mariliabordonaba Marília Bordonaba

Após anos de invisibilidade, Pandora decide seguir uma vida sexual ativa e mesmo sentindo uma forte química por Nícolas, ela não consegue ignorar o interesse repentino que seu chefe nutre por ela depois de anos guardando em segredo sua atração por ele. Aviso: palavras de baixo calão, gírias e expressões informais podem conter a grafia equivocada, mas que tem sido uma escolha proposital por uma questão de aproximar da língua falada.


Erótico Sólo para mayores de 18.

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Capítulo 1

Demorou nada mais que 3 minutos para Pandora saber que transaria com Nícolas.

Longe de ser uma mulher segura de si ou convencida, Pandora apenas tinha essa habilidade: saber quando ficaria com um cara. Não se tratava de obstinação, ela calculava as possibilidades. Às vezes não era nem mesmo a pessoa mais atraente da ocasião, mas ela sabia que o caminhar da noite levaria aquelas duas pessoas para a mesma cama.

Nícolas era um amigo do namorado de Fábia, sua melhor amiga. "É sempre assim não é?". Sua intuição falhava muito pouco. Ela estava certa, eles transariam. Se não hoje, em algum momento.

— Você faz o que mesmo? – Nícolas disse como se já tivesse feito essa pergunta antes

— Eu trabalho na área administrativa de uma clínica veterinária. – Pandora não se esforçou em ser mais interessante. Ora, se a verdade não é interessante, o que ela poderia fazer?

— Nossa! Que massa! – Nícolas forçou entusiasmo.

Pandora sorriu amarelo.

— O Nícolas é dentista. – Ulisses soltou como se fosse um slogan.

— Auxiliar. Eu sou... Auxiliar de dentista. – corrigiu-o, constrangido pela propaganda enganosa do amigo.

— Tudo bem. Nenhum dos dois estão no topo da cadeia alimentar do mercado de trabalho. – Pandora convidou-o a rir de si mesmo.

Foi Nícolas quem sorriu amarelo desta vez.

Fábia ficou com medo da possibilidade de ter-se criado uma inimizade logo no início da noite e investiu em uma troca de assunto. Como de praxe, recorreu ao seu lado cinéfilo para puxar conversa, onde pôde exibir seus conhecimentos aprofundados sobre cinematografia, afinal, seu curso de cinema na Itália tem-que-servir-pra-alguma-coisa, como costuma dizer em tom afetado de desdém, com medo de soar esnobe.

— Você não achou, amiga? – Fábia jogou a pergunta para Pandora após uma longa explanação sobre como o filme nacional que está em cartaz é uma obra-prima.

— Eu não vi ainda. – respondeu-a casualmente, como se o único motivo fosse a falta de tempo.

— Mentira, Pam! Tem que ver! – Ulisses disse exaltado, como o perfeito namorado que aprendeu a gostar de tudo do que a namorada gosta.

— Eu não vi também. – Nícolas se inseriu na conversa.

Pandora manjou Nícolas imediatamente: ele tentava criar uma situação onde eles iriam ao cinema juntos para assistirem ao bendito filme. Ela ficou imaginando se o sexo viria antes ou depois disso. Durante estava fora de cogitação.

Mas antes que o rapaz elevasse muito as expectativas, Fábia exerceu bem o seu papel de mediadora e o alertou (também em tom de slogan de TV) enquanto ainda havia tempo:

— A Pandora não vai ao cinema.

— Ah não? E por quê? – Nícolas não conseguiu esconder a frustração em sua voz.

— Ela acha caro demais. – Ulisses respondeu por Pandora, demonstrando o cansaço que sentia por esse traço da melhor amiga da namorada.

— Ué... – Nícolas ficou sem entender.

Pandora ergueu os ombros, como quem diz "quem não tá entendendo sou eu".

— Você não acha caro?

— Bom, não é barato... Mas também não é o fim do mundo.

