A escrava sexual Follow story

jace_beleren Lucas Vitoriano

Verônica aceita se encontrar com Roy, um homem rico que havia requisitado uma escrava sexual. Ela está nervosa, mas também excitada com as possibilidades de encontrar alguém que a domine tanto na cama quanto fora dela.


Erotica For over 21 (adults) only.

#escrava-sexual #hentai
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Capítulo único (ou talvez não)

Notas do autor: Ola, sei que talvez poucos de vocês estejam interessados no que vou falar antes desse conto começar (rs), mas me sinto na obrigação de falar. Bem, que me conhece sabe que eu gosto de escrever de tudo. Levando-me pela onda de "escravas sexuais" tão presentes em videos eróticos e livros como "50 tons de cinza" (não, eu não li), resolvi fazer esse conto.

A questão é... sei que o conto é machista por ter um cara dominador e uma moça que se sente feliz em ser submissa, mas simplesmente não dava para fazer esse conto sem essa premissa. Espero que entendam isso, sei que o Roy (dominador) é um babaca machista e que se acha a última coca-cola do deserto, e sei também que a Verônica (escrava sexual) devia se dar ao valor e não achar que deva servir a um homem como se isso fosse uma lei da natureza... mas ai não teria conto (por isso, espero que entendam que as coisas são assim para agradar ao fetiche que é esse conto, a coisa de escrava e tudo mais).

Corrigindo-me, até daria para ter um conto sem esse negocio de moça submissa, mas ai das duas umas, ou ela estaria loucamente apaixonada e eu estaria romantizando uma relação abusiva (coisa que não curto), ou ela estaria sendo realmente sendo forçada a servi-lo, o que caracterizaria estupro. Nem preciso dizer que não escreveria algo assim. Então, o que restou foi a proposta da moça submissa que gosta de servir... então, dito tuuuuudo isso, espero que tenham uma boa leitura!


*****


Sei o que as pessoas diriam se me vissem na situação em que me encontro. Diriam que estou louca, ou perdidamente apaixonada, ou, talvez, que eu precise seriamente ir a um psicólogo. Não nego que esses argumentos façam sentido, de uma certa forma, mas não estou louca, nem apaixonada. Quanto ao psicólogo? Talvez eu precise mesmo ir, mas quem não precisa? Todos temos problemas internos a resolver e pagar um profissional para nos ajudar nisso não é nada com o que devamos nos envergonhar.

Roy Reymonds está parado a minha frente, bem vestido, elegante, com uma presença dominadora que me faz sentir acuada e... excitada. Ele é bonito, bem bonito para falar a verdade. Cabelos pretos curtos bem penteados, magro, com um ótimo porte físico, não que eu o tenha visto nu ou sequer sem camisa, mas da para perceber isso. Por falar em roupas, Roy veste-se com uma blusa social preta, calças longas e sapatos também pretos. Todo esse conjunto negro dando-lhe um ar de cara poderoso, o que ele realmente é.

Estamos na mansão dele, uma casa enorme de dois andares, rodeada por uma paisagem paradisíaca. Passei pelo jardim imenso e pela piscina que mais parece uma lagoa de tão grande quando vim para cá. Agora, estou na sala, em pé, não vestindo nada além de um vestidinho preto básico, sem nada por baixo, essa foi uma das exigências de Roy para nosso encontro.

Ele acabou de falar todas as regras do nosso “contrato de convivência”, um termo muito educado que, de forma simples, poderia ser expresso como “regras que você deve seguir para ser minha escrava sexual e eu seu mestre”. Sim, eu sei, pode parecer uma loucura que uma mulher como eu, advogada que, com apenas vinte e sete anos, já é bem sucedida e respeitada em sua profissão, uma mulher que foi sempre independente tenha se sujeitado a algo assim. Admito que relutei por muito tempo antes de aceitar a proposta do sr. Roy, uma proposta direcionada a “mulheres bonitas e interessantes”, foram essas palavras que ele usou quando fez seu convite na televisão, para serem suas escravas sexuais. Admito, também, que ainda me sinto nervosa por estar aqui, na frente dele, e não ter tomado juízo e caído fora. A verdade, entretanto, é que a ideia de servir a ele me excita. Sempre fui uma mulher forte e independente, mas no fundo, sempre procurei por alguém que me domasse, que exercesse um poder irrevogável de controle sobre mim. Olhando nos olhos de Roy, eu tinha total certeza que ele era essa pessoa.

- Então? – perguntou ele com sua voz charmosa e envolvente. Seus olhos me fitavam de cima abaixo, como se eu fosse um produto em uma vitrine. Só isso foi o suficiente para deixar meus mamilos rígidos de excitação – aceita minha proposta srt. Verônica?

