jace_beleren Lucas Vitoriano

Contos eróticos com os personagens da série Castlevania.


Fanfiction Games For over 21 (adults) only.

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Maria - Alucard

NOTAS DO AUTOR: Estes contos, com exceção deste que vocês estão a ler agora, foram escritos a muito tempo e, em minha opinião, não estão tão bons quanto eu gostaria. De todos os contos desta coletânea, apenas o conto da Maria com Alucard está mais bem escrito, por eu ter melhor habilidade em escrita na época que o escrevi.

O que quero dizer é, caso os contos seguintes percam em qualidade, peço que me perdoem! Mas, deixando de enrolação, espero que aproveitem a leitura!


*****

O castelo começava a desmoronar em ruínas. Maria observava aquela cena que se repetia pela segunda vez na sua vida. Era um intenso deja vu. Quando criança vira o castelo ser destruído quando ela e Ritcher uniram forças para exterminar Drácula. Agora tudo se repetia. Maria poderia não ser mais uma criança. Era uma caçadora experiente agora, com seu corpo e mente maduros em seus vinte anos de idade. Ritcher estava lá com ela, como da outra vez. O tempo pouco havia mudado em sua fisionomia, como se apenas o tivesse tocado sutilmente durante aqueles dez anos. Ele continuava o mesmo, a postura firme e forte, o olhar destemido e o corpo esculpido de forma selvagem e dura por incontáveis batalhas. Dessa vez porem havia mais uma pessoa ali, alguém que não estava com eles a dez anos atrás embora já caminhasse pela terra a muito tempo antes disso. Essa pessoa era Alucard.

Alucard era o mais poderoso vampiro vivo. Derrotara o próprio pai, Drácula, mas, apesar das divergências entre os dois, eles eram, incrivelmente semelhantes.

O vampiro tinha a mesma pele pálida e fria como a neve do pai. Os cabelos brancos e lisos lhe davam ares de um anjo caído, e essa imagem se tornava ainda mais evidente ao se fitar os olhos rubros do vampiro. Maria sabia que juntos, pai e filho seriam imbatíveis e nem mesmo ela e Ritcher poderiam com eles. Era motivo de agradecer aos céus pelo filho não ter seguido os passos do pai. Ou melhor, era preciso agradecer a mãe de Alucard que o incentivara e o levara para uma vida melhor, livre do rancor e do ódio ao qual ele certamente estaria preso pelo que dependesse de Drácula.

Maria balançou a cabeça afastando aqueles pensamentos. Voltou sua atenção ao castelo que finalmente se desmoronava por completo. Não sobrara pedra sobre pedra. A majestosa fortaleza de Drácula estava reduzida a escombros. Uma forte nuvem de poeira cobria o local e chegou ate os três. Maria teve que tampar o nariz e a boca e fechar os olhos ate que a nuvem de poeira cessasse.

- Drácula se foi, finalmente – disse Ritcher embora não demonstrasse muita felicidade no comentário, que certamente era merecedor de no mínimo um sorriso de satisfação.

- Ele voltara - respondeu Alucard com seus olhar frio sem expressar emoção alguma – se quando isso acontecer vocês ainda estiverem vivos... então nos veremos, caso contrario. Adeus.

Sem esperar qualquer tipo de resposta o príncipe vampiro deu as costas aos dois caçadores e foi adentrando na escuridão da noite ate sumir por completo. Maria abriu a boca para dizer algo, mas as palavras lhe faltaram. O que iria dizer? Que o amava? Ela nem mesmo sabia se sentia amor pelo vampiro. Os dois haviam se conhecido em uma situação turbulenta de emoções. Seus encontros eram rápidos e casuais. Encontros nos aposentos escuros do castelo assombrado de Drácula. Conversavam, mais sobre os mistérios e perigos daquele lugar do que sobre eles mesmos... então como ela poderia afirmar que sentia algo por ele? Por intuição feminina? Isso soaria ridículo.

Tudo que ela sabia é que sentia uma atração desconhecida por ele. Seu jeito misterioso e solitário, seu orgulho, ate mesmo sua arrogância pareciam para ela charmosos traços de personalidade. Ele era sedutor como se não querendo ser, mas o que mais a deixava seduzida pelo vampiro era a habilidade dele de ser totalmente imprevisível, um mistério total. Alucard era um grande labirinto, ainda mais traiçoeiro e estranho do que o castelo que estava em ruínas aos pés da caçadora.

- Não vai atrás dele? – perguntou Ritcher como se pudesse ler seus pensamentos, e, ela desconfiava que ele realmente podia apenas olhando em seu rosto. Maria corou, a intimidade entre os dois era tanta que as vezes chegava a ser incomoda. Preferia que em certos momentos ele não a conhecesse tão bem.

