Unexpected Follow story

lan_chanhy Lan_ ChanHy

inesperado adjetivo substantivo masculino 1. que ou o que não se esperava; que ou o que causa surpresa; que ou o que ocorre de modo imprevisto. 2. que ou o que de repente muda de aspecto, enfoque ou característica. Byun Baekhyun era um ômega com seus recém completados dezoito anos e, assim como a maioria da população mundial, ele recebera uma marca em seu pulso, as inicias do nome da sua alma gêmea gravadas em sua pele. E, ao finalmente encontrar sua alma gêmea, ele tem uma surpresa, pois, mesmo que ele já soubesse que a encontraria, ele não era o que Baekhyun esperava.


Fanfiction Bands/Singers For over 18 only.

#lemon #kyungsoo #baekhyun #baeksoo #soulmate #abo #Ômega-x-Ômega #MençãoSeHo #Threeshot #MençãoChanKai #MençãoChanJooHyuk
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Primeiro Dia de Aula

Ahn... Oi? 


Faz tempo que eu não apareço aqui né? Desculpa ;-; 


Seguinte, eu sei que o aniversário da Tati é amanhã, masssssssssss eu não sabia se iria conseguir postar amanhã então decidi já trazer isso hoje logo. 


Sinceramente, eu acho que isso aqui está uma merda, sério, eu nunca fiquei tão insegura com uma fanfic minha antes, mas não é como se eu pudesse fazer mais alguma coisa em relação a isso. 


Eu queria agradecer a linda da Gabriela pela capa maravilhosa, e a divina da Ester por ter me ajudado a desenvolver o plot, espero não ter decepcionado ela. 


Boa leitura e nos vemos nas notas finais. 




***




Baekhyun respirou fundo, mordiscando o lábio inferior enquanto passava o seu indicador pela marca em seu pulso, cuidadosamente contornando as iniciais marcadas ali. 


D.K.S... 


Qual era o seu nome? 


Quem seria?


Quantos anos tinha?


Onde morava?


Aquelas eram apenas algumas das inúmeras perguntas que rondavam a cabeça do jovem ômega, o leve bico presente nos lábios fofos, enquanto ele acariciava a marca com as iniciais do nome da sua alma gêmea, marca que havia aparecido há duas semanas, no seu aniversário de dezoito anos. Assim que ele completara a maioridade, as iniciais da sua alma gêmea foram gravadas em seu pulso direito, sua mão dominante, em lindas letras pretas, contrastando com a sua pele branca. 


A maioria da humanidade tinha uma daqueles. Independente do sexo ou classe, todos tinham as iniciais do seu parceiro ideal gravadas no seu corpo, normalmente em seu pulso, de maneira indolor e súbita. O normal é que se houvesse apenas uma, mas existiam exceções, onde uma pessoa poderia receber mais de uma marca, ou nenhuma. 


Eram casos raros, mas aconteciam. 


Taehyung, o primo de Baekhyun, era um exemplo. O beta tinha as iniciais do nome de seis pessoas marcados em seu corpo, tatuados em letras pretas e cursivas, divididas por toda a sua pele. 


Quando as marcas apareceram, foi um choque para toda a família. Ora pois, achar sua alma gêmea já era difícil, já achar seis, era praticamente impossível.


Bom, praticamente. 


Incrivelmente, Taehyung já tinha conseguido achar quatro dos seus seis parceiros, dois ômegas, um alfa e um outro beta, e, naquele momento, ele vivia feliz com eles, procurando por seus outros dois parceiros e ansiando pelo momento que seria finalmente completo.


Que meigo...


Baekhyun se perguntava se teria aquela sorte. 


Será que, algum dia, ele conseguiria encontrar seu parceiro? 


Ele algum dia encontraria a pessoa com quem viveria o resto da sua vida?


Desde que aquela marca havia aparecido em seu pulso, Baekhyun se perguntava aquilo, sonhando acordado e criando hipóteses de como seria seu parceiro. 


Era bonito?


