Uma noite inesquecível Follow story

mai Mai Briefs

Para comemorar nosso aniversário de um ano de namoro, meu namorado Takeru decidiu me proporcionar uma noite maravilhosa, uma noite dos sonhos de qualquer garota, entretanto nem tudo saiu exatamente como planejamos. Meu nome é Yagami Hikari e hoje estou aqui para compartilhar com vocês um relato sobre uma noite inesquecível.


Fanfiction Anime/Manga Not for children under 13.

#disventuras #livre #romance #comedia #digimonadventuretwo #digimonadventure #digimon #hikari #Takeru
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Uma noite inesquecível





Yoooooooooooo



Como vão galera?
Que bom, também estou ótima.

Hoje trago pra vocês a minha primeira Takari.
Gostei muito de escrevê-la e espero que vocês gostem e se divirtam muito.
Muitos beijos e vamos ao cap!

Capítulo único-Uma noite inesquecível.


Pov Hikari


Escovei minhas madeixas curtas enquanto me olhava no espelho, um sorriso bobo brotou em meus lábios ao lembrar-me que há um ano Takeru se declarou para mim no final da aula, todos foram para casa, mas nós fomos passear no parque central de Odaiba, cidade onde moramos. E qual não foi a minha surpresa diante de sua declaração.

Takeru é o típico garoto popular da escola, calmo, gentil, meigo e inteligente, além de lindo obviamente, mas acima de tudo ele é meu melhor amigo desde a infância, passamos por muitas aventuras juntos, mas essa é uma historia para ser contada em outra data.

Para comemorar nosso aniversário de namoro ele iria me levar a um elegante restaurante onde desfrutaríamos de um belo jantar e depois seguiríamos para um motel a nossa tão esperada primeira vez.

Suspirei fundo saindo dos meus pensamentos e decidi me produzir rapidamente assim que olhei para o relógio, me livrei do roupão e vesti um lingerie preto com bolinhas brancas¹, comprada especialmente para essa data. Em cima da cama havia um vestido que comprei juntamente com Miyako-chan na ultima liquidação na loja Butterfly, era um modelo rosa de mangas compridas com altura na coxa². Ele caiu como uma luva no meu corpo e para finalizar coloquei sandálias de salto, pois sou muito baixinha.

Estava devidamente produzida, ainda bem Taichi-nee não mora mais em casa para me pentelhar nestes momentos, ele divide um apartamento com Yamato-kun, Miyako-chan havia me mandado milhares de mensagens cada uma com um comentário pior que o outro, mas também a virgindade dela não durou nem uma semana após ela ter começado a namorar com Ken-kun.

Respondi a mensagem dando risada e ouvi minha mãe bater na porta.

— Entra mãe! — Pedi e ela entrou com um sorriso no rosto trazendo uma bandeja com alguns bolinhos e um copo de suco.

— Hikari-chan, experimenta minha receita nova! — Deu um sorriso caloroso. — Como você está linda minha filha, parece que foi ontem que era uma garotinha com seu apito. — Começou a lacrimejar.

— Para com isso mãe, não estou indo para a morte. — Brinquei pegando o copo e virando de uma só vez, as receitas ousadas da minha mãe nunca foram gostosas, mas se recusasse ela daria o maior show, então bebi tudo e comi os bolinhos, até que, por milagre, estavam deliciosos. — Hmmm! Que delicia o que tem aqui?

— Ah você gostou?— Limpou as lágrimas já animada me servindo o resto que estava no jarro. — Bem, levou laranja, uva, ameixa, abacate, chocolate em pó, mamão, kiwi, pera, figo, rúcula, alface, jaca... — Antes que ela terminasse de falar os ingredientes à campainha tocou.

— Mãe atende, é o Takeru, vou escovar os dentes. — Anunciei e sai correndo para o banheiro para escovar os dentes.

Cheguei à sala e... Meu Kami! Meu amor estava lindo e maravilhoso com um buque de rosas vermelhas e uma caixinha em forma de coração.

— Hikari… — Me olhou de cima a baixo completamente admirado. — Você está maravilhosa! — Me oferece as flores e o presente.

— Que lindo amor!— Cheirei às rosas, o aroma delas era entorpecedor. — Mãe, a senhora pode colocar em um vaso para mim, por favor?

— Claro querida, vá se divertir! — Ela pegou as rosas cheirando-as e ficou nos olhando sair, Takeru se despediu educadamente enquanto sai ansiosa apertando a caixinha de presente nas mãos.

Entramos no carro e ele me perguntou:

— Não vai abrir?— Sorriu largamente.

