Lucky Fire - Corações em chamas! Follow story

arielo Arielo K

O tenente Vegeta do batalhão de bombeiros, vive um inferno pessoal, após uma tragédia que tirou dele quem mais amava. Porém Bulma cruza a vida dele, quando vem transferida de San Francisco, fugida de um grande mal que a assolou. Agora ambos terão que conviver com seus melhores e piores lados, será que o batalhão de bombeiros agüentará a convivência entre esses dois?


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#romance #drama #universo-alternativo #vegebul #vegeta #bulma #dragonball #dbz #bombeiro
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Mudança necessária!


O batalhão de bombeiros do distrito 19 da cidade de Lucky era um dos mais antigos, completando recentemente cem anos de atividade naquela grande metrópole de setecentos mil habitantes, que ficava próxima a Los Angeles, sendo uma cidade litorânea, com lindas praias de tirar o fôlego, além de ser cercada por montanhas. Um cenário um tanto romântico, se não fosse a crescente violência que estava se desenvolvendo no lugar, a cidade conhecida por sua gastronomia e vida noturna, tinha como uma grande metrópole seus pontos positivos e negativos. Nesse cenário quente e afrodisíaco, várias histórias se desenvolvem com suas peculiaridades, algumas cheias de esperança, outras com pitadas de tristeza, uma mistura de encontros e desencontros.


O orgulho dos cidadãos de Lucky englobava suas lindas praias, a vida noturna, a gastronomia e o mais importante, o serviço dos bombeiros, pois era rápido e eficaz, ganhando vários reconhecimentos dentro daquele estado e fora dele.


Há mais de dez anos o batalhão do distrito 19 estava sob o comando de Bardock Black, o mais competente e corajoso bombeiro que já existiu do estado da Califórnia. Ele era rígido, mas também muito leal, levava em conta a amizade acima de tudo e defendia seus subordinados com unhas e dentes.


Nesse momento, Bardock estacionava o carro em frente a sua moradia, de dois pavimentos, que se localizava num bairro de classe média e adentrava de forma rápida na sala de estar, onde constatou que Turles não estava em casa, que deveria estar se divertindo em algum lugar bem longe dali, pois era sexta-feira a noite e geralmente depois que saia de um julgamento queria esfriar a cabeça, até que o cargo de promotor estadual caia como uma luva para ele, que sempre foi hiperativo como a mãe. Enquanto Kakaroto e seus cadetes faziam plantão no batalhão, isso o deixava mais sossegado, pois o filho era responsável e qualquer problema entrava em contato com ele.


Como se encontrava sozinho naquela enorme casa, Bardock suspirou e subiu a escadaria para tomar um banho relaxante, pois queria esperar sua esposa, que ainda não tinha chegado. Para o seu desgosto Gine gostava de fazer plantão, porém naquele dia em especial ela mandou uma mensagem que chegaria em casa dentro de uma hora, pois seu expediente no departamento de policia estaria encerrado e enfim os dois poderiam se divertir um pouco, como a muito tempo não faziam, por conta de seus trabalhos, que exigiam muito deles e também por causa dos filhos mais novos que ainda moravam com eles e não os davam liberdade.


Já debaixo do chuveiro Bardock se deixou relaxar, suprimindo todos os pensamentos que vinham em sua mente e o perturbavam, ficou quase uma hora se escaldando debaixo daquela água quentinha, saiu do banheiro só com a toalha na cintura, quando entrou no quarto teve uma surpresa mais do que agradável.


Gine sorriu ao ver o marido cheiroso e seminu, coberto somente por uma tolha felpuda ao redor da cintura, isso a fez lamber os lábios e o olhar de forma sedutora.


- E então tigrão pronto para ação? Preparado para apagar o meu fogo? – Questionou Gine abrindo os botões de sua camisa, deixando amostra seu sutiã rendado bordô, fazendo de imediato Bardock dar um sorriso de canto, um tanto malicioso.


- Mas claro amor, minha mangueira está sempre pronta para ação! – Sussurrou antes de caminhar rapidamente até a cama e puxar a esposa para um beijo avassalador, que foi correspondido de imediato.


Quando Gine se deu conta, ela e seu marido já estavam se amando na cama de forma sôfrega e intensa, a boca maravilhosa de Bardock deixava a morena vendo estrelas, igualmente como as estocas dele, que intercalavam entre rápidas e lentas, que a faziam gemer alto, sem pudor ou preocupação, pois o que somente importava naquela hora era o prazer deles.


Após algum tempo já totalmente saciados, o casal se abraçou recuperando o fôlego e foi nesse momento de tranqüilidade que Gine resolveu entrar num assunto que tinha conversado com seu marido alguns dias atrás, mas ele não tinha lhe dado um resposta e ela precisava saber se ele iria ajudar sua sobrinha ou não.


- Querido, preciso te perguntar algo... você aceitou a transferência de Bulma para o seu batalhão? Assinou o papel como te solicitei? – Pediu em expectativa a morena, notando a face do marido se contorcer numa careta de hesitação.