Qual era sua cor favorita? 


Gostava de doces? 


Seu perfume seria gostoso? 


Inevitavelmente, aquelas perguntas surgiam na cabeça do ômega. 


Oh, vamos, não era culpa dele, toda pessoa ficava ansiosa sobre como seria o seu parceiro destinado. 


Não podemos julgar Baekhyun por isso.  


Todas as noites, antes de dormir, ele ficava algum tempo pensando, fantasiando sobre seu parceiro. 


Baekhyun queria lhe ver... 


Podia ser algo relacionado à sua classe, ou algo do tipo, mas Baekhyun sentia uma imensa vontade de vê-lo, de abraçá-lo e de beijá-lo, de sentir o seu cheiro enquanto tinha os seus braços presos na sua cintura. 


Será que teria braços fortes? 


Baekhyun torcia para que sim. 


Distraído com os pensamentos, ele levou um susto quando seu telefone começou a tocar, o som de uma música de um girl group aleatória soando alta pelo quarto, o nome do seu melhor amigo brilhando em letras brancas. 


— Alô, Jongin?


— Você já está pronto? Eu estou aqui na frente. — Ele avisou, através do telefone, lembrando o Byun do compromisso deles. 


— Oh, sim, eu já estou descendo. — disse, antes de desligar.


Se apressando, colocou o celular no bolso da calça, pegando sua mochila e saindo do seu quarto, antes dando uma última olhada no espelho, apenas para ver se estava aceitável. 


Em passos rápidos, desceu a escada, ansioso e um pouco tenso, não demorando muito para sair de casa e encontrar o amigo, estacionado com seu carro na frente da sua porta, vidros abertos e algum pop americano soando no rádio. 


— Bom dia, Jongin. — Baekhyun cumprimentou o amigo, assim que entrou no seu carro, jogando a mochila no banco de trás, junto da do Kim.


— Dia, Baekhyun. — cumprimentou de volta, acenando com a cabeça antes de bocejar, fechando os olhinhos fofos, bochechas corando de leve. 


Kim Jongin era um beta, melhor amigo de Baekhyun e dois meses mais velho, alguns centímetros mais alto e dono de um sorriso lindo. Ele tinha pele bronzeada e cabelos castanhos, bem macios. Olhos brilhantes e fofos, lábios inchados e um delicioso cheiro de chocolate. 


— Então, ansioso? — Jongin perguntou, logo após ver que o amigo tinha posto o cinto de segurança, dando partida no carro. 


— Você não tem ideia. — Baekhyun riu, sem humor, um pouco tenso demais. 


Oh, o primeiro dia de aula era sempre assustador. 


— Não fique tão preocupado. — Jongin disse, já na estrada, olhar momentaneamente se focando no rapaz ao seu lado, apenas por um breve segundo, antes de olhar para a rua novamente. — Junmyeon disse que nem é tão ruim assim. — Ele repetiu as palavras do irmão mais velho, um alfa já formando na faculdade e parceiro de um amigo em comum deles. 


— Seu irmão também disse que derrotar o Akuma era fácil, e olha só no que chegamos. — Baekhyun contrapôs, lembrando do perregue que foi derrotar aquele mano. E Junmyeon ainda dizia que era fácil?! 


— Ah, isso foi filha da putagem dele. — Jongin riu, parando o carro no sinal vermelho. — Mas, tipo, a Jennie também disse que não era tão ruim assim. — Jennie era um amiga de Jongin, uma beta com quem ele se pegava quando estava se sentindo solitário. 


— Ela pode ser sua amiguinha colorida, mas não sei se confio no julgamento dela. — Ele riu. — Aquela menina é um gênio.  


— Cara, eu 'tô tentando te ajudar, mas assim não dá 'pra te defender. — Jongin resmungou, levemente risonho, as duas mãos firmes no volante. — Mas, sério, se acalma, vai dar tudo certo. — Ele parou novamente em outro sinal vermelho, aproveitando da pausa para encarar o amigo nos olhos, colocando uma mão em seu joelho e apertando, reconfortante. 


