Teaching The Alpha Follow story

lan_chanhy Lan_ ChanHy

Sehun era um alfa tímido e inexperiente, e Luhan, seu ômega, decide lhe ensinar como fazer aquilo direito. | HunHan | ABO | Sehun!Alfa | Luhan!Ômega | Leve Crossdresser | Presente de aniversário <3


Fanfiction Bands/Singers For over 21 (adults) only.

#pwp #Sehun-Inexperiente #blowjob #rimming #Luhanômega #SehunAlfa #hunhan #yaoi #exo
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Presente de Aniversário de Namoro

+ Oie gente, tudo bem?


Seguinte, sendo direta, feliz aniversário atrasado Malu, te desejo vários parabéns e esse monte de coisa de coisinhas boas, você é um anjinho na minha vidinha ❤.


Me perdoe pela demora, mas eu fiz de coração tá? Espero que você goste e que eu não tenha mandado mal nessa kkk (É bom ter uma amiguinha que shippa hunhan pra gente fazer fanfic pra ela nhenhenhe)


Queria agradecer a linda pessoa chamada @baaekhy pela linda capa, não ficou uma gracinha gente? Obrigada amorrr <3


(Você é o meu xodózinho tá?)


Boa leitura




***



Eles seconheceram através do irmão mais velho de Sehun, Junmyeon, que, por um acaso, era o melhor amigo do menino novo e estrangeiro, Luhan. No começo, a convivência entre eles era estranha, talvez porque Sehun não conseguia entender exatamente o que o chinês carregado de sotaque queria dizer, ou talvez pela sua própria timidez. Quer dizer, se dependesse de Luhan, eles já seria os melhores amigos do mundo, claro, afinal, ele sempre fora muito extrovertido e comunicativo, mas era estranho tentar interagir com um menino sempre tão tímido como Sehun.


Bom, o importante era que, após vários meses de contatos não tão confortáveis e Junmyeon como um meio termo, eles finalmente começaram a criar a primeira fagulha deamizade. Na época, Sehun tinha apenas treze anos, enquanto Luhan, quinze. Okay que a diferença de idade era um tanto grande, mas, para quem olhasse de longe, poderia supor que ambos tinha a mesma idade, ou até que Sehun era mais velho que Luhan.


Ah, vamos, não era culpa de Sehun.Ele sempre fora alto e comprido, talvez por ser um alfa ou algo assim. Todos, sem exceção, que lhe olhavam, ficavam impressionados com sua idade, alguns até mesmo lhe importunando e não acreditando quando ele dizia quantos anos tinha.


Luhan, por outro lado, sempre fora baixinho e com cara de bebê, mesmo após atingir a maioridade, também talvez pela sua classificação, ou sei lá o que. Ele meio que gostava disso, de ser fofinho e tal, mesmo que fosse meio incômodo, principalmente quando uma pessoa inconveniente vinha lhe encher o saco ou algo assim. Apesar disso, era gostoso sentir os seus amigos lhe apertando o rosto e dizendo sempre o quão bebezinho ele era, ainda mais se um desses amigosfosse Sehun.


O relacionamento deles só começaraalguns anos depois, e era uma história engraçada, mesmo que não viesse ao caso. O importante era que, na época, Sehun ainda tinha dezessete anos, enquanto Luhan já havia completado os seus dezenove. O relacionamento deles foi fofo, apesar de tudo, um romance puro e -praticamente - livre de segundas intenções.


Era algo como um combinado mudo entre eles; Sehun ainda era menor de idade, um adolescente, fazer aquilo, com Luhan sendo um adulto, era proibido, um crime, mesmo que eles fossem namorados. Por causa disso, o tema sexo fora um tabu durante os dois primeirosanos de relacionamento, eles se limitando a beijos doces, carinhos e abraços, no máximo. Aquilo não era ruim, longe disso, masLuhan admitia estar com saudades de fazer sexo, de ser fodido e tocado.


Oh, ele não podia nem pensar nisso que já se sentia quente...


Fora por isso que elebolara aquela surpresa, aquela suja surpresa. Tipo, Sehun tinha acabado de completar os seus dezenove, um adulto perante a lei, e a data coincidira com o aniversário de dois anos de namoro deles.


Era um situação perfeita.


Por causa disso, Luhan se arrumara, inteirinho.Tomou um banho longo, retirou os poucos pelos que tinha, se hidratou e se perfumou. Secou ocabelo e se vestiu com um lingerie bonita, até delicada, com uma calcinha de renda branca e fina, mas apenas isso. Sexy mas delicado.


Ele gostava de sensação.


Quando terminou, se deitou na cama, na sua casa mesmo, apenas esperando que o seu doce alfa chegasse. De certo modo, Sehun ainda morava com seus pais, mas passava tanto tempo ali que a casa era praticamente sua também.


E ele esperou, por poucos e longos minutos, ansioso e excitado, o simples pensamento do que eles iriam fazer sendo o suficiente para fazer seu pau preso pulsar e sua entrada vazar lubrificante natural. Uma parte sua sabia que Sehun ainda era virgem, inexperiente, o pensamento de queteria que ensinar Sehun como foder direito o deixando ainda mais excitado.


Ele seria um professor tão bom...


Foi por isso que, quando o alfa chegou na sua casa, já chamando seu nome enquanto fechava a porta, que ele teve que engolir um gemido, se arrumando na cama e respondendo o alfa, tomando o cuidado para soar manhoso e doce, como sabia que Sehun gostaria. O disse para vir ao quarto, que estava lá, lhe esperando.


Finalmente...


E, quando Sehun ligou a luz do cômodo escuro, ele sentiu seu coração querendo escapar do seu peito, pois, ali estava Luhan, deitado e aberto, cabelos macios jogados na cama e corpo praticamente desnudo, vestido com apenas uma calcinha de renda apertada e frágil, deliciosamente apertado naquela peça fina. No entanto, era apenas aquilo, apenas aquilo e mais nada, o tronco esguio estava completamente descoberto, os mamilos rosados e eriçados, como se Luhan tivesse passado os últimos minutos com eles entre os dedos - o que ele realmente fez -e ele estava vermelho, quase como se estivesse com vergonha.


— L-Luhan? — Embasbacado, ele chamou o ômega, que lhe olhou, malícia escorrendo, enquanto sorria, se abrindo e se mostrando para o alfa.


— Sehun... — Ele chamou, ronronando, apertando a coxa da cama, o tecido macio se curvando contra seus dedos, enquanto ele sorria. — Você finalmente chegou.


— O que é isso? — Sem entender, ele teve que perguntar, mesmo que uma parte sua soubesse o que tava rolando ali, um canto da sua mente se animando com aquilo.


— Seu presente, alfa. — Simples, ele respondeu, se sentando e chamando Sehun com a mão, e o jeito que ele lhe chamou, aquela voz macia e doce, quase gemendo o apelido...


Sehun iria enlouquecer.


— Meu presente...? — Exitante, ele foi até onde o ômega estava, se ajoelhando na cama, enquanto perguntava, vendo-o sorrir ainda maior, mais sujo.


— Uhum... — ronronou, suas mãos fofas lhe segurando, pelos braços, apertando os músculos que o alfa tinha ali. — Sabe, Sehun... Nós já nos conhecemos a tanto tempo, e namoramos há dois anos já...— começou, como quem não quer nada, lentamente puxando o outro para perto.— Acho que já está na hora, hm? De apimentar as coisas...— sussurrou, malicioso, e Sehun sentiu um choque elétrico atravessar seu corpo.


