso?

Se existia algum sangue em meu corpo, ele viajou rapidamente até minhas bochechas, quando eu assenti e Otabek me colocou em seu colo, me levando até o chalé como se eu fosse um rolinho humano no cobertor. Se algumas horas antes eu estava envergonhado por querer abraçá-lo, agora parecia que tudo o que ele queria era me manter dentro do alcance de seus braços. Enquanto Beka olhava para frente, preocupado para não tropeçar ou escorregar, eu só conseguia olhar para seu rosto. Definitivamente eu estava sentindo algo diferente. O que seria aquilo?

Quando entramos no chalé ainda gelado, vimos Yuuri tentando acender a lareira da sala.

- Yurio! Que bom que você acordou! Vamos fazer Piroshki de Katsudon hoje. Vai me dar uma mão na cozinha?

- Quem fizer menos Piroshkis enquanto estivermos enrolando a massa vai carregar a bagagem para o carro na volta!

- Fechado! Se prepare porque não vou pegar leve!

Beka me deixou no sofá e eu me desenrolei do cobertor.

- Se você e o Otabek quiserem, podem ir limpando as bancadas e a mesa da cozinha. Já vou para acompanhá-los.

- Vamos, Yura? Será que finalmente vou te ver cozinhando?

- Não crie expectativas muito altas...

Passamos o resto da tarde limpando a cozinha e os quartos, enquanto petiscávamos besteiras para aplacar a fome, já que foram 8 horas de viagem. Enquanto limpávamos o quarto, surgiu a dúvida em minha mente.

- Beka, por acaso os velhos disseram onde você vai dormir?

- Eles não disseram nada, mas posso dormir tanto na sala, quanto colocar um colchão no chão do quarto.

- De fato essa cama é muito pequena e...

Seus olhos se arregalaram e por um momento eu pude perceber que tinha falado demais.

- Quer dizer, não é isso! É só que eu achei que se a cama fosse grande, poderíamos dividir sem problemas e...

- Eu gostaria muito.

- A gente pode colocar o seu colchão no chão junto com o meu, e maratonar Shigeki No Kyojin, que temos prometido há mais de 2 meses.

Sabíamos que nossa obrigação era aproveitar aqueles poucos dias para viver juntos aquilo que tanto desejávamos.

- Yurio! Otabek! Hora de enrolar a massa!

Yuuri nos chamou.

- Vamos!

Eu peguei em sua mão morna e não tive coragem de encará-lo. Carreguei-o até a cozinha, na qual Yuuri e Victor já esperavam. Ouvi sons de violão vindos da caixa de som portátil.

- Ei, velhos! Que música melosa é essa?

- Não me diga que você não gosta de Ed Sheeran?

Victor perguntou.

- Não curto essas coisas melosas que nem vocês. Jovens preferem a obscuridade de seus sentimentos, não é Beka?

- Eu gosto de Ed Sheeran.

Eu olhei incrédulo para ele.

- Ei! Vocês vieram para ajudar ou ficar conversando? Eu só sou especialista no katsudon, enrolar a massa é com vocês russos.

Já estava escuro quando terminávamos de limpar a bagunça feita com a farinha. O chalé era pequeno, e só possuía um banheiro. Obviamente que aqueles dois foram tomar banho juntos.

Enquanto lavava a última panela, sinto uma presença... Quando me viro, vejo um Otabek com a expressão compenetrada atrás de mim. Próximo. Muito próximo.

- Oy! O que você está fazendo? Isso é bem creepy.

Ele não me respondeu nada, apenas aproximou seu rosto do meu. Sua respiração quente atingia meu rosto e agora eu não era capaz de distinguir o que era real ou não. Até que em um movimento rápido, senti um pó atingir meu rosto, e Beka sair correndo para o outro lado da cozinha.

- OTABEK ALTIN! EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ JOGOU FARINHA NO MEU ROSTO!

As gargalhadas dele fizeram com que eu buscasse o saco de farinha logo ao meu lado e jogasse em sua linda jaqueta de couro.

- Não é mais tão engraçado, não é?

Foi o início da guerra de farinha que aconteceu na cozinha. Ao fim, estávamos completamente brancos enquanto ambos riam daquela situação inusitada.

- Acho que vou passar 1 ano tentando limpar minha jaqueta e não vou conseguir.

- Ninguém brinca com Yuri Plisetsky e sai ileso.

- A única coisa com a qual eu fico intrigado, é como você continua bonito mesmo com tanta farinha na cara?

- Você também não fica nada mal com os cabelos grisalhos...

- O que aconteceu nessa cozinha?

Victor perguntou, mesmo que estivesse muito claro.

- Nós tivemos uma pequena guerra de farinha. Pode deixar que eu limpo tudo, Victor.

Aquela fala deveria ser minha.

- Vá tomar o seu banho e se limpar, Yurio.

Fui ser fazer objeções. Esperava que Victor não desse sermão no Otabek por sujarmos a cozinha, mas se eu ficasse para discutir, seria ainda pior.

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- A comida estava deliciosa. Nem tenho como agradecê-los por terem me convidado.

- O prazer foi nosso. Afinal, Yurio está muito feliz e achamos que esse seria o melhor presente para ele.

Yuuri respondeu a Otabek.

- Bom, nós vamos nos recolher para nosso ninho. Estamos levando uma das garrafas de vinho. A outra é de vocês. Espero que façam bom proveito, porém, sejam responsáveis. Conto com você, Otabek.

- Pode deixar.