— Claro... — Poderia ter um anel de noivado em meio aos chocolates. Abri a caixa e senti o delicioso aroma de nozes, hmmm meus chocolates preferidos!— Obrigada amor. — Agradeci com um beijo demorado.

— Dizem que chocolate é afrodisíaco. — Falou, mas em seguida corou com as próprias palavras, também corei um pouco.

Ficamos em um silencio estranho depois do comentário dele, para disfarçar comecei a comer os chocolates dividindo com ele, aos poucos fomos voltando ao normal e logo estávamos conversando numa boa novamente.

Chegamos ao local mega chique. Uau! Fiquei até constrangida, logo fomos guiados a uma mesa já reservada e Takeru fez todos os pedidos em francês. Estava tudo maravilhoso, um ótimo vinho e uma comida deliciosa com nome estranho.

Conversamos, brindamos aproveitando intensamente cada minuto daquele momento mágico, meu amor é mesmo um príncipe! Não poderia estar mais perfeito, assistimos uma apresentação ao vivo de uma cantora francesa, mas a noite estava apenas começando e eu me encontrava muito ansiosa, muito mesmo e essa ansiedade começou a refletir no meu sistema digestivo. Sabia que era só ansiedade e que a receita da minha mãe não tinha nada a ver com aquilo, tentei respirar fundo e relaxar.

Saímos do restaurante e ele confirmou comigo se eu realmente gostaria de ir para onde combinamos, era notável o quanto estava preocupado se eu me sentia preparada. Por mais que estivesse nervosa eu confirmei, pois queria muito que rolasse nossa primeira vez.

Durante o percurso do restaurante ao motel começou a me dar um revertério na barriga... A dor era tanta que eu chegava a suar frio, acho que até a minha pressão baixou. Para minha sorte Takeru não percebeu nada. Eu suava... Suava… Chegava a encolher no banco, e não chegávamos nunca ao lugar combinado.

Entramos na estrada e eu cruzei os dedos para pararmos no próximo motel. Passou o primeiro e nada, quando passamos o segundo senti como se algo tivesse explodido dentro da minha barriga, chegava a fermentar. “Pronto vai sair aqui mesmo!”. Pensei em desespero, mas Kami é tão bom que consegui segurar e entramos no próximo motel lindo e maravilhoso… Mas mal conseguia respirar direito. Nunca agradeci tanto na minha vida, cheguei até a abrir um sorriso, depois de tanta careta.

Takeru desligou o carro e estacionou perguntando qual quarto queria.

Ah sério isso?! Eu precisando de um banheiro e ele me mandando escolher um quarto, qualquer um me servia, eu precisava mesmo era de um banheiro, pois no estado em que me encontrava até o quartinho do vigia me servia. Se abrisse a boca tinha quase certeza de que algo sairia por outra parte.

Parecendo entender meu desespero, ele escolheu o quarto, pagou e pegou o cartão. Andamos mais um pouco e passou o cartão na porta, imediatamente o empurrei para o lado, de forma que ele quase caiu e entrei desesperada correndo o olho pelo local, até encontrar o banheiro e praticamente me teletransportei para lá.

Meu Kami, quanto luxo em um único local e eu só conseguia pensar em adentrar no banheiro, entrei batendo a porta e me sentei no vaso sanitário e foi uma explosão violenta
Detalhe, achei que tinha trancado a porta, mas não, ele viu meu desespero e foi ver se eu estava bem… Meu Kami! Quase entrei no vaso de tanta vergonha, fora o cheirinho que se espelhava pelo local. Murchei na hora, quase me dei descarga para ir junto.

Ele ficou tão constrangido que acabou entrando e seguindo em direção a hidro.

— Amor, eu não estou fazendo xixi! — Informei envergonhada, mas acho que aquela altura ele já tinha percebido.

Então ele ligou a hidro e saiu do banheiro. Fiquei lá me corroendo por dentro, morrendo de vergonha da minha tragédia. O pior era que eu fazia cocô por etapas pra tentar não fazer barulho, mas os gazes faziam questão de sair estrondosos como um trovão. Ai meu Kami, que vergonha! Era pra ser uma noite perfeita e eu lá defecando e a cada cinco minutos. Tadinho do meu amor, ele perguntava todo preocupado do lado de fora:

— Amor acabou?

— Não, não… Estou quase... — Respondia torcendo para que acabasse logo de uma vez.

