alisueh Aline Alisueh

Yoko, é uma pessoa completamente normal, vai a escola toda manhã como qualquer pessoa da idade dela, se diverte com seus amigos como todos da idade dela. Silver, uma pessoa cheia de problemas, trabalha como um adulto normal, manda em seus colegas como todo superior. Yoko e Silver, são pessoas completamente diferentes, cada um em sua própria bolha. Com problemas completamente diferentes. O que poderia os unir junto com mais 18 pessoas diferentes uma das outras? Por que não jogar um jogo? Um jogo em que o Anfitrião decide as regras. E o mais forte sobrevive e ganha um prêmio! E quem perde? São eliminados. São as regras! Como todo jogo, são as regras! A história segue do ponto de vista de 2 personagens, alternando entre a estudante Yoko, e o homem Silver.


Suspenso/Misterio Sólo para mayores de 18.

#Romance
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Bem-Vindos ao Jogo Mortal!

Ponto de vista de Yoko

Meu irmão gostava de bolhas de sabão

Sou criança novamente e estou brincando com meu irmão, eu corro e giro no meio de tantas bolhas transparentes e multicoloridas feitas pelo meu irmão, mas apenas eu gargalhava, meu irmão parecia um robô fazendo movimentos repetidos com o brinquedo.

Mergulhava o aro na mistura de água e sabão depois levava a sua boca e soprava, repetidas e repetidas vezes, fazendo bolhas infinitas para mim enquanto eu ria e me divertia.

Até quetodas as bolhas estouraram ao mesmo tempo ao meu redor, fazendo com que meu sorriso desfizesse e eu parasse de correr e brincar, olho para meu irmão questionando porque diabos ele parou, quando olho pro rosto dele o mesmo estava chorando sangue e sussurrando algo que eu não conseguia entender, ele não olhava para mim ou para alguma outra coisa, seus olhos estavam vazios, eu fico em transe olhando para o rosto dele

Até que...

Acordo.


A primeira coisa que me lembro é que meu nome é Yoko e tenho 17 anos, e só sei que não estou em meu quarto agora.

Eu deveria estar desesperada, mas me acordei plena depois de um pesadelo, mas eu continuo plena mesmo sabendo que eu não estou no meu quarto, pelo contrário, ainda deitada em um lugar desconfortável vejo o céu cinza acima de mim, como se estivesse prestes a chover, a primeira coisa que passa em minha cabeça é que talvez ontem eu tenha desistido do ato e acabado dormindo na praça. De novo.

Mas assim que me levanto minha perspectiva muda, eu não sei exatamente explicar onde, mas parece um floresta de um filme de terror, o céu, as árvores, as plantas, o chão, tudo ao meu redor parece completamente sem cor, todos tinham uma cor escura e sombria, as árvores são assombrosas e altas, o céu é carregado de nuvens cinzas — talvez está prestes a chover. O banco de praça do qual estava dormindo é completamente escuro também. O fato de eu estar deitada num banco de praça me faz pensar que estou em um parque ou algo assim.

Eu sinto um frio repentino que me faz esquecer tudo o que eu tava pensando, não era o mesmo frio que eu sentia nas madrugadas quando durmo fora de casa, mas um frio que nunca tinha sentido antes, um frio que me deixa desnorteada.

Eu tenho que achar abrigo, eu me levanto do banco me abraçando encolhida tentando me esquentar e falhando miseravelmente, começo a andar em meio a floresta e não demora muito até eu ver uma luz, tento correr ao máximo em direção a ela.

Me deparo com um jardim, cheio de plantas perfeitamente moldadas e cortadas, eu entro no jardim, com certeza é um jardim de uma mansão, pensei isso antes de fato ver a mansão, era gigante, eu nunca tinha visto uma mansão assim antes, mas sem pensar nisso saio do jardim e vou até o caminho de pedras, e corro ainda abraçando meu corpo até a porta da frente da mansão.

Observo atentamente a porta, uma porta dupla marrom com uma aldraba de bronze com o rosto de um leão moldado em cada porta, eu pego em uma das aldrabas, "talvez as pessoas que moram aqui possam me ajudar" pensei comigo mesma enquanto estava prestes a bater na porta com a aldraba, então eu o fiz, bati na porta da mesma forma que as pessoas batem em filme de terror, eu engulo em seco esperando que algum tipo de mordomo cabreiro me atenda.

