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hybzeezicht Hybzee

Baekhyun precisava terminar de arrumar suas coisas na nova casa, mas parecia cada vez mais difícil, quando se tinha certo gigante indo atrás de onde ia, para o segurar ou sempre iria cair no chão. Todavia, nunca conseguia compreender o que eles queriam dizer com aquelas frases difíceis demais para sua cabecinha entender. |EXOCB|ABO.


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#chanbaek #exo #baekyeol #baekhyun #chanyeol #abo #baeklentinho #loveEXO #cute&cute
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Queda por você

Caminhando por onde seria sua nova sala junto as caixas vazias e algumas com o restante de suas coisas,Baekhyun sorriu ao terminar de deixar o vaso sobre a mesinha de centro, olhando silencioso em volta sem perder o brilho que cintilava em seus olhos.


Mordendo os lábios com um bonito sorrisinho e bochechas coradas, pode notar que sua nova casa já estava quase toda arrumada e bem perfumada, brincando com os dedinhos do pé no carpete peludo. Ainda não entendendo por que seu esposo tinha escolhido aquela cor estranha. Bom, talvez só não gostasse de verde mesmo.


Esticando as mangas do moletom assim como subia a calça apertada nas pernas gordinhas, espiou a bonita escada em forma de um caracol que levava aos andares de cima, sorrindo divertido por ver que ela estava exatamente do jeitinho que haviam pensado juntos, apertando as mãos em uma felicidade que não conseguia ficar quietinha dentro de peito, fazendo esse batucar ainda mais rápido quando aquele cheirinho de chocolate invadia suas narinas. Era tão apaixonado por seu alfa que as vezes se perdia em meios aos goles de seu café expresso nas cafeterias por ele ter aquele aroma tão doce e aconchegante.


Voltando a realidade, se abaixou para pegar a caixa que havia deixado suas cobertas e a outra com blusa de frio, não se dando o luxo de ficar doente justo quando a estação que mais gostava estivesse lhe batendo a porta. O inverno.


Havia escolhido aquele início de estação para se casarem justamente por ser a época que haviam se conhecido.


Moldando um bico manhoso, suspirou ao começar a andar em direção aonde era a cozinha para procurar o mais alto, nem ao menos olhando para onde estava pisando ou esbarrando por estar com a caixa maior que seus braços pequenos, mordendo os lábios ao tentar segurar essa melhor, já que tampava sua visão.


Todavia, a única coisa que teve tempo fora o de fechar os olhos e deixar um grito abafado escapar por seus lábios ao cair por cima daquela caixa de papelão, vendo essa deslizar para frente no momento em que sentiu sua barriga fofinha ir de encontro ao chão frio, tentando apoiar com as mãos tremulas. Céus! Odiava ser tão, mas tão desastroso, sentindo os olhos ficarem húmidos ao ver seu precioso vaso de flor cair para frente e quebrar ao ir de encontro com o chão devido a caixa que bateu na lateral da escada.


Sentindo o pulso doer enquanto ainda processava tudo o que havia acontecido e principalmente ao ver seu vazo estilhaçado no chão, tentou se levantar quase caindo novamente ao ter o pé enrolado em um plástico a pós a tentativa falha de o tirar, o declarando mais que culpado por sua queda.


Encostando a bochecha gorda contra o piso, suspirou embolado ao ter essa esmagada, sentindo a pele arrepiar pelo contato gelado, fechou os olhos para tentar amenizar a dor que estava sentindo nos braços ao ter os usado como amortecedor e seu estômago que lhe arrancou o ar por instantes, suspirou um tanto quanto manhoso, não sentindo um pingo de vontade de se levantar.


— Aí, porra...


Estava tão absorto em murmurar que nem ao menos percebeu pés silenciosos se aproximando de mansinho de onde estava, trazendo junto um cheirinho delicioso de chocolate que se alastrou por toda a sala.


Sentindo braços fortes lhe rodeando a cintura, sorriu pequeno ao ajudar o mais velho por impulsionar o corpo para cima, ganhando um riso soprado rente os cabelos para todos os lados.


— Baekhyuntenha maiscuidadopequeno anjo.


