_daanyyy Daniela Machado

Simplesmente não aguentava mais; já não importava que eu houvesse terminado com ele meses atrás, ou que isso tivesse me custado algumas crises de choro, ou mesmo que tivesse ficado com outros homens. Nenhum deles fazia o que Chris fazia comigo. E era apenas sexo, por melhor que fosse. (Chris Motionless X Ash Costello)


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#ua #universo-alternativo #songfic #lingugem-imprópria #nudez #sexo #drogas #álcool #+18 #hot #new-years-day #motionless-in-white #chris-motionless #ashley-costello #crossover
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One-Shot

Eu sempre detestei a sensação de ser observada.

Me mexi desconfortável próxima ao balcão do bar, mudando de posição e tomando mais um gole de tequila, nem tanto por gostar, mas porque o álcool geralmente me acalmava. Mordi o lábio inferior antes de decidir dar um basta naquela situação e me levantei num ímpeto, caminhando decididamente até o homem de olhos, maquiagem e roupa escura, cujo qual me olhava incessantemente desde que chegara.

Se fosse qualquer outra pessoa, eu ficaria com medo, mas naquela situação em específico a presença de Christopher era apenas irritantemente previsível.

- Por um segundo – ele começa quando estava ao alcance de sua voz, um sorriso superior brotando nos lábios finos, a falta dos piercings me chamando atenção – achei que não havia me reconhecido.

Seus dentes brilharam multicoloridos pelas luzes e eu senti vontade de desviar o olhar, mas me mantive firme. Ele tinha respingos de tinta neon no rosto e nos cabelos, mas isso não me surpreendia muito, ainda mais considerando que o DJ espirrava o líquido colorido sobre as pessoas em intervalos regulares. Estivera tentando me manter longe da tinta e, mesmo assim, tinha algumas gotas coloridas por toda a minha roupa e sentia meus cabelos pesados pela humidade.

- O que você quer? – fui direto ao assunto, ignorando as formalidades.

- Me diga você, Ash, meu bem – seu sorriso calculista aumentou um pouco, tornando-se quase debochado – eu estava aqui, parado, em minha casa de shows, foi você que veio em minha direção.

Revirei os olhos e cruzei os braços ao encará-lo com olhar cético, vendo a falsa inocência escorrer de suas palavras.

- Vou fingir que você não estava praticamente me devorando com os olhos – levantei a sobrancelha direita.

Ele me avaliou inteira, começando pelos coturnos, passando pelas meias que iam até a metade da coxa o vestido curto de espartilho e parando em meu rosto, onde se focalizaram em meus lábios pintados de vermelho antes de, finalmente, encontrar meu olhar. O dele era malicioso.

- Estou sozinho hoje – disparou rapidamente, mantendo o tom desdenhoso de sempre – e você também, então...

- Não estou sozinha – menti.

- Não? – ele piscou, surpreso antes de assumir o tom neutro novamente – duvido.

Dei de ombros e me virei, falando sem me virar:

- Por favor, pare de encarar – joguei uma mecha do cabelo para trás, a afastando do rosto – vão pensar que está querendo me assassinar e podem até mesmo chamar a polícia.

Não ouvi sua resposta, apenas o riso desdenhoso, de quem sabe que, independentemente do que quer que acontecesse, estaria seguro em sua toca de milionários.

Chris era parte de um passado que eu preferia esquecer, apesar de estar ali novamente. Eu não devia, mas aquele clube em especial me chamava, quase como se eu estivesse enfeitiçada e sabia que boa parte do meu fascínio com Soul’s Garden era por causa de seu dono.

Fora o fato de que Chris era incrivelmente sedutor, ele fora meu namorado alguns meses atrás e isso costumava ser um assunto complicado para mim, principalmente porque o clube era, além de um bordel de luxo, um núcleo conhecido do narcotráfico; a diferença era que ali os clientes de ambos negócios eram bem seletos e tinham condições de entregar milhões de dólares nas mãos de Christopher para que ele os encobrisse.

Meu relacionamento com ele durou pouco mais de três anos, mas foi o suficiente para que eu arruinasse minha carreira de dançarina por completo, sujando meu nome e minha reputação.

