Ozymandias Follow story

cephex Stolas

Izuku Midoriya havia sido um dos seus poucos casos não resolvidos, onde ele tinha zero informações e quase nenhum lugar de onde puxar pistas. O caso era um mistério, ainda mais adicionado o fato de que Hisashi havia morrido da mesma forma que matara sua esposa, mas seu filho era desaparecido — ao que parecia — há muitos anos.


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O que fazer quando não se pode fazer nada?

Tudo o que você mais ama o rejeitará ou morrerá. Tudo o que você já criou será jogado fora. Tudo de que você mais se orgulha terminará em lixo. Sou Ozymandias, o rei dos reis.
Clube da Luta

Tudo começou quando Izuku tinha cinco anos.

Apesar de tudo, ele não se lembra muito bem dos detalhes. Ele só sabe que estava sozinho e se sentindo mal — não uma exceção em sua vida, como ele perceberia mais tarde — quando as imagens vieram a sua mente. No início, não passava de cabelos verdes e fogo, muito dele.

Então veio aquele cheiro, o odor de carne assada, quase como churrasco se não tivesse aquele pequeno toque que sempre levaria um arrepio à sua espinha. Logo após isso vieram os sons. Eram tão desesperados e arrepiantes, Izuku quase conseguia sentir a dor que eles transmitiam, saindo provavelmente da garganta de sua mãe com tanto horror em seu tom que doía em sua própria garganta, como se ele estivesse gritando junto. Ao fundo, a voz de um homem que ele mal via há pouco mais de um ano. Seu pai.

Ele não percebeu que realmente estava gritando atémuito tempo mais tarde, sua professora da creche assustada com o que poderia fazer um pequeno garoto como Izuku gritar de tal forma, fazendo seus colegas se afastarem, tentando entender o que diabos o garoto esquisito estava sentindo.

A mulher só podia ficar extremamente feliz quando o pai do menino apareceu em sua porta, com um sorriso calmo e muito bem vestido esperando pelo filho, que naquele momento parecia estar se acalmando.

— Não! — o menino berrou, ao ver o homem de sorriso simpático o esperando na porta — Tira ele daqui! Tira ele daqui! Eu quero minha mãe! Cadê ela? O que você fez com ela? Eu não quero ele! Ele não é meu pai!

Izuku estava encolhido no canto da sala, seus olhos arregalados enquanto ele falava com seu progenitor que tinha órbitas quase tão grandes quanto as do filho.

— Izuku, meu querido…

— Sai daqui! — a voz estridente do garoto interrompeu — Cadê minha mãe? Eu vi! Eu vi!

A voz do menino foi sumindo aos poucos com os gritos, e Shizune nunca se perdoaria por não ter reconhecido um ataque de pânico naquele momento quando o garoto desmaiou, sendo levado pelo pai para Deus sabe-se onde.

Não muito tempo após o incidente, o diretor da escola chegou em sua sala, acompanhado por um jovem garoto de cabelos pretos como piche e a Sra. Bakugou.

— Srta. Sato, você poderia pegar o garoto Midoriya e me acompanhar por um segundo? — seu superior perguntou, parecendo extremamente assustado.

Shizune tentou reduzir o medo horrível e a apreensão que tomaram conta de seu corpo.

— Me desculpe diretor — ela respondeu tentando parecer o mais calma possível — mas o pai do menino veio buscá-lo mais cedo hoje, ele me disse que o senhor já havia autorizado a saída do garoto.

Em poucos segundos ele ouviu um xingamento silencioso do garoto que acompanhava os dois adultos, assim como uma Sra. Bakugou estática, coisa que nunca havia presenciado na vida.

— Oh meu Deus…— foi a única coisa que o diretor se reservou a dizer, tão assustado e pesaroso.

Tsukauchi não tinha tantos anos de trabalho quando o caso Midoriya aconteceu. Era um dia de segunda-feira simples quando eles foram notificados de um incêndio no distrito de Shizuoka. De início, o investigador achou que poderia ser apenas um caso simples e acidental, mas o quê era pacífico assim nos dias atuais, não é?

Todas as suas suspeitas foram pelo ralo quando ele chegou na casa dos Midoriya's — como um de seus vizinhos forneceu educadamente — e apenas essa casa estava queimada pelas labaredas difíceis de apagar. Dentro do pequeno apartamento se encontrava o cadáver carbonizado de Inko Midoriya, como ele descobriria após pouco tempo de investigação.