— Eu recomendo que você não entre nessa, porque esse pode ser um assunto que renda uma noite inteira e você vai odiar discutir com a Pandora, porque ela não se cansa. – Fábia o alertou pela segunda vez naquela noite.

Pandora começava a se incomodar com o número de intervenções que o casal amigo realizara até então. Já estava ficando chato eles tentarem falar tanto por Pandora quanto por Nícolas.

— Por que vocês não deixam o Nícolas descobrir por si só se ele quer ou não falar alguma coisa pra mim?

Como se tivesse fechado uma porta na cara dos dois, Fábia e Ulisses recuaram, recostando-se em suas respectivas cadeiras, saindo de campo.

— Tá bom, ô fodona. Se não precisa da gente, a gente vai comer ali. E você não tá convidada. – Ulisses se levantou, seguido por Fábia – E você também não. – apontou o dedo na direção do amigo, mesmo que ele não tenha expressado nenhuma intenção de acompanhá-los.

— Quanta sutileza! – Pandora riu da cena assim que o casal se afastou.

— É sempre assim?

— Sempre. – erguendo a mão para ser vista pelo garçom, Pandora pediu mais um litrão.

— É a primeira vez que eles me trazem pra "conhecer uma amiga". – gesticulou as aspas com os dedos – Eu to meio sem jeito, sem saber direito o que fazer ou o que falar. Me desculpe.

— Não se preocupe, você vai tirar de letra com o tempo.

Franzindo as sobrancelhas, Nícolas não pôde deixar de notar a rudeza em sua fala. Quem em um encontro deixa tão explícito que a investida não vai dar certo a ponto de ter próximas vezes?

— Nossa, você não perdoa ninguém mesmo, hein?

— Quê? – Pandora entendeu em seguida o que ele quis dizer e soltou uma gargalhada – Foi mal. Uma hora você se acostuma. Eu não consigo me comunicar de outra forma. Foram muitos anos de terapia até que eu conseguisse atingir esse estágio de sinceridade. Sinta-se honrado.

— Vou tentar. – respondeu desconfiado.

Pandora balançou a cabeça, ainda rindo.

— Então? Qual é a sua história?

— Como assim?

— Por que o Ulisses e a Fábia queriam que você me conhecesse?

Estranhando a pergunta, Nícolas ficou vacilante.

— Sei lá... Imagino que pelo mesmo motivo que estão te apresentando pra mim.

— Bom, eles me trazem pra esses encontros pra verem se paro de reclamar que tô sozinha. Geralmente os caras que eles me trazem são recém-solteiros que não param de pensar nas ex-namoradas, daí eles pensam em mim como um tapa buraco de corações. Você se encaixa no perfil?

Embasbacado com a frieza de Pandora ao dizer palavras que poderiam ser dolorosas se saídas da boca de uma pessoa um pouco menos confiante, Nícolas teve de se concentrar para conseguir responder à altura da honestidade de Pandora.

— Não exatamente. Eu sou solteiro faz um tempo, mas, pensando bem, acho que até que posso ser uma pessoa que fala muito na ex.

— Que merda. – lamentou sinceramente.

— Tá tranquilo. Pra mim tá, pelo menos. Quem não deve gostar muito disso é o casal maravilha – disse apontando na direção em que os dois seguiram – Pra eles é inconcebível sofrer por amor. Mas também é fácil, né? Cinco anos no namoro perfeito, é claro que eles não sabem o que é isso.

— Não se deixe enganar, boa parte disso é fachada. – Pandora falou bastante certa do que dizia – Só que, sim, eles são um pouco intolerantes com o sofrimento alheio. Mas é só porque são um bando de burgueses com a vida perfeitinha, onde tudo dá certo logo de cara. Daí pra não ficarem de amigos negligentes, ficam tentando juntar amigos miseráveis e aí podem dizer que "fizeram alguma coisa"

Nícolas arregalou os olhos. Ele nunca se atreveria a falar assim de seus próprios amigos, por mais que pensasse da mesma forma.

— E você é uma miserável?

— Você tem dúvida?

***

— Posso usar o seu banheiro?

