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abo-dream Projeto Abo Dream

Do Kyungsoo, um beta, trabalha em uma empresa que cria produtos eróticos e guiado pelas necessidades de seu ômega — e um cio adiantado —, decide criar um vibrador que formula um nó. Não só como aliviou seu noivo, Baekhyun, mas como também pode o marcar, mostrando a sociedade que relacionamentos beta-ômega podem ocorrer.


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#romance #yaoi #lemon #baeksoo #exo #abo-dream #abo
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A sociedade já passou por tantas mudanças e evoluções que é difícil acreditar que algo tão simples pode causar uma discussão enorme. Em sociedades ABO é lógico que sempre cada classe tem um papel a cumprir: alfas os maiorais, sem medo de nada e sempre estúpidos; betas são os "anormais" não sentem cheiros, não possuem características marcantes, ou seja, os zé-ninguém; e, por último, os ômegas, representam a parte inocente, os fofos e totalmente dependente de seus parceiros, que no caso devem ser alfas para serem aceitos.

Hoje em dia, muitos ômegas se recusam a atar com um alfa, pois são agressivos e possessivos demais, ao ponto de os repreender por tudo o que fazem, sem opiniões e direitos. Suas opções são poucas, ou se tornam um solteiro-de-berço ou passam por cima das críticas e ata com um beta; talvez até com outro ômega.

Mas é claro que a sociedade acha tudo para julgar alguém e seus relacionamentos, e é por isso que tanto o beta Kyungsoo e o ômega Baekhyun estão cansados de escutar a picuinha dos outros a sua volta, até os parentes do ômega viraram as costas para si.

— Bom dia, Soo..

— Bom dia, Hyunie. Dormiu bem? — o beta se levantou da cama macia, poderia ficar ali e beijar seu noivo o dia inteiro, mas estava inquieto o suficiente para estar acordado a algumas horas já, não que tivesse um instinto de alfa, mas algo lhe dizia que teria um probleminha naquele dia; podemos chamar de sexto sentido isso?

— Tive um sonho um pouco estranho, mas não me lembro muito bem dele. — sentou-se na cama com os braços para cima, se espreguiçando. O torço nu reluzindo com a luz que provinha das persianas abertas.

— Sabe que você não precisa levantar, não é? Está cedo demais, amor. — o Do gritou do banheiro, com a voz meio embolada por estar escovando os dentes.

— Eu sei, amor, mas algo me incomoda.. — sussurrou baixinho, como se estivesse tentando convencer a si mesmo de que algo estava errado. Kyungsoo terminou de limpar a arcada dentária e retornou ao quarto, encontrando o Byun segurando os lençóis para cobrir o corpo, enquanto observa pela janela, sempre fazia isso quando estava pensando. Chegou por trás e rodeou a cintura fina com ambos os braços, estalando um beijinho na curvatura do pescoço, observando as pintinhas ali. Fungou perto dos cabelos loirinhos sentido o cheiro adocicado de anis com camomila.

— Está sentido algo diferente hoje, né? Eu também.

— Kyungsoo.. — suspirou, virando para encarar o noivo, sem desfazer o contato. — Você... acha que vale a pena passar por tudo isso? Não que eu não te ame, você é a coisa mais preciosa da minha vida, mas estamos tentando anos uma marca e.. — não deixou o loiro terminar, puxou-o a seu encontro e colou os lábios, como se lhe passasse uma confiança e um espere mais um pouco que darei um jeito.

— Daremos um jeito, juntos, como estamos segurando as pontas a anos. É uma questão de tempo para algo acontecer e podermos nos casar. E eu também te amo meu amor, pare com essa insegurança e deixe os comentários fluir, é inveja do amor que temos um pelo outro.

Foi questão de segundos para um Baekhyun, com lágrimas nos cantos dos olhos, abraçar o moreno, as lembranças ainda frescas em sua mente voltando a tona e indo embora com a luz, essa que é representada pelo beta, ele é como um milagre em sua concepção.

— Desista dele, Baekhyun! O amor não é importante, status sim, deve se casar com um alfa e portar a marca dele, foi pra isso que te coloquei nesse mundo! — ouvia a mesma coisa quase todos os dias, com o relacionamento com Kyungsoo no início, sua família não aceitava que nunca tivesse uma marca e nem um alfa. Seu pai já havia dado a deixa para expulsar o garoto de casa, faltava sua mãe tentar convencer o garoto a mudar.

