Não pense no futuro Follow story

agomechan Thais L.

Essa era a parte estranha de ser o Spiderman, Peter não tinha exatamente uma rotina ao comparar a sua antiga vida. Tudo poderia acontecer num dia, tanto na sua adolescente vivendo com sua tia May, quanto para sua vida atual aos 30 como ciêntista renomado. Sua versão do passado adoraria saber que obteve sucesso no futuro para acalmar a própria ansiedade, mas há coisas que essa criança não está pronta pra saber. Coisas que seriam complicadas para explicar vindo dele mesmo. Afinal o Peter era um homem adulto, tinha mais o que fazer... no caso, evitar os problemas que o um antigo mercenário e um amigo poderiam causar (como sempre) brincando com o tempo.


Fanfiction Comics Not for children under 13.

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Encontro

Aviso Legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.


Notas do Autor
Eu não parei com spideypool não, na verdade eu mal comecei. 
Mais uma fanfic divertida deles pra vocês. 
Coloquei o Andrew Garfield na capa porque ele me lembra mais o Peter mais velho, tanto ele como o Tobey, só que eu gosto de usar o Andrew como versão live action quando se trata de spideypool kkkkkk é o costume. 
Tom está ali para mostrar o Peter mais jovem mais, fofo do jeito q ele é, porque cai muito bem. 
E o da fanart é ele mais velho mesmo, parece com o Andrew então... não sei pq to explicando. 

Revisei a fic algumas vezes, mas n é o mesmo que betagem, então pode ter alguns problemas pela digitação, mas to concertando. 
Vai ser uma fanfic curta e leve porque to treinando pra entrar em lemon e angst em outras... se divirtam!

Essa era a parte estranha de ser o Spiderman, Peter não tinha exatamente uma rotina ao comparar a sua antiga vida. Tudo poderia acontecer num dia, como ser convidado de surpresa para assistir as finais com o senhor Stark, quando ele de fato não está na própria casa que deu a festa.

Conhecer MJ. O famoso Michael Jordan. E a Mary Jane, a outra MJ da sua vida, que os amigos a chamam assim… a chamavam. Os amigos que ela tinha antes no caso. Quem ele admirava a distância até certo tempo, começaram a dividir poucas palavras com ela lhe deixando nervoso com perguntas que o deixava ansioso pelo seu segredo, mesmo que ela não tendo noção e fizesse mais para divertir. E os olhares trocados na detenção fazia admirar sua forma autêntica de ser.

Ou a linda e extremamente inteligente e perspicaz, Gwen. Mas assim como MJ, ela parecia longe demais para o seu alcance. Por mais que a veja todo dia a tela do seu celular e na escola. Mas seu amigo Harry, entretanto, parecia ter mais chances com ela. Ele tinha mais qualidades que atrairia mais a atenção da jovem bela garota loira.

Mas enfim, queria se por a trabalhar para impressionar o senhor Stark que havia lhe ajudado com o traje e entre tanto conselhos, além de admira-lo muito.

Estava atento para salvar o dia. Tinha acabado de ajudar um rapaz de apanhar de uns moleques encrenqueiros, salvar uma senhora de um assalto e a simplicidade de no meio do percurso tirar um gato de uma árvore para uma garotinha. Sabe, sendo o amigo da vizinhança.

Olhou para a programação do seu traje, vendo que pela hora deveria passar em casa e ver a tia May e depois voltar a patrulha, quando viu mais um problema que deveria que resolver rápido.

Novamente crianças não tomando cuidado em suas brincadeiras, a bola passando no meio da rua e elas indo atrás, com carros e caminhões vindo em velocidade o suficiente para não dar para frearem a tempo.

Iria salva-las, mas para sua surpresa outra teias, que não eram a suas vieram do nada e puxaram as crianças e a bola de volta para a calçada. Elas lhe acenaram achando que tinham sido ele, enquanto Peter acenou num gesto automático pra elas, mas surfando em direção ao que as teias vieram, seguindo uma silhueta que era mais rápida do que ele, o que lhe assustou.