Vampiros? E se forem vampiros?! Vampiros em uma mansão do meio do nada, seria extremamente assustador!!! eu odeio quem fez essas histórias de terror! Eu tenho muito medo de todos esses monstros! eles são horríveis! Eu balanço a cabeça rápido, buscando afastar esses pensamentos.

Eu tô congelando... Não importa quem me atenda eu só quero sentar perto de uma lareira e me esquentar, passou um bom tempo que eu bati na porta e ninguém me atende, eu bati quatro vezes novamente mas desta vez bem mais forte para quem seja lá escute desta vez.

Mais uma vez esperei um tempo e nada aconteceu, eu queria ter bons modos mas o frio foi mais forte, eu abro a porta, entro como se eu fosse puxada abruptamente para dentro e fecho rapidamente a porta atrás de mim, nem sei porque fiz isso mas, o frio passou repentinamente me sinto aquecida de novo porém, mais importante, escuto vozes vindo de trás de mim.

— Veio aqui por causa do frio também? — escuto uma voz feminina vindo atrás de mim, me viro rapidamente.

Vejo não só a dona da voz, mas também várias pessoas espalhadas pelo salão, em torno de treze ou mais pessoas estão nesse grande salão com carpete vermelho e uma grande escada levando ao segundo andar onde há a varanda que pode ser vista pelo primeiro andar onde estou, vejo tantas portas fechadas tanto no andar de cima quanto no de baixo.

Um homem ruivo que está desleixadamente sentado na escada, antes mesmo de eu falar alguma coisa ele fala.

— Ah claro, só faltava a ruivinha — o cara fala sorrindo e olhando atentamente pra mim — Eai? veio com a desculpa do frio também?

— Não é uma desculpa... — eu digo e antes mesmo de eu completar o ruivo me corta.

— Eu sei que não, tá frio prakarailá fora mesmo — o ruivo completa.

— então todos vocês vinheram se abrigar aqui? — eu falo para todos ali e algumas pessoas afirmam que sim, outras estão mais reservadas em um canto, outras só não querem responder.

— todos nós estamos esperando a tempestade que está por vir passar — uma mulher de cabelos loiros diz e eu me lembro do céu escuro e os trovões — esse também deve ser o motivo do frio.

— uma tempestade está por vir?! — uma garotinha de cabelo rosa e com a tiara de orelhas de gato, diz se abraçando — Sayuri não gosta de tempestades.

A menina aparentava ter menos de 12 anos e estava assustada, uma moça asiática de cabelos loiros usando um kimono dourado acalma a garota.

— Que fome — uma garota de cabelo rosa e orelhas de coelho (que provavelmente são falsas) em um tom de rosa mais claro comenta.

Eu me pergunto porque não abriram a porta pra mim quando bati nela, talvez eles estivessem conversando e acabaram não escutando ou algo assim, sim, deve ser isso.

— Ahhhh! — o ruivo desleixado geme entediado.

— por que do surto de novo? — um garoto loiro com um cachecol, encostado no corrimão da escada diz com a expressão entediada.

— Como pode tantas pessoas estarem perdidas no mesmo lugar? — o ruivo diz com o rosto apoiado na mão — tipo, eu nem vim pra cá por vontade própria, eu só acordei aqui, quer dizer, todos nós acordamos aqui, você também acordou pelos arredores, não é ruivinha?

Eu me sento no mesmo degrau de onde o ruivo está só que do lado oposto.

— Sim, e meu nome é Yoko — digo a fim que ele pare de me chamar de "ruivinha" — quem é o anfitrião?

Vejo um garoto de cabelos prateados abrindo uma das portas e dando uma rápida olhada no cômodo pela brecha da porta, continuo olhando até que ele se vira pra diretamente pra mim e sorri.


É como se ele tivesse percebido que exatamente eu estava olhando diretamente pra ele. Eu sorrio de volta de forma desconfortável. E me volto para uma pessoa que iria responder minha pergunta.

— na verdade ninguém é anfitrião aqui, nós simplesmente invadimos a casa mesmo — o loiro encostado no corrimão da escada fala e eu fico completamente confusa.

