O perigo oculto! Follow story

arielo Arielo K

Vegeta descobre algo terrível sobre Trunks e o expulsa de casa. O que será que Trunks fez? Após anos desse fato, acontece algo terrível com Vegeta. O que será que aconteceu com ele? Será que Bra convencerá Trunks a ajudá-los? Mas por qual preço? Será que Bra conseguirá passar por cima do que acha o certo para ajudar a sua família?


Fanfiction Anime/Manga For over 21 (adults) only.

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Armações do destino!


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Bra tinha 23 anos e estudava medicina veterinária na Universidade Tecnológica Tolivick, na cidade de Córdoba, na Argentina. No entanto, essa instituição de ensino superior era particular, por conta disso as mensalidades tinham um custo elevado, obrigando Bra a trabalhar como auxiliar de laboratório de pesquisas veterinárias no período vespertino da universidade, pois seus pais não ganhavam muito para mantê-la freqüentando aquele curso. Ela conseguia com todo o seu salário pagar 40% da mensalidade, fazendo com que seus pais bancassem o valor dos outros 60%, assim como também o seu material e livros. A vida de Bra não era fácil, pois ela e seus pais viviam fazendo sacrifícios para terem um futuro melhor.


Sua mãe Bulma Briefs era técnica de informática, trabalhava numa pequena loja de assistência técnica, que fazia manutenção de computadores e notebooks para empresas e público em geral. Enquanto seu pai Vegeta Sadalis trabalhava como caminhoneiro contratado de uma empresa, ganhando um salário fixo por mês e o caminhão que dirigia não pertencia a ele, mas ao seu empregador.


A casa em que a família Briefs Sadalis morava era modesta, ficava num bairro popular da cidade de Córdoba. O único automóvel que eles possuíam, era um Ford Escort 97, quatro portas, que só era usado em caso de necessidade, o carro já tinha vinte anos de uso, mas estava bem conservado.


**&**


Atualmente fazia primavera em Córdoba, as árvores floridas de jacarandá e ipê embelezavam a cidade, desde os bairros até o centro. A agitação de Córdoba começava já muito cedo, com vários veículos e ônibus circulando pelas avenidas e ruas, assim como também várias pessoas a pé, de bicicleta e de motocicletas. A cidade era enorme e possuía mais de um milhão de habitantes, por conta disso as ruas ficavam congestionadas, quase intransitáveis nos horários de picos.


Como sempre Bra se levantava bem antes de sua mãe, às cinco da manhã, para tomar um banho rápido, se arrumar e comer alguma fruta, para em seguida beber um café bem forte para conseguir ficar acordada a aula inteira. Quando o relógio de parede marcava quase seis da matina, a azulada costumava sair de casa e caminhar até o ponto de ônibus, onde sua amiga Lunch sempre a esperava, pois as duas faziam o mesmo curso na faculdade e costumavam ir juntas até a instituição. Ao contrário de Bra, os pais da loira tinham mais condições financeiras que os dela, mas conservavam a humildade. A mãe de Lunch era manicure num salão de beleza e o pai trabalhava como gerente de banco.


Chegando ao ponto de ônibus, Bra encontrou a amiga interdita com o celular, que ao perceber sua presença, lhe encarou e sorriu feliz.


- Bom dia, amiga!


-Bom dia e então qual é a novidade? Por que está tão feliz? – Questionou Bra enquanto olhava as mensagens no seu celular também.


- Você nem vai acreditar, meu pai vai me dar uma viagem para Paris quando eu terminar a faculdade, ele disse que já está guardando um pouco de dinheiro todo mês – Respondeu Lunch sonhadora.


- Que máximo isso, parabéns! No meu caso, eu nem sei o que os meus pais vão me dar quando eu me formar, isso não é importante, pois eles já estão me ajudando bastante nos estudos, isso já basta para mim – Falou a azulada.


- Não fale assim, amiga, quem sabe seus pais vão te dar algo legal também, eles só não lhe contaram ainda ou vão fazer surpresa!


- Eu não quero criar falsas expectativas...