- Do que adiantaria ir? – respondeu de forma evasiva, sem realmente responder a perguntar do Belmont.

Ritcher colocou a mão no seu ombro transmitindo conforto. A mão subiu carinhosamente pelo pescoço, delineando seu rosto e descendo por fim, alisando os longos cabelos loiros de Maria.

- Te conheço desde de criança Maria – sua mão continuou a acariciar os cabelos – você não é mais uma menina, é uma mulher, mas as vezes... – ele riu recolhendo as mãos. Isso a deixou irritada. Odiava quando ele a tratava como uma menina e sabia que suas palavras seguintes provariam exatamente isso – as vezes você ainda age como uma garota inocente.

- Inocente?! –retrucou cruzando os braços – não fui eu quem tive a mente controlada por um mago.

Aquilo visivelmente incomodara Ritcher. Ele era orgulhoso. Perder uma batalha já era ruim, mas era uma luta ao qual ele podia dar tudo de si e ao menos perderia sabendo que o motivo era sua inferioridade perante o inimigo. Ter a mente controlada era outra coisa, era uma humilhação. Uma luta ao qual ele não tinha como se defender, não devidamente. Aquele não era o seu tipo de luta. Perder assim era revoltante, era uma derrota ao qual ele não se achava merecedor dela, podendo merecer muito mais.

- Aquilo foi... diferente – disse, agora era ele quem estava sendo evasivo. Rapidamente mudou de assunto – mas não importa falar de mim Maria, você gosta de Alucard vejo isso nos seus olhos.

Era verdade, ela tentava fugir, mas sabia que era verdade. Não sabia como classificar esse gostar, mas não poderia negar o fato.

- Se eu for e ele me rejeitar? – balançou a cabeça negativamente. Jamais aceitaria uma rejeição. Também tinha seu orgulho – não nasci para ser rejeitada Ritcher, não me dou bem em aceitar isso. Não, não irei atrás dele!!

Ritcher apenas riu com ironia.

- Maria, ninguém aceita bem uma rejeição. Mas saiba que você tem duas opções. Uma de ir lá e ser rejeitada. Você ira se arrepender e amaldiçoar ele disso eu tenho certeza. Do jeito que é não duvido que ate tente lutar com ele a serio só para descarregar a raiva – ergueu as mãos em um gesto de paz quando ela o fuzilou com olhar – ei, não estou te julgando, acho que ele mereceria mesmo uma surra em dispensar uma mulher como você. Agora – fez uma breve pausa – sua segunda opção é que você fique aqui parada e deixe ele ir. Pode lhe poupar de ser rejeitada, mas você vai passar o resto de sua vida pensando ”e se...”. Melhor a frustração de uma rejeição do que a aflição da duvida não acha? Alem do mais, ninguém disse que ele ira lhe rejeitar. Ele pode gostar de você também.

As palavras faziam sentido, o que a deixou mais irritada. Maria suspirou acalmando-se e deu as costas ao amigo indo na mesma direção que Alucard tomara.

Fazia apenas poucos minutos que o vampiro havia partido, e mesmo assim Maria não encontrou o menor sinal de que o vampiro passara por ali. Estava em uma floresta escura com arvores secas e sem folhas. Como uma caçadora habilidosa era fácil para ela rastrear qualquer rastro, seus olhos podiam captar os menores detalhes, que, passavam desapercebidos para a maioria das pessoas. Seus ouvidos eram treinados, ela podia ouvir o som de uma agulha caindo com facilidade. Por isso, tendo todos os cinco sentidos extremamente apurados, era frustrante não conseguir encontrar sequer um rastro do vampiro. Alucard deveria ter se evaporado como nevoa, literalmente falando.

Continuou a andar, mas não encontrava a menor pista dele. Poderia gritar seu nome, mas por um orgulho mesquinho preferiu não recorrer a essa ultima opção. Depois de alguns minutos porem ela desistiu e deu meia volta.

Quase pulou de susto ao ver o vampiro a sua frente quando ela se virara. Alucard continuava como sempre, frio e distante, com sua expressão gélida e tão misteriosa como a de uma esfinge. Maria abriu a boca para dizer a primeira coisa agressiva que lhe viesse a cabeça, mas mal seus labi9os se abriram o vampiro a beijou com ardor. Ela se sentiu congelar, sua mente não processou aquele comportamento tão repentino e quente de paixão que contradizia totalmente com a gelidez da face e do corpo do vampiro. Sentiu as mãos de Alucard em seus ombros segurando-os com firmeza e posse, e, descendo lentamente pelas costas fazendo-a arfar de prazer.