Odiava não tê-lo superado e ficava com certa repulsa por mim mesma por saber exatamente o motivo: sexo.

Talvez fosse por isso que eu havia voltado naquela festa, naquele dia. Sabia que ele estaria ali, sabia que ele iria me chamar, me cobiçar, pois ao passo que eu sabia que o queria, tinha consciência de que pelo menos a libido era recíproca.

Queria me bater por ter consciência de que a proposta dele havia sido tentadora. Peguei um copo de uma bandeja carregada por uma garota de cabelos azul fluorescente e bebi, sentindo um gosto diferente, que me disse, instantaneamente, que a bebida estava batizada.

Sentindo minha raiva implodir, virei o líquido rosa de uma vez e larguei o copo sobre a primeira mesa que vi, não me importando de início com tontura repentina que se apoderou de mim. Um zumbido agudo preencheu meus ouvidos e eu comecei a procurar um banheiro, sentindo-me completamente tonta e nauseada.

Empurrei a primeira porta que vi e descobri que era uma das “salas privativas”, mas nem me importei. Sabia que estava vazia já que a porta estaria trancada, então cambaleei em direção à cama e me sentei; havia um espelho enorme na parede à minha frente e eu fiquei encarando meu reflexo ali por vários segundos, percebendo o quão pálida eu estava. O quarto era iluminado por uma luz vermelha que me causava uma sensação quase claustrofóbica e piorava o meu mal-estar, então fechei os olhos e respirei fundo algumas vezes, sentindo a escuridão me arrastar lenta, quase docemente.

*

A luz machucou meus olhos quando os abri, então me mantive mais alguns segundos parada, as pálpebras cerradas, aproveitando os últimos segundos do torpor que me impedia de sentir a náusea.

- Ah, a bela adormecida acordou - a voz grave me fez arregalar os olhos imediatamente, me sentando na mesma cama em que estava antes, a única diferença era que as luzes normais do quarto estavam acesas agora. Chris estava sentando em uma poltrona de couro de frente para a cama - estava achando que iria ter de te levar a um hospital.

- Você sempre pode descartar meu copo na sarjeta - falei, me sentando com alguma dificuldade e apoiando a mão na lateral da cabeça - o que vocês põe na bebida, soda cáustica?

- Estamos testando algumas coisas mais… fortes - seu sorriso era irônico - mas pelo visto você não aprovou, não é, querida?

Revirei os olhos e joguei as pernas para a lateral da cama, procurando meus coturnos. Por que, caralhos, haviam tirando meu calçado?

- Onde estão minha botas? - perguntei, de mau-humor.

- Bem aqui, meu bem - apontou para o lado, onde havia uma mesinha com uma garrafa de vinho e, embaixo do móvel, meus coturnos - mas não se apresse. Gostaria de conversar um pouco com você, Ashley. Aceita uma bebida?

Por baixo do convite educado, eu percebia a ameaça; Chris não era o tipo de pessoa para quem se diz “não”.

- O que colocou aí? - torci o nariz, receosa.

- Nada, meu anjo, veja - tirou o lacre da garrafa e encheu ambas taças, bebendo um gole da minha antes de me entregar como se para garantir a veracidade das palavras. Meio à contra-gosto, experimentei o vinho em um pequeno gole, tomando cuidado com a quantidade.

Chris tirou o paletó que usava, ficando apenas com a camisa cor de vinho que usava por baixo. Ele ainda era um homem que gostava da classe, do luxo e da pompa que a sua posição de confiança lhe proporcionava. Quando estava com ele, constantemente participávamos de eventos formais ao extremo, quase de gala em alguns casos e ele era sempre muito bem visto nesses locais.

- O que quer? - suspirei, irritada, querendo sair dali logo.

- Quero te fazer uma proposta, Ash - inclinou-se para frente, os cotovelos apoiados nos joelhos, encarando o tapete felpudo e escuro no chão - preciso de uma dançarina. Só trabalha nos finais de semana à noite e, se necessário, uma ou duas noites por semana em dias de show. Quinhentos por noite.

