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bdamas Bárbara Maria

O amor, ao mesmo tempo que te prende em seus laços, tem uma capacidade libertadora incrível. Depois que Sai experimentou do sabor da liberdade que Ino lhe deu, nunca mais foi o mesmo. [SaiIno]


Fanfiction Sólo para mayores de 18. © Personagens pertencentes a Masashi Kishimoto

#Naruto #Ino Yamanaka #Sai #Inojin Yamanaka #fns #SaiIno
Cuento corto
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Capítulo Único

   O chūbu de Konohagakure expirou profundamente enquanto ouvia o Hokage pronunciar suas últimas palavras a respeito do caso envolvendo Kakei Sumire e o que restava da fundação. Embora seu corpo não estivesse cansado, sua mente estava ao mesmo tempo desgastada e aliviada, se encontrando livre da desconfiança que era ter a fundação em seu passado. Se algo como um atentado causado pela antiga organização que participava viesse a conhecimento da população, o ninja não teria mais paz, então se empenhou ao máximo para resolver o problema. Achou curioso o fato da menina se render tão facilmente depois de desaparecer em um vórtice com a besta Nue, mas ainda assim, se permitiu respirar tranquilamente depois de tantos dias de tensão.

   Ele havia abandonado a Fundação há muito tempo, mas as pessoas não pareciam se esquecer tão facilmente do passado. Ele via isso pela forma que os habitantes da vila tratavam Sasuke, não confiando totalmente no shinobi que anos atrás tinha se rebelado contra sua vila e se juntado ao inimigo. Sai conseguia sentir alguns dos olhares hostis que o membro do time sete recebia, mas o Uchiha parecia não se importar. Mas Sai se importava.

   Desde que seu antigo mestre, Shimura Danzou, havia morrido pelas mãos de Uchiha Sasuke, Sai havia experimentado pela primeira vez a sensação de liberdade, tendo o selo amaldiçoado em sua língua desfeito. Mas ainda assim, não foi uma sensação que pode apreciar por completo, devido à sequência dos eventos desde então. Só depois da 4ª Grande Guerra Shinobi que pode, de fato, relaxar e tentar viver sua vida como uma pessoa normal.

   A infância de Sai não foi regada a carinhos e demonstrações de afeto, como a das outras pessoas. Se tornou órfão tão jovem que nem sequer tinha uma memória de seus pais, e a única pessoa que tinha chamado de família, viu morrer diante de si para que pudesse graduar na Fundação. Desde então, foi condicionado a esquecer sentimentos e emoções, se tornando uma pessoa fria. Quando entrou para o time 7, seu amigo Naruto o mudou, fazendo redescobrir emoções que até então só sabia existir através dos livros que lia para se guiar numa tentativa de ser mais social.

   Desde que voltou a sentir, o Shinobi vinha se agarrando a toda demonstração de amor que recebia. Conheceu o amor dos amigos com o time sete, o amor pela vila. E pela primeira vez, pode experimentar o amor de uma mulher, quando Ino lhe estendeu a mão. Sorriu ao se lembrar de sua bela esposa.

   Caminhou de volta para casa tarde da noite, sentindo o clima quente que fazia. Não dava a devida atenção à Ino já fazia alguns dias, desde que seu empenho estava totalmente voltado para a missão que tinha acabado de completar. Se pegou sentindo saudades e apressou o passo.

   Ao entrar em casa, tudo já estava escuro, então procurou não fazer barulho para não despertar nem a esposa, nem o filho que dormiam nos quartos do andar de cima. Retirou o pergaminho pesado das costas e foi direto tomar um banho quente, para espantar para longe a tensão que se instalara em seus ombros. Ao terminar, subiu para seu quarto, notando Ino deitada de bruços na cama, dormindo, seu torso subindo e descendo com a respiração leve.

   “Linda”, pensou. A loira estava usando um conjunto de blusa curta e short de algodão lilás, deixando grande parte de sua pele sedosa e clara a mostra. Os cabelos longos estavam espalhados pelas costas e colchão, sua franja cobrindo parcialmente as feições delicadas. Enquanto a observava, iluminada pela meia luz do abajur, Sai se sentou em uma poltrona próxima à cama, pegando um papel e pedaço de carvão para desenhá-la.