— a gente não se atreveu a andar pelos cômodos da casa, seria uma tremenda falta de educação — a loira de olhos verdes diz, e eu olho para o garoto de cabelo prateado que agora tá encostado na parede olhando para o nada— estamos esperando por apenas duas horas, essa casa é grande o suficiente para o anfitrião não nos escutar.

— Vocês já chamaram por ele? — pergunto.

— APARECE AÍ Ô! — o ruivo grita se exaltando — agora sim.

— A gente só vai esperar a tempestade passar, com sorte ele nem vai saber que estivermos aqui — uma mulher de cabelo rosa com algumas partes ciano diz mechendo no seu celular que tem uma capa rosa e uma estrela dourada atrás — não tem sinal nesse lugar — ela fala baixinho mas audível fazendo bico.

— Ahem — O homem de cabelos prateados que tinha sorrido pra mim mais cedo, limpa a garganta chamando atenção de todos — Meu nome é Silver prazer em conhecê-los.

Ele fita a todos com seus olhos de um profundo azul bem escuro, como o céu da noite, de alguma forma aquilo me trás um desconforto.

— Você precisava se apresentar? Fala logo o que tu quer, moleque — um homem muito grande, tão grande e bombado que me assusta um pouco fala de braços cruzados.

— Sinto muito — ele fala rapidamente para o grande homem — eu só queria saber quem foi a primeira pessoa a chegar aqui.

— Por que você quer saber disso, garoto? — um homem que aparentava ter uns 30 anos diz ajeitando os óculos.

— Eu tenho um bom ponto a se considerar, professor — Silver diz sorrindo gentilmente.

— Como você sabe que sou professor? — o homem de óculos pergunta surpreendendo a todos, todos olham para Silver como se ele tivesse respondendo em voz alta uma pergunta difícil de matemática em uma aula.

— Você tem o seu crachá no seu jaleco, Professor Heitor — (ah claro o jaleco)ele responde sorrindo porém o professor ainda está encarando Silver que o ignorou — Voltando a questão principal, quem foi o primeiro a chegar?

— Entendo... — uma mulher vestindo um terno fala pela primeira vez — eu fui a quarta a chegar e eu vi 3 pessoas aqui, essas pessoas são, o garoto asiático, o garoto de cachecol e a moça rosinha fantasiada.

Silver apenas olha para o garoto asiático com roupas exóticas que estava encostado na parede e calado até então, mas logo antes que Silver sequer olhasse direito pro garoto, o menino loiro do cachecol vermelho fala:

— Eu fui o segundo a entrar, e vi a coelhinha aqui — ele aponta pra garota coelho com cabelo, orelhas, vestido, tudo rosa em um tom bem claro.

— Sim, eu confirmo isso — a garota coelho diz, ela parece está curiosa — mas o que tem isso?

— Isso prova que você é a anfitriã, ou no mínimo conhece a casa — a mulher de terno afirma.

— Hã? A coelha da páscoa é a anfitriã? — um garotinho de 12 anos pra baixo indaga inocentemente.

________________

Silver

A mulher de terno também estava a observando comigo, eu nem percebi os olhos dela sobre a garota fantasiada de coelho.

— Huh? A coelha da páscoa é a anfitriã? — Uma criança de no máximo 13 anos parecia um pouco perdida, mas ele parece bem esperto pra uma criança.

Desde que cheguei aqui todos se encaram sem excessão, todos fijem estar se ajudando mas no fim estão todos em um conflito interno, "eu posso confiar nessas pessoas?" , "Será que sou o único aqui que realmente está nesta situação?", "eles não estão mentindo pra mim?" Imagino que seja isso que passa em suas cabeças.

A única pessoa que está agindo sem receio do próximo seria a última a entrar, Yoko, escutei seu nome quando a mesma estava olhando para mim, quando eu estava checando aquela porta.

— A única coisa que ela disse foi "estou com fome" — o mesmo garotinho diz pondo a mão no queixo, ele percebeu esse comentário sutil?

— É exatamente aí — falo sorrindo de forma que deixe as pessoas mais confortáveis perto de mim, e olho para o menino que faz uma expressão de desentendido — me responda quando você tá com fome o que você faz?

— Vou pedir comida pra mamãe — ele fala inocentemente.

— e se sua mãe estiver conversando com alguém importante? — pergunto de novo

— Fico por perto esperando ela acabar a conversa — o garoto responde.