E tinha uma forma mais estratégica para lançar suas teias e se movimentar por elas, nem usando tantas pelos seus altos saltos.

Peter respirava afoito tentando usar os programas do seu traje para identificar mais sobre a pessoa a sua frente que ia tão veloz, mas o sistema tão tinha dificuldades e lhe deixava ansioso por quem quer que fosse ia em direção ao seu apartamento. Pelo menos era o que o jovem estudante achou, até que estava indo pelo caminho de um prédio comum que ele ia com mais frequência que ficava perto de casa para descansar e olhar a cidade no telhado.

Quem ele perseguia deu um giro num ar parou no terraço. Estaria lhe esperando? Seria coincidência ter ido justo ali?

De qualquer forma fez o que tinha que ser feito e saltou para o terraço, querendo meio que imitar seu alvo, mas deu uma pequena desiquilibrada ao pousar, ouvindo uma risada:

— Vá com calma campeão. Não dê um passo maior que a perna.

De diante de si estava parado de braços cruzados um estranho e maior, Homem-Aranha. Tinha um traje diferente, mas mesmo assim era extremamente similar ao seu e Peter ficou… confuso.

Com razão, por quê como deveria lidar com aquilo? Outro herói aranha na mesma cidade?

— O-o que…? — Gaguejou dando passos para trás ainda na defensiva.

— Calma. Eu posso explicar… — o outro aranha ficou um tempo em silêncio, parecendo pensar, o que deixava Peter mais confuso.

— Você não iria me explicar?

— Sim, mas parando pra vê é uma situação que é mais difícil do que parece, eu tenho que ter cuidado com o que vou dizer, porque tecnicamente não era pra ter me visto.

O que dizer isso só deixou o jovem Parker mais defensiva ainda. Geralmente é o que pessoas dizem antes de querer te “apagar” por “saber demais” e ele não estava nem um pouco a fim de ser apagado.

Será possível que o Senhor Stark criou um traje parecido pra outra pessoa? Afinal ele não fez vários para ele de Homem de Ferro, seria, talvez, possível até.

— Desculpe, eu… te assustei de novo. — O alto homem-aranha mostrava suas mãos como sinal que estava na defensiva e que não representava perigo. E poderia ser essa realidade, afinal ele acabou de salvar vidas. — Não tem jeito certo de contar isso, então te trouxe aqui no prédio mais tranquilo que costumávamos a frequentar… talvez… não sei se você desse universo faz isso também.

— Nós costumávamos…? Pera… o que?

E ele se perguntava porque diabos esse outro cara estava falando disso no plural e seus sentidos aranha nunca captou um outro durante todo esse tempo que ele parava por ali? Novamente, ficou preocupado.

E sem mais delongas o outro aranha numa puxada rápida tirou a própria máscara e disse:

— Eu sou você no futuro.

Deixando o Peter adolescente perplexo.

— Bem… tecnicamente. ­— Acrescentou o Parker mais velho coçando seus cabelos castanhos. — Não deu tempo de identificar se é o mesmo o universo, então posso não ser exatamente seu futuro, mas… é… mesmo que o termo correto seria dizer que possa ser uma dimensão diferente, mas acabei falando isso porque o Wad…

Parou instantaneamente de falar, o que deixou o mais novo spiderman curioso, inclinando de forma até adorável a cabeça para o lado e o mais velho podia sentir que sua versão adolescente estaria arqueando a sobrancelha naquele momento por estar intrigado.

— O que ia dizer mesmo “eu”?

Podia sentir uma desconfiança no tom de voz daquele menino.

Peter adulto, beirando aos trinta, cobriu a boca maneando a cabeça, se crucificando por falar de mais.

Parecia-se com um certo alguém.

Era culpa da maldita convivência que uniu a tagarelice dele que convivia diariamente, com seu próprio nerdismo e nervosismo e o deixou assim naquele momento.

Respirou fundo.

Coçou a garganta e resolveu mudar de assunto:

— Posso provar que eu sou você.