- Sim – a palavra soou mais fácil do que eu imaginava – aceito senhor Roy.

Ele sorriu, era o tipo de sorriso que um predador da a sua presa. Isso também me excitou, Roy tem essa energia, esse poder misterioso, que me faz desejar ser dele, ser usada por ele, não apenas sexualmente, mas de todas as formas que ele assim desejar.

- Mestre – falou ele, corrigindo-me, o sorriso de predador brilhando ainda mais em seu rosto bonito – a partir de agora sou o seu mestre e é dessa forma que deve se dirigir a mim.

Ouvir isso me fez sentir um calafrio na espinha, respondi prontamente, com total submissão.

- Sim, mestre.

Ele pareceu satisfeito com o que ouviu e, consequentemente, eu fiquei satisfeita por tê-lo agradado. Roy tocou meu rosto, não com carinho, mas como um proprietário que está averiguando uma mercadoria que acabou de comprar. Seus dedos acariciaram meu queixo, descendo pelo pescoço e indo até um pouco embaixo, quase tocando em meus fartos seios.

- Muito bem Verônica, está aprendendo rápido – seus dedos brincaram em meu corpo, deslizando sutilmente pelos meus seios, apenas roçando-os de leve – mas servidão é apenas uma das qualidades necessárias para ser minha escrava sexual. Eu fui bastante explicito quando disse que queria mulheres bonitas. Espero que seu corpo atenda aos meus requisitos, que são bastante rígidos – ele fez uma pausa. Retirou a mão de meus seios e me fitou seriamente – dispa-se.

Esse era um momento decisivo, se meu corpo não fosse do agrado de Roy, digo, de meu mestre, eu seria dispensada e perderia a chance de servir a ele. Sei como ele deseja que suas servas ajam, sempre caladas, educadas, submissas e inexpressivas, manifestando suas opiniões apenas quando requisitadas para tal. Mantive-me imparcial enquanto retirava meu vestido. O mesmo caiu no chão sutilmente, revelando toda minha beleza.

A expressão de meu mestre foi um total mistério, seu olhar era de uma esfinge. Mesmo assim, senti seus olhos avaliativos me sondando. Sou muito bonita sabem? Meus cabelos negros são brilhantes e ondulados, descendo até dois palmos abaixo dos ombros. Possuo um porte físico atlético, pois sempre fiz muito exercício físico e mantive uma dieta balanceada. Meus seios são um dos meus pontos fortes, grandes e fartos, com aureolas grandes e mamilos inchados, cor de chocolate. Minha vagina foi perfeitamente depilada, lisinha como a de uma garota de treze anos. As mãos de Roy apalparam meus seios, sentindo sua macies. Ele os apertou algumas vezes e eu acabei deixando escapar um gemido baixo.

- Muito interessante srt. Verônica. Agora vire-se, quero analisar sua bunda.

Virei-me obedientemente, estava um pouco nervosa, pois não sabia se o estava agradando. Minha bunda também é muito bonita, cheinha, mas sem ser inchada demais, de fato, acho minha bunda meu maior atrativo. Senti as mãos dele apalpando-a, ele a apetou de leve e chegou até mesmo a me penetrar por trás com o dedo indicador. Tive vontade de gemer novamente, mas dessa vez consegui me conter.

- Não é tão apertada quando eu imaginava – disse ele, seu dedo me explorando minuciosamente por dentro.

Fiquei calada, segurando os gemidos que teimavam em tentar sair. Após alguns instantes ele saiu de dentro de mim e mandou que eu me virasse de novo, obedeci.

- Começamos bem Verônica, muito bem – disse meu mestre com satisfação – agora vamos ao meu quarto aonde poderei analisa-la mais profundamente, mas antes...

Ele virou-se, caminhando até sumir por um corredor. Fiquei nervosa, curiosa e excitada ao mesmo tempo. O que será que meu mestre planejava para mim? Roy reapareceu alguns instantes depois, com a resposta para minha pergunta em sua mão direita.

- Se vai me servir, temos que tornar isso bastante claro não concorda? – perguntou ele com um tom de voz superior. Achei apropriado, pois era meu dono agora – de agora em diante vai usar isso sempre que eu ordenar. Agora é um dos momentos que estou ordenando.

Ele estendeu a mão direita, havia uma coleira nela, feita de couro preto. Uma plaquinha pequena de ferro no centro continha meu nome em letras elegantes.