— Eu só estou nervoso, é normal, eu sempre fico assim com algum experiência nova, tu sabe disso. — Tentando parecer confiante, ele sorriu para o amigo, que o olhou sério, antes de desviar o olhar para o trânsito. 

 


•∆•


 

Quando eles finalmente chegaram na bendita faculdade, Baekhyun estava com o coração na mão, o estômago estranho com o nervoso e as pernas levemente trêmulas. 


Qual é, ele não podia evitar. 


Depois que Jongin estacionou o carro em algum lugar do estacionamento, já cheio de carros, ambos saíram do veículo, com o Kim saindo primeiro, e Baekhyun apenas o seguiu para dentro do grande prédio. 


Nervoso, Baekhyun entrou pelo grande portão, com um Jongin um pouco mais desinibido andando à sua frente, as pessoas aglomeradas em grupinhos não parecendo se importar muito com eles.


Ufa.


— Oh, Baekhyun! — Antes que o ômega pudesse reagir, uma pessoa pulou no seu pescoço, passando um braço pelo seu ombro e o abraçando de lado.


Baekhyun conhecia aquele cheiro... 


Era Minhyuk. 


— Oi, Minhyuk. — Contente por ver o amigo, Baekhyun o abraçou apertando. 


Minhyuk era um ômega, um ano mais velho, seu vizinho e filho da melhor amiga da sua mãe; As duas mulheres gostavam de colocar os dois ômegas para interagir, o que fez com que os dois crescessem juntos, cultivando uma amizade não tão próxima, mas existente. 


Baekhyun tinha até se esquecido que Minhyuk estudava ali. 


Ele não estaria sozinho, pelo menos.


— Oi, Minhyuk. — Jongin, que havia parado de andar quando vira o ômega abraçando seu amigo, cumprimentou. — Olá, Jooheon. Oi, Changkyun. — Também cumprimentou os dois rapazes que vinham atrás do ômega, esses observando o contanto à sua frente com atenção, mas apenas isso. 


— Oi, Jongin. — Changkyun cumprimentou o beta, com um aceno de cabeça, enquanto andava em direção ao seu ômega, que abraçava Baekhyun, como um coala; Jooheon vindo logo atrás. — Oi, Baekhyun. 


— Eaí, Kai? — Jooheon também cumprimentou, se permitindo acenar para o beta, o encarando momentaneamente, antes de voltar a olhar seu ômega. — Oi, Baek. 


Aqueles três eram mais exemplos de pessoas que tinham mais de uma marca. Changkyun, o alfa do trio, tinha as duas inicias dos seus ômegas gravadas, cada uma em um pulso seu. Jooheon, o ômega mais novo, tinha duas no pulso direito. E Minhyuk, o ômega mais velho, as tinha no pulso esquerdo. 


— Oi, Jooheon. Oi, Changkyun. — Baekhyun também cumprimentou, ainda abraçando seu amigo, encarando os dois parceiros dele por cima do ombro do outro ômega, quase sorrindo ao senti-lo esconder a cabeça em seu pescoço, pressionando uma das bochechas fofas ali e a esfregando, como um gatinho manhoso. 


— Será que tem como você soltar o Baekhyun, anjo? — Changkyun perguntou ao seu parceiro, mãos no bolso da calça jeans e postura relaxada, como se ele não estivesse incomodado com a cena à sua frente. 


Não que ele estivesse, na verdade. 


— Com ciúmes, alfa? — Baekhyun provocou, mesmo que tivesse se separado do amigo, sorrindo ao vê-lo andar em direção ao seu alfa, abraçando-o como havia abraçando o Byun. 


— Nem um pouco. — O Im respondeu, envolvendo o seu com os braços, o puxando para perto e o acariciando. — Mas a aula já vai começar e não podemos nos atrasar. 