— O amor é importante sim, mamãe, do que adianta sofrer abusos diários, ser tratado como lixo por um alfa medíocre e não ser feliz? Eu não irei deixar de lado o que meu coração diz, eu continuarei com ele você querendo ou não. — a mais velha respirou fundo, ajeitando os cabelos para trás, ponderou por poucos minutos e logo teve sua decisão final.

— Se vai ser assim, saía de minha casa e não volte aqui até estar com um alfa e marcado. — já cansou de retrucar e se humilhar por uma mísera aceitação.

— Tudo bem então, até nunca mais. — deu as costas para sua mãe e saiu, deixando todos os seus pertences para trás. Quando atravessou a porta, sentiu uma leveza em seus ombros, secou as lágrimas e começou a andar até a calçada em frente. Assustou-se um pouco quando seu irmão parou com o carro em sua frente e o mandou entrar.

Já fazia tempo que não conversavam direito, já que seu irmão estava casado e esperando filhotes de sua ômega marcada, era o único alfa que respeitava e amava muito durante a época. Contou sem detalhes o que estava acontecendo a um tempo, e Baekbeom, seu irmão, prometeu lhe der um força com tudo o que precisasse, começando com arranjar um quarto em seu apartamento por alguns dias.

Quando se deu conta já estava em frente ao seu trabalho, tendo seus lábios selados por Kyungsoo e lhe desejando um bom dia, o moreno entrou no carro e deu a partida, indo agora para seu destino. Baekhyun entrou na livraria em que trabalhava a um bom tempo, não é o um trabalho digno de um bom salário, mas gostava da companhia e do local, pois sempre gostou de livros e seus contos. Saudou seu colega de trabalho, Luhan, que já arrumava algumas edições novas de livros nas prateleiras.

— Uma moça ligou hoje de manhã e pediu essa nova edição em pacote de presente, Hyun, pode fazer enquanto eu termino aqui? — respondeu um "claro" e pegou o livro que o amigo estendeu, foi até a parte de trás da loja onde embalavam as encomendas e presentes. Dobrou aqui, dobrou ali e o presente estava pronto. Antes de voltar ao balcão lá na frente, sentiu uma pontada no abdômen, tão forte que se segurou no batente da porta. Respirou fundo e continuou sua trajetória.

•••

Enquanto isso, Kyungsoo, junto de seus óculos redondos e de grau, trabalhava em um projeto de um novo protótipo; lógico que a idéia foi banalizada por seus chefes e superiores, junto das rudes palavras de "isso nunca irá funcionar, desista, senhor Do", mas desistindo disso era como deixar de lado seu noivo, como se o trajeto que tiveram cheio de pedras e críticas não tivesse mais um propósito.

Onde o beta trabalhava não era nada mais e nada menos que uma empresa de produtos eróticos, tanto uma fábrica quanto uma loja. Era um pouco estranho se pensasse direito, mas como Kyungsoo sempre gostou de construir e teve seu pedido revogado em empresas maiores, como de celulares ou até mesmo robôs, sua escolha foi definida. Não que odiasse trabalhar na "Wu erotic products", não que tenha uma fachada com esse nome, mas é assim que os funcionários chamavam.

A parte motorizada da peça já estava pronta, levantou-se para procurar o material que iria revestir e dar forma ao vibrador, como o protótipo simulava um nó, tinha que ser algo com elasticidade e que desse a impressão de pele, o silicone é a coisa mais próxima que tem do real. Antes de pegar o revestimento na prateleira, foi até um de seus colega, que, por sua vez, era seu amigo também.

— Jongin, pode me dar uma mão? — abaixou-se em frente ao moreno, que soldava algo. Este o olhou por trás dos óculos de proteção e parou com o que fazia.

— Late Kyungsoo. — brincou, não deixando de sorrir no final.

— Estou em um projeto para ajudar a mim e ao Baekhyun, mas os chefes desaprovam minha ideia. — suspirou cansado, já está farto de seus superiores alfas o descriminar por seu relacionamento. Não que Kyungsoo e Baekhyun gritassem para Deus e o mundo que estavam juntos, mas um relacionamento fora do padrão é fadado ao ridículo.

— E me deixa adivinhar: você passou por cima deles e está terminando o projeto, mas precisa soldar a parte de fora, não é mesmo? — não deixou de ficar surpreso mesmo que o Kim sempre fosse observador demais. O alfa moreno sorriu com um lado só dos lábios. — Então é isso sim.

— Só preciso que molde e solde o silicone, o protótipo motorizado já está pronto. — algo que nem o moreno reparou, foi que Kyungsoo já estava com o motorzinho em suas mãos.