Podia prever a pergunta/resposta que receberia de sua versão jovem que não seria diferente da que recebeu quando encontrou sua versão mais velha:

— Os dígitos que uso para destrancar o armário da escola?

Peter soltou um riso anasalado por era como tinha adivinhado e respondeu:

— Ao mesmo tempo?

Contaram até 3 e em uníssono disseram:

— 06-18-28!

E deram um high five em comemoração com o acerto. O adolescente naquele momento ficou atônico e saltitante, muito alegre com a notícia, porque o seu futuro estava diante seus olhos.

Mesmo que o mais velho tenha dúvidas se seria mesmo o futuro daquele garoto por questões técnicas, o Peter estudante de escola que queria ganhar o respeito do senhor Stark, estava tão surpreso de ver a si mesmo que ignorou os outros detalhes.

— Oh, meu Deus! Meu Deus! Meu Deus! — Puxou o fôlego. — Isso está acontecendo… quando eu achava que nada mais me surpreenderia…

O adulto maneou a cabeça compreendendo aquela sensação que seu chara sentia. Ficando feliz de vê-lo tão empolgado, significa que gostou do que poderia se torna daqui a alguns anos. Porque ainda se lembra quando viu o Wade que mentiu pra si, dizendo que era o Homem-Aranha do futuro, — Peter amaldiçoa seus trajes serem tão parecidos — e quando ouviu aquilo ficou tão horrorizado que chegou a chorar.

Suspirou cobrindo o próprio rosto com a mão pensando na ironia na situação que se encontrava agora.

O ingênuo aranha ainda lhe perguntou:

— Por que está aqui? Tem alguma missão? — O viajante do futuro até tentou responder, mas sua versão jovem continuou perguntando. — Como que é lá? Quantos anos você tem? Como está a Tia May? — Puxou o ar só ao imaginar o que perguntaria. — Ela está bem, não está? Ela não morreu, certo? Por favor, diz que não.

Novamente ele abriu a boca para responder, mas não deu tempo novamente.

— E meus amigos? Como vão? Eu cresci mais quando? Antes de entrar pra faculdade? Qual universidade que eu consegui passar? O senhor Stark me prometeu uma carta de recomendação, ele fez isso mesmo? Eu vou trabalhar nas industrias Stark? Vou subir de cargo? Vou ter dinheiro pra tirar a Tia May do aluguel? Mudamos de casa? Seria estranho morar com ela ainda. Eu vou ter um cachorro?

Estressado ele não aguentou mais aquela bordoada de perguntas e com uma força controlada, cobriu a boca do moleque lhe prensando contra a parede daquele cômodo fechado do terraço.

— Pela santa paciência que eu perdi, cala a boca! — Suspirou cansado. — Ah, finalmente. Já não basta… — parou de falar vendo que iria dizer o que não devia. — Enfim. — Colocou as mãos nos ombros do garoto. — Sim, tenho uma missão. — Não tinha na verdade, mas não podia dizer o motivo de estar ali.

— E qual é?

— Não posso te contar, criança. Se souber pode atrapalhar tudo, só lhe diria se fosse extremamente necessário o que não é o caso, não somos o Doutor Estranho.

— Doutor quem?

Peter mais velhos murmurou um tom praticamente inelidível que nem mesmo seu outro conseguiria entender com a audição aguçada:

— Se Wade ouvisse isso diria que a piada não funciona na tradução.

— O que disse?

— Nada, nada. Siga o seu caminho normalmente e… não se preocupe muito com tanta coisa, está bem? Já está fazendo um bom trabalho.

Deu tapinhas no ombro da criança e foi se afastando, subindo na mureta na beirada, pronto para pular do prédio, quando foi chamado pelo menino que tirou a própria máscara para lhe olhar sério nos olhos:

— E sobre eu? Quero dizer, a gente? Estamos… com alguém… tipo… a MJ ou… alguém? A Gwen também é muito bonita e acho que infelizmente o Harry concorda até demais com isso… — seu rosto ficou vermelho, o que era muito adorável. — Mas não acho que nenhuma delas olharia pra mim. Porque sinceramente começo a achar que eu nunca vou namorar quanto mais casar.