— O prédio de humanas é lá no outro lado. — Jooheon continuou a explicação do parceiro, se colocando ao lado dele, que ainda embalava um Minhyuk manhoso em seus braços. — A gente não se pode se atrasar na primeira aula do ano, né? — Ele riu, como se achasse graça do próprio comentário. 


— É, a gente realmente não pode se atrasar. — Changkyun puxou o ômega mole, o descolando do seu abraço e o colocando ao seu lado, o abraçando pela cintura. — Mas, tipo, a gente pode se ver depois, no intervalo. O que vocês acham? — propôs, sorrindo suave com a exclamação animada feita por Minhyuk. 


— Oh, sim! Isso seria perfeito. — Ele sorriu grande, olhando com aqueles olhinhos fofos para os dois homens à sua frente. — Vocês estão livres meio dia? A gente podia comer alguma coisa no refeitório. A comida daqui é ótima. — Ele sorria grande, adorável. 


— Eu não sei, na verdade. Nós estamos livres, Jongin? —Baekhyun perguntou para o melhor amigo, esse que deu de ombros, antes de pegar seu celular para ver a foto dos seus horários. 


— Na verdade, nós estamos sim. Nossa última aula da manhã terminei onze e cinquenta, e a outra só começa meio dia e quarenta. 


— Então está combinado. — Jooheon disse, sorrindo daquele jeito fofo dele. — Meio dia no refeitório, okay? 


Todos confirmaram. 

 


•∆•


 

— Mano, o que foi essa aula? — Baekhyun perguntou, olhos arregalados em descrença enquanto fazia a pergunta para Jongin, que estava ao seu lado, com um expressão quase tão surpresa quando a sua, um caderno mas mãos e mochila nas costas. 


— Não é? Que professor cuzão, nem 'pra ele explicar. — O Kim xingou, frazindo as sobrancelhas ao olhar um última vez para o quadro da sala de aula, cheio de coisas que ele nem entendia direito. 


Eles tinham acabado de sair da última aula da manhã, e suas mãos doíam de tanto escrever. 


Aquela manhã tinha sido de boa, na verdade. Nenhum professor chegou a passar muitas coisas, preferindo explicar apenas a parte teórica naquele dia, dizendo o quer esperava deles e respondendo perguntas sobre o curso. 


Até chegar no Sr. Min. 


Ele era um cara de meia idade, com uns 40 anos. Tinha uma careca horrorosa e uma cara de bunda, costas curvadas e voz entediante, além de um cheiro de alfa estranhamente ruim. 


Era um pavor. 


Ao chegar na sala de aula, ele apenas deu um entediado "bom dia" para os jovens, antes de murmurar algumas explicações e passar o resto da aula escrevendo a porra de um monte de coisa na lousa, sem parar e pouco se importando se os alunos estavam copiando. 


Baekhyun já detestava ele.


Mas, para sua sorte, ele era o que tinha menos aulas durante a semana. 


Graças aos céus. 


— Nem sei o porquê se tornou professor, já que ele não gosta de dar aula. — O ômega resmungou, arrumando a alça da mochila em seu ombro, um adorável biquinho nos lábios cheios. 


— Pelo salário que não foi. — Jongin riu, e Baekhyun teve que rir junto. 


Que idiota. 


— Mas deixa disso, 'vamo encontrar logo os guri. — Baekhyun sinalizou com a cabeça, em direção ao refeitório, e Jongin assentiu. 


— Vamos. 


Aos se colocarem lado a lado, os dois homens se foram em direção ao refeitório, conversando entre si e observando as pessoas desconhecidas, o olhar de Baekhyun se perdendo vez ou outra em algum casal fofo que se abraçava, felizes e apaixonados de um jeito que lhe deu um pouquinho de inveja. 


Humpf... 


Ao chegarem no refeitório, eles olharam em volta, ainda próximos da porta, as sobrancelhas de ambos se franzindo ao ver que os três rapazes não haviam chegado ainda. 


— Onde eles 'tão? — Baekhyun perguntou para Jongin, que pescou o celular no bolso ao escutar o som de uma notificação. 