Colocou suas coisas para o lado esquerdo da grande mesa para poder trabalhar. O beta foi rápido em ir até a dispensa e trazer quatro bisnagas de silicone em pasta e mais alguns corantes em tom nude em suas mãos.

O alfa, com suas mãos habilidosas, não demorou para iniciar o processo, despejou o conteúdo das bisnagas em um recipiente metálico junto de algumas gotas dos corantes, até ficar em um tom de sua preferência; em poucos minutos o vibrador já tinha sua forma e ambos aguardavam os últimos segundos do aparelho na máquina que agilizava o processo de secagem.

O Do deixou o outro rapaz sozinho assim que seu celular vibrou no bolso, pediu licença, se dirigiu para a área de fumantes e atendeu o aparelho, o número era desconhecido.

— Senhor Do? — não reconheceu de primeira a voz do outro lado, até ele se pronunciar. — Sou eu, Luhan, colega de trabalho do Baekhyun.

— Sou eu mesmo, o que houve, Lu? — escutou vários ruídos ao fundo e não pode diferenciá-los, logo o chinês repreender alguém.

— E-eu acho que o cio do seu noivo se adiantou, hyung, ele está no banheiro já faz alguns minutos, então vim conferir e bom.. — Luhan aproximou o celular da porta e o beta pode escutar alguns gemidos abafados.

— Luhan, segura ele aí, não deixe ninguém entrar, por favor! Eu chego em alguns minutos. — o rapaz do outro lado da linha confirmou e desligou o celular. Kyungsoo entrou correndo novamente, encontrando o alfa moreno com o vibrador em mãos e um sorriso no rosto, mas este sumiu quando viu o beta de olhos arregalados e suando frio.

— Aconteceu algo? — o Do sempre teve uma consideração muito grande por Jongin, por ele ser um alfa e diferente em vários aspectos, especialmente em seu caráter. Negou e pegou o protótipo em suas mãos, vendo a perfeição do trabalho alheio e sorrindo por fim.

— O cio do Baekhyun se adiantou. Ele está na livraria, é perigoso um alfa se apossar dele, pois está necessitado, mas é minha chance de testar isso Jongin, é a minha chance. — olhou no fundo dos olhos do amigo, em um pedido mudo de confiança.

— Boa sorte, Kyungsoo!

•••

Kyungsoo chegou a tempo de ver um alfa ridículo esbofeteando a porta da livraria, enquanto outros ficavam atrás esperando a entrada ser liberada. Luhan segurava a porta desesperadamente, podia ver poucas lágrimas nos cantinhos dos olhos, mas não era de se esperar pelo fato do homem usar sua voz de alfa para amedrontar o ômega.

— Ei, idiota! — chamou atenção do alfa. — Por que não se mete com alguém decente ao invés de aterrorizar ômegas? Idiota. — o homem riu em escárnio, Kyungsoo nunca teve altura o suficiente para intimidar as pessoas, mas seu temperamento era forte, tanto que bastou socar o alfa que os outros nem ousaram chegar perto.

— Seu porra! Quebrou meu nariz tampinha! — gritou, o Do não moveu nem um músculo, mostrando seu total desinteresse na reação do alfa. Empurrou-o com somente uma mão e viu o outro desistir de entrar, Luhan abriu a porta e fechou na velocidade da luz. Não demorou para localizar o banheiro, Baekhyun liberou mais de seus feromônios ao sentir a presença de Kyungsoo; o Byun sempre afirmou que sentia um cheiro no beta, mesmo que não seja o seu natural, é algo parecido com rosas e amêndoas.

Aproximou-se da porta, percebeu que até os gemidos haviam parado. Bateu suavemente na madeira e escutou a tranca fazendo o ruído ao ser destrancada, não foi nada difícil achar o ômega, já que ele está totalmente nu, sentado no vaso sanitário e punhetando o membro teso.

— Hyunnie... vamos para casa. — falou calmamente, coletando as roupas espalhadas do menor pelo cômodo azulejado.

— Ah-Soo.. p-por favor.. — gemeu lânguido, o beta se controlou ao ver o menor tão manhoso, mesmo que já estivesse duro só de ter a visão bela de seu ômega. Passou a mão direita entre os fios negros, desgrenhando-os, tirou a mão fina de Baekhyun do próprio membro e a puxou para que este ficasse em pé. Mesmos com os protestos, os gemidos e as reclamações conseguiu vestir o Byun. O pegou no colo e correu para fora do estabelecimento, suas roupas molhando com a lubrificação natural do ômega, se despediu precariamente do outro ômega presente e voou até o automóvel.

