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indrakimura Amaterasu '

Ele é um pecado, um mar de tentação. O único capaz de me fazer sentir completo e ao mesmo tempo querido, apesar de ás vezes ausente Kakashi foi o único a se manter ao meu lado! Me dando doses de desejo e tentação!


Fanfiction Anime/Manga For over 21 (adults) only.

#yaoi #lemon #kakashi #obito #ObiKaka
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Dose

Tentação – Dose.

Uchiha Obito

Rússia, Moscou.

09 de Janeiro de 2010.

Respiro fundo, olho para o fundo mais uma vez para ter a certeza de que ele já chegou, meu coração está a pulsar mais rápido, sinto que irei enfartar! Mais é só o meu corpo ansiando pelo do dele, pelo calor de irradia de sua pele, pelo cheiro de cigarros e bebida que o preenche o ambiente em que, todas, as noites nós nos nossos encontros.

Ele é um dos clientes da boate em que trabalho, no começo eu tentei tratá-lo de forma fria e indiferente, da forma mais profissional possível. Ele é somente um cliente e eu um funcionário que trabalha meio expediente como barman em uma das inúmeras boates existentes em Moscou. Seu gosto por bebidas é bem comum – para um russo –, suas principais misturas têm como principal vodca e às vezes tequila, creio que a vodca é o normal da maioria dos russos, somente a tequila que eu não compreendo. Apesar de essa ser a minha bebida favorita.

Ri soprado ao me lembrar da vez em que ficamos pela primeira vez, uma dose de vodca e uma rodada de tequila, fiquei levemente alterado ao tomar as duas bebidas quase que puras; uma palavra indevida e o primeiro passo por parte dele, foi só um
simples beijo, que acabou com uma mão apertando a minha bunda e com a minha lhe invadindo as calças e apertando o sexo do mesmo por cima da peça cinza.

As minhas calças sumiram do meu corpo com rapidez e precisão, risadas eram dadas por mim que se encontra anexo a tudo o que estava a acontecer, e do que iria acontecer logo em seguida.

O cômodo não parece suportar a estatura de nossos corpos, a porta foi fechada com dificuldade, as paredes frias e o ambiente gelado parecem ter elevado a sua temperatura de forma rápida enquanto com urgência explorávamos os corpos um do outro.

O banheiro dos funcionários ficou ainda menor quando os dedos do mesmo me invadiram, o primeiro dedo a entrar em minha entrada foi seu indicador, sendo seguido pelo do meio, entrando e saído de forma lenta, se abrindo e fechando em meu interior. Lágrimas se acumularam na lateral de meus olhos, minha boca abriu e fechou no momento em que o mais alto me enfiou um terceiro dedo, o seu sorriso era sacana, enquanto eu ofegava e lhe agarrava a blusa de malha com força.

Aquilo dói, apesar de uma parte minha sentir prazer ao sentir os dedos frios entrarem em meu interior e se moverem de forma ágil e precisa em meu interior. Isso é tão bom.

Suas principais falas eram para que eu relaxasse, para que eu não focasse na dor e que curtisse o momento. Faço um sinal positivo, mas o retirar e o penetrar do dedo fez com que um gemido alto escapasse; a risada por parte do Hatake fez com que um estranho calor me dominasse.

Rebolo sobre o sexo do homem, que diz para que eu não o provoque, para que eu não o atice. A ereção do mesmo estava a roçar na minha, a me deixar com a face corada e com os olhos cerrados, com a mão livre o homem simplesmente abriu o zíper da calça negra, meu uniforme se encontrava com os primeiros botões abertos e com as minhas calças abaixadas, enquanto me mantenho sentado em seu colo.

Os dedos gelados do mesmo seguraram o meu membro com força, o apertando e o movimentando com lentidão. O sexo do mesmo foi de encontro ao meu no momento em que o mais velho o liberou do confinamento que era o box. A rigidez do mesmo fez com que a minha boca salivava, senti forte desejo de colocá-lo em minha boca, somente para lhe dar prazer, apesar de que o homem está a me impedir de fazer tal coisa.

Por debaixo da máscara o mais velho estava a sorrir, com os dedos trêmulos eu comecei a abaixar a máscara do mesmo. Sua face se encontrava levemente avermelhada por conta do álcool, os lábios do mesmo me pareceram tão tentadores, como se eles tivessem sido desenhados perfeitamente para mim, como se desse um encaixe perfeito meu.

O beijo que demos a muitos atrás foi completamente deletado de minha memória no instante em que a máscara foi colocada, no momento que o rosto dele voltou a ficar ocultado pelo tecido negro.

Um beijo calmo e lento, o gosto de tequila rapidamente se misturou ao da vodca em sua boca e se fundiu ao do sabor do limão que usei para tomar a minha rodada e ao sal, sinto que a essência do cigarro do mesmo também se fundiu.

