jace_beleren Lucas Vitoriano

Finalmente eu e minha namorada vamos comemorar dois anos de namoro. Nessa data especial, não pudemos ter nada que seja menos que o perfeito. E, tendo um ao outro, é obvio que teremos a perfeição nos braços.


Erotica For over 21 (adults) only.

#hentai
Short tale
1
90 VIEWS
Completed
reading time
AA Share

Capítulo único

A porta se abriu lentamente, de forma a manter o suspense do momento que viria. A primeira coisa que senti foi o refrescante ar frio do ar-condicionado e, em seguida, o cheiro estimulante de essências florais. Fui o primeiro a entrar no quarto de motel, Clarissa seguiu-me logo depois, com uma curiosidade e uma expectativa brilhando em seus olhos escuros.

Somos namorados a um bom tempo, na verdade, completamos dois anos hoje. Ela é simplesmente perfeita, pele branca, magra, corpo atraente e longos cabelos encaracolados e negros. Além de tudo, é extremamente sensual. É difícil de descrever, mas ela tem uma coisa que a torna irresistível, um jeito charmoso e malicioso que encanta qualquer um, homem ou mulher. Não sei o que é, acho que Deus estava inspirado quando a criou e, sinceramente, acho que sou o cara mais sortudo do mundo por tê-la como namorada.

— Nossa – ela olhou ao redor com surpresa e satisfação – isso aqui está perfeito.

E estava mesmo, pois eu não aceitaria menos para comemorar nossos dois anos de namoro. No primeiro ano, ainda lembro bem, eu ainda estava na faculdade e não pude fazer algo muito luxuoso para nossa comemoração. Agora, com ambos formados e trabalhando, pude alugar um quarto de luxo do melhor motel da cidade. O preço foi elevado, não nego, mas não poupei dinheiro para dar a nós dois uma comemoração mais do que especial.

Havíamos acabado de jantar no Delicias do Mar, um dos restaurantes mais chiques e o primeiro quando se trata de peixes e camarões. A noite havia sido ótima, com uma boa comida e um vinho delicioso. Admito que eu estava um pouco bêbado, e Clarissa também, mas isso só deixava a coisa toda melhor. Sou um tanto tímido, mesmo com minha namorada, e um pouco de bebida me ajuda a me soltar para momentos mais picantes.

O quarto, como Clarissa dissera, estava perfeito. Era amplo, com uma iluminação fraca que dava um clima romântico. Haviam pétalas de rosas espalhadas pelo chão e também pela avantajada cama de casal no centro do quarto. Uma música baixa, que me fazia lembrar moças dançando sensualmente em um elegante bordel, enchia o ambiente combinando perfeitamente com o aroma floral do lugar. Clarissa seguiu em frente pelo quarto, observando a mobília com surpresa e interesse. Ela estava linda com seu salto alto preto e vestido da mesma cor, usava brincos discretos e uma maquiagem que a tornava ainda mais atraente. Preciso ressaltar que seu vestido de arrasar, no equilíbrio perfeito entre o sensual sem ser vulgar. Era a primeira vez que a via com ele e tinha certeza que minha namorada o havia comprado especialmente para essa ocasião.

— Você se preocupou até nos mínimos detalhes amor – disse sorrindo para mim, aquele sorriso tão luminoso que conseguia desfazer qualquer tristeza que havia em mim.

Ela veio até mim e abraçou-me com carinho, suas mãos envolvendo o meu pescoço enquanto sua boca ia de encontro a minha. Nos beijamos com o ardor de dois apaixonados. Com a privacidade do motel, não precisei reprimir meus impulsos como fazia muitas vezes em locais públicos. Desci minhas mãos pela cintura dela, acariciando a lateral da bunda. Ela parou o beijo, olhou para mim daquele jeito malicioso e, sem dizer uma palavra, voltou a beijar-me.

O que dizer sobre aquela mulher que eu abraçava e caminhava aos beijos na direção da cama? A dois anos atrás, era apenas uma boa amiga, mas depois veio o namoro e o amadurecimento do relacionamento. Nos conhecemos melhor, tornamos o outro melhor enquanto aprendíamos mais sobre nós mesmo. Como dizia a biologia, era uma relação de mutualismo, aonde as duas partes saem ganhando.

Com ela, eu havia aprendido as vantagens do yoga e do tennis, algo que eu sempre dizia a mim mesmo que não valia a pena, mas Clarissa conseguiu mudar minha visão acerca disso, como também de muitas outras coisas. Compartilhamos nosso gosto por livros. Ela, mais romântica, preferia longos romances ou distopias, gênero a qual nutria um grande fascino. Eu, por outro lado, não resistia a um bom livro de terror, ou uma história de fantasia, minha paixão.