Baekhyun se contorceu todo o caminho, tentou enfiar a mão dentro da calça do beta, da sua própria, pulou várias vezes no colo do moreno e quase causou um acidente. Kyungsoo o imobilizou prendendo o cinto no encaixe de seu banco, não o segurou por tanto tempo, mas o suficiente para parar em frente à casa deles. Pegou a sacola de papel com o vibrador dentro e o levou até a residência da mesma forma: em seu colo. Trancou a porta atrás de si após deixar o loiro no sofá de três lugares. Ao se virar, Baekhyun já estava se despindo novamente, enquanto gemia o nome do moreno.

O ômega, sem aguentar muito a excitação, enfiou dois dedos em sua entrada, apoiando ambos os pés no sofá e, consequentemente, ficando totalmente exposto ao noivo. Kyungsoo se aproximou e ajoelhou-se no chão coberto pelo tapete fofinho e peludo, iniciando com selos molhados nas coxas grossas e brancas, sentindo a temperatura elevada queimar seus lábios. Levou-os até os mamilos inchados do loiro, enquanto estimulava um com o músculo molhado e os lábios grossinhos, o outro tinha seus dedos levemente úmidos; alternava em apertos fraquinhos e em movimento circulares com o dedão.

— S-soo-ah.. não me.. t-torture.. — o moreno sorriu ladino, puxou o menor para sentar corretamente no sofá e o abraçou, logo beijando-o. O que era para ser algo calmo, tornou-se uma disputa de músculos, Baekhyun choramingava entre o beijo, enquanto rebolava contra o estofado e estimulava seu membro na camisa alheia.

Kyungsoo o tirou do sofá, com paciência o deixou apoiando os antebraços no móvel e os joelhos sustentando o corpo arrepiado no tapete. Separou as nádegas macias e grandes, apertando-as um pouco forte e vendo os vergões vermelhos que ali se formavam, a entrada expelia cada vez mais o líquido transparente e perfumado, o beta não se segurou em aproximar o rosto e lamber ali de baixo para cima, sentido o garoto estremecer todo e gemer seu nome.

Roçou a ponta do indicador e do médio na fenda, sentindo mais da lubrificação molhar seus dedos. Os penetrou com cuidado, as paredes anais apertando seus dedos levemente, Baekhyun soltou um ruído de desconforto e satisfação ao mesmo tempo. O beta não queria demorar muito nas preliminares, tinha consciência que as dores eram extremas. Mas mesmo assim não deixou de esperar o menor se acostumar com seus três dedos enquanto usava a boca para o distrair, concentrou-se na entrada e no períneo do loiro, pois este era hipersensível alí.

Quando achou suficiente e percebeu que os músculos no noivo já estavam relaxados, pegou o sachê de lubrificação na cômoda ao lado do sofá e despejou algumas gotas no vibrador. Espalhou por tudo com a mão esquerda, esquentando um pouco do gel durante o ato.

— Você está pronto amor? — sussurrou, selado a lombar alheia, Baekhyun se limitou em assentir, se tentasse falar algo com toda certeza iria gritar; agarrou uma almofada com as mãos e os dentinhos. Kyungsoo segurou na base do protótipo e penetrou lentamente, parando em cada segundo tanto para deixar confortável como para apreciar a cena. Secou a mão com o líquido transparente na própria calça, logo tirando do bolso o controle para regular os movimentos vibratórios e a incisão do nó. De primeira apertou na velocidade três, empurrando e puxando o aparelho com as próprias mãos

— P-porra Soo-ah! M-mais fort-e.. — o beta atendeu o pedido, entrando e saindo com mais rapidez, o barulhinho molhado e os gemidos abafados eram nítidos e altos, reverberando pelo cômodo. — K-kyungsoo.. aah.. eu es-tou perto, hum.. — o moreno puxou a cintura do ômega para apoiar o vibrador no chão enquanto quicava neste.

Baekhyun levou o braço direito para trás e agarrou os cabelos negros da nuca do Do, enquanto, com a outra mão, apertou com força sua coxa presa na calça social. Apoiou a cabeça no ombro alheio para gemer perto do ouvido do beta.

Já Kyungsoo, segurou o controle com a esquerda e levou a outra para o membro negligenciado, apertando a glande inchada com todos os dedos. Subiu a velocidade para a máxima, cinco, e Baekhyun não perdeu tempo para rebolar avidamente e sentir a cabeça do consolo raspar em sua próstata.