Ah como eu estou a gostar da mistura que está a fazer em nossas bocas, da sensação que é beijar o homem a minha frente. Seus dedos por breves segundos pararam de me tocar, o trabalho que ele estava a fazer em nossos sexos também cessou. Ele se encontra focado no nosso beijo que aos poucos está a se tornar algo longo, de forma involuntária começo a mexer meus quadris, instigando o homem a terminar o que estava a fazer.

Um gemido sofrido escapa de meus lábios, um tremor invade meu corpo quando novamente sinto os dedos do homem entrarem em meu ser. O membro pulsante do mesmo se encontra com sua glande avermelhada e levemente inchada, o meu não se encontra diferente, todavia com uma breve diferença... sinto que se o mesmo me tocar novamente acabarei por ter o meu primeiro d'leite.

Ele me diz para me segurar, pois ele não quer eu goze somente com isso, somente pelo fato dos dedos longos e gélidos do mesmo estar a preparar em minha entrada.

A língua do mais alto passa de forma provocativa em seu lábio inferior e logo em segunda dando uma mordida. Imitei seu gesto, todavia a boca do homem se dirigiu ao meu mamilo esquerdo, os dentes do Hatake estão a morder com força a ponta das minhas auréolas acastanhada. Tampo a boca para evitar que os sons altos produzidos por meu corpo aumentem. Meus dedos estão a segurar com certa força as coxas um tanto grossas do acinzentado.

Ele me pede para ficar em silêncio, a voz saiu rouca, baixa em um tom grave. Isso foi o suficiente para que os pelos de meu corpo se arrepiasse, para que eu sentisse o meu interior se contrair.

O direito ganhou uma mordida dolorosa e ao mesmo tempo prazerosa, para rapidamente começou a suga-lo, puxou com delicadeza os cabelos cinza do homem, quanto rebolo sobre o membro ereto do mesmo. Ele geme, enquanto mordo minha mão na expectativa de continuar em silêncio.

Meu momento de pausa acabará em breve, mas temo pedir para que ele vá mais rápido e acabe por parar na metade do caminho. O chamo de forma carinhosa anúncio que necessito sentir o membro do mesmo dentro de mim.

Peço para que ele me foda, com certa vergonha que ele o faça de forma rápida, pois tenho que voltar para ao trabalho.

– Quanto tempo? – agarro o pulso do mesmo e forço um pouco a minha vista para poder olhar melhor o relógio em seu pulso.

– Acho que dez minutos. – digo não muito confiante.

– Vai ser mais que o suficiente! – ele se pronuncia com a voz grave, os lábios vermelhos e inchados fez com que eu novamente mordesse o lábio inferior e segurasse o ar por breves segundos.

Esse homem é um pecado, digno da luxúria e da inveja.

O acinzentado parou o que estava a fazer, fazendo com que eu levantasse e ficasse sobre a tampa do sanitário, com as pernas abertas e devidamente preparado; eu esperei que ele colocasse o preservativo que se encontra em seu bolso traseiro, quase como se ele soubesse o que aconteceria, apesar de eu querer crer que ele é somente um homem prevenido.

Seu dedo indicador se encontra em minha boca. O homem manda que eu o chupe, mas não o morda, enquanto aos poucos o sexo do maior ia entrando. No instante que o mesmo entrou por completo eu senti, novamente, os pelos de meu corpo se arrepiarem. Sendo seguido por uma breve dor e ardência, que logo foi trocado por uns míseros segundos de vazio, que rapidamente foi esquecido quando de forma bruta ele voltou a entrar e a sair.

O sexo do mesmo roçou entre os meus testículos e a minha entrada, que parecia se contorcer enquanto o homem parecia brincar com a minha região íntima.

Suspiro pesado quando o dedo do mais velho começa a instigar a minha língua, o entrar e sair de mim está a ficar mais rápido, apesar das estocadas serem cada vez mais prazerosas, há momentos que acho que irei partir. Que a minha mente irá se
quebrar e que me tornarei uma casca que só sabe pensar em prazer, em sexo.

O acinzentado tira o dedo de minha boca, colando assim nossos lábios, segurando a minha cintura com força, fazendo com que a posição do nosso corpo se invertesse.

Encontro-me com a mão apoiada na parede, com o corpo vacilante e com o Hatake a me penetrar com certa força, em certos minutos eu sinto que as minhas energias irão se esgotar e que irei ir de encontro ao chão, contudo, os braços que estão a me rodear
certamente irá impedir que eu vá de encontro ao piso creme do chão.

Mordo o lábio com força no momento em que sua mão direita abocanha o meu membro fazendo com que breves espasmos me dominem, aos poucos sinto o meu corpo perder a força.