Finalmente havia terminado aquele mártir, me limpei e levantei fechando o vaso. Liguei o chuveiro para disfarçar o barulho da descarga e, depois de uns vinte minutos e umas vinte descargas o cheiro ainda estava horrível, parecia que algum animal havia morrido ali dentro e estava em estado de decomposição.

— Posso entrar amor? — Perguntou ansioso.

— Só mais um minutinho more!

Não sabia mais o que fazer, o cheiro estava de matar, olhei para a pia e vi vários frascos com líquidos coloridos, peguei alguns e cheirei, eram bem perfumados então em um ato de desespero comecei a jogar aqueles líquidos perfumados para cima, no chão espelhando para todos os lados.

— Posso entrar agora? — Perguntou com uma vozinha que me deu pena.

— Pode amor, pode entrar sim... — Estava morrendo de vergonha, mesmo assim tirei a roupa e entrei na banheira que já estava cheia.

Só que o que eu tinha jogado no chão era sabonete liquido, estava tão desesperada que nem me dei conta e ocorreu que o chão acabou ficando escorregadio.

Vi meu amorzinho abrindo a porta lentamente, usando um roupão branco bem aberto na parte do peito e quando achei que o pior já tinha passado Takeru escorrega no chão e cai de bunda e bem… Seria cômico se ele não tivesse começado a se contorcer no chão gemendo de dor.

Levantei-me desesperada sem saber o que fazer. Me enrolei em uma toalha e quase cai tentando chegar até ele.

— Hikari, por favor, chama uma ambulância, acho que quebrei alguma coisa, estou sentindo muita dor. — Ele gemia de dor e eu sai do quarto em choque, não sabia ou não lembrava o numero da ambulância e tive que ligar para minha mãe.

— Alô, mãe não pergunta, só me diz qual o numero da emergência. — Tentei ser direta e evitar interrogatório.

— PORQUE QUER O NUMERO DA EMERGÊNCIA, VOCÊ ESTÁ BEM? — Ela esgoelou do outro lado da linha.

— O que? É a Hikari mãe? Ela quer o numero da emergência o que houve? — Ouço a voz do meu irmão. Droga, mas o que ele faz em casa afinal?

— Mãe, só me dá o número, por favor, é urgente. — Tentei parecer calma.

— Hikari a mãe acabou de desmaiar e Koushiro ta aqui comigo socorrendo ela, me diz o que houve e onde você está, porque quer o numero da emergência? — Era Taichi no telefone, droga era só o que faltava.

Ouço Takeru gemendo no banheiro e digo logo de uma vez.

— ESTOU EM UM MOTEL COM TAKERU, MAS ELE CAIU NO BANHEIRO E PARECE TER FRATURADO ALGUM OSSO, PRECISO DE AJUDA!

(...)

Após minha revelação desesperada, Taichi me passou o número e eu liguei para emergência. Fomos parar no hospital ambos apenas de roupão. Takeru fraturou o cóccix, mas foi medicado e passa bem.

As coisas não poderiam ficar piores, mas ficaram... Minha mãe, meu pai e Taichi-nee chegaram de carona com Koushiro-kun, os pais de Takeru também vieram, o Sr. Ishida veio com Yamato-kun e a Sra. Takaishi veio de carona com Mantarou-san, irmão de Miyako-chan, que também veio preocupada com o amigo e trouxe o Ken-kun que estava em sua casa, mas também avisou o resto da turma e logo todos estavam ali demonstrando carinho e preocupação e eu vestida apenas de roupão.

Uma funcionária do motel chegou e se apresentou em nome do mesmo, me entregando as nossas coisas e me pedindo para assinar.

Takeru teve alta no dia seguinte e bem…

"Aquela não foi nossa noite especial, mas sem dúvida foi uma noite inesquecível. "

Notas Finais

Links utilizados... Roupa e lingerie da Hikari 
¹http://4.bp.blogspot.com/-wVykVq6tJ3s/UxKn43-pOnI/AAAAAAAACk8/8Pf5yuBG4sE/s1600/lingerie
2.JPG 
² http://i00.i.aliimg.com/wsphoto/v0/1650759176_1/New-in-2014-woman-fashion-pullovers-elegant-long-sleeve-slim-kawaii-casual-korean-mini
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Dec. 30, 2018, 6:51 p.m. 1 Report Embed 2
The End

Meet the author

Mai Briefs Fui convidada por uma amiga para conhecer esse site, espero ser feliz por aqui, esse ano quero voltar a escrever e ler boas fics, sejam bem vindos, espero que gostem dos meus humildes trabalhos.

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Lu Inoue Lu Inoue
Desmaiada de tanto rir
January 04, 2019, 14:52
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