A oferta era tentadora, mas…

- Não estou interessada - desviei o olhar para a taça em minhas mãos ao falar.

- Ora, vamos, Ash - pôs o vinho de lado e se levantou - estou sendo generoso com você…

- Não quero sua generosidade - suspirei - você só faz isso quando tem algum interesse. Me diga, o que quer de mim de verdade?

Christopher me olhou com um ar calculista, provavelmente avaliando se seria direto ou não.

- Sinceramente? - aproximou-se a passos lentos, firmes e calculados, o olhar firme no meu. Tirou uma das luvas negras que usava e enrolou uma mecha de meus cabelos nos dedos, os olhos castanhos pareciam quase prestes a derreter de tanta intensidade. Engoli em seco e respirei fundo, sentindo o perfume amadeirado dele e não respondi. Sua mão voou para meu queixo rapidamente, levantando meu rosto e me faz encará-lo - perguntei se quer sinceridade?

Assenti, me amaldiçoando por ceder.

- Eu quero você, Ashley - em um movimento ágil, Christopher enrolou meus cabelos na mão e puxou para trás, depositando um beijo suave em meu pescoço e uma mordida forte logo em seguida - quero você gemendo para mim… dizendo que é minha… - os dedos da mão livre escorregaram levemente pela lateral do meu rosto e pescoço enquanto sussurrava contra minha pele, descendo sobre meus seios e parando em minha cintura, a mão espalmada na base da minha coluna. Com um puxão firme, ele me derrubou de novo na cama e subiu em cima de mim, os lábios roçando em minha pele, a respiração me arrepiando ao sentir ele inspirar meu cheiro.

Estaria mentindo se dissesse que não queria que ele fizesse exatamente o que estava fazendo quando este tirou a gravata preta de cetim e enrolou em meus pulsos, dando um nó firme.

Era aquilo que havia me viciado e que havia me mantido com ele por três anos. Ele gostava de se sentir desejado, de enlouquecer, de provocar. Eu gostava de deixá-lo fazer o que bem entendesse comigo. Óbvio que no começo fiquei insegura, mas a curiosidade era enorme e Chris atiçava minha mente com palavras, toques e mesmo olhares.

Depois de amarrar meus pulsos, ele enrolou os dedos na parte comprida da gravata e inutilizando meus braços antes de finalmente me beijar. Suspirei em seus lábios, derrotada e deliciosamente entregue. Era sempre assim. Eu não tinha mais controle sobre mim mesma quando aquele homem me tocava e em todas as vezes acabava do mesmo jeito: docemente drogada.

- Sabe, Ash, eu ainda estou um pouco… irritado com você - sussurrou em meu ouvido, a mão contornando meu corpo, delineando-o até a coxa, apertando com alguma força e subindo sob meu vestido, acariciando meu clitóris ainda sobre a calcinha. Praticamente rebolei em sua mão meu corpo implorando por contato, me fazendo resmungar quando ele parou - vou te ensinar que eu odeio quando mentem para mim.

- Eu nunca menti para você… - o encarei, surpresa pela frase, ainda mais naquele momento.

- Ah, mentiu sim! - esticou meus braços e amarrou o tecido negro na cabeceira da cama enquanto falava - primeiro, veio até aqui porque queria me ver, mesmo que não admita - desamarrou as fitas de cetim do corpete, que ficavam na frente da peça, que ficou imediatamente solta - depois, disse que veio acompanhada para me dispensar - puxou o corpete debaixo de mim e o jogou para o lado - e aí vem a pior das mentiras - desceu meu vestido lentamente ao falar, me deixando só de calcinha e meias. Chris passou os dedos pela minha pele, subindo desde as pernas, contornando minha cintura e puxando o bico de um dos meus seios, fazendo uma onda de calor acumular-se entre minhas pernas - você mentiu que não queria isso.

E se inclinou para chupar o outro bico, me fazendo arfar com a sensação de sua boca em minha pele. Quase choraminguei de decepção quando Christopher levantou, afastando-se de mim. Seus olhos me devoraram por alguns segundos antes que ele resolvesse falar.