Não disse nada, apenas concordei com um movimento com a cabeça. Meu mestre afastou meus cabelos o suficiente para colocar sua coleira em mim, selando assim sua posse sobre meu corpo. A coleira era fria, mas confortável. Ele me puxou de leve, forçando-me a andar. Dei dois passos, mas mal fiz isso meu mestre fez sinal para que eu parasse. Obedeci, confusa, mas preferi não dizer nada.

- Uma cadela deve andar como uma cadela – disse em tom repreendedor.

Engoli em seco percebendo meu erro.

- Me desculpe mestre, não vai se repetir – disse timidamente colocando-me de quatro no chão. A situação era humilhante, eu, advogada de sucesso, nua e de quatro, com uma cólera no pescoço. Agradeci por nenhum dos meus conhecidos estar me vendo agora.

- Siga em frente – disse ele friamente.

Segui andando de quatro. Não estava acostumada com isso, o que tornou aquilo tudo muito estranho. Ver tudo daquela posição me fazia sentir mesmo como um animal e a cólera só tornava tudo ainda mais constrangedor. O pior, porém, foi quando segui pela sala e avistei alguns serviçais pelo canto do olho. Estavam em três, e não pude deixar de perceber que eram todas mulheres. Elas me olhavam com expressões de reprovação ou então rindo. Uma delas nem tentou esconder seu sorrisinho de escarnio.

Senti-me tão humilhada e diminuída. Elas poderiam ser serviçais, mas eu estava ainda mais baixo na hierarquia. Tinha total certeza dos olhares para meus seios e bunda, o que era por demais constrangedor. Uma das serviçais, uma moça loira, apontou para mim e fez um comentário baixinho para sua colega. A moça riu contidamente.

Parei de caminhar, perplexa e envergonhada demais. A que ponto aquilo havia chegado? Eu havia aceitado ser a escrava sexual de Roy, mas jamais imaginei que isso incluísse humilhação na frente de desconhecidos. Não pude pensar muito a respeito, pois um forte tapa em minha bunda fez-me sair de meus devaneios.

- Eu lhe disse para seguir em frente, mesmo assim, você parou. Me diga o motivo que a fez desrespeitar minhas ordens. – sua voz era firme e autoritária.

- Desculpe... – quase falei o nome dele, mas lembrei-me a tempo de minha posição de inferioridade – mestre. Eu fiquei muito constrangida quando seus empregados me viram assim e...

- Algum problema? – perguntou-me, cortando-me. Um segundo tapa me fez lembrar minha posição – eu lhe disse que é minha cadela, não a nada de errado que lhe vejam como tal.

Corei, ciente de que ele tinha razão. Baixei a cabeça em humildade. Agora as moças me olhavam ainda mais descaradamente, divertindo-se com minha humilhação. Ouvi uma delas dizendo que eu não me dava o devido valor. Queria responder, mas sabia que isso só pioraria minha situação com meu mestre.

- Nenhum problema – respondi tão baixo que minha voz foi quase um sussurro.

- Ótimo, agora siga em frente, vamos ao meu quarto.

Obedeci sem questionar. Segui de quatro pela casa. Roy me indicava o caminho com ordens breves, as vezes me dando rapinhas leves na bunda por pura diversão. Quando cheguei, a porta do quarto estava fechada. Ele a abriu e nos seguimos. O cômodo era grande, com um quadro enorme mostrando duas mulheres nuas se beijando pregado na parede. Havia um guarda-roupa espaçoso e, na parte direita, uma cama de casal que acomodaria confortavelmente quatro pessoas. Havia uma porta para o que deveria ser o banheiro também.

Ele sentou-se na cama, retirando os sapatos e colocando-os no chão. Mantive-me passivamente de quatro ao seu lado, a uma distância curta. Roy fez um gesto indicando que eu deveria me aproximar.

- Lamba meus pés – falou friamente quando me aproximei – é isso que uma cadela faz.

Hesitei por alguns instantes. Quando aceitei ser escrava dele, nunca imaginei que agir como seu animal de estimação seria uma das coisas requisitadas. Pensei que tudo se tratava de sexo e nada mais. Entretanto, ele era meu mestre, certo? Mesmo achando estranho, eu deveria acatar suas ordens. Abaixei minha cabeça e, muito timidamente, lambi lentamente seu pé esquerdo. Olhei para cima para ver sua reação. Roy parecia satisfeito, mas estava claro que queria mais. Muito vermelha, continuei a dar mais lambidas.

Ele nada dizia ou fazia, apenas mantinha as pernas um pouco abertas enquanto me olhava rigorosamente, como um professor que analisa o desempenho do aluno. Eu não sou muito boa nesse tipo de coisa. Já transei com muitos caras, mas nunca precisei andar de quatro e lamber os pés das pessoas.