Ouvindo aquela voz rouquenha lhe arrepiar assim como o frio que vinha por seus pés descalços,Baekhyunse voltou contra o corpo forte, sentindo as bochechas coradas por ganhar um selo demorado e inesperado nos lábios. Chanyeol era forte e seus ombros largos sempre lhe deixavam agitados para poder morder ali, assim como se gamava todo naquele sorriso pequeno cheio de dentes brancos e olhos puxadinhos.


Ele era a parte mais bela de sua primavera de todas as manhãs assim como amava sentir aquelas mãos grandes sempre lhe puxando para perto, deixando brecha para poder agarrar aqueles cabelos amarrados em um coque de samurai folgado.


Era mais que gostoso estar casado com quem lhe enchia de beijos e bons mimos todos os dias, assim como era ele que lhe enchia de band-aids de frutinhas.


— Chanyeol eu... Eu cai.


— Sim, você caiu. Se machucou?


— Cai aqui dentro de casa! Isso é injusto! Estou sempre caindo, você já deve estar cansado de me ver no chão–murmurando baixinho todo emburrado, encarou aqueles lábios bonitos que lhe presentearam com um sorriso junto de um beijinho lento.


— Você sabe que eu jamais vou me cansar de lhe encher de beijos – deixou um selo na testa miúda–nem de fazer curativos, nem de amar você. Como posso deixar de querer beijar essa boquinha, esse rostinho cheio de pintinha...


Trocando selos gostosos e estalados com o mais velho,Baekhyun ficou na pontinha dos pés enquanto desejava se fundir com aquele corpo quente ao aperta-lo em um abraço confuso e puxões de roupas para o ter mais próximo, gritando frustrado contra o peito do Park que não deixou de levar as mãos até o bumbum grande dentro daquelas calças, o deixando bem juntinho de seu corpo.


Adorava quando Baekhyun apoiava todo o peso de seu corpo no seu como se fosse ali seu travesseiro, deixando alguns cheiros na pele cheirosinha de seu pescoço apenas para o ouvir resmungar e se remexer manhoso contra seus braços naquele aperto, sorrindo rente a cabeleira lisinha.


— Eu... Não consigo entender por que tenho que sempre cair. Acho que foi o plástico da caixa de roupa.Mas eu juro que tirei tudo da frente dessa droga de caixa.


Falando lentamente ao segurar nas mãos que escondiam as suas, piscava vagaroso enquanto olhava para o outro lado da sala apenas para ver seu vaso espatifado pelo chão, encarando chateado o marido que apenas lhe deixou um afago nos cabelos, suspirando alto.


—Você quer outro vaso? Sabe que lhe dou todos os que pedir.


—Eu sei, e é por isso que eu quero o mais simples.


—Tudo bem, eu compro. Não se machucou?


— Não.


Encarando o peito forte de seu marido que ressoava baixinho, encostou a cabeça em seu coração, gostando de como aqueles braços fortes e corpo alto lhe abrigavam como um bom cobertor quentinho para o frio que se aproximava, tragando aquele cheirinho que deixava suas pernas molinhas e coração em brasa.


Brincando com os dedos pelas costas largas, o apertou fraquinho, levantando o rosto apenas para roçar os lábios aos doParkque os mordiscou sem rodeio, lhe apertando um pouco. Não via a hora de terminar aquilo tudo para poder ficar a sós com ele.


Brincando com os dedos pelas costas largas, o apertou fraquinho, levantando o rosto apenas para roçar os lábios aos do Parkque os mordiscou sem rodeio, lhe apertando um pouco. Não via a hora de terminar aquilo tudo para poder ficar a sós com ele.


— Eu lhe amo muito assim. Todo desastrado, pequenino, gordinho. Olhe isso – apertando as gordurinhas, ganhou um resmungo raivoso, deixando bons beijos nas bochechas rosadas, apertando o narizmiúdo– tão gostoso.