— Você está querendo dizer...?— Antes que ele pudesse terminar, Luhan assentiu, quase como se não fosse nada.


— Sim, amor, nós dois já somos de maior, namoramos há tanto tempo... Acho que já está na hora, hm? Eu estou tãoansioso.— Ele quase gemeu, arrastado, ainda lhe tocando e lhe apertando, manhoso.


— E-eu...— Sem saber o que dizer, Sehun fechou os olhos, franzindo o cenho, e o ômega viu naquilo uma deixa para que ele puxasse-o completamente, o fazendo se deitar por cima de si, as pernas abertas de Luhan dando um espaço para ele se acomodar lá.— Luhan! E-eu...— Sem saber o que dizer, ele apertou os olhos com mais força, vermelho e envergonhado.


— Eu...?— Meio preocupado, ele perguntou.— Você não quer?— Ele tentou não deixar transparecer, mas estava meio magoado.


Poxa, ele estava tão, tão carente, Sehun não iria deixá-lo daquele jeito, não é?


— N-não... eu quero...— confessou, sentindo seu peito se apertar com o pensamento de magoar seu Luhan.— ...Mas...


— Mas...?


— E-eu não sei fazer isso, nada disso, Luhan... e-eu...


— Oh, Sehun, isso é tão fofo...— Ele riu, abraçando e puxando o alfa para mais perto, beijando sua bochecha.— Eu posso te ensinar, tudo bem? Prometo ser um bom professor.— Como se gostasse muito da sua própria ideia, Luhan sorriu ainda maior, mordiscando onde outrora beijara.


— Luhan, eu não sei se...— Por mais que a proposta fosse tentadora, Sehun tinha medo de aceitar. E se ele fizesse alguma coisa muito errada? E se ele machucasse Luhan? Sehun não queria nem ver.


No entanto, o ômega não iria desistir, ele queria Sehun, queria muito.


— Vamos, alfa... deixe seu ômega te ajudar.— Ele pediu, voz rouca e manhosa, gostosa de ouvir, e Sehun se sentiu ficar sem fôlego quando, carregado de segundas intenções, Luhan lhe beijou, suave.


Sem saber o que fazer,Sehun fechou os olhos, ese deixou ser levado pelo beijo doce, mesmo que seu coração batesse forte e suor começasse a romper sua pele, o pensamento do que eles estavamprestes a fazer deixando sua mente louca, ansiosa. Respirando fundo, ele moveu seus lábios contra os do namorado, se arrepiando de leve quando ele gemeu baixinho, satisfeito. Pelo menos, no beijo, Sehun podia se garantir.


— Seus beijos estão cada vez melhores. — Quando eles se separaram, Luhan murmurou, olhos fofos e quase inocentes lhe encarando, carregados de um sentimento doce, como se estivesse olhando para a coisa mais preciosa do mundo.


E talvez Sehun fosse mesmoa coisa mais preciosa; a coisa mais preciosado seu mundo.


— Obrigado. — Sem saber muito bem o que responder, ele agradeceu, sorrindo tímido quando Luhan acariciou seu rosto, sereno.


— Você está bem? Quer fazer isso mesmo? — Mesmo que ele estivesse perguntando, tinha algo, algo na voz dele, que era recheada de luxúria, desejosa, enquanto a mão macia descia pelo seu rosto, indo até o seu pescoço e roçando ali, quase que como se quisesse convencer Sehun a chegar mais perto.


— Eu... — Equando Luhan passou as pernas -aquelas lindas e deliciosas pernas-ao redor do seu quadril, ele perdeu o foco, tentando não soltar um rosnado rouco quando elas lhe apertaram, fazendo o seuquadril se pressionar contra o do ômega,vestido naquela porra de calcinha de renda fina e frágil.


Era óbvio que ele estava tentando, tentando lhe seduzir, lhe conquistar, usando de todas as suas artimanhas para descontrolar Sehun, para fazê-lo aceitar e deixá-lo fazer o que o ômega quisesse.


Porra.


— Vamos lá, eu vou te ensinar tudo que precisa fazer...— Ele continuou, com aquela voz arrastada e manhosa, e Sehun rosnou quando sentiu o doce cheiro de excitação atingir seus sentidos.— Por favor, Sehun.


Como negar aquele pedido tão doce?


— Tudo bem, Luhan, eu só...— Antes que ele pudesse terminar, Luhan sorriu, grande, antes de lhe puxar para mais um beijo, boca gostosa tomando a sua com gula.


Desistindo, ele deixou que Luhan lhe guiasse, fechando os olhos e retribuindo o novo beijo, sem se importar com o resto. Eles eram namorados, Sehun confiavam em Luhan acima de tudo, ele sabia que ele iria lhe ensinar e tomar conta de si. Não tinha motivo para ficar exitante, seu ômega lhe ensinaria tudo.


— Eu estou com tanta vontade, Sehun, tanta vontade.— Quando separaram o beijo, Luhan confessou, se esfregando contra o alfa, e ele grunhiu ao sentir o pau duro de Luhan se esfregando em si, quente e pronto.


Sehun sabia o que estava acontecendo. Ele era virgem, não inocente, e ele não podia negar que já imaginara eles na mesma situação, com Luhan aberto para si, vermelho e desejoso. Mas, de longe, seus sonhos não eram tão bons comparado ao momento real.


— O que eu... o que eu tenho que fazer?


— Primeiro, hm...— Ele fingiu pensar, observando o seu Sehun, seu lindo Sehun, lhe encarando com atenção, ansioso.— ... Não tenha medo, 'tá? Vá como achar melhor, não se preocupe em me machucar ou algo assim, eu sei que não vai.— Acariciou-lhe o rosto novamente, antes de puxá-lo para perto do seu pescoço, o fazendo enterrar-se ali.— Eu gosto quando tocam e beijam meu pescoço, ele é particularmente sensível... eu gosto quando brincam aqui. — Ele murmurou, como quem não quer nada, e sorriu quandoSehun, parecendo entender, deixou um beijinho na área perto de queixo, antes de dar uma lambida longa.— Hm.


Após respirar fundo (consequentemente arrepiando Luhan), Sehun lhe lambeu o pescoço novamente, de cima para baixo, várias e várias vezes, aproveitando também para mordiscar e beijar a pele, sem muita força. Ele não sabia o que estava fazendo exatamente, então ele apenas foi, seguindo seu instinto e fazendo o que achava que agradava Luhan.


— Você está indo bem, alfa.— Sorrindo, Luhan disse, gemendo baixinho quando o alfa mordiscou um ponto específico, as mãos firmes do alfa se firmando na sua cintura, apertando e o tocando, o peso dele em cima de si fazendo o ômega se sentir contente, acolhido.— Desce um pouco mais, devagar.— orientou.


Obedecendo-o, Sehun lentamente fora descendo, tanto com seu corpo quando com sua cabeça, descendo e descendo, beijando e mordiscando a extensão do pescoço longo, a clavícula marcada, os ombros firmes... Após alguns minutos, ele chegou no peitoral um tanto forte, nu e brilhante com um pouco de suor, e Sehunsentiu seu coração falhar uma batida quando viu os mamilos do ômega, duros e rosinhas, como se pedissem um carinho. Sem saber o que fazer, ele olhou para cima, buscando a ajuda de Luhan, e ele gemeu baixinho ao ver-lhe com o rosto vermelho, olhos baixos e ofegante.


