silva-pacheco1589114879 Silva Pacheco

“Em circunstâncias que lhe são favoráveis, quando as forças mentais contrárias que normalmente a inibem se encontram fora de ação, ela também se manifesta espontaneamente e revela o homem como uma besta selvagem, a quem a consideração para com a própria espécie é algo estranho. Quem quer que se relembre das atrocidades cometidas durante as migrações raciais ou as invasões dos hunos, ou pelos povos conhecidos como mongóis sob a chefia de Gengis Khan e Tarmelão, ou na captura de Jerusalém pelos piedosos cruzados, ou mesmo, na verdade, os horrores da recente guerra mundial quem quer que relembre tais coisas terá de se curvar humildademente ante a verdade desta opinião”. (Sigmund Freud, "O Mal-estar na Civilização"). "Foi naquele dia que a raça humana finalmente entendeu que não é uma raça de heróis..."


Drama No para niños menores de 13.

#drama #psicológico #ação
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Introdução

George desviou a pick-up da ambulância na contramão. "Ouch"! exclamou, sob o barulho da buzina e de cara no volante, retomando à consciência instantes depois de se chocar com o poste.


Descendo do carro, levou imediatamente a mão direita nas costelas. Torcendo o nariz em dor, notou a menininha ruiva que lhe surgiu depois de limpar com a outra mão o sangue que descia pela testa. Petrificada, ela contemplava ao redor.


Abriu a boca para falar com, ela mas, num suspiro, saltou para trás, desviando de um homem de terno ardendo em chamas, correndo avenida acima. Se voltou então para o céu, contemplando uma mulher de meia idade voando de forma irregular enquanto debatia braços e pernas.


- Meu...Deus! - clamou, voltando-se para um sujeito com o corpo metálico virando um automóvel enquanto chamava: "ELIZAAA". Passando por trás dele, uma senhora rastejava ao chão, gritando diante das águas congeladas que sairam de um hidrante destruído. Preso no gelo, um jovem com trajes punk.


Suportando as costelas e forçando o ar para os pulmões, George se voltou para a menininha. Ela se virou para ele, revelando os olhos que brilhavam com luz vermelha cada vez mais intensa. George suspirou alguma coisa antes de se lançar ao chão, logo após a menininha gritar, e o lazer disparado dos olhos dela, que queimou parte de seu ombro, transpassou um homem e uma mulher atrás dele.


A menina ainda gritava, olhando em outra direção, enquanto George levantou-se com um grunido. Appos correr em direção à calçada. Apoiou-se nas paredes de uma joalheria, cuja vidraça se estilhaçou de forma repentina. Não esperou para ver o que era. Chegando no beco ao lado da joalheiria, pôs a mão no bolso, tirando dele o celular que percebeu estar totalmente destruído.


- Droga - disse ele, olhando em redor. Sentiu a dor das entranhas da costela ao tomar mais fôlego, e então correu na direção do hotel do outro lado da rua, de onde saiam pessoas em gritos.


- Preciso chegar a um maldito telefone! - repetia, para si mesmo.

5 de Abril de 2021 a las 15:29 0 Reporte Insertar Seguir historia
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Conoce al autor

Silva Pacheco Sou um historiador e cientista das religiões apaixonado pelo processod e crianção de personagens e de contar histórias dos mais variados temas.

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