Rindo alto em meio a saladas bochechas vermelhas e olharapertadinho que ele lhe lançava,não pode deixar de reparar como era lindo o pequeno sorriso acanhado que ele lhe retribuía ao encara-lo nos olhos novamente.E foi naquele instante em que viu toda a sua vida ao lado daquele pequeno pedaço de algodão doce desastroso que caia a cada dois passos. A sensação que apertou seu coração ao ponto de lhe deixar todo arrepiado e sem falas por instantes, o deixou corado até as orelhas, tendo os dedos miúdos apertando essas.


— O que foi?


— Você.


— É lindo. E é meu.


— Mesmo sendo desastrado?


— Mesmo sendo desastrado as vezes, és o único que consegue fazer meu corpo ficar quente. Fazer a felicidade que existe aqui dentro aflorar apenas por ver seu sorriso. Eu amo você Baekhyun. Para todo o sempre. Acha que consegue ficar comigo até a eternidade?


— Aigoo! Sim, mas e se eu cair quando estivermos na rua? Pior, e se eu cair quando estou tomando banho com você, esbarrar nas coisas, eu...


— Está tudo bem em esbarrar nas coisas ou cair, Hyune. Desde que não se machuque ou aconteça algo mais grave como se cortar, eu irei lhe levantar em todas as vezes que cair. Irei segurar e lhe proteger para que nada te aconteça, hum?


—Você é tão fofo Chanyeol. Nem parece ser um ciumento quando andamos na rua – dizendo lentinho demais em seu próprio mundo, sentiu as bochechas serem apertadas com força, riu formando um biquinho, ganhando um beijinho molhado junto de outros.


— Mas é claro que vou ser– deixando mais alguns selos, o puxou para se sentarem no sofá, rindo de como Baekhyun parecia uma verdadeira ovelha ao invés de um lobo, o deixando em meio a seu abraço quentinho, com a cabeça apoiada em seu peito – você se arruma todo, fica lindo e eu não suporto que fiquem olhando para suas bochechas rubras, pernas gordinhas e olhos róseos quando andamos por ai. Então ser um alfa ciumento é meu dever.Você já viu meu tamanho? Eu posso partir eles ao meio e ainda sim apertar eles com minhas mãos grandes, ah!


Abraçando o pequeno de um jeito apertado enquanto o enchia de beijos e mordidas fracas nas bochechas e pescoço apenas para o ouvir rir divertido ao tentar se soltar, cheirando aquela pele adocicada a seu paladar, ouvindo as toda as risadas divertidas cessarem dando lugar a um suspirar lento e preguiçoso, ganhando um olhar carinhoso daquelas duas safiras que mais pareciam jóias raras.


— Ah?– perguntou confuso, encarando os lábios rosa do Park – o que tem minhas bochechas,Chan? Elas são gordas demais?


Perguntando de um jeitinho carinhoso porem mansinho por não ter entendido o que ele queria dizer ou entender, ganhou mais um aperto gostoso do mais velho junto de um selo demorado.


— Eu amo tanto você, céus! Irei me afogar de tanta forura. Achei que nunca ia encontrar alguém que me fizesse bem e não estivesse interessado em meus bens, Baekhyun. Prometi sua mãe que sempre cuidaria de você, querido, e irei cumprir isso. Tão pequeno...


— Yeol, eu…. Não entendi muito bem o que disse.


Rindo, Chanyeol o apertou ainda mais em seus braços, deixando um beijinho na pontinha do nariz redondinho.


— O que não entendeu?


— Que eu te faço bem. Achei que era o seu café favorito, e por que você vai se afogar? – ditou inocentemente por não conseguir assimilar a frase toda. Sempre fora assim, e aquele jeitinho era o que deixava o Park ainda mais apaixonado, já que Baekhyun era sincero até demais.


— Você também.


— Eu também o que? Eu também gosto bastante desse café, mas eu sei nadar.


Sentindo vontade de gritar e rir tamanha era a fofura em que ele o olhava e sussurrada tudo entusiasmado e com um pequeno sorriso, lhe roubou um selo com gostinho doce.


Chanyeol sentia seu peito cada vez mais cheio de alegria e sentimentos que lhe deixavam cegos diante oByun, achando mais que adorável o fato dele ser lentinho para entender algumas coisas e assimilar outras. Baekhyun tinha aquela certa dificuldade desde pequeno, mas não ligava muito para aqueles defeitos, muito menos se importava de demonstrar como amava cada pedacinho que ele carregava em seu corpo. Apenas se importava em o amar do jeitinho que era, entendendo ou não o que queria dizer, sempre buscando deixar tudo mais fácil para ele não se perder.