— Luhan...?


— Beije meus mamilos.— Ofegante, ele mandou, antes que o alfa pudesse dizer mais algo, e Sehun lhe olhou nos olhos, antes de desviar o olhar e encarar os pequenos brotinhos, rosados e duros, ansiando por um carinho.— Mordisque eles e torça eles com os dedos, só cuidado para não apertar demai-ah... — Ele cortou a própria fala quando Sehun fez o que ele disse, levando sua boca em direção a um dos montinhos, o beijando enquanto tocava o outro com os dedos, tentando fazer como já vira em filmes adultos, a reação positiva de Luhan o fazendo quase ronronar, o gemido doce aquecendo seu corpo. — Assim mesmo...


— Não dói?— Apesar da reação positiva, Sehun teve que perguntar, soltando o mamilo já mais vermelhinho por um segundo, mas logo voltando a tomá-lo na boca, encarando o ômega, de baixo.


— Não, se você não apertar errado, não.— Ele respondeu, meio ofegante, e soltou um gemidinho baixinho quando Sehun chupou seu mamilo com um pouco mais de força, enquanto beliscava o outro, experimentando.— Ah... não faça assim... Eu sou tão sensível ai, Sehun, tão sensível...— Luhan choramingou, arqueando ainda mais as costas e segurando os cabelos negros do alfa, o puxando para ainda mais perto, e Sehun grunhiu, rouco, mexendo com sua língua na região tão sensível.


Sehun não respondeu nada, não poderia nem mesmo se quisesse, então, ele apenas continuou, beijando e brincando com os dois brotinhos rosados, lambendo e os maltratando, tomando cuidado para não machucar Luhan, cada gemido doce e carinho nos cabelos o estimulando ainda mais. Respirando pelo nariz, ele grunhiu novamente ao sentir o cheiro de excitação no ar, aquele perfume delicioso do seu ômega ainda mais forte, e ele sabia que ele se molhava, assim comosentia com seu próprio corpo a ereção crescente, aprisionada entre seu abdômen e a calcinha de renda.


Se ele pudesse, ele ficaria o dia todo ali, sentindo o peso mínimo do mamilo rígido na sua línguae a maciez do outro na ponta dos seus dedos, mas, ele podia perceber que Luhan estava ficando impaciente, como se não conseguisse mais se controlar, apertando seus cabelos com força e rebolando de leve, esfregando a ereção dura contra seu corpo, melando-o um pouquinho.


— E agora? O que eu faço?— Com a voz meio ofegante, ele perguntou, e Luhan teve que respirar fundo, meio trêmulo, para tentar tomar o controle de volta.


Ele estava ensinando Sehun, ele era o seu guia; era o seu dever lhe ensinar como fazer as coisas e lhe guiar e, mesmo que aquilo fosse, de certo modo, para o seu prazer, ele não podia se dar o luxo de perder o controle. Ele tinha que ensinar o seu alfa.


—Você pode, hmmm...— Ele tentou dizer, mas gemeu ofegante quando seu mamilo não deixou de ser estimulado, o biquinho duro sendo deliciosamente beliscado pelos dedos longos de Sehun.— A-ah... desça, com o seu corpo, pode me tocar, se quiser, não se prenda, alfa.— Sua voz era doce, meio trêmula ainda, mas Sehun entendeu o que ele quis dizer.


— Sim, Luhan.— Ele assentiu, abandonando os mamilos rígidos com um último carinho, não perdendo um último gemido suave do ômega.


Cada vez mais ansioso, ele obedeceu, descendo com seu corpo pelo o de Luhan, suas mãos descendo junto, tocando lhe o peitoral, a cintura fina, o quadril um tanto largo, até se prender nas coxas firmes, quais ele apertou, com um tanto de força, sentindo a maciez da pele. Seu rosto fez quase o mesmo caminho, mas ele aproveitou para beijar a pele cheirosa, beijando e lambendo-a, agindo um tanto que no automático, mas sorriu ao ver que Luhan gostara, o suspiro suave fazendo seu pau doer, todo o contexto o deixando duro como nunca.


Porra...


E, quando ele finalmente ficara com seu rosto rente ao baixo ventre de Luhan, ele grunhiu, rouco, ao ver a calcinha de renda branca, um volume nada discreto na frente, a renda meio molhada de pré-gozo;uma visão linda.


— Poxa, Luhan...— Ele teve que xingar, apertando as coxas macias com ainda mais força, sem realmente pensar no que fazia.


— Brinca, brinca com ele, Sehun.— Ele mandou, ofegante, aquela voz doce e manhosa fazendo com que Sehun lentamente perdesse a cabeça.— Pode ser por cima da calcinha primeiro, se quiser. Beija ou lambe onde 'tá molhado.— orientou, e como um cachorrinho obediente, Sehun obedeceu, levando seus lábios em direção à pequena mancha que rodeava a glande coberta, selando-a e escutando mais um gemidinho doce.


Carinhoso, ele deixou uma série de beijinhos ali, até ousando brincar com sua língua, lambendo da cabecinha ao começo das bolas mal cobertas, e Luhan levantou o quadril, apertando seus cabelos mais uma vez, rebolando contra sua boca, soltando um ofego baixinho, derretido.


— Assim mesmo, Hun...— Aquela voz rouca de Luhan fora usada novamente, tão doce e manhosa que Sehun teve que se perguntar se aquele ali era mesmo oseu namorado, seu sexy e maduro namorado. Era incrivelmente excitante ver ele daquele jeito, todo ofegante e doce, até mesmo trêmulo, arqueando as costas e guiando Sehun com aquela voz arrastada e manhosa.


Cacete...


— Eu posso tirar?— Ele não se importava se parecia desesperado ou ansioso, mas ele queria, queria muito, sentir Luhan na sua boca, sem nenhum impendimento. Ele queria tomá-lo, lamber a cabecinha inchada e prender seus lábios ao redor do comprimento não tão grande, sentir a quentura e o gosto dele.


— Ah, sim... Por favor. — Ele rebolou de leve, e Sehun sentiu seus dedos coçaremquando eles se enrolaram ao redor do cós da calcinha delicada.


Com um puxão, ele arrancou a calcinha do corpo do ômega, sentindo vontade de rosnar quando o pau do outro foram revelado, todo vermelho e macio, brilhante de pré-gozo. Com a visão, ele engoliu em seco, levantando seus olhos para encarar o ômega, pulsando aprisionado quando o viu lhe encarando, rosto vermelho, olhos doces e lábio inferior sendo mordido pelos dentes perfeitos.


Sem receber nenhum orientação, ele deixou um beijinho lento na glande inchadinha, igual tinha feito antes, o pré-gozo sujando seus lábios, e ele os lambeu, gemendo ao sentir o gosto de Luhan sua boca.


— Isso.— Luhan gemeu novamente, arqueando as costas antes de tomar fôlego. — Você quer... hm... Quer que eu te ensine? Te ensine como chupar alguém? — perguntou, mesmo sabendo que Sehun iria querer.


Ele queria escutar.


— Sim,por favor... — Com a voz um pouco mais doce do que estava acostumado, Sehun assentiu, a vibração contra o pau de Luhan o fazendo gemer, enquanto ele encarava o alfa, os olhos sempre tão sérios e tímidos de Sehun o encarando, atentos.