— Hmm... — Ele leu a mensagem com atenção. — Eles 'tão vindo, parece que o Jooheon teve que fazer umas perguntas 'pra professora e eles se atrasaram um pouco. 


— Certo... — Baekhyun olhou em volta, apenas para ter certeza que eles não estavam ali. — E desde quando você tem o número deles? 


— Não sei, acho que a gente devia 'tá metido em algum grupo. — Ele deu de ombros, sem se importar muito. — Sei lá. 


— Hmmm... 


E mais uma vez, Baekhyun olhou em volta, analisando as mesas cheias e as pessoas sentadas nelas, em grupinhos, distraídos com as próprias conversas.  


— O que você 'tá fazendo? — Quando Baekhyun voltou a olhar para o amigo, o viu curvado contra um quadro de anúncios, pendurado ao lado da porta, cheio de listas com nomes de pessoas, junto à suas salas, pendurados com tachinhas coloridas. 


— Procurando o nome de alguém que eu conheça. — Jongin respondeu, simplório, sem desviar o olhar da lista na sua frente, do curso de literatura. — Vai que eu encontro algum conhecido. 


— Que idiota. — Baekhyun bufou, andando em direção ao amigo e parando do seu lado. 


— Por que não tenta? Tu não tem, tipo, uma prima que estuda aqui? Vai que tu encontra ela. — Ele sugeriu, desviando o olhar para o rosto do amigo. 


— A Nayeon?


— Ela mesmo. Ela não 'tava fazendo pediatria ou algo assim? 


— Pedagogia, Kai, pedagogia. 


— Dá no mesmo. — Baekhyun riu.— Procura ai, vai que tu acha ela. 


— Okay, Okay. Eu procuro. — Cedeu, curvando-se para procurar o nome da prima no papel. 


Ao achar o papel com as turmas de pedagogia, Baekhyun se dispôs a procurar o nome da prima, passando o olhar por todos os nomes, do começo ao fim. 


Enquanto procurava na letra "D", sua atenção foi roubada por um nome, o que lhe fez parar sua procura. 


Do Kyungsoo... 


Os olhos de Baekhyun se arregalaram ao lê-lo, toda a sua atenção se focando ali, no nome masculino e forte.


Aquele nome lhe era familiar de um jeito estranho... 


Baekhyun o conhecia? 


Mas ele não se lembrava de ninguém com esse nome.


Seria algum amigo de infância ou algo do tipo? Talvez algum parente distante... 


— Baekhyun! — Tirado do seus devaneios, o Byun sobressaltou ao escutar seu nome sendo chamado, a voz animada o assustado, a medida que alguém lhe abraçava por trás, quase o derrubando no chão. 


— Minhyuk! — Baekhyun gritou quando quase fora levado ao chão, o cheiro de jujubas do outro ômega o entregando. 


— Meu Deus, Minhyuk, tu tem que parar com isso de pular nos outros!  — Jooheon reclamou, mesmo que estivesse rindo. — Você ainda vai matar alguém! 


— Deixa ele, Jooheon. — Changkyun também estava rindo, mais precisamente da cena do seu ômega adoravelmente agarrado no seu amigo. — Tu sabe que ele está carente. 


— Eu não estou carente... — Minhyuk murmurou, abraçando o amigo ainda mais apertado, um biquinho adorável em seus lábios. 


— Está sim. — Com cuidado, o alfa puxou o seu ômega, libertando Baekhyun das garras do seu amigo e colocando o Lee ao seu lado. — Se controle, hm? — Batucou o nariz fofo com a ponta do dedo, suave, rindo doce quando o ômega virou, manhoso. 


— Tudo bem, desculpa. — murmurou baixinho, abraçando o alfa ainda mais forte, se escondendo em seu corpo. 


— Por que ele está assim? — Jongin perguntou, cutucando Jooheon com um cotovelo, uma parte sua achando adorável a maneira como os dois agiam juntos. 