— Não. – Pandora disse séria.

Nícolas arregalou os olhos, espantado. Pandora sorriu.

— Claro que pode, velho. Vai lá! É a porta no final do corredor.

— Tá bom.

Como um cachorrinho medroso, Nícolas se dirigiu ao banheiro e trancou a porta. Prometeu a si mesmo que seria breve, para não levantar suspeitas de que estava fazendo o que não estava fazendo. Molhou o rosto e se encarou no espelho, tentando amenizar a quentura que sentia no estômago. Não sabia se queria transar com uma mulher como Pandora, talvez ele estivesse enferrujado demais para encarar alguém tão pra frente.

Pandora ajeitava o quarto, jogando algumas peças de roupa espalhadas no cesto que ficava no canto, a fim de deixar a cama completamente limpa, embora suspeitasse que, talvez, dessa vez ela tenha se equivocado. Talvez ela e Nícolas não transassem. A essa altura da noite, ela até mesmo questionava se ele gostava mesmo de mulheres.

Nícolas surgiu no quarto com o rosto molhado. Não se sentiu à vontade para se secar na toalha de rosto de Pandora.

— Você tá bem? – Pandora perguntou achando graça no que parecia ser suor no rosto de Nícolas.

— Tudo, eu só... – apontando para a própria face, Nícolas sentia que tinha de dar explicações como que se estivesse falando com sua mãe – Só passei uma água. Tá muito quente.

— Tá mesmo. – Pandora tirou a blusa sem pudores, deixando à mostra suas estrias nas laterais da barriga e algumas gordurinhas que se formavam nas costas, abaixo da linha do sutiã – Pode tirar a sua também, se você achar melhor.

— Eu tô bem. – respondeu sem graça.

Nícolas nunca tirou sua roupa na frente de uma pessoa que via pela primeira vez com tanta naturalidade, ainda mais com a luz acesa.

— Não vai querer se sentar? – Pandora perguntou já deitada em sua própria cama.

— Pode ser. – respondeu tímido.

— Fecha a porta. – pediu – Tá que eu moro sozinha, mas me dá uma agonia porta aberta.

Obedeceu-a exatamente como vinha fazendo por toda a noite e se sentou ao lado de Pandora, ainda desconfortável. Não deixou de notar as gorduras que se formaram em sua barriga por estar posicionada daquela forma. Nícolas desviou o olhar, temendo ser grosseiro. Pandora notou e olhou para a própria barriga.

— Eu também não gostava de olhar. Acho que ainda não gosto muito.

— O quê? – como um garoto flagrado enquanto assaltava a geladeira, Nícolas se sobressaltou.

— Eu sei. Não é tão bonito assim de se ver. – desculpou-se.

A muralha de segurança que Pandora construiu por toda a noite demonstrou sinais de desabamento. Nícolas não esperava ver insegurança, não de Pandora.

— Não, não... Eu não...

— Tudo bem. Eu concordo com você.

— Quê? Não! – Nícolas se sentiu profundamente constrangido – Eu não... Eu juro... – respirando fundo, tentando tomar o controle da situação, Nícolas por fim disse o que deveria ter dito desde o início – Você é linda.

Pandora riu com cinismo.

— Tá bom. Você prefere que eu apague a luz? – perguntou já se levantando.

— Espera. – Nícolas por fim se levantou e a segurou pelas mãos – Desacelera um pouco. - riu de nervosismo – Não tem nada de errado com o seu corpo, eu só... Fico meio intimidado.

— Pelas minhas estrias ou com a minha gordura? – todo o avanço que Pandora havia conquistado até então foi varrido por debaixo do tapete e ela deixou transparecer todas as suas inseguranças.

— Pela sua ousadia. – Nícolas cruzou os braços, escondendo a si mesmo, mas estampando uma feição de desconfiança – Embora eu acredite que tudo isso seja muito mais uma personagem do que ousadia de verdade. Eu não tava esperando você ficar tão... Abalada. Você tava toda sem papas na língua no bar, fiquei meio confuso agora.