- Você... pare com isso! – tentou parecer intimidadora, mas a sua voz soou fraca como a de uma suplica. Alucard intensificou o beijo abraçando-a com força e pressionando os corpos dos dois com firmeza. Ela sentiu seus seios sendo esmagados por aquela pressão. As mãos dele continuavam a explorara, cada vez com mais ansiedade e menos decência.

Maria odiava aquilo, não os toques, nem o ardor sexual que ele a fazia sentir, mas sim a sua impotência. Se sentia congelada como uma criança, assim como Rticher dissera. Ela não era virgem, mas os toques experientes de Alucard, um vampiro sedutor de séculos de existência a faziam se sentir assim. Nem se deu conta quando ele despiu a parte de cima de sua roupa deixando-a nua da cintura para cima. As mãos dele massageavam os seios com maestria. Os dedos, embora frios, do vampiro faziam-na se sentir quente por dentro, um calor insuportável e irrepreensível. Ela o abraçou em resposta apalpando-o. Beijou-o primeiro no pescoço, lambeuoo lentamente e então subiu, mordendo o lábio inferior do vampiro. Alucard grudou seus lábios nos dela em um novo beijo, dessa vez mais frenético e faminto de prazer que o primeiro. Maria correspondeu enrolando sua língua na dele.

- Ah...! – soltou um suspiro deitou a cabeça no ombro do vampiro. Estava um pouco ofegante com aquela troca de caricias, mas se sentia viva e cheia de energia – isso é tão bom Alucard...

Ele nada disse em resposta. Alucard era assim mesmo, um homem que agia muito e falava pouco. Ela o despiu completamente enquanto ele fazia o mesmo tirando sua ultima peça de roupa. Maria sentiu um alivio ao se ver livre daquelas roupas incomodas, estava molhada, muito molhada, e seus mamilos duros era outro sinal de sua excitação.

Ela passou os olhos pelo corpo do vampiro, não havia palavra melhor para definir aquele corpo escultural como o de um deus grego do que perfeito. Era um corpo pálido, solido e com músculos firmes, como uma estatua de mármore. Os músculos eram ainda mais belos do que os de Ritcher e graças ao miraculoso poder de regeneração de um vampiro de seu nível não havia sequer uma cicatriz para profanar aquela beleza sombria.

Maria apalpou com carinho e admiração o corpo do amante. Começando pelos peitos, depois descendo para o abdômen. Uma das mãos deslizou sorrateiramente pela bunda, rígida e perfeita. Maria não conteve a vontade de aperta-la com gosto.

- Eu te amo tanto Alucard... eu juro que isso ate me assusta, nunca me interessei por ninguém... não dessa forma – havia o desejo, claro. Um grande e avassalador desejo, mas junto com isso vinha o amor por um homem, um sentimento que ela desconhecia totalmente. Ritcher esteve sempre ao seu lado, mas como um irmão mais velho. Eles flertavam as vezes era verdade, ate já haviam se beijado, mas nunca passaram disso.

Alucard ficou em silencio, seus olhos a fitavam demoradamente enquanto suas mãos também exploravam seu corpo. Dessa vez ele não estava sendo movido pelo desejo apenas. Havia um carinho, quase uma adoração que ele sentia por ela. Ele acariciou seus seios com cuidado. Maria fechou os olhos e gemeu aproveitando aquele toque, esse prazer porem não foi nada se comparado quando ele penetrou sua vagina com os dedos iniciando uma lenta masturbação.

- Eu amei apenas uma mulher na minha vida Maria – seus dedos continuavam a dopa-la com ondas intensas de prazer que percorriam todo o seu corpo – seu nome era Sonya Belmont... os anos passaram, ela morreu... eu tentei fechar meu coração para nunca mais sentir a dor da perda de novo...

- Sempre chegara o dia em que perderemos algo Alucard. Por isso devemos aproveitar enquanto ainda podemos usufruir. Eu e você estamos aqui agora. Temos um ao outro. Eu sou sua, e você... é meu também?

Sua voz não saiu no tom serio que queria, mas adquirira um tom melodiosamente erótico, mas sensual que a canção de uma sereia. As palavras eram acompanhados de lentos gemidos. Ela respirava ofegante e cheia de desejo. Alucard hesitou por meio segundo, mas então acenou positivamente com a cabeça.

- Sim... eu sou seu Maria.

Aquilo era tudo que ela precisava ouvir. Ela se ajoelhou e finalmente deteve toda sua atenção para a parte mais atraente do corpo do vampiro, o penis. Ele era quase surreal e era ate uma injustiça com os outros homens. Era grande e grosso como uma lança. Maria o tocou com as duas mãos, cheia de desejo, ele correspondeu pulsando de prazer. Aquilo a fez sorri de maliciosamente.