   Esse era um de seus passatempos preferidos: retratar a beleza de sua esposa de todos os ângulos possíveis. Desde que se casaram, ele sempre desenhava seus traços quando tinha a oportunidade, e Ino sempre guardava todos os desenhos, parecendo feliz.

   Os amigos dos dois ficaram surpresos quando anunciaram que se casariam. Não pela parte de Ino, que sempre foi uma mulher apaixonada e quente, mas por Sai, que poucas vezes demonstrara seus sentimentos em público e não se mostrava muito aberto à relações. Mas ele tinha mudado. Se casaram em uma cerimônia intimista, e Sai acolheu todo aquele amor que a loira lhe deu, se esforçando para retribuí-la. Quando menos percebeu, já estava completamente apaixonado.

   Antes de tudo isso, Sai era apenas um nome para uma pessoa que até então era ninguém, treinado para seguir ordens de matar sem questionar ou sentir piedade. Depois de Ino, ele tinha um sobrenome, um filho e muito amor.

   Não foi difícil para ele se apaixonar por Ino. A mulher é o próprio Sol, chamas que deram vida e cor à sua existência até então desbotada. Ao se lembrar de cores, sorriu, pensando no filho. Abrindo a gaveta da mesa de cabeceira, retirou tintas coloridas de lá, dando leves pinceladas no desenho e acrescentando tonalidade às curvas de sua amada. Inojin tinha sido um dos tantos presentes que Ino tinha colocado na vida do Shinobi. Adorava se lembrar da sensação de tê-lo em seus braços pela primeira vez, do olhar emocionado que recebeu da esposa, e se orgulhava em ver a criança inteligente e astuta que o filho tinha se tornado, embora com a mesma língua afiada que o pai.

   Foi arrancado de seus pensamentos ternos pela voz suave de Ino, que chamava seu nome.

   — Okaeri, Sai-kun – disse, fitando-o com seus adoráveis olhos azuis e sorrindo docemente. Sai sorriu de volta, um sorriso de lábios fechados, em uma resposta muda ao cumprimento da esposa. Chamou-a com um aceno, e observou com admiração enquanto ela se levantava e caminhava em sua direção, sentando-se em seu colo ao chegar perto. Observou o retrato que seu marido tinha feito e sorriu para ele novamente. – Estou mais bonita nesse do que nos outros. – disse, balançando os ombros de forma convencida e envolvendo os braços no pescoço dele.

   Deslizando a mão pela cintura fina de Ino, Sai deu um beijo lento na kunoichi, envolvendo suas línguas numa dança sensual pela qual ele ansiava há dias.

   — Apenas desenhei o que vejo. – respondeu, recebendo mais um sorriso de dentes perfeitos como recompensa.

   — Agora me diga: finalmente finalizou a missão que te preocupava tanto? Já estava pensando que o homem da casa tinha se tornado Inojin. – Sai suspirou, aceitando resignado a repreensão de sua esposa. Nos últimos dias, ele vinha em casa apenas tarde da noite, quando se permitia dormir por poucas horas antes de retornar ao trabalho.

   — Sim, terminei. Eu fiz tanta falta assim? – respondeu, apenas para ver o olhar malicioso que a loira lhe lançou.

   — Muita. Eu tentei me virar sozinha, mas é bem melhor quando você está aqui. – Ino mudou rapidamente a posição na qual se sentava em seu colo, colocando as pernas dobradas do lado das coxas do shinobi e sentada sobre seu quadril, de frente para ele. A ideia de sua esposa se masturbando enquanto pensava em si fez Sai dar um de seus raros sorrisos com dentes a mostra.

   — Também senti sua falta. Estou aqui agora, não precisa se virar sozinha. – O moreno era conhecido por ter a língua afiada e dizer as coisas diretamente, mas quando se tratava de Ino, ele gostava de brincar com frases de duplo sentido, apenas para vê-la corar, como acontecia naquele momento. – Como você quer que eu te ajude? Assim? – deixando o desenho na escrivaninha, agarrou as nádegas da kunoichi com ambas as mãos e fez com que ela rebolasse em seu membro por cima das roupas.