O meu ponto de prazer é acertado, aperto o meu punho com força contra a parede gasta do banheiro. Não consigo me segurar, uma quantidade satisfatória de sêmen acaba por sair, sujando assim a parede e um pouco do chão da cabine em que estamos.

– Aguenta mais um pouco, eu estou quase lá. – sinto oque corpo ceder um pouco, mas ao escutar as palavras do platinado acabei por concordar, lutando assim para me manter em pé. – Você é um bom menino, o meu menino preferido...

– Kakashi!

– Calma baby, só mais um pouco, eu estou quase lá. – seus braços voltaram a rodear a minha cintura, puxando o meu corpo para mais perto do seu. Prendo o ar quando eu o sair e voltar a entrar de forma rápida.

Um gemido rouco é escutado por mim no instante em que o mesmo gozou.

Podemos dizer que eu difícil irei esquecer essa noite, sendo sincero mesmo depois de mais de um ano eu ainda não me esqueci dela, todas as noites eu me lembro dessa noite com extrema perfeição.

Gosto de transar com ele, apesar da maioria das vezes acontecer comigo dentro do banheiro. Quem fica por baixo
ou por cima e escolhido no calor do momento, ontem fui eu mais na semana passada foi ele.

Limpo o balcão de forma lenta, já está quase na hora de fecharmos e nada do mesmo aparecer; afinal o que eu queria, ele não disse nada que compareceria hoje, fui eu quem começou a criar expectativa e a alimentar essa ilusão.

– Droga!

– Por que está xingando? – assusto ao ver Kakashi parado a minha frente, sem a sua costumeira máscara e com suor a escorrer pelo seu rosto. – Eu saí do aeroporto e vim direto pra cá!

– Não sabia que estava a viajar. – viro de costas, tento fingir que não o esperava, que eu estava somente a preparar uma bebida qualquer para me distrair. – Deseja beber alguma coisa?

– Sim.

–Vodca?

– Não! – ele dá um meio sorriso. – Eu desejo outra coisa. – consigo sentir a malícia em sua voz.

– O que seria?

– Eu te chupando.

– Não diz isso em voz alta. – me viro para ele, o homem está a ostentar um sorriso sacana em sua face. – Não acredito que você disse isso...

– Só pra você me olhar nos olhos? Sim, mas eu não estou a brincar quanto eu estou com desejo que você me coma e
que eu tô louco pra te chupar.

Coro, abaixo a cabeça por breves segundos, olho para o relógio em meu pulso.

– Então, o que você quer que eu faça com você hoje à noite?

– Só que me faça seu essa noite e na próxima que vier!

– É seu eu me recusar? – rebato, afinal eu não sou tão fácil assim, apesar de que quando o assunto é ele me controlar e um tanto difícil.

– Não irá recusar.

– Como sabe?

– Eu conheço você, conheço o seu corpo, sei o que te agrada e nesse momento a única coisa que você quer é eu gemendo o seu nome, enquanto você me fode no banco do meu carro.

– Não vai ser no banheiro?

– Não, quero ser seu hoje, mas de um jeito diferente... então vai recusar essa tentadora oferta de me foder no banco do meu carro?

Droga, odeio esse homem! Filho de uma puta que sabe como me prender, como me fazer refém, a sua falta de vergonha para certas coisas e até mesmo os seus estranhos hábitos me deixam presos a ele.

Suspiro pesado no momento em que percebo uma ereção se forma entre nas minhas pernas, bastou eu escutar o som de sua voz dizendo que quer eu transe com ele para que eu fique assim.

Merda de nada adianta me fazer de forte.

– Sei que você estava me esperando. – ele acende um cigarro. – Por isso corri o quanto eu pude para vir de ver, afinal só você sabe fazer direito a minha batida de vodka com limão. – ele sorri amarelo, sei o que ele quis dizer.

Filho da mãe sacana, meu filho da mãe.

– N-não estava não.

– Estava sim. – ele ri. – Mas refazendo a sua pergunta, o que você deseja fazer comigo essa noite?

– Te foder até você dizer que não aguenta. – posso ver seus dentes brancos aparecerem, sua gravata foi afrouxada e seu corpo deu uma leve jogada para trás.

Seus dedos longos jogaram os fios cinzas para trás, dando assim uma visão perfeita do rosto do homem. Prendi o fôlego, ele nunca reclamou de minhas cicatrizes ou de meu olho cego, pelo contrário adora afirmar o quanto eu fico lindo com elas.

O vagabundo além de lindo e romântico.

– Então melhor se preparar, pois eu não sou de me cansar fácil, pelo contrário sou bem resistente.

Eu amo esse homem.

May 10, 2019, 1:20 a.m. 0 Report Embed 119
The End

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Amaterasu ' Ela queria ser um arco-íris, por isso desejei ser o céu atrás dela.

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