Demorei-me um bom tempo nisso. No começo mais tímida, mas aos poucos agia com mais naturalidade, pois, quem diria, descobri que gostava de humilhar-me para ele! A coisa toda não deixava de ser constrangedora, mas eu sentia meus mamilos rígidos e minha vagina úmida. Lambia lentamente os pés dele, alternando entre os dois. Após algum tempo, Roy acariciou meus cabelos e, com um gesto, ordenou que eu parasse.

- Por hora está bom. Você ainda precisa aprender algumas coisas, mas isso vira com o tempo. Como já disse, sou bastante rigoroso com minhas servas. Saiba que meu tempo é valioso. Você tem muita sorte por eu lhe dar a chance de me servir. Muitas mulheres dariam tudo para estar no seu lugar agora.

Instintivamente, abaixei minha cabeça e beijei seus pés com reverencia e submissão. Primeiro o direito, depois o esquerdo. Então, tímida, dirigi a palavra ao meu mestre.

- Obrigada. Obrigada por gastar seu tempo treinando-me mestre.

Pela segunda vez, ele sorriu. Roy tocou em meu rosto, as mãos descendo até o pescoço. Ele tocou na coleira e, com um movimento sutil, retirou-a de mim.

- Você é minha escrava, me pertence. Quando está com a coleira, deve ser minha cadelinha. Agora, sem ela, deve ser apenas minha serva, agindo como mulher submissa as minhas vontades – ele fez uma pausa, as mãos descendo até meus seios e acariciando-os com naturalidade – agora, fique de joelhos e me chupe. Como cadela, você mostrou um bom desempenho, mas agora precisa provar o mesmo como mulher.

Um pouco sem jeito, sentei-me de joelhos no chão. Cuidadosamente, levei as mãos até as calças de meu mestre, acariciando-o no meio das pernas. Foi fácil sentir o volume ali, indicando que algo bem grande e grosso se alojava por debaixo dos tecidos caros de suas roupas. Com respeito, abaixei a calça e as cuecas. O pênis dele saltou para fora, era tão grande que chegou a me dar um susto! Nunca tinha visto um homem tão avantajado assim, e olhe que já dormir com vários.

O membro devia ter uns vinte centímetros, era grosso, com veias protuberantes e imponentes. Não haviam pelos, os testículos também estavam visíveis, inchados e atraentes. Realmente, com um pênis como aquele, Roy tinha um direito natural de ter as mulheres como suas submissas. Era um sinal de que ele estava ali para mandar e nós para obedecer.

- Se me permite dizer mestre, seu pênis é muito bonito – eu nunca dizia “pênis” quando estava com um cara, mas Roy merecia respeito e, por isso, preferi não usar termos vulgares como “pau” ou “rola”. Não me parecia certo.

- É o que todas dizem – disse ele com orgulho.

Toquei em seu membro, sentindo a rigidez e o calor. Iniciei algumas caricias lentas para estimulá-lo, dando leves lambidas na cabeça de vez em quando. Ouvi um gemido baixo de satisfação de meu mestre e isso me fez sorrir.

Desci uma das mãos até os testículos, aplicando massagens relaxantes nessa região sensível, sem parar a masturbação e as lambidas, obviamente. Mantive-me nisso por alguns minutos. Roy não parecia entediado, muito pelo contrário, a expressão de seu rosto denotava prazer. Seu corpo estava tenso devido ao desejo. Eu sabia que ele queria que eu o chupasse logo, mas adiei o momento, limitando-me as caricias anteriores.

- Ahh... tenho que admitir que suas habilidades superaram minhas expectativas Verônica – seu membro ficava ainda mais duro e até maior, o que eu achava impossível.

Acabando com toda aquela ansiedade, abri a boca e tentei colocar tudo para dentro. Não foi possível, pois o pênis de Roy era enorme, mas consegui engolir uma boa parte. O gosto era bom, quente e suculento. Comecei a fazer movimentos de vai e vem, meus lábios massageando o membro duro de meu mestre. Eu podia ouvi-lo gemendo baixo de satisfação. Depois de um tempo, já muito excitado, Roy empurrou minha cabeça para trás, interrompendo o sexo oral. Fitei-o espantada, havia uma intensidade fervorosa de desejo em seus olhos.

- Deite na cama srt. Verônica – sua voz era firme, ele respirava acelerado. Era mais do que claro o quanto excitado estava – está na hora de eu possui-la.

Levantei-me e fui fazer o que me foi ordenado. Roy, excitado como estava, empurrou-me na cama com pressa, eu cai no colchão com as pernas um pouco abertas.