O Spiderman mais experiente até engasgou com a própria saliva. Olhando para seu outro eu ali, aquele adolescente nerd deslocado e que tinha extrema dificuldade quando o assunto garotas, relacionamento aparecia — ainda mais o assunto garotos — sentiu saudade daquela época, ao mesmo tempo vontade de rir do que a sorte lhe reservava no futuro lembrando do seu passado trágico com umas exs.

Que já foi “casado” com a MJ. Não deu certo na primeira vez com a MJ e agora se casou pela segunda vez… estava indo tudo bem na verdade.

Mas como ele poderia olhar diante aqueles ingênuos olhos seus de quem não tinha beijado ainda, que tem um futuro possível onde ele é feliz. Extremamente feliz, casado com um mercenário maluco que o senhor Stark não é lá muito fã, mas no futuro ele parou de se importa tanto com a opinião do Tony?

Apesar que vai levar uns meses pra começar a hackear o sistema do Homem de Ferro depois de receber um traje de presente dele, então… logo ele aprenderá a cara que Stark faz quando está surpreso e decepcionado.

E não será mais uma novidade quando dizer que não está brincando sobre estar seriamente vivendo com o Wade Wilson Parker.

Mas coisas mais preocupantes com certeza irão acontecer. Como o fato de Gwen que ainda irá morrer… muito jovem e que isso vai assombra-lo para sempre, e que mesmo querendo, não pode intervir nessa linha do tempo. Isso não é algo que se diga a alguém. E pensando melhor isso é mais grave do seu status civil atual, mas enfim. Riu nervoso vestindo sua máscara.

— Jovens hoje em dia… Nada de spoiler, amigo. Não se desespere, você terá suas próprias histórias de romance pra se preocupar. Umas mais complicadas que as outras… ­ — Murmurou novamente para si. — Vai ver a Tia May, Garoto-Aranha. — Disse rindo pela referência a maneira como Tony costumava lhe chamar e salta do prédio, lançando sua teia para outro, surfando para longe.

O adolescente Peter ficou olhando seu futuro sumir entre os prédios se dando conta que daqui a alguns anos ele estaria mais habilidoso e começaria a falar ainda mais ainda sozinho.

Vestiu sua máscara e decidiu voltar para casa, tinha lição de casa para fazer e ver a tia May.

 

≪ ∴ ❈ ∴ ≫

 

No restaurante mexicano estava até saindo do seu cotidiano. Uma bela mulher loira num belo vestido vermelho, comprando seus tacos, armada, mas fazendo questão de pagar tentando acalmar os atendentes falando que não usaria suas katanas nem nada, estava de folga.

Só que a calma não durou, a mulher mal se sentou pra comer assaltantes discretamente que ela como agente percebeu e olhei para o teto se desculpando com seu senhor:

— Petey, eu tentei. — Subindo rapidamente na mesa e apontando suas armas. — Ô, fudidas chimichangas! Tão de sacanagem?! Põem essas patas pra cima, seus merdas!

Os dois homens o obedeceram, assim como alguns clientes assustados.

Pode ouvir a sirene ao longe e deu de ombros de distraindo.

— Hm… até que não foi tão ruim. Não desvivi ninguém.

Um dos assaltantes ia se afastando aos poucos e foi correr para fugir levando uns tiro logo nas coxas. Assustando novamente as pessoas. A mulher loira que atirou estava ainda mais irritada:

Taquipariu! Tava tudo dando certo…

E ainda por cima o outro assaltante vendo que o foco ficou no companheiro de crime sangrando largado no chão, gemendo de dor, tentou fugir também pulando sobre ele que ainda lhe chamou chocado pela traição. Entretanto antes de chegar a porta uma mesa e uma cadeira lhe acertaram.