Ele é bem educado pra não tá no pé da mãe a chamando de forma irritante, mas esse também pode ser o ponto.

— Nós temos a tendência de ficar olhando algo que a gente quer muito — explico, rezando pra que isso só não seja uma mania minha — logo a senhorita coelha estava com fome, ela desejava comida.

— ela sempre ficava olhando pra uma porta específica, imagino que tenha checado essa porta garoto — a mulher de terno olha para mim.

Ela tava me olhando esse tempo todo, vai, ela sabe que eu chequei.


— Sim.

— E o que você encontrou? — um homem que estava até então calado pergunta.

Eu caminho até a porta e a abro por completo, mostrando a todos ali uma sala de jantar.

— A sala de jantar, onde provavelmente mais a dentro tem a cozinha — falo percebendo que algumas pessoas sacaram até agora.

— Mas eu ainda não entendo qual o problema nisso? — Yoko pergunta.

— Ninguém se atreveu até agora a checar os cômodos, você não pode ter estado aqui quando nós falamos sobre isso, mas logo que cheguei perguntei a todos que já estavam aqui sobre a casa e todos disseram que apenas entraram e ficaram aqui — explico.

— Afinal adentrar mais adentro seria uma invasão mais grave — a moça loira de olhos verdes dizia com certa imponência.

— Uau! que específico! — o garoto de cachecol fala interessado.

— Então o que tem a dizer senhorita coelho? — Yoko pergunta... com esperança?

A mulher fantasiada abaixa a cabeça nesse momento um trovão ilumina o rosto dela, assim uma chuva muito forte se inicia. A mulher sorri.

— Sejam bem-vindos! — ela sorri alegremente, como se a luz do dia tivesse vindo a nós.

Todos pensavam que ela ia falar algo maléfico, mas nos surpreendemos quando ela nos deu as boas vindas de forma calorosa e acolhedora.

Mas ainda acho que tem caroço nesse angu, afinal, por que ela não se revelou como anfitriã até agora?

Ninguém se atreveu a falar nada enquanto ela ia em direção as escadas, muito menos quando ela subiu os degraus até a metade da escadaria, as pessoas que estavam sentadas nos degraus da escada se levatam assim que a mulher fantasiada se virou para nós que estávamos de pé no salão.

— Meu nome é Bonnie sou a governanta da casa, o Anfitrião não queria vê-los agora, então eu vim recebê-los — ela diz com o sorriso mais agradável que ela consegue por no rosto, enquanto ajeitava a presilha de uma exagerada flor branca na sua cabeça— antes que me perguntem eu estava vigiando vocês caso haja algum deliquente no meio do grupo, sinto muito se o deixei alerta senhor Silver, mas fiquei impressionada com sua intuição.

— Não, tinha vários furos na minha intuição — Digo olhando diretamente para Bonnie que fica curiosa de imediato com o que tenho a dizer — Você só poderia estar olhando para uma porta aleatória, ou como você foi a primeira a chegar você poderia ter visto a casa e ficado com vergonha de falar que bisbilhotou os cômodos, se você usasse um desses argumentos eu não teria como refutar.

Bonnie sorri com o que eu disse. Mas ainda não acredito nessa mulher, o que diabos ela faria se realmente houvesse um deliquente no meio de todos nós, e como merda ela saberia quem é deliquente ou não?

E isso de ficar vigiando nós não é normal.

______________

Yoko

— O jeito que você fala, até parece que você já esperava por nós — a menina de cabelo preto com algumas mechas vermelhas diz.

— Ah sim! Eu realmente estava esperando por vocês — Bonnie diz com um sorriso fofo.

—Esperando por nós? — indago sem pensar muito.

— Bem, essa casa se localiza no topo de uma montanha no meio do nada — Bonnie explica e já causa impacto em todos inclusive em mim, algumas pessoas murmuram algo mas ninguém interrompe Bonnie — Muitos jovens costumam se perder por aqui, então eu e meu senhor já estamos prontos para acolhê-los, e lhes mostrar a direção certa.

Como assim? Eu não me lembro de ter saído da escola naquele dia. E não me lembro de ter vindo pra casa, será que eu bebi com o Tony, e acabei me perdendo em um rolê? Nah! Ele cuida demais de mim pra isso. Mas se foi isso qual a explicação pra minha perda de memória?