— Não faça nada que não quiser, 'tá?— Ele lhe acariciou os cabelos, calmo, e, mesmo que o pau desse estivesse a centímetros do seu rosto, ele assentiu, sorrindo suave.— Ótimo. Eu vou te ensinar muito de leve, certo? Só o básico do básico, o resto você tem que tentar aprender por você mesmo.— Sehun assentiu.— Pronto?


— Uhum...


— Certo, eu...— Ele franziu o cenho, puxando Sehun um pouco mais para perto, o deixando rente com o seu membro.— Você pode começar lambendo, da base até a ponta, do jeito que você achar melhor.— Luhan ofereceu.


Como um menino obediente, ele obedeceu, lambendo da base até a glande inchadinha, primeiramente uma única vez, bem devagar, absorvendo o gosto meio amargo do ômega, e ele gemeu com o pensamento de tomá-lo todo na boca. Quando Luhan gemeu, ele repetiu o processo, um pouco mais rápido, firmando suas mãos nas coxas grossas e lambendo toda a extensão do seu ômega, várias e várias vezes, como um gatinho.


— Assim mesmo, alfa...— Luhan arrastou a palavra alfa, tendo a certeza de que soaria manhoso, e ele gemeu mais alto quando Sehun apertou suas coxas, antes de lamber sua fenda, devagar, arrastando a língua quente pelo pequeno buraco.— Agora você chupa, só a cabecinha, como um pirulito, mas toma cuidado com os dentes.


Carinhoso, Sehun ouviu o ômega, tomando a cabecinha inchada na boca e sugando, com cuidado, como ele fazia com um pirulito, meio que tentando imitar o jeito que ele via nos pornôs e lia nas suas fanfics, gemendo suave quando o ômega rebolou, aquelas coxas grossas tremendo contra sua mão e aqueles lindos sons escapando da boca maravilhosa, aquele cheiro delicioso preenchendo todo o quarto, envolvendo-o e deixando sua mente em branco, o único pensamento restante sendo o de tornar tudo aquilo bom para o seu ômega. Sehun queria agradá-lo, mostrar para ele que era um bom garoto.


Seria irônico se ele não fosse ele.


Ele chupou por algum tempo, ousando um pouquinho ao tentar lamber um pouco mais, girando a cabeça e esfregando a glande contra sua bochecha, e ele ofegou quando a mão firme de Luhan apertou seu cabelo, mas, ao contrário do que ele pensou, ele o afastou, e Sehun quase choramingou ao ver a cabecinha melada com sua saliva.


— Assopra.— Luhan meio que mandou, ofegante e corado, e Sehun lhe olhou com um pouco de confusão, sem entender. — E-eu gosto quando os meus parceiros fazem isso.— esclareceu e, como Sehun queria lhe agradar, acima de tudo, ele assentiu, obedecendo e deixando um sopro fraco na cabecinha melada, e seu pau doeu quando Luhan gemeu um pouco mais alto, arqueando as costas.


— I-isso, assopra de novo...— Ele rebolou, apertando os cabelos de Sehun com mais força, ofegante.— Assopra como uma flautinha, Hun.


Sehun não soube o porquê, mas, quando Luhan disse aquilo, seu pau doeu um pouco mais, e ele estava tão, mas tão duro, ele podia sentir a umidade através do tecido da sua calça, e o jeito como ele estava preso era sufocante, doído até, mas era a melhor das dores. E, mais uma vez, ele assoprou o membro duro, todo brilhante e molhado, fazendo um biquinho involuntário ao soltar o ar frio, o tremor que assolou o corpo do ômega sendo bastante aparente, junto ao arrepiar de pelos.


E ele soprou mais algumas vezes, gostando de como Luhan se contorcia e gemia cada vez mais arrastado, olhos meio abertos o encarando, daquele jeito doce de sempre.


— A-agora... coloca na boca de novo, o máximo que você puder.

Sehun obedeceu, engolindo sua saliva antes de, com lentidão, colocar uma parte na boca, um pouco mais que a metade, sentindo a pontinha quase ir fundo demais e o fazer engasgar.Olhando para cima, ele viu Luhan arquear as costas, ondulado o quadril de leve e quase fazendo com que Sehun sentisse ânsia de vômito. Quase...


Firmando as mãos nas coxas do ômega, ele forçou-o contra a cama, o olhando uma última vez antes de mover sua boca, debaixo para cima, babando-o quase inteiro e fazendo com que Luhan choramingasse, mãos apertando os cabelos macios e olhos se fechando. Fazendo o mesmo que o seu ômega, Sehun fechou os olhos também, tentando agir por si mesmo e continuando a chupá-lo, subindo e descendo com seu rosto, o tomando quase inteiroe passando sua língua pela extensão quente, lentamente.Quando Luhan gemeu mais alto, ele grunhiu,gostando do sentir o sabor dele na sua língua.


Ele sabia que, provavelmente, ele estava fazendo tudomeio embolado, mas não era sua culpa. Apesar de saber toda a "teoria", era diferente e um tanto difícil realmente fazer o ato, mesmo que fosse gratificante e gostoso o peso do pau do seu ômega na sua língua.


— Sim... — Luhan choramingou, tremendo e vazando contra a boca do alfa, e ele se forçou a manter os olhos abertos, apenas para encarar Sehun, que tinha os olhos fechados, concentrando, enquanto o chupava, com tanto carinho que o ômega sentiu seu coração quente, espasmos atingindo seu baixo-ventre quando ele chupou com um pouco mais de força, quase como se já tivesse experiência. — Você 'tá indo tão bem.


Com o elogio, Sehun quase sorriu, levantando os olhos e corando de leve ao ver Luhan lhe olhando, todobagunçado e ofegante, e Sehun se sentiu orgulhoso, orgulhoso por ter feito aquilo com seu ômega. Contente, ele tomou um pouco mais na boca, mas voltando ao ver que seria demais, não queria engasgar e deixar Luhan na mão. Ele iria ser um bom alfa e fazê-lo se sentir bem.


Apenas para alegrá-lo, ele o tirou da boca, quase sorrindo malvado quando ele choramingou, remexendo o pau duro na frente do seu rosto, todo vermelho e molhado. Segurando a base com dois dos seus dedos, ele deixou um sopro fraco, exatamente comotinha feito antes, e gostou da maneira como Luhan arrepiou, gemendo e ofegando.


— Se você continuar assim... — Luhan começou a avisar, gemendo e tremendo as coxas, dividindo entre apertar os lençóisda cama ou os cabelos de Sehun. — Eu vou acabar gozando, Sehun. — confessou, choramingando manhoso quando o alfa não pareceu se importar com o fato, e ele tomou Luhan na boca novamente, apertando as coxas cheias e as colocando nos seus ombros, e Luhan as apertou ao redor da cabeça do alfa, o fazendo lhe engolir quase inteiro e se esfregando contra sua boca.


E Sehun, ainda meio exitante, apenas abriu mais a boca, respirando pelo nariz enquanto sentia a ponta do paudo seu ômega atingindo o começo da sua garganta, o peso confortável e o cheiro delicioso não o fazendo pensar muito bem, seus olhos meio úmidos de lágrimas solitárias observando todas as reações de Luhan, o rosto fofo retorcido em prazer o fazendo vazar dentro da sua calça e da sua cueca.