- Se você é meu. Eu irei aproveitar – disse com uma voz manhosa e sensual. Maria lambeu a lateral do penis delicadamente, percorrendo toda a sua extensão. Amava a textura do penis, amava o seu gosto e sua consistência. Ela continuou a lamber, lentamente, apenas umidecendo-o. Sentia que aquilo estava deixando Alucard louco e era exatamente isso que ela queria.

Era assim que se formava aquele jogo de sedução e de prazer. Trocas de caricias, beijos ardentes, toques experientes... cada um tinha suas armas e ela tinha as dela. A sedução, o prazer que ela proporcionava aos poucos, mais excitando seu parceiro por satisfazê-lo com migalhas ao invés de todo de uma vez. Era essa sua forma de dominação. Maria beijou o penis diversas vezes, mas seu jogo estava se voltando contra ela mesma. Não aguentava mais a vontade de ter aquele membro gostoso e duro na boca. Sem mais delongas ela o colocou nos lábios de uma vez, chupando-o com gosto.

Era tudo que ela imaginava, e ainda mais. Maria chupou mais e mais, levando sua mão a vagina para masturba-se, louca de prazer. Sentia uma fome incrível de prazer que não conseguia saciar.

Finalmente veio a recompensa. Sentiu o jato forte de orgasmo em sua boca, era tanto que ele tirou o penis jogando o restante em sua cara. O liquido branco desceu pelo seu pescoço e seios. Maria acariciou o próprio corpo espalhando o orgasmo por todo ele.

O sexo havia sido revitalizante. ela soltou um gemido de prazer e satisfação. Admitia que tinha ido rápido demais. Se excitara tanto no que deveria ser apenas uma caricia que fez dela o clímax do ato. Queria ser penetrada, mas teria que esperar um tempo para que Alucard estivesse pronto para “outra rodada”.

Para a surpresa da caçadora o penis do vampiro continuava duro e rígido. Era uma surpresa agradável e bastante bem vinda. Alucard sorriu com orgulho.

- Meio-vampiro, sou mais rápido que os humanos. Mais rápido em todos os sentidos.

- Otimo, eu ainda não estava satisfeita – respondeu ela com malicia voltando a chupa-lo, mas dessa vez Alucard a afastou.

- Não, chega disso, vamos fazer do meu jeito agora.

Ela concordou, em parte porque ela justo e em parte porque estava bem curiosa e excitada para saber como seria “do jeito dele”. Sem cerimônia ele a colocou de quatro penetrando-a com firmeza. Maria gritou de dor e prazer, mas ele pouco se importou, ou talvez estivesse ficado mais excitado pois aumentara o ritmo.

Maria gritava e gritava em uma mistura de dor e prazer, mas no fundo estava amando aquela submissão e impotência, coisas a qual sempre desprezou. Ele a possuía firme, de quatro como uma cadela, o prazer porem não era lógico, nem racional, ele simplesmente era intenso. Ela gemia mais forte a cada estocada. Gritou o nome dele, mais de uma vez. E também chegara ao orgasmo, mais de uma vez.

Alucard também continuava a ter mais e mais orgasmos dentro dela, não se limitou porem aquela posição. Fizeram amor varias vezes. Ele a pressionou contra uma arvore levantando suas pernas deixando-a suspensa enquanto a possuía com firmeza. Outra vez sentaram-se de joelhos, frente a frente, e ele a penetrou enquanto os dois se beijavam e acariciavam um ao outro.

O sol já estava perto de amanhecer no horizonte quando ela era possuída pela... ela já tinha perdido a conta. Estava deitada com as pernas abertas no chão. O corpo molhado de suor e sujo de terra, mas Alucard pouco se importava, estava sentado sobre ela penetrando-a. Ate que ela não aguentou mais, teve mais um orgasmo, exausta, e então desmaiou.

Maria acordou horas depois. Estava nua no chão, e não haviam mais sinais do vampiro. O sol brilhava forte, pela sua intensidade ela calculou que devia ser meio-dia, ou ate mais. Não poderia culpar o vampiro por tela abandonado, na verdade ele merecia um premio por ter tanto auto-controle. Se fosse ela na sua situação teria continuado a fazer amor sem nem sequer pensar no que a luz do sol poderia fazer-lhe.

Ela se levantou devagar. Estava se sentindo perfeita, como se houvesse nascido de novo. Olhou ao redor e procurou suas roupas, mas estavam perdidas pela floresta. Bem, ao menos ela teria uma ocupação. Com um suspiro alegre ela se pós a procura-las. Quando chegasse a noite, ela estava certa, eles iriam continuar aquilo que deixaram inacabado.

Nov. 23, 2019, 4:26 p.m. 0 Report Embed Follow story
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