— Eu amo você,Chan.


— Eu também amo, você é meu pãozinho de mel.


— Sou é?


— Olha Hanni, como eles são fofos!


— Moonbyul, eu quero meus netos logo. Tratem de serem como coelhos.


Encarando as mais velhas que haviam acabado de chegar com sacolas, Chanyeol deixou um beijo na testa cheirosa ao perceber ele as encarando.


Adorava quando sua mãe e sogra chegavam para os ajudar e traziam aquelas guloseimas e coisas gostosas para comer. Sentia-se orgulhoso por ver como elas se davam bem e sentia segurança por ficar sempre perto da família do Byun que era composta apenas por sua mãe e seu cachorro. Vendo as mais velhas fechando a porta e irem conversando para a cozinha que ainda estavam cheias de caixas, Chanyeol notou que ele estava calado demais, encarando o pequeno que o fitava meio perdido.


Soprando os olhos claros apenas para o ver piscando vagaroso,riu por notar como seu bichinho preguiçoso encarava a entrada da cozinha, logo depois voltando seu olhar para si carregado de dúvidas que estava louco para ouvir.


— Chanyeol?


— Hum?


— Por que coelhos se nós somos lobos? Você sabe muito bem que eu odeio cenoura.


Encarando perplexo seu pequeno tentando segurar toda a onde de histeria que passou por seu corpo ao notar os olhos brilhantes em expectativa da resposta, ganhar um risinho foi o fim para o abraçar apertado cheio de amor que conseguia, deixando uma gargalhada divertida ecoar, acabando por o assustar.


Achava tão adorável como ele era lentinho que chegava o deixar maluco, a ponto de explodir de todos os sinónimos que se encaixavam naquele sentimento que parecia fazer seu coração ter o próprio ritmo ao ver aqueles olhos rosa e bochechas gordas ficarem marcadas por seus dedos de tanto apertar. O arrancando risos em meio a sua tentativa falha de escapar de seus braços.


— Ah!Chanyeol, pare! Amor!–mordendo os lábios para não deixar seus gritos misturados a seus risos escaparem, sorria em meio aos ofegos a cada aperto e mordida que ganhava naquele sofá, tendo o corpo virado e segurado pelas mãos fortes.


— Como pode! Como pode ser tão doce e adorável?–dizendo em meio aos risos por tentar deixa-lo parado para poder morde sua barriga, estava mais que satisfeito com a visão dele todo bagunçado enquanto remexia o corpo em baixo do seu – Hyunee... Deixa eu morder, hum?


— Eu deixo, mas primeiro quero saber por que coel-


Se abaixando o suficiente para lhe sussurrar o que era aquela famosa expressão como um segredo,Chanyeol aproveitou para se abrigar entre as pernas roliças, adorando ver como ele começou a ficar vermelho graduadamente enquanto embrenhava os dedos em seus cabelos caracolados, segurando o riso ao ver ele arregalar os olhos e assentir tremulo pela vergonha que lhe consumia depois de ter dito sexo e muitas vezes na mesma frase.


— Ah! Entendi agora – sussurrou baixinho, corado de tamanha vergonha que sentiu, escondendo o rosto nas roupas cheirosas de chocolate.


— Está com vergonha?


— Sim.


— Então como faço para lhe esmagar de fofura? – perguntando divertido,
Chanyeol sorriu ao deixar uma mordida nos lábios macios, sorrindo rente os mesmos ao ter o rosto puxado para baixo, gamando ainda mais naquele lobinho que lhe tirava o ar, ficando ainda mais pertinho deste por se deitar por cima dele em cima do sofá.


— Mas você já está me sufocando, amor, mal consigo respirar–murmurando manhoso pelo peso do corpo acima do seu, riu corado, roubando um beijinho do mais velho.


— Aigyoo!Baekhyun, só você mesmo.



April 25, 2020, 12:58 a.m. 0 Report Embed Follow story
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The End

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