— E-eu... — Luhan tentou dizer algo, mas apenas choramingou, muito mais alto e desesperado doque nas outras vezes, levantando o quadrile se enterrando ainda mais na boca do seu alfa, do seu doce e bonzinho alfa, todo bonito lhe agradando eo deixando entrar na sua boca como quisesse.


Uma parte sua sabia que, aos olhos da sociedade, aquilo podia estar errado. Oras essas, o ômega que tinha que estar ali, ajoelhado e tomando o pau do seu alfa na boca, masLuhan não poderia se importar menos, e como Sehun também não parecia nem ai, ele não se permitiu ficar pensando naquilo, apenas se focando na boca quente e maciaao redor do seu membro duro e já tão perto.


— Gozando... — Luhan deixou que um soluço chorosoescapasse, enquanto ele se contorcia e se sentia derramando tudo na boca de Sehun, a sensação do orgasmo lhe atingindo como um tapa,seus olhos rolando e sua boca se abrindo num grito desesperado.


Enquanto seus olhos observavam enquanto Luhan gozava e se contorcia, Sehun sentiu quando o gozo do ômega atingiu sua boca, praticamente na sua garganta, e ele grunhiu,meio engasgado, sentindo o gosto suave dele tomar conta do seu paladar.


— Bom garoto, Sehun, você foi tão bem... — E quando, finalmente, aquela euforia passou, Luhan teve que dizer, soltando o aperto que mantinha no alfa e o deixando tirar seu pau na boca, já meio mole, sem gozo mas úmido de saliva. Sehun saiu, fechando os olhos e engolindo tudo, lágrimas presas finalmente escorrendo e ele respirando fundo, satisfeito por ter feito seu ômega gozar e duro como nunca.


Ele devia ganhar um prêmio por ter aguentando tanto sem gozar nas próprias calças.


Luhan era tão gostoso...


— Obrigado. — Ele sorriu, meio envergonhado com o elogio, mas contente, e, cansado, deitou sua cabeça nas coxas do ômega, meio próximo ao membro agora mole, tentando recuperar o fôlego. Em resposta, Luhan lhe acariciou os cabelos suados, sorrindoorgulhoso.


— Você é um alfa tão bom. — Luhan disse, acariciando os cabelos do alfa e o puxando para lhe fazer olhar para cima, olhos fofos de Sehun o encarando com atenção. — Quer continuar?


— Você não está cansado?


— Não. — Ele sorriu coma preocupação do alfa. — Eu tenho que terminar de dar o seu presente, Hun, faltam duas coisinhas ainda para ter ensinar. — Ele disse, e Sehun franziu o cenho, sem entender.


— Dois...?


— Uhum... — Luhan abriu um sorriso malicioso, antes de, vagarosamente, subir com seus dedos pelo rosto do alfa, até tocar a ponta do seu nariz. — Te ensinar como fazer um fazer umbeijo-gregoe como foder um ômega. —Com a resposta, Sehun gemeu, meio desesperado, gostando de como as palavras soaram.


Só de pensar em se enterrar dentro de Luhan ele já se sentiaderreter, louco e desejoso, ele queria tanto...


— Por favor. — O alfa pediu, completamente ofegante e excitado,quase implorando. — Por favor, eu prometo que vou te fazer se sentir bem.


— Eu sei que vai, Sehun. — Ele lhe sorriu, doce, acariciando seus cabelos. — Você é um alfa tão bom, eu te amo tanto...


— Eu também te amo, Luhan, muito mesmo. — Com o carinho no seu cabelo, ele confessou de volta, encarando o seu ômega com adoração, apaixonado.


Ele era doido por ele.


Quando Luhan não disse nada, apenas lhe mandando mais um daqueles sorrisos lindos, Sehun desviou o olhar, se mantendo parado para que o ômega se recuperasse. No entanto, mal percebera quando seu nariz se colara novamente na pele das coxas grossas, e ele esfregou-o ali, com carinho e sem malícia, várias e várias vezes, passando com o seu nariz pela área cheirosa. Ao respirar fundo, ele conteve um gemido ao sentir o cheiro de Luhan, ainda mais forte pela excitação dele, e foi inevitável lever sua boca em direção a carne cheia, beijando e beijando, pequenos selinhos sendo espalhados por ali, mas apenas isso. Ele nunca mais iria conseguir ficar sem beijar Luhan, não após poder sentir a textura da pele dele contra seus lábios; tinha se viciado naquilo.


Ainda meio cansado do orgasmo forte, Luhan sentiu seu coração se aquecer contente quando o alfa começou a lhe beijar assim, com tanto carinho, o seu leve nível de excitação aumentando gradativamente, conforme a boca do mais novo viajava em direção ao meio das suas pernas, as mãos grandes presas ao redor da sua coxas, apertando e massageando a pele. Foi difícil evitar a vontade de o puxar pelos cabelos e o fazer-lhe beijar a suabunda logo, e Luhan podia sentir seu lubrificante natural escorrendo, melando a cama abaixo de si e ameaçando sujar ainda mais.


— Espera, Sehun.— Após mais alguns minutos naquele jogo sujo, Luhan chamou a atenção do alfa, que estava completamente distraído, agora mordiscando de leve a área próxima a sua virilha. Luhan até o deixaria continuar, mas ele não aguentava mais.


Quando Luhan disse aquelas duas palavras, Sehun fora rápido em se afastar, parando de tocar o ômega e o encarando, meio assustado.Com a deixa, o ômega se arrumou, se remexendo apenas para se virar, ficando de quatro, bunda empinada e aberta, corpo se apoiando nos joelhos e nas mãos. Ao ver a bunda macia e branca praticamente na sua cara, Sehun praticamente arregalou os olhos, engolindo em seco; Luhan riu.


— Vem me beijar aqui também.— Com a voz manhosa, ele disse, doce, rebolando a bunda de um lado para o outro.


— Luhan...


— Vamos, é fácil.— Luhan se empinou, rebolando e balançando aquela bunda, e Sehun soltou um grunhindo frustado.— Você está indo tão bem, Sehun, eu quero tanto... Você vai me deixar te ensinar, certo?


Quando ele não respondeu, Luhan fez um biquinho, completamente cheio de uma falsa birra.


— Você não quer me beijar? Sentir o meu gosto na sua boca? — Com lentidão, levou uma de suas mãos em direção a uma de suas bandas, a apertando e a puxando para o lado, se apoiando em uma só mão e se abrindo para Sehun, se sentindo piscar com a leve ardência.— Nem um pouquinho?


— Poxa, Luhan, não faz assim...— O alfa choramingou, frustado, encarando a entradinha rosinha e melada, que piscava e se contraia carente.


— Ah, vamos, por favor.— Ele rebolou um pouco, se abrindo ainda mais.— Eu 'tô tão molhadinho... Eu quero te sentir me beijando aqui, Hun.


Com mais um rosnado frustado, Sehun grunhiu, levando suas mãos em direção a bunda cheia e segurando ambas as bandas (inevitavelmente fazendo a mão de Luhan sair dali). Com a ação, o buraquinho rosado piscou, várias vezes, e Luhan soltou mais um dos seus doces gemidinhos, aprovando a sensação, rebolando e se empinando.


— Brinca com o meu cuzinho, Sehun, mama em mim.


Grunhindo novamente, Sehun desistiu, levando seu rosto em direção ao rabo grande e, sem jeito, deixou um beijinho em uma das bandas, carinhosoe envergonhado, sabendo o que tinha que fazer mas não sabendo como fazer exatamente.