— É claro que é personagem, porra. Quem fala do jeito que eu tava falando no bar o tempo todo? – Pandora se desarmou tentando rir de si mesma, quando na realidade gostaria de recolocar a máscara de seu alter-ego bem resolvido.

— E pra que você cria uma personagem? – Nícolas ficou verdadeiramente curioso.

— Talvez porque eu não seja tão interessante quanto a Pandora "ousada". – despindo-se de sua máscara, Pandora curvava os ombros, tentando tampar o torso semi-nu.

— Não tem problema em não ser tão interessante assim. Eu também não sou.

— Eu percebi. – soltou impulsivamente.

— Ah, obrigado.

— Não... – Pandora riu – Eu quis dizer que você não se esforçou muito em ser interessante também.

— Eu não tenho criatividade suficiente pra criar um personagem que nem você. - achou que esse seria um bom momento para bajulá-la.

— Que jeito adorável de me chamar de falsa. – suspirando, Pandora se agachou para alcançar sua blusa que estava perto de seus pés e preparava-se para se vestir – Pelo visto não vamos ter a dose de sexo de hoje, né?

— Eu não falei isso.

Paralisada, com os braços prestes a atravessar as mangas da blusa, Pandora arregalou os olhos, esperando uma resposta mais esclarecedora quanto ao que fariam dali em diante. Dando-se conta de que os dois eram farinha do mesmo, Nícolas se permitiu pegar a máscara da ousadia emprestada e tirou a blusa dos braços de Pandora, e a jogou ao chão, tirando a própria camisa em seguida.

— Isso é... – com os olhos navegando pelo peito de Nícolas, Pandora tentava encontrar a palavra que melhor se encaixava em seus pensamentos.

— Muito? Eu sei. – Nícolas abaixou o olhar para os próprios pelos – Mais do que a maioria dos homens têm, né?

— Não é tanto assim. - ponderou sinceramente.

— Meus amigos são tão pelados, que eu me sinto o Tony Ramos com muita facilidade.

— É mais nóia sua, não acha?

— Pode ser que seja. – Nícolas parou de se analisar e dessa vez conduziu os olhos para os peitos de Pandora, sentindo um latejamento em seu pênis, como se só ali, naquele momento, ele tivesse percebido que ela estava tão despida e o significado disso – Cara, você é bem gostosa.

Colocando as mãos por cima dos próprios seios, Pandora os levantou duas vezes antes de dizer:

— São mais bonitos com o sutiã.

— Eu duvido muito. – em um tom casual, Nícolas se aproximou de Pandora e deslizou as mãos por sua pele até encontrar o fecho – Posso?

Com os olhos fixos nos de Nícolas, Pandora respondeu séria e tentando enxergar de onde saiu tanta atitude.

— Pode.

Com uma habilidade rara, Nícolas tirou seu sutiã e libertou seus seios, que perderam a sustentação do bojo e se esparramaram. Pandora sentiu como que se seu estômago fosse engoli-la, ali, naquele instante, mas a interjeição que escapou a boca de Nícolas comprovou que ela não deveria se preocupar.

Esfregando o polegar no mamilo esquerdo de Pandora, Nícolas sentia seu pau ficando duro.

— Você acha que alguém se recusaria a chupar um peito desse?

Pandora fechou os olhos, hiper consciente do quanto sua calcinha já estava molhada. Nícolas encheu as duas mãos com os seios de Pandora e os massageou. A cabeça de Pandora se inclinou para trás. Nícolas se sentou na cama, para ficar na altura dos peitos de Pandora e trazê-los para seu rosto, para sentir a maciez de sua pele. Apertando-os em sua face, Nícolas aproveitava para esfregar sua língua no caminho entre os seios. Pandora afastou as pernas e sentou-se no colo de Nícolas, abraçando-o pela nuca e ajudando-o na tarefa de se deleitar em seu peito.

