arielo J. Arielo

Whis esconde um segredo, que está prestes a ser revelado. O que será que Bra tem haver com isso? Que segredo será esse? E que perigo Bra estará correndo?


Fanfiction Anime/Manga Sólo para mayores de 18.

#sedução #romance #drama #dragon-ball #dbz #Whibra #bra #whis
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Confusão a espreita!

Fazia exatamente três anos que Whis não visitava a terra, a última vez que ele esteve por lá foi no aniversário de dezoito anos de Bra e depois disso o sacerdote optou por se distanciar, tudo porque do nada ele começou a sentir algo diferente por sua afilhada. No inicio ele pensou que não era nada, mas depois os movimentos dela, o andar e o jeito de se portar o estavam deixando excitado, com pensamentos obscenos, tanto que nem comeu direito, assim como ficou extremamente calado, fazendo com que Bills o questionasse logo após chegarem da terra, porém se fez de desentendido, fazendo que o deus da destruição ficasse sério e um pouco desconfiado do jeito dele, mas não tocou mais no assunto para sua felicidade. Ele era um anjo e não podia se apaixonar por uma terráquea, mesmo que sentisse algo especial por ela, isso o deixava melancólico, no entanto aquele relacionamento teria mais empecilhos do que o tempo de vida de ambos. Consternado por aquilo, Whis logo arrumou uma namorada, que era deusa do universo 17, ela era bonita, impetuosa e inteligente, e por um tempo aquele relacionamento ajudou que ele desviasse sua atenção de Bra.


**&**


Nesse momento, Whis estava indo com sua namorada Licory a mais um evento social, que a deusa gostava de freqüentar, que geralmente era realizado num dos mais badalados planetas de seu universo, que se chamava Trikys, que para o sacerdote era muito parecido com a terra, porém tinha suas diferenças bem acentuadas, a comida não era tão boa e a simpatia passava longe das pessoas, tudo era movido a jogo de interesses.


Quando o casal chegou ao planeta cor esmeralda, se dirigiram logo para o castelo, onde a família real os aguardava para mais um baile, cheio de polpa, Whis não era muito fã daquela roupa social que tinha sido obrigado a vestir novamente, mas era um pequeno sacrifício que fazia para agradar Licory, a deusa de cabelos avermelhados e olhos rosados.


A festa como sempre foi totalmente superficial e sem graça para Whis, que a cada dia que passava começava a repensar naquele relacionamento que mantinha, pois já estava cansado até da companhia da namorada, eles atualmente somente estavam se dando bem na cama, mas isso não era o bastante para ele, pois queria mais do que isso num relacionamento. Depois de quase três anos de relacionamento, o irmão de Vados pensava seriamente em terminar com Licory.


Na viagem de volta para o planeta da deusa da destruição, Whis voltou calado e pensativo, o que fez com que a ruiva ficasse preocupada, no entanto não falou nada, esperaria primeiro que ele falasse, para depois chegar a uma conclusão lógica. Ela não era burra, sabia muito bem o que Whis escondia dela, pois semana retrasada sem que ele percebesse o pegou espionando alguém pelo seu cetro, porém ele estava tão distraído que não a viu a espreita. Tinha que admitir que a garota que ele admirava até que era bonita, mas não a deixaria tomar seu namorado.


Quando o casal chegou enfim ao planeta, a deusa da destruição do universo 17, a ruiva como sempre avançou sobre Whis de forma sorrateira e tascou-lhe um beijo necessitado e agressivo, o empurrando até o sofá da sala, no entanto de repente ele se afastou dela e se levantou sério.


- Licory, eu estive pensando, eu acho que devemos terminar! – Declarou o sacerdote ao mesmo tempo que se recompunha.


- O QUÊ? Mas por quê? – Questionou a ruiva confusa.


- Porque eu acho que nosso relacionamento deixou de ser interessante para nós! Estou cansado de ir só a festas com você, nem um bom diálogo nós temos mais, você só pensa em sexo, sexo e sexo! – Reclamou o sacerdote desgostoso.


- Mas eu pensei que você gostasse mais de transar do que de conversar!


- Está errada, Licory, eu aprecio os dois! E um relacionamento sem diálogo, não é para mim! – Respondeu o anjo.