Tudo aconteceu muito rápido, nos dias atuais as muitas peculiaridades ajudavam a descobrir muitas coisas, muito cedo e sem necessidade de procedimentos laboratoriais. Mas não rápido o suficiente para salvar um garotinho de seu pai horrível.

Izuku Midoriya foi raptado por seu pai em uma segunda-feira pela manhã, após o homem ter queimado sua mãe até a morte. Segundo relatos da professora o garoto sabia disso quando o homem chegou até a porta, levando o detetive a suspeitar de uma quirk de previsão do futuro, mesmo que todos negassem a possibilidade de que Izuku possuísse alguma, segundo a Sra. Bakugou ele havia sido diagnosticado como peculiar no seu quarto aniversário. O investigador orou para quelquer deus existente que o garoto realmente não tivesse visto tudo o que aconteceu naquele apartamento, seria um trauma grande demais para um menino de cinco anos.

No entanto, cinco anos depois, elessabiam de algumas coisas:

1) Izuku Midoriya havia sumido da face da terra, o corpo não havia sido encontrado, mas ele foi considerado morto.

2) Hisashi Midoriya estava morto. Ao contrário de seu filho ele havia sido encontrado. Seu corpo foi carbonizado ao ponto de ser irreconhecível, sendo necessária uma quirk que identifica quem você é a partir de seu DNA.

Hisashi foi encontrado nos Estados Unidos após ser relatado para a polícia local um grande odor de carne tostada, pelo apartamento ao lado do qual tudo havia acontecido. A mulher — vizinha de Hisashi — disse que ele morava sozinho, e era relativamente pacífico, senão solitário. Não havia nenhum sinal de Midoriya Izuku.

Este havia sido um dos seus poucos casos não resolvidos, onde ele tinha quase nanhuma informação e nenhuma ideia de qualquer lugar de onde puxar pistas. O caso era um mistério, ainda mais adicionando o fato de que Hisashi havia morrido da mesma forma que matara sua esposa, mas seu filho era desaparecido — ao que parecia — há muitos anos.

Gravação 01

Caso: Izuku Midoriya

Investigador: Tsukauchi Naomasa

Entrevistador: Tsukauchi Naomasa

Entrevistado: Shizune Sato

Data: 12 de agosto, terça-feira de 3024.

TN: Você se importa se eu gravar essa entrevista?

SS: Não.

TN: Ok. você se importaria em falar seu nome, idade e cargo?

SS: Me chamo Shizune Sato, tenho vinte e oito (28) anos e sou professora no maternal na prefeitura de Shizuooka.

TN: Shizune, você me informou anteriormente que um Hisashi levou seu filho Izuku Midoriya antes do horário de término da aula, por favor, me diga em detalhes como ele é e como ele estava.

SS: Ele é um homem alto, não muito musculoso, mas forte. Bons dois metros, eu acho. Seu cabelo é verde, não tanto quanto o da senhora Midoriya e seu filho, mas bem mais claro, como um verde menta. Tem um rosto simpático, sempre sorrindo. Às vezes ele está usando um óculos preto, às vezes não. Normalmente, como neste dia, ele está com roupas sociais muito bem passadas e sapatos pretos clássicos. Como diriam, ele tem a aparência de um homem comum, se retirarmos a cor de cabelo e uma cicatriz (provavelmente de queimadura) em parte de sua boca.

TN: A que horas ele apareceu em sua sala para pegar o garoto?

SS: Era quase hora do lanche, aproximadamente oito e quarenta talvez.

TN: Midoriya levava algo com ele?

SS: Eu não consigo lembrar, foi algo muito rápido. Não lembro de ele ter nenhuma bolsa nas mãos, mas ele poderia estar usando uma mochila, ou não.

TN: Entendo. Você disse que o garoto havia tido um "surto" pouco antes do pai aparecer?

SS: Sim, eu disse. Bem, no início ele estava apenas muito nervoso. Suas mãos tremendo e um murmúrio era ouvido de seu lado da sala, mas isso já era normal de Izuku. Ele tem problemas de ansiedade. No entanto, depois de algum tempo ele gritou. Sobre como estava queimando e sobre como ele queria a mãe dele, especificamente. Quando Hisashi chegou ele o chamou de monstro.

Nov. 3, 2019, 3:22 p.m. 0 Report Embed 0
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