Pensava nisso e em muito mais enquanto caminhava em direção a cama com Clarissa. Deitei-a com carinho no enorme colchão que afundou com o peso dela, levantando algumas das pétalas de rosas que estavam sobre a cama. Ela deitou-se com as pernas levemente abertas, ciente da forma como mexia com meus desejos ao vê-la naquela posição. Sorriu convidativa abrindo um pouco mais as pernas.

Ela deu dois tapinhas na cama e balançou a cabeça fazendo com que seus cabelos esvoaçassem de forma sutil e sensual. Sorrindo, falou-me com uma voz de fada da luxuria.

— Venha amor, desembrulhar seu presente de namoro.

Deite-me ao seu lado, uma mão acariciando-a nos ombros enquanto a outra tocou em sua nuca. Puxei o rosto dela em minha direção e dei-lhe um beijo mais lento e romântico.

— Então me comprou um presente? Aonde está? – perguntei fingindo inocência. Ela me deu um soquinho no ombro, algo que doeu um pouco, não que eu esteja reclamando.

— Repita isso de novo e você vai sai ter gasto o dinheiro para esse quarto a toa. Pois saiba que não vou dormir com você! – falou em tom de ameaça. Era brincadeira, claro, ou ao menos eu assim esperava, pois seria um desastre ter que jogar tanto dinheiro fora. Eu tivera que tirar as economias da poupança para conseguir alugar aquele quarto de motel.

Sorri de forma a pedir desculpas e, sem perder tempo, comecei a “desembrulhar” meu lindo presente, que, se não ficou obvio, era ela. Primeiro tirei os sapatos e coloquei-os no chão, em seguida, livrei-me de seu vestido negro. Estava ansioso para ver a linda lingerie que usava por baixo, mas quase cai no chão de surpresa ao perceber que Clarissa não usava sutiã, seus seios balançavam livres e macios e sua intimidade estava praticamente a mostra, ocultada apenas por uma calcinha preta semi-transparente.

— Uau... – foi tudo que consegui dizer. Estava sem palavras. Clarissa sempre fora bonita e atraente, mas hoje ela estava brilhando como o sol.

Eu até fiquei sem jeito de me despir, pois nunca foi tão bonito quanto ela. Sempre achei que ela era “areia demais para o meu caminhãozinho”, mas felizmente ela discorda nesse ponto. Retirei minha blusa revelando meu peitoral magro. Ela acariciou-me ali, deslizando as mãos sensualmente pelo meu corpo.

Meu membro parecia que ia explodir dentro de minha calça, mas eu contive o impulso de saca-lo, pois não queria perder as preliminares, o mais importante são sempre as preliminares. Deitei-me sobre ela suavemente, minhas mãos acariciavam aqueles seios perfeitos, descendo pela barriga e pelas coxas, sem pressa, pois eu sabia que teria todo o tempo do mundo para explorar aquele corpo perfeito. Bem, não era exatamente todo o tempo do mundo e sim até as oito da manhã do dia seguinte, que era até onde a diária que eu comprei do motel me permitia, mas isso eram detalhes e eu com certeza não ia ficar pensando nessas coisas quando tinha aquela deusa deitada comigo.

Clarissa fechou os olhos e aproveitava os meus toques e caricias. Ela falava baixinho ao meu ouvido, tecendo encantos de amor com suas palavras carregadas de erotismo. Suas mãos de seda deslizavam pelas minhas costas, descendo até quase tocar em minha bunda, então subiam de novo, recomeçando as caricias.

Não sei quanto tempo me perdi nas curvas labirínticas do corpo dela, pareceram horas e, com toda certeza, eu não conseguiria sair dali sozinho, pois amava cada pedacinho daquele corpo branco e perfumado. Ela me afastou com sutileza, seus olhos brilhando com a chama que só o sexo consegue apaziguar.

— Tire as roupas – disse com sua voz baixa, mas seu comando era uma ordem que eu não podia, nem queria, resistir.

Com muito desejo comecei a despir minha calça jeans e em seguida minha cueca. Clarissa abriu um sorriso satisfeito ao ver o meu já família pênis duro apontado para ela. Então, foi a vez dela se despir, algo que fez de um jeito lento e preguiçoso apenas para me provocar. Retirou sua calcinha demoradamente, divertindo-se com cada segundo de tortura que me causava nesse pequeno ritual. Quando enfim se livrou da minúscula peça de tecido preto, jogou-a em um lugar qualquer do quarto e abriu as pernas dando-me permissão para explorar a linda flor que tinha entre as pernas.