Todos estavam em seus pensamentos, mas antes que qualquer pessoa viesse a dizer algo, a moça de terno fala:

— Há um problema nisso, Bonnie — com essas palavras Bonnie fica mais uma vez curiosa — Eu e provavelmente mais ninguém se lembra de ter escalado essa tal montanha.

Isso, é exatamente isso!

— Ah, claro, no começo vocês não vão se lembrar mas com o tempo se lembrarão — ela responde ainda sorrindo.

Embora eu esteja com um sentimento ruim quanto a isso, eu sei que estou segura aqui, é só esperar a tempestade passar e eu voltarei pra casa, só basta a Bonnie nos receber.

— Hmf, vai dar pra passar a tempestade aqui — a moça de cabelo rosa diz guardando seu celular no bolso.

— Mas é claro! Mas vocês deram um pouco de azar — ela não muda sua expressão falando isso.

"Azar?" É o que todos inclusive eu se perguntam.

— Quer dizer, não é uma simples tempestade, aqui na montanha é o que chamamos de temporada de tempestades — ela explica plenamente.

Se é uma temporada então...

— É no mínimo 3 semanas de tempestades seguidas — ela diz mesmo assim sorrindo — sendo assim é impossível descer a montanha.

Todos se assustam imediatamente, eu me assusto por um momento também, afinal ela tá dizendo que essas tempestades vão durar por 24 horas? É isso? Em que lugar do planeta Terra isso acontece?

— 3 semanas de tempestade?! — a menininha diz assustada se encolhendo, a moça com o kimono que parecia estar plena diante a situação acalma ela e em seguida diz:

— Você vai nos abrigar não é?

— Claro! Mas garotinha... — ela diz em direção a garota — Não vai ser exatamente tempestades a todos os momentos, é só que sempre vai estar chovendo e vai estar um frio muito forte lá fora.

— Então vai estar com aquele frio lá fora durante semanas? — O ruivo diz ao meu lado.

— Precisamente, é justamente por isso que é impossível descer a montanha nesse momento, nem mesmo com vários tipos de agasalhos — Ela diz desta vez sem o sorriso, mas ele logo volta — Mas vocês também tiveram sorte!

— Toda temporada de tempestades, o mestre faz jogos, jogos para passar o tempo, e também jogos muito divertidos! — Bonnie junta as mãos enquanto sorri.

Ela realmente parece estar empolgada, algumas pessoas sorriem inclusive eu, bom, por algum motivo não desconfio dessa pessoa que nem conheço, é como se eu me sentisse confortável nessa casa, como se ela fosse meu lar, é um sentimento extremamente bizarro, e sinto que todos estão sentindo isso também.

— Jogos? Que tipo de jogos? — eu pergunto um pouco animada.

— Jogos que envolvem tanto a mente quanto o corpo dependendo de qual, e o prêmio pro ganhador dos jogos será um desejo que o Anfitrião vai conceder — ela diz com um sorriso no rosto.

Eu e mais algumas pessoas ficam encantadas pelo jogo.

— Um jogo! parece divertido! — Silver diz sorrindo levemente.

— É! E o ganhador ganha um desejo de um cara mó rico! — O loiro de cachecol diz animado.

— E quem não quiser jogar? — o asiático diz em um tom frio representando todos que não gostaram da ideia.

Eu sinto uma dormência no meu corpo nesse momento.

— Como assim você não vai jogar? — Bonnie pergunta séria.

— Por que eu jogaria? — O homem continua firme em sua afirmação.

Minha visão começa a ficar turva mas eu aguento, escuto alguém caindo no chão mas eu não ligo.

— Você vai ter que participar dos jogos, mas se você se recusar a executa-los, você morrerá — Bonnie diz em um tom malicioso, eu não sei a sua expressão porque eu estou cambaleando — afinal, se você perder você morre.

Com essas palavras eu caio no chão, ainda estou consciente mas, eu não consigo me mover.

— Sejam Bem-vindos ao jogo mortal! — Bonnie diz se curvando diante a todos nós.

Escuto os passos de Bonnie ela passa entre todos que estão caídos e imóveis também, ela abre a porta da sala de jantar e fala algo que mal escuto:

— Finalmente vou poder comer meu Bolo de cenoura!

Depois disso só escuridão.




28 de Octubre de 2021 a las 03:13 0 Reporte Insertar Seguir historia
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