— Você não acha meio esquisito você ter beijado os meus peitos antes da minha boca? – Pandora perguntou de olhos fechados, esfregando sua virilha na de Nícolas.

— Um pouco. – respondeu assim que parou para respirar, abrindo os olhos e se dando a chance de encarar mais de perto o rosto que admirara do outro lado da mesa do bar por toda aquela noite. Ela era tão interessante de perto quanto de longe.

Pandora aproximou sua boca da dele. Ela sempre gostou de sentir a respiração de quem ela estava prestes a beijar, embora nem todos tivessem a paciência de esperá-la desfrutar esse momento. Nícolas, por outro lado, fechou os olhos e esfregou o seu nariz no de Pandora. Pandora ficou satisfeita por ele ter entendido e a acompanhado na vibe, e esfregou o seu lábio no dele antes de beijá-lo.

Pandora não entendia o porquê de homens valorizarem tão pouco um beijo longo e molhado. Essa era a chance para que eles se gabassem de suas habilidades com a língua; uma prévia do que eles poderiam fazer lá embaixo. E Pandora já não via a hora de Nícolas descer.

Como que ouvindo os seus pensamentos, Nícolas se levantou com ela no colo, ficou de frente para a cama e a deitou, tirando-lhe a calça com a mesma paciência em que a beijou e aumentando as expectativas de Pandora.

— Eita. – Nícolas soltou uma risada safada ao tirar a calcinha encharcada de Pandora. Deitando-se ao seu lado, com a cabeça apoiada em seu punho, Nícolas encostou a boca na orelha de Pandora enquanto deslizava os dedos delicadamente entre os lábios, espalhando a lubrificação.

— Eu poderia jurar que você tem uma buceta. Ninguém sabe fazer isso sem ter uma. – Pandora brincou, de olhos fechados.

— Então quer dizer que a Senhorita Crítica tá amando? – perguntou soltando ar no ouvido de Pandora.

Fechando as pernas e prendendo a mão de Nícolas, Pandora tentou recuperar o controle da situação.

— "Amando" é meio forte, num acha?

— Você pode dizer isso, mas a sua buceta tá dizendo outra coisa.

Sem saber se sorriu pela brincadeira dita daquele jeito safado ou se só estava rendida, Pandora relaxou as pernas e Nícolas rapidamente se ajoelhou no chão, puxando a pélvis de Pandora para encaixá-la em sua boca. Era uma experiência nova fazer oral com a luz acesa, vendo cada detalhe, acostumado a fazer na tentativa e erro. Mas dessa vez não tinha como ter erro, pois ele sabia exatamente o que fazer.

1 de Junio de 2020 a las 13:18 6 Reporte Insertar Seguir historia
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Thaís Maria Thaís Maria
Adorei! Você escreve com muita fluidez de forma que, por mais que seja algo erótico, o leitor se sente extremamente confortável! Incrível! Estou ansiosa para o próximo capítulo!

  • Marília Bordonaba Marília Bordonaba
    Que coisa boa ler um comentário como esse! Eu fico profundamente tocada e satisfeita por ter gostado!! Espero que leia até o final e que goste da história da Pandora! 1 week ago
V Vitoria
Nossa tô amando
June 29, 2020, 18:16

  • Marília Bordonaba Marília Bordonaba
    Torcendo para que siga amando e acompanhando a história. Seja mais que bem-vinda! June 30, 2020, 14:08
Karina Zulauf Tironi Karina Zulauf Tironi
Meu Deus, sua escrita é tão boa que pensei estar lendo um livro impresso que comprei na livraria. Com certeza vou acompanhar, amei a personalidade da Pandora e o jeito mais suave de Nícolas que se transforma em outra coisa no final haha. Parabéns mais uma vez!
June 17, 2020, 23:22

  • Marília Bordonaba Marília Bordonaba
    TO É MORTA!!!!!!! Nossa, muito obrigada mesmo! Espero que você desfrute da leitura e se divirta como eu me divirto ao escrever essa história. Seja bem vinda! June 18, 2020, 04:15
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