Ah, vamos, ele ainda era virgem, nunca tinha chupado um cu antes.


— Não tenha medo, isso não é nenhum desafio.— Reconfortante, Luhan soou, arrumando-se e encarando o alfa por cima do ombro.— Apenas me beije e me lamba, siga seu instinto, eu vou te ensinar se não conseguir.


— Sim, ômega.


Mesmo que ele tivesse afirmado, ainda engoliu em seco, respirando fundo antes de - após dar mais uma olhada em Luhan - se focar no buraquinho inchado. Com hesitação, ele se aproximou, deixando um beijinho tímido na banda cheia, pela última vez, antes de se focar no buraquinho que piscava, inchado. Sem jeito, ele soprou ali, de leve, meio que gostando de ver Luhan se arrepiar e estremer, sensível e vazando ainda mais daquela gosma cheirosa.


E coloque cheirosa naquilo.


Era perfumado, um cheiro ainda mais forte do que estava sentindo antes,um cheiro que fazia com que Sehun tivesse vontade de fica ali por horas, sentindo e sentindo, sem se mexer e sem sair. Meio que um pouco entorpecido pelo cheiro, ele levou sua boca à pequena entrada, beijando ali, de leve, sujando seus lábios e fazendo Luhan estremecer. E, quando ele ousou lamber ali, algum botão em sua mente deu pane, e ele gemeu, do fundo da garganta, ao sentir o gosto delicioso no seu paladar, algo enebriante e forte, tão mas tão gostoso que ele estremeceu, querendo mais.


Fora por isso que, quase desesperado, ele firmou seus lábios ao redor do cuzinho inchado, e quase que completamente sem controle, ele chupou o pequeno buraquinho, o mais forte que conseguiu, apertando a bunda cheia e rosnando baixinho ao sentir o sabor delicioso de Luhan na sua boca, o lubrificante tão malditamente delicioso o deixando louco. Com o gemido arrastado que ele soltou, Sehun lambeu-lhe inteiro, subindo e descendo com sua língua pela fenda várias evárias vezes, rosnando quando Luhan rebolou contra sua boca.


— Isso... — Luhan balbuciou, mãos apertando o travesseiro entre os seus braços e dedos dos pés se contorcendo, e ele choramingouquando o alfa apertou ainda mais forte sua bunda, a separando e o deixando ainda mais aberto. — Me chupa todinho, Hun.


Levando aquilo como um incentivo, Sehun lhe chupou ainda mais forte, massageando e lambendo do melhor jeito que conseguia, enebriado e ofegante. Luhan era delicioso, tanto o seu cheiro quando o seu gosto, Sehun queria ficar ali o dia inteiro, lhe chupando e dando prazer para o seu ômega.


— Seu gosto é tão bom, Luhan. — Quando, enfim, ele se separou um pouco, tinha a voz grossa, rosto vermelho e molhado de lubrificante, e ele lambeu os lábios, gemendo ao sentir o gosto de Luhan na sua língua. — É tão bom, Luhan, eu quero ficar te chupando para sempre.


— Você quer? — Apenas para provocar, ele levou uma de suas mãos até sua bunda, novamente abrindo suas bandas e se mostrando para o alfa. — Você quer chupar o meu cuzinho mais? Sua língua é tão quente, Sehun, eu gostei tanto...— Luhan gemeu, choramingando, e o alfa rosnou, deliciado.


— Oh, sim, por favor.— Apesar dele parecer ter pedido, Sehun não esperou nenhuma espécie de permissão para levar sua boca em direção ao buraquinho inchado novamente, o sugando e o chupando com ainda mais empenho do que antes.


Hmmm...


Quando Sehun lhe ameaçou penetrar a pontinha da língua, Luhan gemeu, alto, empinando-se ainda mais e choramingando alto quando ele fez, o volume mínimo dentro de si o fazendo grunhirdesgostoso. Ele queria mais, queria sentir os dedos longos de Sehun dentro de si, ou melhor... sentir logo o pau dele; Sehun parecia ser tão grande, tão grosso... Luhan quis chorar com o pensamento de que ele iria lhe encher todinho, completamente, ele já estava tão molhado.... Seria tão fácil...


— E-eu não aguento mais, Sehun.— Quando o alfa lhe abriu um pouco mais a bunda e lhe penetrou ainda mais com a língua, Luhan choramingou alto, rebolando e tentando se empinar ainda mais.— J-já chega disso, só vem me foder logo, por favor.— Ele praticamente implorou, aquela postura sexy do começo se desfazendo toda, e ele estava tacando o foda-se para aquilo. Ele só queria que Sehun estivesse dentro dele logo.


— V-você tem certeza? — Ao se afastar um pouco, Sehun perguntou, gaguejando, o simples pensamento de finalmente poder foder Luhan o fazendo quase gemer, ansioso.


— Absoluta. — Sem dizer mais nada, ele se ajoelhou corretamente, virando o rosto para trás e encarando Sehun corretamente. — Tire essas roupas e venha me foder logo, alfa.


Ao ver que Luhan falava sério, Sehun rosnou, cada vez mais perdendo o seu frágil controle, e, com as mãos trêmulas, fora rápido em tirar sua roupa, toda asua roupa. Quando ele finalmente tirou sua cueca, o pau teso praticamente pulou para fora, vermelho, inchado e molhado de pré-gozo, e Luhan gemeu, excitado. Oh, ele queria sentir aquele pau na sua boca.


Se ele não estivesse tão excitado e pronto...Aquilo teria que ficar para depois.


— Você é grande... — Meio risonho, Luhan disse, e Sehun quase gaguejou algo,corando forte com o elogio, mesmo que sentisse seu ego sendo massageado. — Quero sentir você dentro de mim, Hun.


Sorrindo, ele se apoiou de quatro novamente, empinando a bunda e se abrindo um pouquinho.Exitante, Sehun o seguiu, segurando seu pau duro nas mãos, quadril quase colado ao de Luhan, seus olhos não conseguindo desviar da bunda grande, e ele gemeu baixinho quando Luhan puxou uma das bandas para o lado, se expondo para ele.


— Você quer que eu te ajude?


— Não, e-eu acho que consigo. — Meio sem jeito, Sehun respondeu, agora segurando a base, guiando seu membro em direção ao buraco piscante.


Com o lábio entre os dentes, ele se esfregou ali, mais uma vez usando os pornos como base, tentando imitá-los. Ao escutar Luhan soltar mais um daqueles gemidinhos gostosos, ele esfregou a cabecinha, molhando-a de lubrificante natural, gemendo com a sensação grudenta e molhada.


— Se force para dentro, devagar...— Observando Sehun com o canto do olho, Luhan disse, vendo-o franzir o cenho, antes de - com a ajuda do polegar - tentar se forçar para dentro, e o alfa gemeu alto ao ver o buraquinho inchado lentamente se abrindo, pronto para acolhê-lo.


— Você 'tá se abrindo...


— Sim, eu estou.— Com a fala, Luhan riu, suave, mas gemendo baixinho quando ele se forçou mais uma vez, ainda meio trêmulo e exitante, mais um gemido escorrendo pelos lábios do ômega quando a cabecinha entrou, com um pouco de dificuldade.— Bom menino.— Fez questão de elogiar.— Você está indo bem, muito bem.