   Ino riu novamente, antes de agarrar os cabelos negros do homem beijar seus lábios com fúria, rebolando sem ajuda sobre a excitação dele. Sai acariciou a barriga reta de sua esposa e subiu a mão, enfiando-a por baixo da blusa curta e agarrando o seio livre de sutiã. Jogando a cabeça para trás para que seus marido lhe beijasse e mordesse o pescoço, a mulher soltou um gemido alto, que fez com que o moreno risse.

   — Shh... Inojin. – disse apenas, receoso de acordar o filho que dormia no quarto ao lado. Subiu a mão pelas costas dela e agarrou os fios loiros da base da nuca, tomando seus lábios novamente.

   Ficaram alguns bons minutos naquele sexo com roupas, até que Ino retirou os lábios dos do marido abruptamente e exclamou, ofegante:

   — Já chega! Eu preciso te tocar.

   Saiu do colo de Sai, que percebeu as pernas trêmulas dela, e o puxou pela mão, colocando-o de pé. Enfiou os dedos na barra da blusa dele e levantou, depositando beijos, lambidas, chupões e mordidas a medida que a pele branca do abdome definido do shinobi ia se revelando, causando-lhe arrepios de prazer que ele apreciava de olhos fechados. Quando a camisa chegou na altura dos ombros, Sai levantou os braços e a ajudou na tarefa de despi-lo. Ele podia simplesmente ter ido para o quarto enrolado na toalha depois de tomar banho, mas outra coisa que amava eram as expressões que Ino fazia ao arrancar sua roupa com fome no olhar e clamar seu corpo para si. Recebeu um empurrão no peito e voltou a cair sentado na poltrona.

   Não era novidade que Ino era uma mulher de fibra, e isso se repetia quando estavam entre quatro paredes. Ela tinha atitude e era extremamente safada, o que acabou fazendo com que ambos se tornassem viciados no sexo um do outro. Se posicionando entre as penas abertas do moreno, a Yamanaka retornou com os beijos na barriga dele, subindo lambendo até seu pescoço, queixo e lábios, tomando-os num beijo que beirava a imoralidade. Retornou pelo caminho que veio, as mãos de Sai em seu cabelo guiando-a para onde ambos queriam que estivesse. Enganchando os dedos no elástico do short masculino, ela arrancou a última vestimenta dele, expondo seu membro que já se encontrava ereto. Ino olhou para cima, seus olhos se encontrando com os olhos negros do marido, que acariciava o rosto levemente ruborizado dela.

   — Eu amo você. – Sai disse. A loira sorriu, e como resposta, abocanhou o membro do marido de uma vez só, indo até onde conseguia, arrancando um ofegar do shinobi.

   Retornou à extremidade, passando a língua devagar, e voltando a sugar com forca, fazendo o marido gemer baixo, intensificar o aperto em seus cabelos e se encostar no encosto da cadeira, apreciando a visão que tinha da boca pequena e quente acariciando-o de maneira tão lasciva. Depois de minutos assim, tentando se segurar para não se derreter na boca macia, Sai trouxe a esposa para cima, levantando-se com ela e beijando-a, enquanto descia o short e calcinha da mesma, que chutou os tecidos para longe assim que estes passaram pelas pernas. Caminhou com ela até a cama e a deitou, apoiando-se no cotovelo, deitado ao lado dela e levantando a blusa curta, deixando os seios médios de auréolas rosadas a mostra. Deu-lhe um beijo rápido, as línguas se encostando, antes de abaixar a cabeça e abocanhar o seio direito, fazendo um movimento leve de sucção ao mesmo tempo que acariciava o mamilo eriçado com a língua. Enquanto trabalhava com a boca e uma das mãos nos seios da loira, a mão livre se dirigiu para a intimidade úmida e escorregadia dela, que abriu as pernas para receber o toque, se contorcendo a medida que ele friccionava circularmente sua região sensível.