— O cio dele está perto. — Jooheon respondeu, sem desviar os olhos da cena que os dois namorados juntos e abraçados. — Ele sempre fica assim perto de um cio. 


— Hmmm... — Jongin murmurou, encarando os dois, seu coração se aquecendo ao ver os dois juntos e fofos daquele jeito. 


Devagar, ele desviou o olhar em direção a Baekhyun, que também observava os dois, abraçando o próprio corpo e levemente corado, um brilho estranho nos olhos. 


— Vamos? — Subitamente, sua atenção foi chamada por Changkyun, que os olhou, ainda abraçado a um dos namorados


— Bora.

 


•∆•


 

— Então, como foram as primeiras aulas? — Changkyun perguntou, assim que eles se sentaram em uma mesa vazia, já com as bandejas de comida. 


— Bom, as primeiras foram legais, até. — Foi Kai que respondeu, mexendo na comida com os hashis, misturando-a. — Nenhum professor passou nada muito complicado, e eles responderam todas as nossas dúvidas. 


— Bom, exceto o sr. Min. — Baekhyun bufou, levando um pedaço de carne à boca. 


— Wow, vocês pegaram o professor Min? — Minhyuk riu, as bochechas cheias, como um esquilo. — Boa sorte. 


— Vocês já tiveram aula com ele? — Jongin perguntou, logo depois de engolir um pouco da comida, que até que era boa. 


— Não, ele não dá nenhuma aula de humanas, mas Jihoon vivia reclamando dele. Fora Changkyun que respondeu, antes de aceitar um pepino que Minhyuk lhe entregava, o ômega com uma carinha de nojo. 


— Jihoon? 


— Meu irmão mais velho. — Jooheon levantou a mão, antes de beber um pouco de um suco de caixinha. — Ele tinha algumas aulas com ele é, meu Deus, ele odiava esse professor. 


— Ele vivia reclamando de como ele era um porre ignorante. — Minhyuk continuou a fala do namorado, dando mais um pepino para Changkyun, que o aceitou de prontidão. — Seria engraçado se ele não ficasse terrivelmente irritado depois. 


— Nossa, é sério, nunca queiram ver o Jihoon irritado, é como um demônio. — Jooheon confirmou, quase desesperado, encarando os dois rapazes a sua frente. 


— Se você diz...  


— Mas, então, como foi o dia de vocês? Foi tudo bem? — Baekhyun perguntou, depois de comer mais um pouco da sua linda comida, colocando a mão na frente da boca enquanto falava. 


— Foi bem, na verdade. Como a gente 'tá no segundo ano, os professores já são mais rápidos, mesmo 'pro primeiro dia. — Changkyun respondeu, mastigando os pepinos que o seu namorado lhe dava, a boca cheia deles. — Mas, pelo menos, eles tem um pouco de juízo e só passaram uma coisa mais teórica.


— Graças a Deus. — Jooheon riu, o canto da boca sujo de molho, o que fez com que todos rissem também. 


— Minhyuk! — Subitamente, o nome de um dos ômega foi chamado, e os cinco rapazes olharam para o dono do voz, um rapaz com cabelo azul escuro e rosto gordinho. 


— Oh, Seungkwan! — O ômega cumprimentou o outro rapaz, assim que ele se aproximou, um cheiro neutro e levemente doce vindo junto. 


Um beta.


— Oi, Changkyun. Oi, Jooheon. — Ele também cumprimentou os dois parceiros do ômega, que sorriram e acenaram. 


— Oi, Seungkwan. — Os dois disseram, ao mesmo tempo, a coincidência causando um riso em todos os rapazes sentados à mesa.


— Baek, Kai, esse aqui é o Seungkwan. — Minhyuk apresentou os dois rapazes ao beta, que acenaram com a cabeça, dizendo um pequeno "Olá, prazer em conhecer". — Ele é amigo do irmão do Jooheon. — Ele gesticulou. — Seungkwan, esses são o Jongin e o Baekhyun.