— AH Soo! — o nomeado sentiu o líquido viscoso jorrar em seus dedos, os melando; com a mão que segurava o controle, apertou o botão que realizava o nó, rezando mentalmente para dar certo. O Byun grunhiu e gritou em seguida, sentindo seu canal esticar com o aumento da cabecinha do vibrador. — Me m-morde-ah.. Soo! — o cheiro do ômega se alastrou por suas narinas, sentiu sua gengiva arder, o pescoço molhado em suor, reluziu como ouro e em um piscar de olhos sua boca estava colada ali, mordendo até sentir algumas gotas de sangue se desprender da mordida.

Seus sentidos voltaram ao normal poucos minutos depois, o loiro despencando no sofá em frente. Retirou o consolo do interior alheio e o deixou de lado, secou o suor que escorria da testa e se permitiu deitar no tapete, fechando os olhos em seguida; as roupas colando em todo o seu corpo. Não contou quanto tempo, mas tirou um cochilo que jurava ser de cinco minutos e, ao abrir os olhos, notou Baekhyun rebolando em cima de seu membro necessitado novamente.

Quando notou o olhar do beta em si, se aproximou para beijar aqueles lábios carnudos e convidativos, se apoiando nos ombros já desnudos. Kyungsoo estranhamente se sentiu insaciável, porém notou que os sentimentos não eram seus e sim do seu ômega.

— Kyungsoo-ah... — chamou o loiro — Eu ainda preciso de você...

•••

Dois mês após a semana de cio do ômega, Baekhyun se encontrava aflito, achou que os sentimentos não eram seus e sim do beta já que agora os sentia pela marca, mas o teste de gravidez em suas mãos lhe dizia a verdade. Não que estivesse triste ou infeliz, pulou de alegria por trinta minutos, mas Kyungsoo estava demorando demais para voltar para casa. Cruzou os braços e fez um biquinho chateado, mas se assustou quando a porta foi destrancada e o moreno descalça os sapatos ao lado.

— Boa noite, amor... — disse sem olhar para o loiro ainda. Afrouxou a gravata e fitou o Byun, só então percebendo o biquinho em seus lábios fininhos. — Aconteceu alguma coisa? — sentou ao lado do ômega, este que nem ousou olhar para o moreno. Segurou ambas as bochechas macias e se aproximou, mordendo o pedaço de carne tão frágil. Baekhyun sorriu logo em seguida.

— Estava chateado com a sua demora.. — explicou. Trocaram um ósculo cheio de sentimentos e, quando se separaram, disse — Tenho uma coisa para te contar... — disseram em uníssono, ambos rindo da cara um do outro. — Você primeiro... — e, de novo, Kyungsoo fechou a mão em um punho, olhando atentamente para o ômega, que fez a mesma coisa. — Jô-quei-pô! — Baekhyun grunhiu quando viu que o beta lançou papel em sua pedra.

— Eu primeiro então. O consolo que eu criei e fiz o teste durante o seu cio de dois meses atrás, foi aprovado! Testamos em mais cinco casais de beta-ômega e foi um sucesso. — depois que o cio de Baekhyun acabou naquele dia, Kyungsoo ligou para a empresa que trabalhava, reportando uma nova inspeção em seu projeto, tanto que criou mais alguns para o teste e, naquele dia, foi a avaliação dos casais cobaias. O loiro pulou em cima do noivo, enchendo de beijos suas bochechas macias e selando novamente os lábios, afoito para contar a sua novidade. — E a sua novidade, qual é?

O ômega se ajeitou no colo alheio, sorrindo em seguida. Entrelaçou as mãos, sorrindo novamente ao perceber as alianças juntas também; aproximou ambas de sua barriga, logo desprendendo a sua e deixando só a do beta ali, para então olhar em seus olhos e notar a confusão. Demorou uns cinco segundos para Kyungsoo entender, mas a cartada final foi quando Baekhyun lhe entregou o teste de gravidez e sussurrou perto de seus lábios: — Vamos ter um filhote, meu amor..

Aug. 5, 2019, 2:41 p.m. 0 Report Embed 0
The End

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Projeto Abo Dream Olá, Dreammers! Nós somos o ABO_DREAM. Um projeto de fanfics do boy group EXO. Nossas fanfics são apenas do gênero ABO, hybrid e wolf. Atualmente nossa equipe tem 12 escritores dedicados a crescer o número de fanfics nesse tema que foi deixado de lado por um longo período. Nós temos conta também no Spirit: https://www.spiritfanfiction.com/perfil/abo_dream E no Wattpad: https://www.wattpad.com/user/ABO_Dream Nós também aceitamos plots: https://goo.gl/BNdVH5 Bjoos ^.~

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