- Me diga, você me quer também, Ashley? - levantou uma sobrancelha, enquanto desabotoava a camisa e a largava sobre o encosto da poltrona, exibindo o peito tatuado, onde a pele clara contrastava lindamente com os desenhos coloridos.

Não respondi e, quando viu que eu não o faria, ele sorriu com malícia.

- Ah, ainda não te convenci? - levou a mão para trás de si, ainda sem desviar a atenção de mim - interessante. Eu vou te fazer implorar por mim, meu anjo.

E pôs algo na boca antes de se inclinar sobre mim novamente. Quando seus lábios tocaram os meus, eu senti a pedra de gelo entre os dele.

Chris não aprofundou muito o beijo, apenas uma troca rápida, provavelmente para não derreter o gelo.

Senti quando ele o deslizou lentamente pelo meu pescoço, os lábios conduzindo a pedrinha gelada, arrepiando minha pele. O contraste do calor de seu corpo com o frio do gelo era quase como uma tortura, quase desconfortável de tão bom.

A pedra molhada foi escorregando bem devagar até meus seios, guiada agora pelos dedos para que Chris pudesse observar minha reação. Me contorci quando ele passou-a em movimentos circulares sobre meus mamilos, suspirando e fechando os olhos.

- Gosta disso, não é? - passou a língua pelos lábios de forma lasciva - esperou por isso a noite toda.

Sabia que o que ele queria era ouvir de mim que eu fora ali por sua causa, ouvir de mim que eu apenas havia aparecido naquela maldita festa para transar com ele. Talvez ele estivesse certo. Mas a tortura dele era gostosa demais e eu queria aproveitar.

Só essa noite.

Apenas o encarei, mordendo os lábios e vi em seu olhar que ele percebera minha jogada.

- Você realmente gosta de fazer eu me esforçar, não é? - seu riso baixo e sedutor me fez sorrir com igual malícia, levantando uma sobrancelha, antes que ele segurasse meu queixo enterrando os dedos em minhas bochechas, - você gosta de me provocar e, quando finalmente me deixa louco, sequer tenta fugir.

- Em nenhum momento disse que queria te deixar louco - continuei o provocando.

- Não disse - aproximou o rosto do meu, um tapa forte estalando em minha coxa, onde ele passou a mão, acariciando antes de outro tapa e assim sucessivamente enquanto falava - mas acha que eu não sei que você me conhece? Esse espartilho, essas meias… você sabe do quê eu gosto. Sabe o que me excita. Por isso sei que veio aqui por minha causa!

Revirei os olhos com alguma ironia por ele se achar tanto (embora fosse verdade) e ia falar quando ele segurou meu rosto por alguns segundos fazendo com que eu olhasse ele juntar o gelo que repousava em uma pocinha de água entre meus seios com a boca.

- Vai revirar os olhos por outro motivo agora, baby - sorriu ao soltar meu rosto e deslizar minha calcinha devagar, hipnotizando-me com o olhar preadatório que me lançava.

Quando a boca gelada tocou meu ponto mais sensível, um tremor percorreu minha coluna e me fez morder os lábios e amolecer, me rendendo por completo. A língua deslizava exatamente onde eu queria e o gelo causava leves espasmos em meu corpo cada vez que tocava em minha pele, me levando do céu ao inferno em questão de segundos. Ao perceber que eu estava quase lá, ele parou e eu gemi manhosa quando seus dedos deslizaram sobre minha intimidade extremamente sensível e Chris pareceu perder o que lhe sobrava da sanidade que o fazia querer me torturar ao me ouvir: me virou de costas com força, um tapa que me faria ficar completamente louca de raiva em qualquer outra situação estalando em minha bunda, enquanto mordia minhas costas.

- Vadia - murmurou em um tom derrotado, entre mordidas, chupões e beijos - por quê tão… gostosa....

Ouvi o barulho de seu cinto e o zíper da calça sendo abertos antes de sentir ele deslizar para dentro de mim, um suspiro sofrido escapando de nós dois.

Chris nunca fora muito carinhoso, apesar de tomar cuidado para não me machucar de verdade. Era exatamente assim que eu gostava: quando ele me estocava forte, nossos corpos fazendo barulho quase tão alto quanto os gemidos.