Ela sempre adorou sexo oral e eu não havia como eu desgostar, pois a intimidade de Clarissa era depilada e macia. Deitei-me confortavelmente com minha cabeça entre as pernas dela. Comecei devagar, beijando e dando lambidas nas coxas dela, bem perto da região de sua vagina. Ela fechou os olhos relaxando, já esperando para o que viria em seguida.

— Vamos amor, quer me deixar louca de desejo? – Perguntou maliciosa.

— Na verdade sim – respondi e vi um sorriso discreto surgir no rosto dela.

Demorei-me mais alguns instantes lambendo e beijando as coxas dela, os sons de seus suspiros baixos eram melodia para meus ouvidos e eles ficaram ainda mais agradáveis quando enfiei minha língua entre as pernas dela e comecei a estimular sua intimidade com movimentos sutis e úmidos.

Um gemido baixo escapou da boca de Clarissa e ela moveu-se um pouco na cama, um esparmo involuntário de prazer. Deu um beijo no clitóris dela e retornei as lambidas, sendo o mais carinhoso e cuidadoso possível. Ela gemia um pouco mais alto e seus movimentos eram um pouco mais bruscos, embora ainda permanecessem sutis.

Eu a conhecia melhor do que qualquer um. Sabia como deixa-la envolta em prazer, extasia-la a cada pequeno gesto. E, mais importante, sabia como ela era de corpo e de alma, pois havíamos compartilhado muito mais do que podíamos expressar em palavras.

Ela era tudo para mim, e por isso que me sentia tão especial a tocar o seu corpo. Beijei a vagina dela com adoração, chupando de leve e fazendo-a gemer de prazer até quase leva-la ao orgasmo.

— Ah amor... – foi tudo que ela disse, o corpo esparramado na cama, aberto para os carinhos e o prazer.

Eu galguei o corpo dela, subindo meus beijos pela barriga, umbigo e seios de minha namorada. Demorei-me bastante nos seios, massageando-os com as mãos enquanto chupava-os nos mamilos, deslizando minha língua úmida pelas aureolas castanhas de Clarissa.

Por fim, cheguei até o rosto dela, minha boca encontrando a dela em um beijo a muito aguardado. Ela retribuiu com paixão. Sua língua deslizou lascivamente por meu ouvido antes dela sussurrar palavras provocativas.

— Me fode. Entre em mim como se não houvesse amanhã – não era minha namorada falando, era uma sucubus, uma demónia do prazer a me controlar com suas palavras poderosas.

E para mim, não havia mesmo amanhã. Quando estava com ela, era como se o tempo parasse e não existisse mais nada. Entrei dentro dela com ímpeto, penetrando-a com força e vigor. Ela me abraçou de forma desesperada e apaixonada. Beijava-me no pescoço, lambia meu rosto e me dava beijos ferventes na boca.

Sem conseguir me controlar, eu movia-me com força dentro dela, impelindo todo meu vigor em possui-la com tudo que eu tinha. Tenho certeza que ela sentiu dor, mas sabia também que o prazer proporcionado pelas minhas estocadas era muito maior que qualquer coisa. Não sei por quanto tempo ficamos nisso, com certeza não mais que alguns minutos, mas me pareceram uns quinze, vinte até trinta minutos. Senti o orgasmo quente dela fluindo. O gemido dela de prazer ecoou por todo o quarto e tive certeza que a ouvi gritar meu nome.

Tive um orgasmo pouco tempo depois, e, exausto desabei sobre ela. Ficamos deitados ofegantes na cama. Não falamos nada, mas também não precisávamos. O único som que se podia ouvir era de nossas respirações cansadas e a única coisa que eu senti eram as mãos dela acariciando minhas costas e cabelos.

Depois de algum tempo, abracei-a com carinho e, após um suave beijo na boca, perguntei:

— Tem uma banheira incrível aqui, com água quente e aromatizada. É quase tão grande quanto uma piscina pequena. O que acha de continuarmos nossa noite lá?

Ela sorriu e me deu um beijo amoroso.

— Uma ótima ideia, mas antes, quero ficar mais um pouquinho abraçadinha com você. Adoro o perfume do seu corpo suado.

Sorrimos juntos e nos mantivemos bem abraçados. Clarissa era a mulher da minha vida e eu não conseguia imaginar um futuro ao qual não teria ela ao meu lado.

March 31, 2020, 1:40 p.m. 0 Report Embed 0
The End

Meet the author

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

Comment something

Post!
No comments yet. Be the first to say something!
~