— Você é tão quente e apertado, Luhan.— Com um quase choramingo, Sehun disse, mordiscando o lábio inferior e jogando a cabeça para trás, estremecendo.— Eu posso...?— Se remexeu de leve, mostrando para Luhan o que queria, e o ômega assentiu, ansioso.


— Sim, você pode.— Por vontade própria, Luhan foi um pouco para trás, empinando a bunda e gemendo ao sentir mais e mais entrar dentro de si, tão gostoso que ele choramingou.— N-não precisa se preocupar comigo, eu aguento.— Provocante, rebolou contra a parte do comprimento que estava dentro de si, rindo suavemente quando Sehun gemeu.— Me fode gostosinho, amor.


Frustado, Sehun rosnou, apertando os olhos ao se forçar para dentro, em uma única e firme estocada, fazendo Luhan calar a boca e gemer, alto, cabeça caindo entre os ombros e mãos se apoiando no colchão quando ele fora impulsionado para frente. Sehun, por sua vez, gemeu, muito mais alto do que antes, jogando a cabeça para frente e apertando os olhos, seu corpo tremendo ao sentir o buraco apertado lentamente se abrir para ele, quase que como o sugasse, lhe apertando e lhe molhando com o lubrificante natural, um espasmo atingindo seu baixo ventre com o prazer gritante.


Porra.


— Isso...— Ensandecido, Luhan gemeu, alto, apertado os lençóis da cama quando o alfa se enterrou completamente, a extensão longa enchendo Luhan até o final, por completo.— Tão cheio...— Ele choramingou, rebolando de leve no pau dentro de si, e Sehun rosnou, meio aflito, sem saber o que fazer.


— O que eu...— Esperando que Luhan entendesse, ele começou, seu olhar preso nas costas nuas do ômega, e ele se sentiu pulsar ao observar a curva bonita do seu quadril, a bunda cheia e empinada apenas para si.


— S-se mexa, de leve, para frente e para trás.— Ainda meio aéreo, ele instruiu, rebolando para se acostumar ao grande volume, gemendo arrastado ao senti-lo pulsar dentro de si.— Vai devagar primeiro, 'pra pegar jeito.


Assentindo, Sehun concordou, respirando fundo para tentar se acalmar. a sensação das paredes apertadas se contraindo ao seu redor mal o deixando pensar corretamente. Com o corpo quente de excitação, ele experimentou mover seus quadris, do mesmo jeito de quando fodia suas mãos, com um pouco de dificuldade por causa daquele maldito aperto, o lubrificante natural e em demasia ajudando nos movimentos, de quebra melando todo o comprimento de Sehun.


— Assim...— Baixinho, Luhan quase ronronou, sentindo Sehun sair e entrar devagar, meio com dificuldade, mas gostosinho.— Você pode me usar para se apoiar, se ficar difícil.— ofereceu, encarando o outro homem por cima do ombro, o vendo com as mãos caídas ao redor do seu corpo, o cenho de Sehun franzido.


— Assim?— Meio que em dúvida, ele levou suas mãos em direção a cintura do ômega, apertando a pele ali com um pouco de força, gostando de sentir a curva bonita se acomodando nas suas palmas. Com aquilo, ele experimentou se mexer novamente, saindo e entrando, um pouco mais fácil, não conseguindo engolir um gemido baixo que escapou ao sentir Luhan se apertar ao seu redor, enquanto rebolava devagar.


— Desse jeito mesmo.— Aprovando o aperto firme na sua cintura, Luhan rebolou um pouco mais rápido, se empinando um pouco mais, praticamente se oferecendo para Sehun.— Pode se mexer mais rápido também.— Ainda o encarando por cima do ombro, ele disse, rebolando um pouco mais rápido, ousando até ir um pouco para frente e para trás.— Eu gosto quando vai rápido.— Sorriu sujo, quase rindo quando Sehun respirou fundo, rosto vermelho e olhos escuros.— Alfa...


Lutando contra um rosnado frustado, Sehun grunhiu, apertando a cintura fina com mais força e ondulando seu quadril mais rápido, mais ágil, gemendo e arfando com aquela sensação deliciosa, aquele buraco molhado o acolhendo como nada tinha lhe acolhido antes. Era tão bom... ele sentia como se fosse derreter.


— Assim mesmo, Sehun...— Aprovando a sensação, Luhan abaixou a cabeça, se recolhendo e se apoiando em seus cotovelos, empinando-se ainda mais, para o total deleite do alfa.— Você 'tá me fodendo tão bem, amor, continua assim.— Com um gemido manhoso, ele disse, mordiscando o lábio inferior quando Sehun gemeu, mais alto, voz rouca e um tanto selvagem.


— Você é tão quente.— Sehun rosnou, quase como se estivesse perdendo o controle, apertando Luhan mais apertado, o fodendo mais forte, o som da sua pélvis se chocando com a bunda cheia do ômega reverberando pelo quarto meio escuro, quase mais alto que os gemidos dos dois.— Tão apertado e molhado, porra.— Sem aguentar, ele xingou, alto, indo ainda mais forte, gemidos escorrendo pela sua boca, fios de eletricidade atravessando seu corpo teso.


Com um choramingo, Luhan gemeu de volta, momentaneamente perdendo a capacidade de formular palavras, e ele quase gritou quando, em uma estocada mais forte, Sehun atingiu sua próstata, com tanta força que seu mundo tonteou, e ele se arqueou, desesperado por mais. Mais desesperado, ele voltou a rebolar, ainda mais rápido, tentando fazer com que Sehun atingisse mais ali de novo, e ele se surpreendeu de leve quando o alfa não o deixou, prendendo o quadril largo com suas mãos grandes e fortes.


— Deixe comigo, e-eu...— Ele tentou se explicar, mas apenas rosnou, apertando o quadril com mais força e o estocando fundo, naquele mesmo ponto, e ele pulsou ao ouvir Luhan quase gritar, jogando a cabeça para trás, choroso.


— Acerta de novo, Sehun, acerta de novo.— choramingou, apertando desesperadamente os lençóis da cama quando Sehun obedeceu, o estocando ali novamente, várias e várias vezes, quase como um profissional, o prazer forte lhe fazendo tremer, sua cabeça pendurada nos seus ombros, gemidos altos saindo da sua boca.— Alfa!


— Meu ômega.— Sehun rosnou, e Luhan gemeu alto ao perceber que Sehun estava lentamente perdendo o controle, e ele quase sentiu vontade de sorrir, contente por seu plano ter dado certo. Ele queria ver Sehun completamente sem controle, ele queria que ele o tomasse, como um verdadeiro alfa, queria ser maltratado e fodido até gozar, queria ser cheio e cheio pelo gozo do seu alfa.


Só seu alfa...


— Tão bom...— Sem realmente conseguir dizer nada melhor, ele balbuciou, choramingando e gemendo quando, excitado e levemente desesperado, levou uma de suas mãos em direção a sua ereção, sua babada e sensível ereção, a rodeando nos dedos e a tocando, lágrimas se acumulando nos seus olhos quando ele passou os dedos pela cabecinha inchada, a massageando fragilmente.


Sehun não notou aquilo, não tinha como notar, perdido naquele mar de prazer e excitação, estocando o ômega como se sua vida dependesse disso. Ele nunca tinha sentindo aquela sensação antes, aquele prazer, era incrível, perfeito, ele só conseguia gemer com tudo aquilo. Luhan era delicioso, completamente delicioso, sua boca, sua pele, seu cheiro, seu gosto... Só o fazia ter vontade de parar o tempo e nunca sair daquele momento, fodendo aquele pequeno buraco pelo tempo que pudesse.