- Então, vamos mudar de assunto, me fale sobre o gatinho que freqüenta o laboratório de veterinária toda quarta a tarde. Qual é o nome dele? Tem namorada? Você já chegou nele? – Questionou curiosa.


Bra deu um sorriso tímido e começou a contar para sua amiga, que o rapaz se chamava Broly e pelo que soube por alguns conhecidos, ele não tinha ninguém, era bem solitário. De repente o papo das amigas foi interrompido pela chegada do ônibus que estava lotado. As duas entraram no transporte coletivo e como não tinha onde sentar, elas ficaram de pé, espremidas entre um monte de gente, não dando nem de se mexer.


Após quase uma hora de aperto aqui e acolá dentro do ônibus, Bra e Lunch chegaram ao ponto de ônibus que ficava em frente à universidade e desceram com cuidado para não caírem e serem pisoteadas pelos outros passageiros. As duas amigas estavam com os corpos doloridos por terem de ficar muito tempo de pé naquelas condições, mas como precisavam daquele meio de transporte para chegar à instituição de ensino, elas não reclamavam muito.


Logo que atravessaram o estacionamento da faculdade, Lunch e Bra caminharam até a central de cópias onde precisavam pegar uma nova apostila da aula de microbiologia genética que tinha sido deixada pela professora para os alunos. Ao chegarem ao local, as duas logo ficaram na fila esperando a vez de serem atendidas, quando de repente duas de suas colegas de classe adentraram no recinto fazendo Bra ficar rígida, pois Marcarita e Ribriane viviam a humilhando por ela ser pobre e não ter dinheiro igual a elas. Sempre que podiam faziam comentários depreciativos sobre ela, que tentava ignorar, porque não queria brigar, pois além de estudar na universidade também trabalhava.


- Bra querida se caso você precisar de doação para pagar a apostila podemos pedir para a nossa turma. Eles são de boa, já que sabem de sua situação! – Falou maldosa a platinada.


- Nós podemos ser as primeiras a te ajudar se você quiser! Quem sabe sobre um pouco do dinheiro doado pra você fazer um lanche decente na hora do intervalo – Completou a esverdeada com uma risadinha de escárnio.


- Caladas suas debochadas e preconceituosas! Deixem a Bra em paz! – Vociferou Lunch indignada.


- Mas nós só estamos falando a verdade, ela nem deveria estar freqüentando uma faculdade como essa, deveria estar freqüentando medicina veterinária na universidade pública, mas pena que só tem esse curso gratuito em Buenos Aires, e ela não tem dinheiro para morar lá – Argumentou Marcarita com desdenho.


- Bra... vamos até a diretoria fazer uma reclamação sobre essas duas asquerosas! – Sugeriu Lunch puxando a amiga pelo braço até um canto, um pouco longe de suas colegas.


- Amiga, não vai adiantar isso, eu já denunciei elas para o diretor de centro, só que não deu em nada, sabe por quê? Ribriane é filha de um empresário de uma grande rede varejista da cidade, tem vários supermercados espalhados por aí. E Marcarita, o pai dela é dono da maior boate da cidade, assim como também de uma casa de show e eu sou apenas a filha de uma técnica de informática e de um caminhoneiro. Mesmo que as duas estejam sendo rudes e maldosas, quem iria ficar ao meu favor e contra elas?


- Bra, não se diminua, você tem tanto direito de estudar aqui como elas! Você é inteligente, um ser humano maravilhoso e não pode se deixar ser ofendida assim! Agora cabeça erguida e ignore aquelas duas acéfalas! – Incentivou a loira, fazendo Bra sorrir e voltar para fila junto com ela.


**&**


Nesse mesmo instante, Trunks estava em seu escritório lendo alguns relatórios de seus gerentes do tráfico de drogas que atuavam em toda a cidade, como também de suas empresas licitas que lavavam o dinheiro que ele ganhava com as drogas e prostituição, a maioria de seus patrimônios eram boates e lojas de roupas chiques, salve algumas exceções.