Eram nesses momentos que ele ocupava todos os meus sentidos: tudo o que eu sentia era ele, desde as mãos que forçavam minha cintura ao máximo enquanto entrava e saía de mim, a voz rouca falando coisas nada castas ao pé do meu ouvido me deixava ainda mais louca de tesão, se é que isso era humanamente possível.

Era como se o tempo tivesse parado e nada mais importasse além da sensação de tê-lo entrando e saindo de mim, de ouvir os gemidos roucos e contidos, me falando o quanto eu era gostosa e o quanto ele me queria.

Minhas pernas estavam começando a formigar, anunciando o orgasmo, mas ele percebeu e, apenas para me castigar, começou a foder com uma lentidão agonizante.

Quase choraminguei quando ele saiu por completo de mim e ficou olhando enquanto eu puxava a gravata que prendia minhas mãos, irritada pela interrupção quando ele me virou de frente para si novamente.

Com um sorriso maldoso, Christopher deslizou os dedos sobre meu clitóris, escorregando-os para dentro de mim em seguida, me masturbando do jeito que sabia que eu gostava, arrancando um gemido manhoso de mim, me deixando à beira do orgasmo e novamente diminuindo a velocidade.

- Admite - exigiu com o olhar grudado no meu - admite que veio aqui porque me quer tanto quanto eu te quero - gemi quando ele empurrou a mão com força contra meu corpo - admite que você ama foder comigo!

A sensação de tê-lo me tocando depois de tanto tempo era surreal. Seus dedos acariciavam exatamente onde eu precisava, o polegar massageando meu clitóris vagarosamente para que eu não gozasse e não esfriasse ao mesmo tempo. Era deliciosamente torturante.

Simplesmente não aguentava mais; já não importava que eu houvesse terminado com ele meses atrás, ou que isso tivesse me custado algumas crises de choro, ou mesmo que tivesse ficado com outros homens. Nenhum deles fazia o que Chris fazia comigo. E era apenas sexo, por melhor que fosse.

Just tonight I won't leave

I'll lie and you'll believe

Just tonight I will see

It's all because of me



Just tonight I will stay

And we'll throw it all away

When the light hits your eyes

It's telling me I'm right

And if I, I am through

It's all because of you

Just tonight

(The Pretty Reckless - Just Tonight)


- Por favor…! - choraminguei, tocando o “foda-se” para meu orgulho - e-eu não aguento mais…

- Diga! - grunhiu - o que você quer?

- Me fode, Chris! - mal terminei de falar ele estava dentro de mim novamente, minhas pernas erguidas em seus ombros, me estocando rápido e com força, fazendo suor pingar de sua pele para a minha, a sensação de cada investida firme contra meu corpo me fazendo delirar de prazer, ofegante e completamente entregue a ele.

Minhas pernas formigavam e eu senti o calor aumentar; a cada estocada eu sentia meu corpo ficar mais tenso, mais quente, até que simplesmente me consumiu, fazendo-me revirar os olhos e contorcer-me, um gemido alto demais escapando de mim. Christopher olhava vitorioso para mim, um sorriso superior no canto dos lábios.

Levantou-se e desatou minhas mãos, embolando meu cabelos em uma das suas e me fazendo ficar de joelhos sobre a cama para que meu rosto estivesse na altura do seu.

- Me chupa - pediu com calma e eu simplesmente não hesitei nem por um segundo quando ele me soltou, obedecendo piamente. Já havia me rendido completamente, não fazia o menor sentido recusar.

Sabe aquela história de “a carne é fraca”? Aplicava-se perfeitamente a essa noite.

Só a essa noite.

March 26, 2020, 9:34 p.m. 0 Report Embed Follow story
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The End

Meet the author

Daniela Machado Amo ler e escrever e meu gênero preferido para escrita é one-shot/conto. Amo ler originais, mas não recuso uma boa fanfic também, né amores? hahah Se você boa curte música, filmes de heróis e artes (desenhos, pinturas, fanarts, etc.) vamos ser amigos (as)? You're welcome to my dark place <3

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