- Gine, eu vou ser sincero contigo. Eu fiquei receoso de fazer isso, pois não iria pegar bem colocar a sobrinha de minha esposa para trabalhar no mesmo local que eu, meus subordinados poderiam achar que estou abusando do meu poder, sendo que já tenho nosso filho atuando no mesmo batalhão. Tinha até falado com um amigo meu de outro batalhão para aceitá-la, no entanto Turles me surpreendeu, pois mexeu uns pauzinhos e fez o comissário me ligar exigindo que Bulma fosse integrada no meu batalhão. Então, eu não pude negar, pois o motivo de transferência dela é mais do que uma simples mudança de residência, tem algo mais profundo, não sei por que você não me contou toda a verdade, tive que descobrir por terceiros, sendo que a garota faz parte da minha família – Falou sério Bardock encarando sua amada que se mexeu incomodada na cama.


- Bulma me fez prometer que não contaria nada a você, pois se sentia desconfortável com a situação, não queria que ninguém soubesse, apenas poucas pessoas.


- Na próxima vez Gine, me conte tudo! Não quero mais que você me esconda nada que diga respeito a nossa família! Entendeu? – Perguntou pegando nas mãos da mulher, que o olhou arrependida.


- Entendi, mas seria contra minha ética contar algo que me foi pedido para fazer sigilo, mesmo que a pessoa fosse da minha família, compreende isso?


- Eu sei amor, mas se você tivesse contado tudo o que tinha ocorrido com Bulma, eu assinaria na hora aquele papel de transferência, não ficaria dividido e receoso. A propósito, avise sua sobrinha que ela terá que se apresentar no batalhão na segunda-feira na parte da tarde.


- Eu compreendo isso... mas agora vamos voltar ao que estávamos fazendo? Nosso tempo é tão curto, que precisamos aproveitar – Sussurrou Gine puxando o marido para um beijo, enquanto suas mãos desciam novamente para seu membro, que já estava novamente em ponto de ataque, o que a fez sorrir.


Aquela noite estava sendo de extremo prazer para o casal que se entregou novamente nos braços um do outro, como se não houvesse amanhã.


**&**


No dia seguinte, na cidade de San Francisco, no apartamento de Bulma, ela preparava o café da manhã, quando de repente o som de seu celular chamou sua atenção, indicando que tinha recebido uma mensagem. Mais do que ligeiro, a azulada desligou o fogão e colocou a omelete que estava pronta no prato e correu até o balcão da cozinha, onde pegou o celular, o desbloqueou e leu a mensagem de texto que sua tia Gine tinha lhe mandado, ao terminar de lê-la suspirou aliviada, pois enfim teria paz e poderia deixar todo aquele pesadelo que viveu para trás, seria eternamente grata a sua tia, primos e tio.


Após comer ligeiramente Bulma foi até a sua suíte, onde abriu o armário, pegou algumas malas e começou a enchê-las com todas as roupas que achava pela frente, guardando tudo sem cuidado, pois ela estava pouco se importando se iria amassá-las ou não, só queria dar o fora daquela cidade, o mais breve possível. Decidiu que iria para Lucky, depois do almoço, a viagem de carro duraria no máximo três horas, se não pegasse engarrafamento na rodovia, mas não se importava, era melhor que continuar ali. Depois mais tarde teria que ligar para a sua irmã avisando que iria embora, pois deixaria o seu apartamento aos cuidados dela.


Seus pensamentos estavam a mil, de repente as forças que ela tinha perdido voltaram com tudo, lhe impulsionando a lutar novamente, ter as rédeas de sua vida outra vez em suas mãos. Agora tudo ficaria bem, ela moraria por um tempo com seus tios e depois alugaria um apartamento só pra ela, as coisas começariam a melhor.


**&**


Mais uma manhã nebulosa em sua vida, não que o dia realmente estivesse assim, mas irritantemente Lucky era ensolarada até de mais para o seu gosto, todos sempre felizes e sorrindo de tudo, ahhhgr era irritante, não...era frustrante, a felicidade dos outros o incomodava. Os olhos recaem sobre corpo feminino ao seu lado na cama. Vegeta rosnou frustrado...era só mais uma, mais uma distração, mas uma infrutífera tentativa de se satisfazer...como doía ainda aquilo!


Malditos três anos! Três anos sem sentir o cheiro dela, o corpo dela, o sorriso que tanto alegrava seu dia todas as manhãs ao despertar ao seu lado. Os dedos que brincavam em suas costas depois que faziam amor... porra, doía sentir a perda, um luto maldito de três anos sem sua esposa. Nos armários ainda as coisas dela continuavam como se ela nunca tivesse partido...os perfumes...os sapatos...como ela era irritante com sua bagunça desajeitada e incomodamente cheia de vida. Só ela era capaz de trazer o que havia de bom de dentro dele.


Vegeta se levantou abruptamente da cama, não estava com saco para mais fingimentos. Na verdade, nunca o teve, a garota despertou e ele estava terminando de vestir um calção. A sua face era de poucos amigos.


