Long Time no See Follow story

ya-young1554031536 Ya Young

Um assassino que tem tempo para escrever romances esse é Aomini Daiki. Um fã que ama romances que no tempo livre é assassino esse a Kagami Taiga. Baseado no filme/ Drama: Long Time No See 롱타임노씨


Fanfiction Anime/Manga For over 18 only.

#taiga-kagami #aomine-daiki #aokaga #knb
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Sangue

Minha adaga cortou fácil a jugular do homem a minha frente o outro se distanciava incrédulo com agilidade que tenho com os pulsos, ele foi ao chão colocando as mãos a sua frente em sinal de suplica para não terminar o que comecei me abaixei e segurei seu colarinho cravando rápido a adaga em seu pescoço.

Limpei minhas mãos, arrumei minha roupa e sai daquele lugar caminhei meio sem rumo, meu mundo e de cor vermelha há muito tempo desde quando fui adotado por um líder mafioso e fui treinado desde cedo para manipular armas frias e me adaptei muito a adaga, que virou uma extensão do meu corpo.

A dor no corpo e as marcas dos golpes surgirão no dia seguinte, me escondi em meu apartamento me jogando no sofá,fiquei ali por uma meia hora, levantei meio sonolento e fui para o quarto ao lado para me concentrar nos novos capítulos do meu mais novo romance algo sobre um jogador de basquete que se vê apaixonado por seu rival nas quadras.

Desbloqueie o celular e pude ver três novas mensagens do meu fã numero um "Tigre Branco" querendo marcar um encontro para num futuro próximo poder me ligar mais aos meus outros fãs.

Aomini- Preciso de um café. - coloquei meu casaco e fui para o restaurante mais próximo.

O local estava pouco movimentado ele se sentou perto da janela, quando uma cabeleira no tom vermelho se aproximou esperando Daiki fazer o pedido.

Taiga- O mesmo de sempre?

Aomini- Hai, mas quero um bom café antes.

O rapaz foi para trás do balcão trazendo uma xícara bem cheia de café e alguns bolinhos, seguiu para os fundos anunciando o pedido para sua irmã, voltando logo em seguida para atender um casal que havia entrado, depois de comer os bolinhos e o café o moreno recebeu seu prato de curry e uma cerveja bem gelada.

Aomini Daiki não deixa de ir um dia se quer naquele restaurante com pouco luxo mais uma comida excelente feita pelo rapaz que mora com sua irmã mais velha que cuida muito bem do rapaz.

Aomini pagou a mais pelo prato só para ver o menino a sua frente reclamar e ter que aceitar a gorjeta, algo naquele rapaz atraia os olhares do mais velho. Aomini voltou para casa tomando um banho quente e se deitando no colchão macio, no seu sono os olhos cor vermelho do rapaz o perseguiam, acordou suado e com uma leve ereção.

O celular tocando o tirou daquele êxtase que se encontrava, um novo local e alvo foram lhe ordenados levantou se vestiu e com uma sede se sangue foi para o tal lugar, sua adaga estava faminta por um pouco de sangue e não demorou em se saciar colorindo a parede branca de vermelho.

7 da manhã e o corpo se arrastava para seu apartamento no caminho passou pela farmácia e na saída seus olhos num tom azul escuro se encontraram com o tom rubi do rapaz do restaurante, uma dança começou os dois iam pro mesmo lado sem conseguirem dar espaço para o outro passar.

Taiga- Pode ir.

Aomini- Obrigado.

O celular do mais novo tocou e ele correu na direção do restaurante, Daiki só queria uma cama para aliviar a dor dos socos que levou.

Taiga povs

Olhei pela segunda ou terceira vez a tela do notebook ansioso para confirmação do local do meu encontro com "Pantera negra" pseudônimo do meu escrito favorito mais não tinha nada, segui para o banho e quando retornei meu coração disparou horário e local estavam bem ali naquele e-mail, eu nem podia acreditar daqui a dois dias eu encontrarei meu escritor favorito.

Dois dias depois

Mordi o lábio olhando aquele prédio enorme, entrei passando pelo hall que mantém a modernidade e o classicismo unidos na arquitetura, caminhei lento até a entrada do restaurante, quando cheguei à porta passei por aqueles olhos azuis tão vibrantes, o outro passou apresado que nem notou minha presença ali.

Meu celular dele tocou e meu sorriso morreu um pouco o cancelamento do encontro me deixando muito chateado, voltei para o restaurante que fechou mais cedo, pois minha irmã não está muito bem, a deixei subir na frente já que nossa casa é encima do estabelecimento, quando terminava de trancar o local uma mão firme pousou sobre meu ombro dando- me um susto.

Aomini- Desculpe-me não quis te assustar.

Taiga- Tudo bem, seu rosto esta sangrando. - Aomini passou a mão nem tinha percebido.