Eu estava mais confuso do que nunca. Yuuri e Victor foram para o quarto, me deixando na sala com Beka ao meu lado. Fazia silêncio ali, somente o som do crepitar da lareira era audível. Pela janela, podíamos ver os flocos de neve caindo pela primeira vez no desde que chegamos.

- Yuri, você está feliz?

- Como assim? Que pergunta estranha é essa?

- Eu queria saber, se você está feliz mesmo, por eu ter vindo, sabe?

- Como eu não estaria? Você é meu melhor amigo. Você veio do Cazaquistão passar o meu aniversário comigo. Você é meu único amigo, além dos velhos. Vi os olhos de Otabek perdidos nas chamas da lareira enquanto eu falava.

- Quer dizer, você estava comigo no pior momento da minha vida, no enterro do meu avô. E estava comigo quando eu ganhei o mundial. Torceu por mim, me apoiou em tudo o que eu quis fazer. Nós fazemos tudo juntos, mesmo que separados. Eu... Eu queria que você soubesse que o que eu sinto é mais do que gratidão, sabe?

Agora ele estava focado em mim. Em meus olhos. Seu rosto estava iluminado, e não somente pela luz do fogo refletida. Ele se levantou, colocou uma música para tocar e estendeu a mão para mim.

Não foram necessárias palavras. Segurei em sua mão e fui conduzido para o seu abraço em uma dança.

"I’ve waited a hundred years.

But I’d wait a million more for you.

Nothing prepared me for

What the privilege of being yours would do."

"Eu esperei uma centena de anos

Mas eu esperaria mais um milhão para você

Nada me preparou para

o privilégio que seria ser seu."

Meu coração parecia um pássaro preso, querendo fugir para o alto. Com meu rosto enterrado em seu pescoço, seu cheiro me invadia sem pedir permissão. Eu respirava de forma tão irregular e podia também sentir seu coração mais agitado do que o meu. Sua mão entrou em meus cabelos em movimentos suaves enquanto nossos corpos iam de um lado para o outro.

- Acho que você sabe, não é Yuri? O que eu quis te dizer por todos esses anos.

- E-Eu sei.

- No dia em que eu te vi pela primeira vez você estava perfeito na posição arabesque. Eu nunca pude esquecer aquela imagem durante todos esses anos.

Levantei minha cabeça para ver seu rosto.

- Quando você aceitou ser meu amigo, eu só conseguia pensar que tinha feito amizade com o cara mais brilhante da Terra. Não era sobre a patinação, era sobre o seu brilho interior, sua coragem, seus olhos de soldado...

Quando vi seus olhos vermelhos de emoção, já não era mais possível impedir meu coração de voar nas maiores alturas. Meus lábios capturaram os seus e permitiram que pela primeira vez, Otabek visse meus sentimentos tão claramente quanto eu via os seus agora.

"Your love is my turning page,

Where only the sweetest words remain."

"Seu amor é o meu virar de página,

Onde somente as palavras mais doces restam."

A sensação de ter sua boca na minha era mais do que eu podia aguentar depois de tanto tempo separados e do que eu acabara de ouvir. Meus olhos mesmo fechados ficaram quentes e algumas lágrimas insistiram em cair, mesmo que eu estivesse morto de felicidade. A suavidade de seus lábios contrastava com a enxurrada de sensações que atravessava meu corpo. Beka cessou nosso beijo por um instante, parecendo incrédulo.

- Yura.

- Eu também, Beka. Tudo o que eu desejei nesses últimos 2 anos era que você soubesse que eu...

Seu beijo veio antes que eu pudesse perceber. Agora eu estava um pouco mais calmo. Podia entender cada toque. Abri minha boca e permiti que sua língua explorasse cada canto. Não fazia mais frio, dentro ou fora do meu coração.

"I surrender who I’ve been for who you are,

For nothing makes me stronger than your fragile heart.

If I had only felt how it feels to be yours,

Well, I would have known what I’ve been living for all along..."

"Eu me rendo para quem você é

Nada me faz mais forte do que seu coração frágil.

Se eu apenas tivesse sentido como é ser seu

Bem, eu teria sabido para que eu tenho vivido por todo esse tempo..."

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Já eram quase meia-noite e agora estávamos sentados novamente em frente a lareira. Não importava o que éramos agora. O que realmente era importante era que sabíamos sobre nossos reais sentimentos.

- Yura. Eu não te dei seu presente ainda.

- Você trouxe um presente? Achei que você era o presente.

Vi que ele tinha uma caixinha no bolso do casaco. Beka estendeu-a para mim. Tomei a caixinha em minhas mãos e vi um elástico de cabelo preto. Fiquei um pouco sem entender o presente.

- Puxa o elástico para fora.

Fiz como ele me disse, revelando agora um adorno em formato de um disco, que, dependendo do ângulo, mostrava flocos de neve. Porém, o mais impressionante eram as minhas iniciais em pedras brilhantes dentro da resina brilhosa.

- Beka... Eu amei!

- Quando for patinar de cabelos presos, você vai poder levar um pouco de mim com você.

Nossos sorrisos novamente se encontraram. Eu amava aquilo. Nos abraçamos por um longo tempo.

- Beka, e sobre o vinho que os velhos deixaram para nós?

- Eu não sei você, mas prefiro chocolate quente.

- Eu também.

- SNK então?

- Achei que você nunca fosse perguntar...

25 de Febrero de 2018 a las 00:08 0 Reporte Insertar 3
Fin

Conoce al autor

Reira Trapnest Otayuri Lover. Como a faculdade me impede de ser gente, escrevo por diversão. Adoro uma história fofa, real, dramática ou qualquer coisa, desde que seja bem construída. Sejam bem-vindos e espero que gostem das minhas histórias! <3

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