— Oi, meninos, prazer. — Ele sorriu, as bochechas fofas e cheias, os olhos pequeninos se fechando com o sorrisão. 


— Senta aqui com a gente, Kwan, tem um lugar livre. — Jooheon pediu, apontando para o espaço ao lado de Minhyuk, que estava vazio. 


— Só porque o Han não saiu da aula ainda. — Dito isso, ele se ajeitou, e uma conversa animada começou.


Seungkwan era divertido, fazia umas palhaçadas legais e umas piadas bobas, então foi fácil para Baekhyun ficar à vontade com ele, mesmo que não falasse muito. Ele ainda estava levemente confuso com o que tinha acontecido, sua mente tentando lembrar de onde escutaram aquele nome. 


Do Kyungsoo...


Era forte, bonito e, só de pensar nele, Baekhyun sentia seu peito se enchendo de um sentimento gostoso, fraco, mas perceptível. 


Tão estranho. 


Alguns minutos depois, ele terminava sua comida, brincando com os palitos enquanto observava Changkyun rir de algum piada que o tal Seungkwan tinha falado, e Baekhyun ficou com medo que ele engasgasse. 


— Vocês ficaram sabendo? — Quando, finalmente, Changkyun parou de rir, Seungkwan perguntou, sorrindo e se inclinando sobre a mesa.


— Sabendo do que? — Era Jooheon.


— O Chanyeol vai fazer uma festa de volta às aulas na casa dele, sábado à noite. Geral 'tá convidado. 


— Meu Deus, de novo? Esse mano não quieta? — Changkyun comentou, quase que revoltado, e Minhyuk riu alto.


— Quem é Chanyeol? — Jongin, que tinha as sobrancelhas franzidas, perguntou, parecendo levemente agitado. 


Hmmm...


— Um veterano do curso de veterinária. A família dele tem uma casona sem vizinhos, ele sempre 'tá dando festas lá. — Foi Minhyuk que respondeu, a mão na frente da boca enquanto mastigava, as bochecha cheias de arroz. 


— Hmmm... — Jongin remexeu na comida, olhos semicerrando-se e um bico pensativo. 


— Mas, então, vocês vão? — Seungkwan estava terminando de tomar seu suco, mas perguntou mesmo assim.


— Eu vou. — Jooheon confirmou.


— Eu também! — Minhyuk parecia animado,


— Já que não tenho escolha. — O murmurar seguido de um levantar de ombros veio de Changkyun.


— Ótimo. E vocês dois, vão? Novatos são sempre bem-vindos, e Chanyeol dá as melhoras festas.


— Eu não perderia isso por nada. — Jongin pareceu, inusitadamente, animado, um brilho estranho no seu olhar.


— E você, Baekhyun? — Seungkwan lhe perguntou, e todos os olhares foram em sua direção.


— Bom, por que não? Acho que vai ser divertido. — Ele deu de ombros, indiferente. 


Baekhyun nem sabia o que lhe esperava. 




***




Essa fanfic era para ser uma oneshot, mas eu vi que ia ficar longa e que não ia conseguir terminar até o aniversário da Tati, então decidi dividir em dois, e, posteriormente, em três. Eu não sei quando os outros caps vão sair, sério, eu estou toda e completamente enrolada com plots e fanfics, e mal consigo tempo para escrever. 


Eu queria desejar um feliz aniversário para você, Tati, meu amorzinho e a coisinha mais preciosa de todas. Eu simplesmente não podia deixar esse dia passar sem eu fazer nada, e me desculpe se ficou muito ruim, eu tentei dar o meu melhor para fazer algo digno de você. 


Vou tentar ser rápida com os outros caps, tá? 


Obrigada por ler até aqui. 

Twitter da Tati (VÃO DAR AMOR PRA ELA!!!!) : https://twitter.com/khiltint 

Meu twitter: https://twitter.com/Lan_ChanHy 

Meu Curious Cat: https://curiouscat.me/Lan_ChanHy

Feb. 17, 2019, 10:31 p.m. 0 Report Embed 120
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