Taiga- Vem eu te ajudo- Aomini resmungou de dor quando teve o ombro tocado. - Vou te ajudar te levo pra casa.

Os dois caminhavam lado a lado, Taiga queria iniciar um dialogo mais nada ocorria foi quando mencionou ter visto ele mais cedo e que estava lá naquele lugar para conhecer um escritor, Daiki parou pendeu a cabeça para o lado procurando o celular no bolso discou rápido os números e viu que o celular do outro começou a tocar e vibrar no bolso.

Taiga olhou incrédulo o mais velho que ainda mantinha o celular na mão, Aomini puxou o rapaz para seu apartamento, o lugar escuro era perfeito Daiki prendeu o corpo do mais novo a porta beijando o pescoço do mesmo, andavam batendo os corpos na parede enquanto tentavam chegar ao minúsculo sofá.

Os corpos cairão ali e uma mistura de prazer e desejo percorreu os dois, as roupas foram sendo tiradas em meio aos beijos e alguns chupões, Taiga viu no que se metera e só conseguiu soltar um "Eu vou quebrar" olhando para o tamanho do membro do mais velho.

Aomini mordeu os lábios e começou a manipular aquele buraco quente em que se afundaria um dedo depois outro sentido o calor naquele lugar ouvindo os gemidos roucos do mais novo, seus olhos se encontraram com os dele, Taiga relaxou mais e Aomini pode sentir e pode afundar-se naquele corpo.

As estocadas rápidas e fortes os gemidos, os corpos tortos entre os moveis da sala mostravam a necessidade que um nutria pelo outro.

Aomini povs

Acordei estralando o corpo fazia tempo que não dormia assim tão relaxado coloquei apenas uma camisa deixando à aberta e fui para a cozinha faz um tempo que não utilizo aquele cômodo, coloquei a água para esquentar quando sinto uma mordida em meu ombro.

Taiga- Doce.

Aomini- O que?

Taiga- Você é doce.

Não resisto o sento na mesa afundando meu rosto naquele pescoço sugando aquela pele branca de quem não pega sol, ele entrelaça suas pernas em mim aranhando as minhas costas.

Aomini- Hora do leitinho.

Taiga sugava com vontade que preencho sua boca com meu gozo olho para o fogão e vejo a chaleira morrendo já sem água, o mando pro banho desligo aquilo e antes que pudesse fazer companhia pra ele meu outro celular toca mais um local mais uma vitima.

Meu passo fica lento enquanto me dirijo para o banheiro queria passar o dia ali só eu e ele, o mesmo já se vestia quando chego, disse que precisava sair, pois sua irmão ligou e ele tinha que ajudar no restaurante.

A noite fria e escura me encobria do meu alvo um líder de uma máfia vizinha que tentava se instalar por ali, o velho gordo sai de dentro do carro acompanhado de quatro seguranças o elemento surpresa é a minha vantagem, o local escuro também, minha adaga quer brincar.

Elimino os quatro facilmente e quando parto pra cima do bolha uma katana me impede de furar os olhos do gorducho, o corpo forte encoberto por uma mascara me impedia de ver quem conseguiu me parar. Ele larga a katana e puxa uma adaga me desafiando para uma luta uma eletricidade me percorreu fazia tempo que não tinha alguém ao meu nível.

Seu primeiro movimento atingiu o meu rosto me cortando em um movimento rápido rasguei sua camisa na altura do peito pude ver o sangue escorrendo, o gorducho ia entrar no carro e se mandar, consegui quebrar o vidro e enfiar a katana no peito do motorista.

Aomini- Espera já estou terminando aqui.

O cara queria fugir mais só consegue se urinar nas calças sou tirado dessa visão perturbadora por o mascarado, que conseguiu cortar o meu pulso que agora ardia mais que o do rosto, ele se aproxima a passos lentos e com essa proximidade consigo puxar sua mascara e o que vejo me perturba muito.

O capuz cai revelando ainda mais o rosto daquele que lutava comigo Kagami Taiga o garoto que eu passei a nutrir alguns sentimentos é um assassino como eu? Meu corpo foi ao chão tudo girava as informações não eram processadas, ele me abraçou o calor dele me trouxe de volta.

Foi ali que pude ver o velho erguendo a katana para machucar nós dois joguei minha adaga como se fosse uma kunai acertando o peito fazendo ele cai por cima da katana e afundando mais aquele metal nele.

Abracei mais o Kagami, os nossos corpos foram ao chão queria ficar ali sentindo aquele peso tão bom junto com o calor acolhedor daquele corpo, saímos dali deixando tudo para trás, bom nem tudo agora somos uma dupla a melhor dupla de assassinos que essa cidade já viu.

June 23, 2019, 2:52 p.m. 0 Report Embed 0
The End

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