-Bom dia – a garota falou se espreguiçando


-Rwnnr, tanto faz. Eu tenho que sair, então se puder agilizar...- ele rosnou direto e ríspido fazendo a garota arquear o cenho surpresa com tamanha hostilidade.


Sim, era uma boa foda, mas o humor dele não valia a tentativa de qualquer coisa, ela tinha seu orgulho, então vestiu suas roupas e saiu. Mas pra ele não importava, garotas como aquela havia aos montes por ai...uma a mais ou uma a menos...não importava, o fim era sempre o mesmo.


Vegeta vestiu uma regata e resolveu fazer algo para aproveitar a pouca folga que tinha, tornar o dia mais aturável...assim ele vivia, um dia após o outro.


**&**


Nesse mesmo momento, a sirene toca no batalhão do distrito 19, fazendo Kakaroto engolir ligeiramente as panquecas que estava comendo, já fazia alguns minutos e se levantando ligeiro, enquanto uma voz avisa o que tinha acontecido e o local do atendimento daquela chamada.


Acidente entre um carro e um caminhão com produtos químicos na rodovia Star Lucky, na altura do cruzamento com a Brinks Life. Chamada para o Caminhão 23 e ambulância 74.


- Kuririn verificou as mangueiras e os outros materiais? – Pediu Kakaroto sério.


- Sim, tenente, está tudo certo!


- Tenshinhan hoje será você que vai dirigir! – Ordenou o moreno se vestindo, junto com seus outros cadetes.


- Pode deixar chefe! – Murmurou o homem calvo entrando no caminhão e o ligando.


Mais do que ligeiro Kakaroto, Kuririn, Picolo, Whis e Kame ingressaram no veiculo, que partiu ligeiramente em direção a ocorrência. Não demorou para eles chegarem ao local, onde o isolaram com a ajuda da policia e foram atender a chamada.


O acidente realmente era terrível, o carro tinha sido atingido na traseira e lançado para fora da pista de encontro com uma árvore, o caminhão felizmente não estava com vazamento químico, porém seu condutor estava em pânico. Então Kakaroto, Kame e Whis foram até o veiculo acidentado e puderem constatar que havia uma mulher e uma criança dentro do veículo, a loira estava bem machucada e a criança desacordada, de repente um cheiro de gasolina se fez presente, fazendo Whis ficar temeroso e avisar seu tenente, que pediu imediatamente para que buscassem a cerra para abrir a porta que estava emperrada. Os paramédicos não tardaram a se aproximar, Lazuli e Lapis observavam tudo de maneira cauteloso e atenciosa.


- Está aqui tenente! – Murmurou Whis entregando a serra ao moreno, que rapidamente e com cuidado usou a ferramenta e conseguiu remover a porta traseira do carro.


- Agora é com vocês Lazuli e Lapis vejam como está a menina – Ordenou o tenente atencioso, sendo prontamente atendido pelos paramédicos que de forma cuidadosa removeram a criança do veículo.


- Só falta a mãe agora senhor! – Declarou Picollo preocupado.


Kakaroto apenas sacudiu a cabeça de forma afirmativa e foi junto com Whis e Kuririn retirar a moça, que estava ainda zonza por conta do acidente. No final o salvamente aos feridos foi um sucesso como sempre.


**&**


E assim o expediente de Kakaroto tinha chegado ao fim e ele foi deixado em casa pelo caminhão de bombeiro. Quando o moreno ingressou em sua moradia ouviu a voz de seu irmão gêmeo e de sua mãe na sala, os dois pareciam felizes com alguma coisa.


- Já cheguei em casa pessoal! – Anunciou Kakaroto deixando sua mochila num dos cantos da sala.


- Que ótimo filho! – Falou Gine com um sorriso.


- Até que enfim maninho, já estava sentindo falta – Sussurrou debochado o promotor.


- O que houve? Por que vocês estão tão felizes? – Questionou curioso.


- Sua prima Bulma vai trabalhar no batalhão de vocês! Seu pai concordou na transferência dela – Revelou a morena contente.


- Fico feliz por Bulma, mas acho que ela vai para o caminhão de Vegeta e ele não é tão paciente como eu e nem sei se ele vai curtir ter uma mulher no caminhão dele – Comentou Kakaroto pensativo, pois conhecia muito bem o gênio do amigo.


- Bem, ele vai ter que se acostumar, você sabe muito bem que sua prima também é muito geniosa.


- Nem quero ver a confusão que vai dar entre esses dois, no entanto vou deixar que papai resolva esse problema, não quero me meter numa possível briga desses dois – Sussurrou o moreno cruzando os braços.


- Fique frio maninho, tudo vai se ajeitar, nós temos que arrumar o antigo quarto de Raditz para ela ficar – Gesticulou Turles subindo as escadas, sendo seguido pelo irmão.


-

Continua

Dec. 26, 2018, 9:35 p.m. 0 Report Embed 4
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