Ofegante, ele mal percebeu quando começou a puxar Luhan de volta para suas estocadas, indo o mais fundo que conseguisse, o ritmo nunca diminuindo, e ele se preocupou quando escutou-o soluçar, choroso e sofrido, tremendo e tentando rebolar aquela bunda grande em si de volta.


— Sehun...— Desesperado, ele chamou pelo alfa, se contraindo e estremecendo inteiro, e o alfa parou, ainda dentro dele, fundo, cenho franzindo em preocupação.


— Luhan?— Sem entender, ele chamou pelo ômega, que não lhe respondeu, tremendo e estremecendo. Preocupado, ele se curvou contra ele, colando seu peitoral nas costas dele e entrando um pouco mais fundo, seu rosto mais próximo ao do ômega, sua respiração batendo no pescoço dele. Com o movimento, o corpo todo de Luhan sofreu um espasmo, violento e forte, e ele soluçou, alto, apertando a cama desesperadamente, chorando e gemendo.— Luhan, 'tá tudo bem?


Ele não o respondeu, mais uma vez, apenas soluçando e se arqueando, e, quando Sehun fora um pouco mais para frente, talvez para tentar alcançar seu rosto, por consequência se forçando mais ainda para dentro de si e forçando ainda mais forte contra sua próstata, ele gritou, alto, chorando quando se sentiu gozando, com força, sua mão trêmula apertando seu pau para tentar se conter, falhando miseravelmente.


— Luhan!— Quando ele viu o mais velho gritar, Sehun se desesperou, sem saber o que acontecia, e ele saiu de dentro do ômega, sendo rápido em virá-lo de barriga para cima, e seu membro deu um espasmo forte ao ver o rosto completamentevermelho de Luhan, olhar meio perdido e boca entreaberta. — Luhan...? — Tenso, ele chamou mais uma vez, abaixando seu olhar pelo corpo do ômega, seus olhos se arregaçando ao ver o membro agora mole, molhado e escorrendo um pouco de gozo.


Luhan tinha gozado?


— Sehun. — Sem ar, Luhan chamou o seu alfa, voz embargada, e Sehun fora rápido em acalentá-lo, o acariciando e o abraçando, firme.


— Eu estou aqui, Luhan, eu estou aqui...


— Você foi tão bom, Sehun, tão bom. — Luhan choramingou, manhoso, abraçando o alfa e respirando pesado, ainda soluçando de leve, corpo tremendo e espalmando. — Eu gozei tão forte.


Como que se para enfatizar, Luhan deu uma reboladinha, acolhendo Sehun ainda mais e o fazendo gemer, o aperto ao seu redor quase lhe sufocando.


— Luhan... — Meio choramingado, Sehun ochamou, sentindo-se pulsar dentro dele novamente, mais e mais pré-gozo escorrendo, e fora com mais um choramingar que ele percebera o quão próximo de gozar ele estava.


Ele só precisava de mais um pouquinho...!


— Você quer gozar, alfa?— Ao sentir o volume dentro de si pulsar, Luhan disse, ainda meio tonto e ofegante do seu próprio orgasmo, seus olhos levemente nublados encarando Sehun com atenção, um pingo de luxúria brilhando em suas íris escuras.— Quer gozar dentro de mim? Me encher com o seu gozo?


— Não faz assim, Luhan, n-não faz isso...— Com um rosnado aflito, Sehun implorou, apertando o outro homem ainda mais forte e jogando a cabeça para trás quando ele rebolou mais uma vez, mais insistente, lhe apertando dentro de si.


— Pode continuar me fodendo, se quiser... Eu não me importo de ser um pouco judiado.— Ainda completamente destruído, provocou, gemendo alto quando Sehun realmente o fez, movendo seu quadril em uma estocada firme, mas lenta.


— E-eu quero gozar! Luhan, por favor...— Sehun rosnou, dividido em algo choroso e meio raivoso, se movendo mais uma vez, mais forte e mais rápido, mãos apertando Luhan desesperadamente, a proximidade da sua liberação fazendo sua cabeça rodar.


Oh, ele iria gozar tão, mas tão forte!


— Goza dentro de mim, alfa, goza.— Com a voz meio gemida, Luhan disse, acariciando os cabelos de Sehun e beijando-lhe o canto da boca entreaberta, suas pernas se firmando ao redor dos quadris firmes, puxando o alfa para mais perto.— Me dá o seu nó, me deixa cheiinho de gozo.


— Luhan!— Sehun não aguentou; ele rosnou, alto, indo ainda mais fundo e mais forte, apenas para gozar dentro de Luhan, quase que violentamente, seu nó se expandindo e o fazendo se prender em Luhan, e ele grunhiu meio choroso novamente quando o ômega deu mais uma reboladinha, o tomando inteiro, a entrada gostosa se expandindo ao redor do seu nó. O corpo de Sehun estremeceu inteiro, a sensação arrebatadora lhe atingindo como um choque, prazer atravessando seu corpo.


— Bom menino.— Orgulhoso, Luhan sorriu, deixando mais um beijo suave, dessa vez na boca de Sehun, o selo doce e cheio de carinho.— Me enchendo tão bem, você foi tão bom.— Quando Sehun choramingou, ele disse, beijando-lhe e lhe acariciando, sentindo o gozar, em longos e lentos jatos, enchendo-o com sua porra.


— Obrigado, o-obrigado.— Sem realmente saber o motivo, Sehun agradeceu, voz desesperada e aflita, enquanto ele apertava o ômega em seus braços, tonto e eufórico.


Ele sentia, sentia que tinha que agradecer Luhan, o agradecer por ser um namorado tão bom, por ter tido paciência e lhe deixando amá-lo, por se tão carinhoso e fazê-lo se sentir bem daquele jeito. Ele tinha que agradecer por Luhan estar ao seu lado.


— Não, amor, não tem o que agradecer.— Sentindo seu coração bater forte, Luhan disse, acariciando e tocando Sehun, o deixando se apoiar em seu peito, o acalentando.— Você foi tão bem, foi um alfa tão bom, eu te amo tanto.— Com carinho, ele lhe beijou, segurando o seu rosto em ambos os lados.


Ao sentir os lábios macios e quentinhos ao redor do seu, Sehun relaxou, seu coração falhando uma batida antes de se acalmar, e ele respirou fundo, se deixando ser levado pelo beijo doce, ciente do aperto e do corpo de Luhan abaixo do seu.


Ele lhe amava tanto...


— Você foi tão bem, alfa, eu me sinto tão bem...— Ainda com os lábios rente aos seus, Luhan disse, e Sehun quase sorriu, peito cheio e quente.


Obrigado por me ensinar, Luhan.




***




É isso...

Relevem os erros, mesmo que eu tenha betado e passado a limpo, devem ter sobrado alguns ksksksk

Eu sei que demorei pra postar, mas espero que goste Malu ❤

Obrigada por ler ❤

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May 2, 2019, 9:35 p.m. 0 Report Embed 120
The End

Meet the author

Lan_ ChanHy | Escritora carente que gosta de coisas fofas, fanfics fofas e meninos fofos. Tenho um sério problema com long-shots, e um milhão de plots acumulados, mas sou legal, eu juro. | | army ♪ exo-l ♪ carat ♪ blink ♪ monbebe |

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