Um pouco cansado, Trunks se levantou de sua cadeira e se aproximou da janela, da onde avistou uma mulher cuidando de uma criança, ambos estavam felizes, subitamente aquela cena o fez se lembrar de sua mãe e de como ele foi parar ali. Naquela época, ele tinha 22 anos e foi expulso de casa por seu pai, logo que ele descobriu o seu verdadeiro trabalho, que era junto de um grupo criminoso que orquestrava a venda de drogas pela cidade e também para fora do país. Sua namorada era filha do chefe da organização, o que lhe dava uma posição privilegiada em todo o grupo. As palavras que seu pai usou naquele dia, quando o mandou embora de casa ainda estavam vividas em sua mente: “Você não é mais o meu filho, é a escória da sociedade, um bandido, tenho vergonha de você! Vá embora antes que você corrompa sua irmã pequena!Nunca mais volte aqui” Agora, no tempo presente com 38 anos de idade, ele ainda se lembrava que sua mãe tentou defendê-lo, mas em vão, pois seu pai não mudou de opinião, então ao vê-lo indo embora ela apenas chorou bastante, o olhar de desespero e tristeza eram evidentes em seu rosto.


Após aquele dia, Trunks nunca mais procurou sua família e decidiu romper os laços, por um tempo ele fez isso, no entanto alguns anos depois quando soube que a loja em que sua mãe trabalhava iria ser vendida e provavelmente ela ficaria desempregada e dependente financeiramente de seu pai, que com certeza a privaria de muitas coisas. Ele resolveu em segredo comprar o lugar e deixou o antigo dono como uma figura decorativa, enquanto quem administrava tudo era ele e com isso a loja continuou atuando no mercado. De repente aquelas lembranças dolorosas foram interrompidas pelo som do celular que estava em cima da mesa, que fez Trunks suspirar e atendê-lo chateado ao ver quem era.


- O que foi agora? Qual é o problema? – Perguntou impaciente.


- O sacana do Senhor R furou com a gente novamente, o que você quer que a gente faça com ele? – Pediu a morena séria.


- Apague o desgraçado! E depois mande o pessoal se livrar do corpo de uma maneira especial, aquela que gente sempre usa para otários como ele! – Ordenou frio o arroxeado.


- Considere feito! – Anuiu Mai fazendo um gesto com uma das mãos para Nappa e Turles, que sorriram, pois sabiam o que ela tinha mandado fazer.


- Assim espero, pois eu não quero a policia de novo no meu pé! E outra coisa, vê se descarta esse seu celular, mulher! Você já está usando esse mesmo número há duas semanas, se livre imediatamente dele! – Falou Trunks ao mesmo tempo que se aproximava de um triturador de papéis e plásticos duros que ficava em um dos cantos de sua sala.


- Desculpe pelo deslize, o farei imediatamente – Sussurrou a morena ao marido.


- Ótimo! Agora vou terminar algumas coisas aqui... – Declarou antes de encerrar a ligação.


Após falar com sua esposa, Trunks decidiu também se livrar de seu telefone móvel, então ligou o triturador e depois tirou o chip de seu celular para então jogá-lo no triturador, assim como também fez com o aparelho. Logo em seguida voltou a sentar-se em sua mesa para terminar de analisar mais alguns relatórios. E assim, algumas horas se passaram, e o arroxeado somente parou o que fazia, quando seu relógio de pulso disparou um alarme, o avisando que já era meio dia, então se levantou da mesa, guardou todos os papeis que tinha numa gaveta e saiu da sala.


**&**


Enquanto isso, bem longe de Córdoba, na cidade de Rosário, Vegeta encontrava-se no pátio de uma empresa acabando de carregar em seu caminhão uma grande carga de açúcar, que tinha como destino uma rede de supermercados de Córdoba. Foi quando de repente, Vegeta começou a sentir uma dor muito forte na cabeça, seguida de uma tontura e um formigamento no braço esquerdo.

- Alguém me ajude! – Pediu Vegeta próximo a dois carregadores e um supervisor de venda, que o acudiram, antes dele perder o equilíbrio e cair no chão.


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Continua

June 29, 2019, 5:51 a.m. 0 Report Embed 0
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