O vi retirar suas roupas rapidamente e pude ter uma bela visão de seu corpo escultural, mas não tive muito tempo para admirar, pois ele logo sentou-se sobre mim, seu membro invadindo-me com força e autoridade. Dessa vez fui eu a gemer, contorcendo-me de prazer com a estocada potente.

- Você foi aprovada, mas ainda precisa ser treinada apropriadamente – dizia ele enquanto me fodia com força. Eu mal conseguia me concentrar direito em suas palavras, pois as estocadas eram cada vez mais fortes. Gentileza não estava entre as qualidades de meu mestre. O clima havia mudado, drasticamente e de uma hora para a outra. Agora ele transava comigo como um animal selvagem, liberando todo seu desejo selvagem.

Devia ser por isso que Roy queria escravas, para saciar seu desejo incontrolável por sexo. Percebi, entre gemidos e contorções de prazer, que eu sozinha, jamais conseguiria aplacar esse desejo. Ou ele arranjava mais escravas ou então eu provavelmente não iria aguentar muito tempo nesse meu novo trabalho.

- O-obrigada mestre – respondi arfando.

Ele não respondeu, apenas continuou a penetrar-me com ímpeto. Sua mão direita foi de encontro ao meu seio em um tapa forte, soltei um grito de prazer o que deve tê-lo excitado pois repetiu o movimento mais algumas vezes.

- Gosta de ser minha Verônica? – agora as mãos dele se fecharam entre meus dois seios, apertando-os com firmeza. Senti-me sem ar e cheguei a ter um orgasmo, mas nem isso fez com que Roy reduzisse o ritmo.

- S... sim... – respondi com esforço.

Ele continuou a me possuir com um vigor de uma fera. Eu já transei com muitos homens, mas nunca encontrei alguém como Roy, e, se tivesse encontrado, provavelmente teria me tornado escrava dessa pessoa. Meu mestre tem um poder de dominação sem igual. Eu já não me importo com muita coisa além de servi-lo e ter o prazer de ser fodida. Esse desejo me consome por inteiro e eu me sinto plena servindo aos caprichos dele.

Em dado momento, eu já estava com dificuldades de me concentrar pois não conseguia acompanhar o ritmo de Roy, senti meu corpo sendo virado. Minha bunda ficou exposta, inchada e atraente, não demorou mais do que alguns segundos para que eu sentisse as estocadas ali, imponentes e dominadoras. Gemi ainda mais alto, sexo oral estava longe de ser uma das minhas preferencias, mas não eram minhas preferências que tinham importância ali.

Eu estava sendo totalmente usada por meu mestre e amando isso. Ele detinha um poder sobre mim quase sobrenatural. Foi então que percebi, já arfando com dificuldade, que não conseguiria deixar de servi-lo nem se quisesse. Eu estava viciada nele, em sua força, sua dominação, e, meu deus, em seu membro divino que entrava e saia de mim.

Aquela seria uma longa noite, regada a muito, muito sexo. Eu sabia que meu mestre não iria me deixar descansar tão cedo, não até que seus desejos estivessem, por hora, saciados. Enquanto a mim? Apenas gemia e arfava enquanto era fodida por trás. Provavelmente seria fodida de muitas outras formas, mas, por hora, meu mestre deleitava-se com minha bunda.

Foram quase três horas de uma atividade sexual intensa até que Roy decidisse parar. Ele levantou-se, mas eu mantive-me na cama. Estava completamente esgotada e encharcada de orgasmo. Ele havia tido orgasmo dentro de mim, na vagina, bunda e, claro, na boca. Mais de uma vez em todas essas entradas. Além disso, muito de seu sêmen estava espalhado em meu corpo, como se demarcando território, provando que eu pertencia a ele.

- Amanhã começaremos seu treinamento cedo – disse Roy com frieza, estava acabando de vestir-se – quero vê-la na mesa do café as sete em ponto, não tolerarei atrasos, entendeu?

Movi a cabeça lentamente em um fraco sinal de que tinha entendido. Satisfeito, Roy saiu do quarto sem dizer mais nada. Exausta, fechei meus olhos e fui dominada pelo cansaço. Em questão de poucos segundos, dormi.

Feb. 1, 2020, 12:04 p.m. 1 Report Embed 1
The End

Meet the author

Lucas Vitoriano Ola, me chamo Lucas, adoro escrever, ver animes, jogar Magic the gathering, ler entre outras coisas mais rs. Sou particulamente fissurado em mitologia grega, meus autores favoritos são Neil Gaiman e Kazuo Ishiguro e, meu livro favorito, é As brumas de Avalon.

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Karimy Lubarino Karimy Lubarino
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3 weeks ago
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