   Sai sentiu a mão pequena de Ino fazendo pressão no topo de sua cabeça, empurrando-o para baixo, e ele se deixou levar, depositando beijos molhados na barriga lisa, deixando uma trilha de saliva e mordidas. Quando seu rosto pairou sobre a intimidade úmida de sua mulher, segurou as duas coxas de pele branca separadas, e deu um beijo apaixonado em todo o seu sexo, molhando-a de saliva e banhando sua língua com o gosto de sua excitação. Beijou-a como se beijasse sua boca, a língua relaxada fazendo movimentos aleatórios e estimulando-a com dois dedos em sua cavidade, que provocavam tremores na barriga da kunoichi e a faziam intensificar o aperto nos cabelos negros, trazendo-o mais para dentro de si. Vez ou outra se permitia abrir os olhos e fitar a expressão selvagem que sua esposa tinha, mordendo o lábio inferior para abafar os gemidos, os olhos atentos a cada movimento que ele fazia.    Retirou os dedos de dentro dela e tencionando os músculos da língua, a penetrou repetidamente, sentindo o sabor doce que ela tinha. Ele mesmo já sentia seu membro doendo de excitação, o que o fez fodê-la com a boca ferozmente, até que a sentisse se contrair e estremecer, chegando ao clímax, tentando não gritar seu nome.

   — Sai – disse a loira, com a voz trêmula de prazer. – vem cá.

   Ela se sentou e conduziu o marido para cima da cama, fazendo com que ele se sentasse com as costas apoiadas na cabeceira de madeira. De joelhos, posicionou-se deixando as pernas de Sai entre as suas, abertas. Se beijaram lentamente, as mãos um pouco calejadas da kunoichi passeando pelo rosto masculino. O moreno apertou uma de suas mãos na cintura de Ino e com a outra segurou seu membro pulsante e mirou na entrada molhada da loira, que se abaixou sobre ele ao mesmo tempo em que ele jogava os quadris em sua direção, proporcionando uma penetração profunda e fazendo com que ambos gemessem no meio do beijo.

   A Yamanaka ficou de cócoras e começou a sentar forte contra o membro de Sai, que retirou avidamente a blusa curta que a esposa ainda vestia para poder sugar-lhe os seios mais uma vez, apertando as nádegas que subiam e desciam rapidamente. Tentaram se beijar durante o ato, mas o que conseguiam fazer em meio àquela euforia eram lambidas, chupões e mordidas entrecortadas pelas respirações ofegantes.

   Aproveitando o momento que Ino começou a diminuir de velocidade por causa das penas trêmulas, o moreno investiu contra ela, fazendo-a girar e ficar de joelhos, empinada de modo felino com os cotovelos apoiados no colchão. As costas femininas brilhavam de suor, dando a ela um aspecto selvagem, a mais bela visão que Sai teve em dias. Com certeza a pintaria naquela posição quando tivesse a oportunidade. Penetrou-a devagar, as mãos cravadas em suas nádegas fartas, os gemidos femininos que chegavam aos seus ouvidos soando como uma música sensual. Começou a se movimentar, penetrando-a rápido e se retirando devagar, para delírio da kunoichi, que ondulava a coluna e jogava os quadris em direção a sua virilha com força. Depois de minutos naquele frenesi de prazer, tendo como trilha sonora o som de seus corpos se chocando, Sai voltou a senti-la comprimindo-se ao seu redor. A loira, não suportando a onda de prazer, escorregou o corpo para frente, sem apoio dos cotovelos, apenas o rosto apertado contra o colchão enquanto o moreno estocava-a mais uma, duas, três vezes, se desfazendo dentro dela e apoiando o corpo masculino sobre o corpo pequeno e sinuoso, ambos ofegantes.

   Retirando-se de dentro dela, Sai se deitou de costas no colchão e puxou sua mulher, acariciando seus cabelos loiros e se deliciando com sensação de ter a pele dos seios macios dela apoiada em seu peito. Se esticou um pouco e apagou a luz do abajur, deixando os dois na penumbra.

   Ficaram assim, quietos e aconchegados um no outro por bastante tempo. Quando Sai achou que Ino já estava adormecida e suas próprias pálpebras já começavam a pesar, sentiu um hálito quente em seu rosto, seguido de um beijo quente e molhado, fazendo-o arregalar os olhos, aturdido.

   — Eu também te amo. – sussurrou a loira em seu ouvido, fazendo com seu corpo todo se arrepiasse de forma agradável.

   Ele tomou os lábios da esposa nos seus novamente, lento e carinhoso, abraçando-a apertado contra si. Desde que se vira novamente conhecedor do amor e livre dos grilhões que o prendiam, sempre que tinha a oportunidade, expressava o seu amor. Por isso disse que a amava, de novo e de novo, ela repetindo também, até que adormeceram nos braços um do outro.