- Já sei! Você está me largando porque está apaixonado por aquela garota de cabelos azuis – Acusou a deusa, fazendo Whis ficar petrificado com aquela suposição, além de preocupado por ela saber a respeito de Bra.


- Ela não tem nada haver com isso! – Mentiu o platinado.


- Não eram o que os seus olhos diziam quando a encaravam pela bola de cristal do seu cetro! Você até suspirou a admirando, uma coisa que nunca vi você fazer por mim! – Retrucou a deusa com um sorriso prepotente por tê-lo pegado no pulo.


- Realmente... ela é especial para mim! – Revelou sério.


- Ela por acaso é sua amante? Dorme com ela quando não está comigo? – Inquiriu furiosa.


- Não! Ela é minha afilhada, sou padrinho dela, temos uma ligação emocional fui eu que fiz o parto dela! – Replicou pensativo.


- Padrinho? O que seria isso?


- É como se eu fosse o segundo pai dela, é um costume terráqueo cedido a pessoas que são amigas da família!


- Que coisa mais estranha...


- Bem, se era somente isso que você queria falar, eu já estou indo, pois tenho coisas mais interessantes a fazer do que ficar discutindo contigo – Falou ríspido o anjo caminhando até a porta de saída.


- Então é isso? Os quase três anos de relacionamento que tivemos não foi nada para você? – Gesticulou indignada pela falta de tato do sacerdote, que pareceu que não estava nem aí para os seus sentimentos.


- Sim, ele significou muito para mim, mas agora tanto faz! Acabamos por aqui! – Rebateu frio.


- Você vai me pagar por isso Whis, por me tratar assim com tanto descaso! Quando você menos esperar eu agirei – Vociferou furiosa a ruiva indignada.


Whis ficou tenso com aquelas ameaças, tanto que um estranho frio passou pela espinha dele, o deixando preocupado, porém resolveu seguir seu caminho e deixou Licory para trás.


**&**


Nesse mesmo instante, no planeta Terra, no bloco do curso de administração da Universidade Sun Keioy, Bra acabava de apresentar o seu trabalho de conclusão de curso para uma banca um tanto casca grossa, porém por ser inteligente e uma boa aluna, ela passou com o louvor, com nota máxima.


Bulma que assistiu a apresentação da filha ficou orgulhosa, pois Bra tinha puxado sua inteligência e também a do avô, pois seus planos de estratégia corporativa eram brilhantes.


Bra após terminar de explicar o seu trabalho agradeceu o seu orientador e demais participantes da banca e depois foi até sua mãe, que a abraçou e felicitou por sua conquista.


- Parabéns meu amor! Você mereceu!


- Obrigada, mãe! Que bom que você conseguiu vir na minha apresentação! – Falou feliz a garota.


- Eu não perderia por nada! A propósito filha, você não convidou o seu padrinho para vir assistir? Pensei que você iria convidá-lo! – Questionou a cientista.


- Mamãe, o Whis é muito ocupado! Ele com certeza não viria – Replicou Bra ao mesmo tempo que pegava sua bolsa de cima de uma cadeira e caminhava junto com sua genitora até a saída da sala.


- Filha, Whis é seu padrinho e te adora. Com certeza ele daria um jeito! – Retorquiu Bulma já no corredor.


- Talvez... mas fiquei com receio de convidá-lo, faz três anos que não nos vemos. A última vez que o vi foi na minha festa de dezoito anos e ele estava esquisito! – Declarou sincera a jovem descendo uma escadaria acompanhada da mãe.


- Agora que você falou, eu o achei um pouco calado demais – Declarou a empresária parando em frente a uma lanchonete que ficava bem perto da escada, que elas desceram, pois ela queria comprar um café.


- E ele também nem comeu direito – Murmurou a jovem, deixando sua mãe pensativa.


- Realmente estranho, mas ele deveria estar preocupado com alguma coisa que diz respeito ao nosso universo ou ao pai dele.


- Pode ser! Agora, mudando de assunto... você conseguiu convencer o papai a ir ao baile de formatura para dançar uma valsa comigo? – Pediu na expectativa.