Lançadas pela mulher:

— Vocês também não colaboram, ei. Está todo mundo bem? — Ela perguntou e os civis concordaram e depois aplaudiram. E ela fez referência segurando com delicadeza a saia do seu vestidinho lindo.

Ela notou umas batidinhas no vidro do restaurante e viu o aranha de cabeça pra baixo. Mas não era o Spidey-Bebê daquela época, e sim o Spidey-Bae da sua época que estava furioso inclusive, só dava pra ver seus olhos brancos zangados naquela máscara antes dele mover o indicador lhe chamando e sumir rapidamente.

Engolindo em seco ela se despediu daqueles desconhecidos e saiu rápido do estabelecimento. Foi inçada por uma grande teia para um beco antes que a polícia a visse.

 

O Homem-Aranha lhe segurando, seus braços envolta do pescoço dele, enquanto ele oscilava pelas teias, os ventos contra os cabelos loiros dela, ela se sentia como aquelas clássicas mocinhas nos filmes de Hollywood, que só gritavam e eram salvas pelos heróis, e depois de uns resgates começariam uns romances que eles transariam, mas o sexo só ficaria na imaginação (e nos pornôs que ela já começava a falar sobre um do Superman).

Peter girou os olhos ouvindo aquilo e cansando daquela “fantasia hollywoodiana”, usando o braço que a segurava, passou os dedos pelo o relógio dela que era na verdade um modelador de imagem, o desativando. No mesmo instante a imagem da loira se desfez mostrando a real aparência que era o Deadpool, o que não era nenhuma surpresa.

A surpresa era que o vestido não era uma criação do programa, era real e o mercenário usava por cima do seu típico uniforme.

— Mas… onde você arranjou isso?

— Eu não roubei se é o que está pensando. Me comportei bem, baby boy. Comprei de uma prostituta.

Muitas perguntas vieram na cabeça do Spider ao ponto dele ficar só boquiaberto por baixo da máscara, encarando aquele lunático, enquanto continuava a se balançar pelas teias, sem saber o que dizer

— Oh! Eu não te trai se é o que está pensando. — Na verdade não era o que Peter estava pensando, mas depois o Wade continuar falando. — Só comprei o vestido, sou um marido leal e paguei muito mais do que ele vale, com certeza. Veja isso como uma atitude nobre. Uma doação a caridade.

Finalmente conseguiu elaborar uma pergunta:

— Ela estava vendendo vestidos ou esse era o que ela estava usando? Você não deixou a mulher andando nua por ai, não é?

Wade riu.

— Não vai gostar da resposta, mas ela tinha um sobretudo e já estava na calçada do complexo de apês que ela trabalha. Fica tranquilo.

— Wade… — Peter até deitou a testa no ombro daquele seu companheiro sem juízo como um facepalm, mas como ambas as mãos estavam ocupadas… — Meu Deus…

— Mas é muito bonito.

Acabou erguendo a cabeça para olhar novamente aquele vestido. Naquele momento, Peter já tinha desistido de trazer algum bom senso para aquela conversa:

— É realmente um vestido bonito.

— Sabia que iria gostar, Petey, vermelho é a nossa cor. E de qualquer criatura com sangue vermelho correndo pelas veias… não os unicórnios.

— Mas se for ficar com ele vamos ter que lavar… muitas e muitas vezes.

— Você e sua obsessão com higiene.

— Não tenho obsessão, Wade, eu só tenho higiene.

E continuaram aquela pequena discussão entre os “weee~” que Deadpool soltava, animado em ser carregado “voando” entre os prédios.

Acabou deixando para mais tarde a bronca que daria no Deadpool por ter voltando no tempo.

Contínua... 


Notas finais
O que tem de linguagem imprópria nessa fic é tudo culpa do Wade mesmo. 
Eu adoro a ideia deles casados. 
Já tenho a ideia pronta aqui ó! De como que foi... mas é pra outra fic, foquem nessa, até o próximo cap.
Dec. 20, 2018, 10:13 p.m. 0 Report Embed 1
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