   Quando Sai acordou no dia seguinte, os raios do sol matinal já entravam pela janela, aquecendo o lado esquerdo de sua face. Olhou para o rosto sereno de sua esposa, que dormia serenamente recostada em seu peito. Olhou as horas e constatou que faltava meia hora para que estivesse atrasado. Se desvencilhou do aperto suave que ela lhe dava e se encaminhou para o banheiro com uma muda de sua usual roupa de missões pendurada no ombro. Ao sair do banheiro, já vestido e após fazer sua higiene, se deparou com Ino acordada, se espreguiçando desinibida com os seios à mostra e dando a ele a visão de algumas das marcas vermelhas que seus dentes deixaram na pele alva na noite anterior.

   — Já está de saída? Ia sair sem avisar? – disse, ao perceber que o esposo a fitava, com os olhos já transbordando desejo.

   — Eu não queria te acordar, me desculpe. Você parecia cansada. – respondeu, com um leve sorriso travesso nos lábios.

   — Você também parece um pouco abatido. – disse, se levantando e parando nua na frente dele, colocando os braços ao redor do pescoço do marido e depositando um beijo suave em seus lábios.

   — Realmente estou. Você me deu bastante trabalho ontem à noite. – fazendo movimentos circulares com os polegares nas costas nuas da kunoichi, fitou as íris azuis, que se contraíram numa expressão desafiadora. Fechou os olhos quando ela encostou os lábios em sua orelha, a respiração quente dela fazendo-o se arrepiar.

   — Trabalho? Da próxima vez, garanto que você mal vai conseguir andar. – Sai deu seu melhor sorriso safado quando a segurou pela nuca e apertou um braço ao redor de sua cintura.

   — A ansiedade para que isso aconteça já está me matando. – e a beijou de forma feroz, a mão da cintura se soltando e desferindo um tapa na nádega nua da loira, que soltou um gritinho divertido e correu para longe, com um sorriso nos lábios.

   — Espere um pouco, vou preparar seu café da manhã e seu obento.

   Observou Ino catar as roupas que usava na noite anterior e vesti-las. Desceram as  escadas e foram para a cozinha, de mãos dadas. Sai sentou-se numa das cadeiras dali e aguardou, enquanto sua mulher remexia nas panelas. Quando escutou o ranger das escadas, ficou surpreso ao reconhecer a assinatura de chackra de Inojin, que também não pegou Ino despercebida. Ela se virou, as mãos apoiadas na cintura e uma expressão brava, quando o menino entrou na cozinha às pressas, pegando algumas frutas e enfiando na boca.

   — Inojin, você já não está atrasado? – repreendeu.

   — Eu não pude dormir, por causa de vocês dois. Acho que seria melhor se vocês me avisassem antes quando fossem derrubar a casa, para que eu possa pedir abrigo ao Shikadai.

   O tom de pele de Ino foi do branco pálido à vermelho tomate em poucos segundos.

   — Ora, seu moleque...! – ela exclamou, mas antes que ela dissesse mais alguma coisa, o pequeno loiro escapuliu pela porta da frente, fechando a porta com um baque. Seus olhos se voltaram perplexos para Sai, ao ouvir a risada aberta que seu marido estava dando. – Você está rindo?! Essa língua afiada veio de você!

   — E a malícia veio de você. – disse, fitando-a com um sorriso. Ela acabou cedendo e sorrindo também, caminhando até ele e se sentando em seu colo. Ficou pensativa por alguns minutos e suspirou.

   — No que está pensando? – inquiriu o moreno.

   — Estou pensando que talvez não seja uma má ideia manda-lo para a casa do Shikamaru de vez em quando...

   Ambos riram e selaram os lábios num beijo. Depois disso, Ino se apressou em preparar a comida de Sai, que saiu para o trabalho já ansiando pelo fim do dia que mal tinha começado, apenas para tê-la em seus braços novamente.


24 de Febrero de 2018 a las 19:43 0 Reporte Insertar 3
Fin

Conoce al autor

Bárbara Maria Estudante de odontologia, beta reader, escritora amadora, cantora de chuveiro e violonista dentro do meu quarto. Kvetha fricai! RoyAi, Kiribaku, ShikaTema e SaiIno. bdamas no ff.net e Spirit; Barbie no Nyah!

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