- Bem, querida, infelizmente seu pai se recusou e olha que fiz de tudo para ele aceitar, mas não teve jeito! Você vai ter que pedir para o seu padrinho te levar é mais fácil do que convencer o seu pai! – Replicou a cientista pagando pelo café e caminhando enquanto bebericava um pouco.


- Certo então! – Anuiu triste a garota.


- Não fique chateada, seu pai é assim mesmo, é o jeito dele! Quando chegarmos em casa, eu vou entrar em contato com Whis e tudo se resolverá!


- Será que ele vai aceitar? E você sabe se por acaso ele sabe dançar valsa? – pediu a garota abrindo o carro para ela e a mãe adentrarem.


- Não se preocupe com isso! – Bulma falou amavelmente dando a partida no veículo.


Durante o trajeto até o seu lar, a cientista estranhou o silêncio de sua filha, que geralmente falava bastante enquanto as duas estavam juntas andando de carro. Ela não queria admitir, mas também estava sentida por Vegeta não ter aceitado ir ao baile com Bra, mesmo sabendo que era importante para filha. Como o trânsito estava calmo, mãe e filha logo chegaram à bela mansão que moravam, deixando o carro na garagem aos fundos da residência.


**&**


Enquanto isso, no planeta de Bills, o sacerdote do sétimo universo acabava de retornar, estava chateado por conta da discussão que teve com Licory e ao mesmo tempo preocupado, pois a deusa quase tinha descoberto o que ele tanto escondia de todos, que eram os seus sentimentos por Bra. Para se acalmar, Whis foi até a cozinha, onde acionou uma cápsula da onde saiu uma variedade de bolos, como o deus da destruição tinha ido visitar Champa, ele podia comer tudo aquilo em paz, sem sermões ou questionamentos desagradáveis. Após ficar satisfeito, o anjo foi até o seu dormitório onde deitou um pouco na cama, a fim de descasar um pouco, precisava colocar seus pensamentos em ordem. No entanto sua paz durou apenas meia hora, pois de repente os devaneios do sacerdote são interrompidos por um brilho em seu cajado, que o fez se levantar e puxar o cetro até ele, o fazendo ficar petrificado ao ver quem era a pessoa que o chamava. Whis hesitou por um momento se atendia ou não a chamada, porém resolveu por falar com a pessoa, pois a conhecia muito bem e não queria a deixar furiosa.


- Estou aqui, Bulma! O que você deseja? – Pediu sério o anjo.


- Whis, eu preciso que você venha aqui na terra, tenho algo muito importante para conversar contigo! E também comprei um novo doce, que você vai gostar, enquanto conversamos você pode saboreá-lo! – Gesticulou Bulma.


- Estou tão ocupado, Bulma, não sei se vou poder ir! – Mentiu o sacerdote.


- Sabe, Whis, o assunto não tem nada haver comigo e sim com Bra, ela precisa de sua ajuda... – Revelou a cientista deixando o anjo curioso.


- Está bem, você venceu sua diabinha! Eu vou e espero que esse assunto seja mesmo importante! – Replicou Whis pensativo.


- Sabia que você não resistiria, a Bra é o seu ponto fraco! – Murmurou Bulma com um sorriso na face.


- Não gosto de admitir, mas é! Agora vou indo, amanhã cedo estarei aí! – Sussurrou o anjo antes encerrar a comunicação com a azulada.


Após a conversa com Bulma, o sacerdote se jogou na cama e suspirou, tentando adivinhar, que assunto era aquele que envolvia Bra.


**&**

Um pouco longe da onde Whis se encontrava, uma mulher de madeixas ruivas andava de um lado e do outro, depois de ter conseguido com a ajuda de seu anjo Vody espionar seu ex-namorado. Ela ficou possessa ao saber que Whis iria até a terra para visitar aquela mulher de cabelo azul, que era similar a jovem que ela viu, na qual seu homem estava babando. Licory estava disposta a se vingar de Whis, por ter sido feita de boba por ele e de agora em diante tinha decidido vigiar os passos dele, mesmo que fosse perigoso. Quando ele menos esperasse, ela o atacaria em seu ponto fraco.


-

Continua

28 de Junio de 2020 a las 00:46 0 Reporte Insertar Seguir historia
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